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Pentágono divulga imagens de operação que matou Líder do EI

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O Pentágono divulgou detalhes, vídeos e fotos nesta quarta-feira da operação das forças especiais americanas na Síria que matou o líder do grupo Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Bagdadi. A estrutura dos prédios onde se escondia Al-Bagdadi foi arrasada por uma explosão após a incursão dos comandos, deixando-o como “um estacionamento”, disse à imprensa o general dos Fuzileiros Kenneth McKenzie, chefe do Comando Central dos Estados Unidos.

Entre as imagens difundidas pelo departamento de Defesa em preto e branco pode-se observar quando os comandos americanos se aproximam do complexo de paredes altas no noroeste da Síria onde Al-Bagdadi estava escondido. O Pentágono também liberou vídeos de ataques aéreos contra um grupo de combatentes desconhecidos em terra que abriu fogo contra os helicópteros que transportavam as forças americanas durante a aproximação do complexo, na província de Idlib.

McKenzie também revelou novos detalhes sobre a operação de domingo, acrescentando que dois meninos que pareciam ter menos de doze anos morreram, e não três como disse o presidente Donald Trump, após Al-Bagdadi se matar detonando um colete com explosivos em um túnel enquanto tentava escapar das tropas americanas.

O oficial acrescentou que um número não determinado de combatentes ligados a Al-Bagdadi morreu na operação após disparar contra os helicópteros. Um dos vídeos divulgados mostra ataques aéreos contra uma dúzia de pessoas em terra.

Em referência às alegações de Trump de que o líder do EI teria morrido “chorando e gemendo como um cachorro”, McKenzie declarou que “sobre os últimos momentos de Al-Bagdadi, posso dizer que se meteu em um buraco com duas crianças e se matou enquanto seu pessoal permanecia na superfície”. Segundo McKenzie, além das duas crianças que morreram na explosão foram abatidas duas mulheres – que usavam coletes com explosivos – e um homem no complexo.

CP
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Sem carteira assinada por opção para ganhar mais

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Maria Cristina dos Santos, de 49 anos, decidiu abrir mão da carteira assinada após mais de 10 anos trabalhando como empregada doméstica, faxineira, cobradora, entre outras ocupações. Desde o final do ano passado, ela passou a atuar como diarista, cobrando R$ 170 por dia de serviço.

“Eu trabalhava numa casa de família e dormia no emprego. Tinha dia que eu começava às sete e esticava até às 9 horas da noite. Como diarista eu mesmo faço o meu horário e ganho bem mais, diz.

Por ora, ela ainda não decidiu se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI). Mas, mesmo sem a cobertura da Previdência Social e outros benefícios da CLT, ela afirma que atuar na informalidade está valendo mais a pena.

“As empresas estão pagando muito pouco. Oferecem 1 salário mínimo e, depois de todos os descontos, você recebe R$ 900. O que dá para um chefe de família fazer com isso?”, afirma.

A diarista sonha cursar enfermagem para buscar no futuro um trabalho de melhor remuneração. Mas, por ora, o seu foco é conseguir mais uma casa para fazer faxina, para ter 5 diárias fixas por semana. “Estou procurando, é que está difícil mesmo”, diz.

‘Única solução era inovar’

Letícia Emanuele Nogueira, de 26 anos, ficou cerca de 4 anos em empregos com carteira assinada, mas, quando chegou a pandemia, ela e o marido passaram a fazer parte das estatísticas de desemprego e do empreendedorismo de necessidade.

Sem renda e com dois filhos pequenos, o casal decidiu abrir um negócio na área de TI e design. Os dois uniram suas especialidades e passaram a prestar serviços de formatação e manutenção de computadores, desenvolvimento web e design gráfico.

“Vimos que a única solução era inovar para conseguir renda, e foi o que fizemos. Abrimos o nosso próprio negócio”, conta.

Leticia lembra que no começo não aparecia nenhum cliente e que até dava saudade dos tempos de salário fixo. Somente após 8 meses é que a empreitada começou a dar frutos. Mas, pesando tudo o que aconteceu, ela acha que a mudança trouxe a oportunidade de dar uma guinada em sua vida profissional.

“Olhando para trás, se não tivesse perdido meu emprego CLT talvez não tivesse essa coragem de trabalhar por conta própria”, afirma a empreendedora, que está para concluir a faculdade de pedagogia.

Seus planos são continuar com seu negócio – ela está providenciando a papelada para virar MEI – e prestar concurso público. Voltar para a CLT está fora de cogitação. “Mas o futuro é sempre incerto, isso a pandemia me mostrou”, pondera.

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Brasil perde 2,8 milhões de trabalhadores com carteira em 8 anos

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O emprego com carteira assinada tem perdido protagonismo e espaço no mercado de trabalho brasileiro. A participação desta modalidade no total da população ocupada no setor privado ficou em 38,1% no 1º trimestre de 2022 e segue bem distante do pico de 43% alcançado em 2014.

Segundo levantamento da LCA Consultores, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do IBGE, o número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 2,8 milhões entre 2014 e 2022, enquanto que o de trabalhadores por conta própria ou sem registro em carteira aumentou em 6,3 milhões em 8 anos.

Em números absolutos, o contingente atual de trabalhadores com carteira assinada no 1º trimestre de 2022 totalizou 36,3 milhões, contra 39,1 milhões no 1º trimestre de 2014. O cálculo considera a soma dos trabalhadores do setor privado no regime CLT e domésticos com carteira assinada, sem incluir trabalhadores do setor público, que emprega 11,2 milhões, o correspondente a uma fatia de 11,8% dos ocupados.

Mesmo com o aumento do número de brasileiros com emprego formal nos últimos meses, o percentual dos ocupados com carteira assinada permanece abaixo do patamar pré-pandemia (38,7%).

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Pegar Covid 2 ou mais vezes ao ano pode se tornar comum

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Ter Covid uma, duas ou até três vezes ao ano pode ser uma realidade concreta para pessoas que seguirem expostas sem barreiras à variante ômicron e suas subvariantes. O cenário é traçado por especialistas que conduziram um estudo na África do Sul e confirmado também pela experiência prática de médicos brasileiros ouvidos pelo g1.

Na África do Sul, pesquisadores da Universidade Stellenbosch analisaram quase 3 milhões de testes positivos de laboratório registrados até janeiro deste ano. Em artigo publicado na revista científica “Science”, eles apontam que reinfecções eram eventos raros, quase nulos, nas ondas provocadas pelas variantes beta e delta. Entretanto, depois de 31 de outubro de 2021, com o aparecimento da ômicron, a pesquisa localizou indivíduos que tiveram até três casos de reinfecção.

“A culpada foi a variante Ômicron que surgiu rapidamente, com múltiplas mutações na proteína spike. A principal vantagem dessa variante é sua capacidade de evitar a imunidade adquirida naturalmente (por infecção anterior)”, apontam os pesquisadores.

Nas ondas pré-ômicron da pandemia, casos de reinfecção eram raros e investigados: estudo na “The Lancet” associava as ocorrências pontuais à queda da imunidade após seis meses da imunidade adquirida. No recente estudo africano, as reinfecções foram verificadas em intervalos menores: 90 dias (três meses).

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