Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Pegadas de seres míticos ou gravuras? O mistério de marcas na parede de gruta brasileira – Portal Plural
Connect with us

Uncategorized

Pegadas de seres míticos ou gravuras? O mistério de marcas na parede de gruta brasileira

Pável Bauken

Publicado

em



 

As marcas de pés com diferentes números de dedos na parede de uma gruta em Barra do Garças (MT) são um mistério. Para alguns, são gravuras feitas como forma de expressão entre os povos que passaram pelo local no passado. Outros, porém, afirmam que os registros são impressões em baixo relevo e a prova de que seres míticos de fato pisaram ali.

A Gruta dos Pezinhos, como é chamado o lugar, foi incluída em 2015 no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Ela está localizada no cerrado de Mato Grosso, em uma área que abriga o Parque Estadual da Serra Azul.

Em toda a extensão da parede da gruta de arenito, há diferentes tamanhos e formatos de pés humanos – alguns com três, quatro, cinco ou até seis dedos. Há também mãos, pegadas de diferentes animais, desenhos de órgãos genitais e formas geométricas – como círculos e losangos.

As aparentes marcas de pés humanos na parede são as que mais chamam a atenção no local e são consideradas misteriosas por muitos que conhecem o lugar.

Em todo o mundo, há diversos registros de pegadas humanas deixadas há milhares de anos, mas os da Gruta dos Pezinhos – localizada 400 metros acima do nível do mar, em um dos pontos mais altos do parque estadual – são considerados únicos por causa dos diferentes números de dedos. Nos outros lugares, costumam apresentar cinco dígitos.

Já foram apresentadas diferentes explicações para os registros de pés com três a seis dedos da gruta mato-grossense. Contudo, nenhuma é conclusiva, já que as gravuras nunca foram estudadas em profundidade. Até hoje, foram realizadas somente análises superficiais.

Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, as marcas de pés são figuras rupestres: desenhos e inscrições geralmente feitos no interior de cavernas ou outras superfícies rochosas.

“No passado, aquela parede da gruta era mole, como um barro. Então, os seres iam marcando cada nascimento por meio dessas gravuras, com desenhos de pés, mãos ou órgãos sexuais”, justifica a professora Nina Tereza Dolzan, mestre em patrimônio histórico cultural. Por anos, ela fez estudos por conta própria sobre a gruta.

Alguns dos estudiosos que avaliaram o local acreditam que as marcas petrificadas foram feitas por povos indígenas que viveram por ali milhares de anos atrás.

O entorno da região de Barra do Garças é repleto de povos indígenas, entre eles Bororos e Xavantes. Com base em lendas dos povos da região, uma versão mística surgiu para justificar a origem dos registros na parede da gruta.

“Os indígenas da região, principalmente os mais velhos, contam sobre semideuses, que seriam criaturas de 1,20 metros, com cabeça desproporcional ao corpo, diferentes números de dedos nos pés e que teriam vindo do céu”, afirma o psicólogo Ataíde Ferreira, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (Ampup).

“Essas pegadas da gruta têm muito a ver com esses seres, por isso muitos acreditam que aquelas marcas foram feitas por semideuses”, completa Ataíde.

As gravuras
O Iphan descreve a gruta como “um sítio de arte rupestre com gravuras em baixo relevo”, inserido dentro de um contexto da ocupação pré-colonial em Barra do Garças. No município, há, ao menos, outros 12 sítios arqueológicos: muitos também com pinturas rupestres, mas apenas a Gruta dos Pezinhos possui as marcas peculiares de pés com diferentes números de dedos.

Para Nina Dolzan, os povos que viviam na região iam para a gruta a cada novo nascimento. “Pelas minhas pesquisas, com base em estudiosos que analisaram inscrições em grutas pelo mundo, os registros na Gruta dos Pezinhos eram feitos toda vez que havia o nascimento de um bebê. Quando a criança vinha ao mundo, os pais, que habitavam a região, iam para a gruta para registrar os pés na parede e fazer outros sinais para marcar a criança”, diz.

“Se fosse homem, faziam uma representação de um pênis na parede. Se fosse mulher, reproduziam uma vagina”, acrescenta.

Segundo a estudiosa, os pais e o filho recém-nascido passavam dias ali, após o nascimento da criança. “Mas logo iam embora, porque é uma área no alto da Serra e é um espaço pequeno, não era para moradia”, afirma.

A arqueóloga e historiadora Bruna Cataneo Zamparetti fez uma breve avaliação da Gruta dos Pezinhos, em 2015. Ela ressalta que por causa da falta de estudos sobre a origem do local, não é possível descobrir que povo viveu ali.

“É visível que se trata de um local privilegiado, abrigado e com alta visibilidade do entorno. É um bom local a ser utilizado por grupos indígenas no passado para acampamento e para a produção das gravuras. É um espaço de manifestação rupestre”, conta.
“O que podemos dizer é que são manifestações gráficas de populações indígenas que habitaram a região em tempos pretéritos.” Ela explica que para descobrir com precisão que povo fez as inscrições na gruta deveria ser feita uma análise mais aprofundada. “Teriam que escavar a gruta, em busca de algum material orgânico, como carvão ou restos de alimentos, ou algum vestígio de tinta nas gravuras”, afirma.

Misticismo
A Gruta dos Pezinhos está localizada na região da Serra do Roncador, que começa em Barra do Garças e vai até o Sul do Pará, e é berço de várias histórias misteriosas. No lugar, há diversos relatos que causam estranheza, como de pessoas que afirmam ter avistado discos voadores – o que motivou a criação do Discoporto na cidade, um “aeroporto para discos voadores”.

A história mais conhecida da região do Roncador é o desaparecimento do coronel inglês Percy Fawcett, em 1925. Ele buscava uma suposta cidade perdida, que chamava de Z, quando adentrou a serra. Foi a última vez em que foi visto. O caso inspirou filmes e desenhos em todo o mundo.

Em virtude de a região ser considerada misteriosa, muitos interpretam as marcas petrificadas como exemplo do misticismo local.

A jornalista e escritora italiana Margherita de Tomas visita Barra do Garças há mais de 20 anos. Ela estuda o desaparecimento de Fawcett. Durante uma das buscas por pistas para o sumiço do britânico, conheceu a Gruta dos Pezinhos.

“A pergunta que fica é: será que devemos considerar esses desenhos na gruta como parte de um ritual? É importante dizer também que existe a possibilidade de que esses pés com diferentes números de dedos sejam casos de polidactilia (característica na qual a pessoa nasce com mais de cinco dedos) ou mutilações”, disse Tomas à BBC News Brasil.

Ela gostaria que fossem feitos estudos aprofundados para entender a origem dos registros na gruta. “Mas, de todo modo, penso que esse sítio tem uma ‘aura’ enigmática e sagrada. Colocado no meio da natureza, isso aumenta o seu valor sagrado”, diz.

‘Não vamos fazer como os doidos daqui’
Para o historiador e geógrafo Wilson Ferreira, que há anos analisa a região de Barra do Garças, as marcas de pés com três ou seis dedos são facilmente explicadas. “Não vamos fazer como os doidos daqui e achar que isso é coisa de extraterrestre. Acontece que não era fácil fazer os desenhos ali. Então, cada um colocava quantos dedos queria. Por isso, há pegadas com três, quatro, cinco ou seis dedos. Variava conforme a concepção do artista”, justifica.

Ataíde Ferreira rebate as críticas de quem descarta a possibilidade de que as marcas de pés tenham sido feitas por seres místicos. “Os indígenas da região, principalmente os mais velhos, sempre falaram de semideuses vindos do céu. Eles dizem que esses seres ensinaram muito aos antepassados”, diz.

“Esses relatos de seres com três, quatro, cinco ou seis dedos existem antes mesmo da descoberta dos registros da gruta. Então, essas pegadas petrificadas reforçam a existência desses semideuses”, acrescenta.
Com base nas lendas indígenas da região, Ataíde explica como teriam surgido as pegadas na parede. “Certa vez, um pesquisador disse que aquela parede, há milhares de anos, estava na horizontal. Era um chão com muita lama, que foi endurecendo com o passar do tempo. Assim, as pegadas dos seres místicos ficaram petrificadas ali”, declara.

“Um pedaço daquela região caiu. Isso fez com que a estrutura da gruta tenha sido alterada ao longo do tempo. Aquilo que era chão, acabou ficando na vertical e se tornou uma parede, onde as pegadas permaneceram”, afirma.

Há estudiosos que optam por não descartar nenhuma possibilidade para as marcas da gruta e, por isso, não ignoram as crenças sobre o misticismo da região. O arqueólogo Francisco Forte Stuchi, que é servidor do Iphan e recentemente foi à gruta para fazer uma visita técnica, aponta que não há uma motivação clara para os diferentes números de dedos nas marcas de pés.

“Essas interpretações sobre a gruta vão desde pés humanos, a mutações genéticas ou alguma associação com animais. Não excluo possibilidades, então também pode extrapolar tudo isso e ser algo extraterrestre”, afirma o arqueólogo.

Preservação
Os mistérios que rondam a gruta podem nunca ser solucionados. Isso porque o local tem se deteriorado com o tempo. Sem cuidados necessários de conservação, cada vez mais as marcas vão se perdendo ou sendo alteradas, além de a estrutura da gruta ser constantemente afetada pelo intemperismo.

Entre aqueles que já analisaram a gruta, há apenas uma unanimidade: o local precisa de conservação adequada e de estudos aprofundados, para que existam mais informações sobre a sua origem.

Em uma nota técnica do Iphan sobre a gruta, assinada em 24 de julho, é mencionada a necessidade de pesquisas no local, que nunca foi estudado por arqueólogos. Também no documento do instituto, é apontada a necessidade de conservação do lugar, por se tratar de um sítio arqueológico extremamente frágil aos impactos naturais e aqueles causados pela ação do homem.

Hoje, para conservar o espaço, a visitação no lugar é feita somente após autorização da diretoria do Parque Serra Azul. Por ora, somente pesquisadores têm conseguido permissão para ir à gruta, para evitar que ela seja visitada por curiosos que possam danificá-la.

Anos atrás, algumas marcas da Gruta dos Pezinhos chegaram a ser pintadas ilegalmente por pessoas que visitaram o local – a destruição de sítios arqueológicos no Brasil é considerada crime, conforme a Constituição Federal.
Gerente do parque estadual, a analista de Meio Ambiente Christiane Schnepfleitner conta que aguarda a elaboração de um projeto de adequações na trilha de acesso à gruta, além das medidas de conservação do lugar. “Esperamos que a Gruta dos Pezinhos receba as melhorias necessárias no próximo ano”, declara.

Ao menos por enquanto, não há previsão para que o lugar receba os cuidados necessários para a sua preservação.

G1
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Uncategorized

Confaz divulga nova tabela com preços de combustíveis

Reporter Global

Publicado

em

Foto: Guilherme Testa / CP Memória

 

A partir de novembro, todos os estados brasileiros e o DF passarão a ter novos valores para comercialização de gasolina, diesel e etanol

 

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou, nesta segunda-feira, nova tabela de preços de referência dos combustíveis, que estabelece mudanças no preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) para os combustíveis em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. A medida foi publicada na sexta-feira no Diário Oficial da União (DOU) e terá validade a partir do dia 1º de novembro.

Em São Paulo, o preço de referência da gasolina comum, assim como a premium, ficará em torno de R$ 4,1599 por litro. Já o preço do diesel vai a R$ 3,3163, aproximadamente, a partir do mês que vem. No Rio de Janeiro, o preço de referência da gasolina comum passará a ser de R$ 4,7330 por litro, enquanto que a gasolina premium ficará em R$ 5,5199. O preço do diesel vai a R$ 3,3700.

Já no Rio Grande do Sul, o preço médio referência da gasolina comum por litro será de R$ 4,54 e da premium de R$ 7,07. De acordo com a tabela atualizada, o valor médio do diesel será de aproximadamente R$ 3,35 por litro.

O PMPF serve como parâmetro para a cobrança do ICMS retido pela Petrobras no ato da venda dos combustíveis aos postos de gasolina. Além da gasolina, a tabela do Confaz traz os preços de referência do diesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), querosene da aviação, etanol, gás natural veicular (GNV), gás natural industrial e óleo combustível.

 

 

Correio do Povo

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Plantão 24H

Operação prende traficantes que expulsaram e usaram residências de 40 moradores de condomínio em Viamão

Reporter Plural

Publicado

em

Ronaldo Bernardi / Divulgação RBS

Mais de 180 policiais civis e militares, além de guardas municipais, cumprem 27 mandados de prisão e 33 de busca

 

Uma operação foi desencadeada na manhã desta sexta-feira (23) no bairro Vila Augusta, em Viamão, na Região Metropolitana. O objetivo é combater o tráfico de drogas, mas também coibir uma prática criminosa que já resultou na expulsão de moradores e na ocupação de cerca de 40 residências no condomínio popular Viver Augusta.

Parte dos apartamentos, construídos pelo município com recursos federais para moradia de pessoas que viviam à beira do Arroio Feijó, no mesmo bairro, foi usada como pontos de venda de drogas ou para armazenar entorpecentes e armas. Cerca de 180 agentes cumprem 27 mandados de prisão e 33 de busca e apreensão.

Até as 8h15min, 18 pessoas haviam sido presas. A Polícia Civil não está divulgando nomes, mas entre os investigados há uma assessora parlamentar da Assembleia Legislativa.

Desde 2019, cerca de 240 famílias começaram a ser transferidas pelo Executivo para o condomínio construído com cerca de R$ 50 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da União. Já no início do ano, a Brigada Militar (BM) havia  feito uma ação no local com a vigilância do próprio município pelo fato de que traficantes estavam disputando território na área, ameaçando e amedrontando moradores.

Após este pedido de ajuda feito pelas pessoas que residem nos imóveis, houve uma ação pontual e iniciou-se uma investigação que resultou na operação desta sexta-feira. Conforme o titular da 1ª Delegacia Regional Metropolitana, delegado Juliano Ferreira, o trabalho é da 2ª Delegacia de Polícia da cidade com apoio de demais distritos da regional, do 18º Batalhão da BM e Guarda Municipal.

Ferreira diz que foram vários relatos durante quatro meses de investigação, mas todos de forma informal devido ao medo dos moradores. Segundo ele, 40 ainda é um número mínimo — que a polícia conseguiu fazer um levantamento — de pessoas que foram expulsas ou obrigadas, sempre mediante mediante violência e grave ameaça, a deixar que traficantes guardassem drogas ou armas em suas residências. Foi feito um levantamento e toda uma apuração policial para identificar e mapear as ações dos investigados.

— Impera no local uma verdadeira “lei do silêncio” e, por isso, foi necessário um trabalho minucioso para confirmar os crimes, obter as identificações dos suspeitos e conseguir a autorização judicial. Entendo que os traficantes literalmente lotearam o condomínio — ressalta Ferreira.

Ronaldo Bernardi / Divulgação
Desde 2019, cerca de 240 famílias começaram a ser transferidas para o condomínio Ronaldo Bernardi / Divulgação

Facções dividiram condomínio

O titular da 2ª Delegacia de Viamão, Júlio Fernandes Neto, identificou quatro células criminosas do município que pertencem a quatro facções que atuam no Estado. Os grupos situados no bairro Vila Augusta, mesmo do condomínio, firmaram um “acordo de paz” para evitar homicídios e chamar a atenção da polícia.

Por isso, Neto ressalta que o local foi dividido em quatro para fins de armazenamento, distribuição e venda de drogas e armas. Mas, aos poucos, os integrantes da facção começaram a agir de forma violenta contra alguns moradores com o objetivo de obter alguns imóveis para uso próprio.

— O objetivo da operação também é fazer valer o direito fundamental à moradia digna, que foi tolhido dos moradores do bairro pelo crime organizado. Também queremos restabelecer o domínio das forças de segurança — explica Neto.

A investigação identificou vários pontos de venda dentro e nas imediações do condomínio, bem como os respectivos gerentes, responsáveis por guardar e vender entorpecentes, além dos chamados “executores” das quatro facções. Neto diz que foi montado um organograma por parte das células criminosas. Ele ainda complementa que a operação coíbe outros delitos vinculados ao tráfico, como roubos de veículos, a estabelecimentos comerciais e de cargas, receptação, porte ilegal e tráfico de armas, além de homicídios.

FONTE   GHZ

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Uncategorized

Hospitais do Estado conseguem conter casos de Covid-19

Reporter Plural

Publicado

em

Hospital Psiquiátrico São Pedro - Foto: Ivan de Andrade / Palácio Piratini

O último relatório semanal sobre a presença da Covid-19 nos hospitais administrados pelo Estado não apresentou nenhum novo caso positivo de coronavírus. Fazem parte do levantamento o Hospital Psiquiátrico São Pedro, o Hospital Colônia Itapuã e o Hospital Sanatório Partenon.

De 10 a 16 de outubro, foram registrados apenas oito casos suspeitos que demandaram a realização de testes, todos no Hospital Psiquiátrico São Pedro. Destes, apenas um funcionário ainda aguardava o resultado na segunda-feira (19). Os outros resultados deram negativo. Nos outros dois hospitais não foi preciso realizar nenhum teste, por não existir pessoas com suspeita de Covid-19 entre pacientes e funcionários.

Do início da pandemia até o dia 2 de outubro, 72 pacientes e 120 servidores testaram positivo nas três instituições. Cinco pacientes no São Pedro e cinco no Hospital Colônia Itapuã foram a óbito. Para o controle dos casos, diversas ações foram tomadas pela Secretaria da Saúde do Estado (SES/RS). Planos de contingência foram elaborados em março de 2020 e instituídos a fim de frear a transmissão do vírus entre profissionais, pacientes e residentes.

Todas as medidas necessárias foram tomadas para que se evitassem novos contágios. Entre as principais ações foram implementadas a diminuição da circulação de pessoas, vigilância nos pontos de entrada, distribuição de equipamentos de proteção individual (EPIs), condutas de isolamento, capacitação continuada das equipes, testagem, monitoramento e higienização dos espaços. Em cada um dos hospitais, a SES/RS criou um espaço separado para fazer a triagem e a assistência às pessoas que apresentaram sintomas ou foram confirmados com Covid-19.

A diretora do Departamento de Coordenação dos Hospitais Estaduais (DCHE), Suelen Arduin, disse que “as direções administrativas e técnicas, além das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), contribuíram junto à SES neste processo, para obter estes resultados”.

FONTE  SAUDE/GOV-RS

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

ENQUETE

O que você achou do site novo do Portal Plural?

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×