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Percentual de municípios com museus e bibliotecas caiu em 4 anos

Pável Bauken

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A presença de museus e bibliotecas em municípios brasileiros é menor do que há quatro anos. É o que revela a Pesquisa de Informações Básicas Municipais e Estaduais (Munic), divulgada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O órgão traçou um perfil dos municípios e estados do país em 2018, reunindo dados sobre recursos humanos, gestão, cultura, saúde, assistência social, segurança alimentar, política para mulheres, migração e outros.

De acordo com o levantamento, no ano passado, 25,9% dos municípios do país possuíam museus. Em 2014, esse percentual era de 27,2%. Em relação às bibliotecas, o percentual caiu de 97,1% em 2014, para 87,7% no ano passado. Além disso, caiu também o número de municípios com bibliotecas em obras de implantação, reforma ou modernização. O percentual passou de 44,2% em 2014, para 36,9% no ano passado.

“Também os equipamentos sob responsabilidade dos governos estaduais, com exceção das bibliotecas que se mantiveram em número estável, apresentaram redução: museus, teatros, centros culturais, arquivos públicos, estádios e centros de artesanato”, diz a gerente da pequisa, Vânia Maria Pacheco.

Pela primeira vez em uma Pesquisa de Informações Básicas Municipais e Estaduais, o IBGE investigou a quantidade de bens tombados por legislação municipal. Em 2018, foram contabilizados 28.421. No entanto, apenas 17,8% dos municípios transferiram recursos para esses bens.

Ao mesmo tempo em que revela que houve fechamento de museus e bibliotecas em alguns municípios, a pesquisa também mostra que iniciativas de apoio financeiro a atividades culturais variaram positivamente entre 2014 e 2018. Essas iniciativas foram majoritariamente eventos, realizados em 75,7% dos municípios em 2018, mais que os 60,2% registrados em 2014.

O levantamento mostra que 96% dos municípios tem alguma estrutura da gestão municipal de cultura. Além disso, 31,8% das cidades possuem legislação de proteção de patrimônio, o que representa um avanço em relação aos 27,2% observados em 2014.

O IBGE apurou também que 20 das 27 unidades federativas possuem secretarias exclusivas de gestão cultural. Há um plano estadual de cultura em 17 delas e, em outras sete, ele estava em processo de elaboração quando a pesquisa foi realizada no ano passado. Somente Amapá e Paraíba não contavam, na ocasião, com fundo estadual de cultura. Todos os estados tinham bibliotecas públicas.

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Ônibus Lilás do Departamento de Políticas para as Mulheres começa a percorrer o interior a partir de quinta, dia 26

Reporter Global

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Anualmente, entre os dias 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, e 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, entidades do mundo inteiro se mobilizam para promover ações de conscientização e engajamento na prevenção e na eliminação da violência contra as mulheres e meninas.

 

Os 16 Dias de Ativismo deste ano vão contar com uma programação especial do Departamento de Políticas para as Mulheres, que vai percorrer 16 municípios gaúchos com o Ônibus Lilás, disponibilizando atendimento e material informativo sobre violência de gênero e divulgação dos serviços oferecidos pelo Estado.

Para a diretora de Políticas para as Mulheres, Bianca Feijó, o 16 Dias é um evento de extrema importância por chamar a atenção do mundo inteiro para a causa. “A violência contra mulheres e meninas acontece todos os dias e em todos os lugares, mas essas datas servem para nos lembrar que ainda há muito há se fazer para combater qualquer tipo de discriminação por gênero”, explica Bianca. “Essa violência tem origem em um problema estrutural da nossa cultura, que é o machismo. Por isso é tão importante que, de fato, toda a sociedade, não apenas o Estado ou a família da vítima, busque se engajar nessa causa e entender o seu papel na construção de uma cultura onde ser mulher não seja motivo para a morte de ninguém”.

A abertura da programação será no dia 25 de novembro, a partir das 10h, no Largo Glênio Peres, em Porto Alegre. Nos outros municípios, o evento começará a partir das 13h30. Além do Ônibus Lilás, os municípios contarão com a presença da Polícia Civil e a Patrulha Maria da Penha. É importante destacar que serão tomados todos os cuidados necessários em relação ao coronavírus, sendo que é obrigatória a utilização de máscara e o cumprimento do distanciamento social. Além disso, será disponibilizado álcool em gel para todos os presentes.

 

A programação do 16 Dias de Ativismo no Estado:

25/11 – Abertura em Porto Alegre (Largo Glênio Peres), a partir das 10h
26/11 – Viamão (Praça Júlio de Castilhos), a partir das 13h30
27/11 – Canoas (Praça do Avião), a partir das 13h30
28/11 – Novo Hamburgo (Praça Punta del Leste), a partir das 13h30
29/11 – Alvorada (Praça Central João Goulart), a partir das 13h30
30/11 – Passo Fundo (Praça da Cuia), a partir das 13h30
01/12 – Cruz Alta (Praça General Firmino), a partir das 13h30
02/12 – Ijuí (Praça da República), a partir das 13h30
04/12 – Caxias do Sul (Praça Dante Alighieri), a partir das 13h30
05/12 – São Leopoldo (Praça do Brinquedo), a partir das 13h30
06/12 – Guaíba (Parque da Juventude), a partir das 13h30
07/12 – Santa Maria (Praça Saldanha Marinho), a partir das 13h30
08/12 – Pelotas (Mercado Público), a partir das 13h30
09/12 – Rio Grande (Praia do Cassino), a partir das 13h30
10/12 – Sapucaia do Sul (Praça General Freitas), a partir das 13h30
11/12 – Encerramento dos 16 dias, em Bento Gonçalves (rua Marechal Floriano, em frente à Praça Walter Galassi), a partir das 13h30

 

Ônibus Lilás

O Ônibus Lilás é uma unidade móvel projetada e adaptada especialmente para o atendimento fora de Porto Alegre, oportunizando auxílio e informação para as mulheres de todo o Rio Grande do Sul, assim como o acesso aos serviços da rede de atendimento à mulher em situação de violência. O ônibus é equipado com duas salas fechadas que garantem a privacidade da vítima, copa, banheiro e uma equipe composta por profissionais das áreas de serviço social, psicologia, atendimento jurídico e segurança pública.

O serviço pode ser solicitado por qualquer um dos 497 municípios gaúchos e é utilizado para que exista uma integração efetiva dos serviços que oferecem um atendimento humanizado às mulheres.

 

Estado.rs.gov

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OMS diz que ‘aposta mais segura’ é renunciar às festas de Natal e ano-novo

Reporter Cidades

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Tolga Akmen/AFP

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira, 23, que a “aposta mais segura” para algumas famílias será não realizar reuniões familiares neste Natal e ano-novo para impedir a disseminação do coronavírus. Festas de Ano Novo, com aglomeração, também não são recomendadas.

Na semana passada, o Brasil chegou a mais de 6 milhões de casos de infecção por coronavírus e países da Europa vivem uma segunda onda. O anúncio foi feito no mesmo dia em que a OMS saudou os esforços da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca “para tornar a vacina acessível e fácil de armazenar”.

Em uma reunião virtual em Genebra, a líder técnica da OMS, Maria Van Kerkhove, para a covid-19 disse que “em algumas situações, a difícil decisão de não ter uma reunião familiar é a aposta mais segura”. Mais cedo, a cientista-chefe da organização Soumya Swaminathan afirmou que as notícias sobre os resultados da vacina para covid-19 da Universidade de Oxford e do laboratório britânico AstraZeneca são “encorajadoras e esperamos ver os dados, como fazemos com outros resultados promissores das últimas semanas”.

A AstraZeneca informou nesta segunda-feira que sua vacina para covid-19 pode ser cerca de 90% eficaz, dando à luta mundial contra a pandemia global uma nova arma, mais barata de produzir, mais fácil de distribuir e mais rápida de expandir do que suas rivais.

Estadão

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Geral

Porta dos Fundos é acusado de machismo por vídeo de vereadora eleita em Curitiba

Reporter Cidades

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A produtora Porta dos Fundos está sendo acusada de machismo, inclusive por parlamentares federais, pela publicação de vídeo em que uma personagem chamada Yollanda Ramos afirma que se elegeu a vereadora mais votada de Curitiba (PR) pelo Novo após ter, ela mesma, vazado fotos íntimas suas na internet.

O cargo postulado, a cidade, o recorde de votação e o partido anunciados no vídeo são os mesmos da vereadora eleita Indiara Barbosa. Neste domingo, 22, mesma data de publicação do esquete, Indiara afirmou em sua conta no Twitter que a personagem “certamente” não a representa. “É uma pena que o @portadosfundos associe o sucesso de uma mulher a alguma conotação sexual. Temos muito trabalho para mudar essa cultura retrógrada”, lamentou.

Por volta do meio-dia desta segunda-feira, 23, a produtora respondeu à mensagem publicada por Indiara: “Essa personagem de fato não é você. Yollanda é uma criação de ficção e humor que existe há 9 anos e, dentro do seu universo, explora sua sexualidade livremente. O Porta acredita que o Brasil precisa de mais mulheres em cargos públicos. Parabéns pela vitória!”

Diversos parlamentares manifestaram solidariedade a Indiara e reforçaram acusações de machismo à produtora, entre eles a deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP). “Uma das coisas mais suprapartidárias que existem no Brasil é o machismo. Seja você de esquerda ou direita, não há graça nenhuma em uma piada que insinua que uma mulher só foi eleita usando seu corpo”, escreveu

Para o líder do Novo na Câmara dos Deputados, Paulo Ganime (SP), o Porta dos Fundos não conhece a vereadora eleita, o partido ou a luta das mulheres na política. “Mas viva a liberdade de expressão. Assim, a gente vê quem é quem”, completou. O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) ironizou o vídeo como um exemplo do que ele chamou de “machismo do bem”.

O deputado estadual Fábio Ostermann (Novo-RS) sustentou que, para um grupo de pessoas que ele classificou como “essa turma”, mulheres na política mereceriam respeito apenas se defendessem ideias de esquerda. O deputado estadual Arthur do Val (Patriota-SP), que foi candidato a prefeito de São Paulo (SP), seguiu a mesma linha, ao insinuar que haveria maior comoção se o canal produzisse um vídeo que pudesse ser à candidata Manuela DÁvila (PCdoB), que disputa o segundo turno da eleição em Porto Alegre (RS).

Por Nicholas Shores

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