Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Paulinho solicita melhorias na Rua Bem Vindo Giordani – Portal Plural
Connect with us

Política

Paulinho solicita melhorias na Rua Bem Vindo Giordani

Pável Bauken

Publicado

em



O Vereador Paulo Roberto dos Santos, indica ao chefe do Executivo Municipal na última sessão do legislativo, para que através da Secretaria da Infraestrutura Urbana, faça o calçamento com pedras irregulares, coloque tubulação onde for necessário e iluminação pública na Rua Bem Vindo Giordani, trajeto do Colégio Francisco Xavier Giordane até encontro do calçamento com o anel rodoviário, atrás da área Industrial, em nossa cidade.

“Os moradores reclamam da falta de infraestrutura que esta via apresenta principalmente em dias de chuva, quando há muito barro, em dias de sol, forma-se muito pó, e com as constantes chuvas que vem ocorrendo, a água chega a invadir algumas casas. A iluminação pública é para dar mais segurança aos moradores, tendo em vista que todos são contribuintes como os demais munícipes; sendo então para atender um pedido da população, encaminho a presente matéria”, disse Paulo Roberto dos Santos.

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Bolsonaro: Raríssimos países foram melhor que nós na economia durante a pandemia

Reporter Cidades

Publicado

em

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro voltou a citar os dados de emprego no País para, a apoiadores, avaliar que “raríssimos” países foram melhor que o Brasil na economia durante a pandemia de covid-19. “Na Economia”, fez questão de frisar o presidente, crítico das medidas de restrições para o funcionamento de comércio e indústrias adotadas por governos e Estados em municípios.

Para justificar, Bolsonaro citou ações federais como auxílio emergencial e programas de suporte a micro e pequenas empresas. “Anunciamos também o Caged (indicador de empregos formais) de outubro com criação de 400 mil empregos com carteira assinada. Então podemos terminar e chegar a dezembro tendo mais gente empregada do que em dezembro do ano passado, mesmo enfrentando a pandemia”, disse. “Sinal que governo federal fez a coisa certa. Auxílio emergencial, socorro a pequenas e micro empresas, crédito. (…) Raríssimos países foram melhor que nós na economia durante a pandemia. Eu digo, na economia”, disse o presidente ao chegar ao Palácio da Alvorada.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje mostram que o mercado de trabalho formal registrou em outubro a abertura de 394.989 vagas no País, um recorde histórico. Foi o quarto mês consecutivo de resultado positivo.

A projeção otimista do presidente de zerar o saldo negativo anual em dezembro está em linha da feita pelo ministro Paulo Guedes, da Economia. Presente ao evento, Guedes evitou discursar Mais cedo, sem dar detalhes, o ministro disse que o País pode terminar o ano com perda zero de empregos com carteira assinada. Até outubro, o saldo é negativo em 171.139.

“Eu sempre disse: Pandemia tem que tomar cuidado com mais idosos e pessoas têm que trabalhar, pois o efeito colateral é muito pior. O discurso que Economia vem depois, se eu seguisse essa linha teria 20 milhões de desempregados e não 14 milhões, que já é um número alto”, completou Bolsonaro a apoiadores.

Por Emilly Behnke e Gustavo Porto

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Política

Bretas condena Cabral a 19 anos de prisão e Barata a 28 anos

Reporter Global

Publicado

em



 

A sentença, do juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, foi publicada nesta quinta-feira (26)

 

 

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral foi condenado a 19 anos e 9 meses de prisão e o empresário do ramo de ônibus Jacob Barata Filho, a 28 anos e 8 meses de reclusão. A sentença, do juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, foi publicada nesta quinta-feira (26). As condenações são referentes à Operação Ponto Final, um desdobramento da Operação Lava Jato que investigou o pagamento de propina a políticos, por empresários do setor de transporte público, para obter vantagens no valor das tarifas e outras benesses.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), entre julho de 2010 e outubro de 2016, foram feitos 203 aportes mensais de dinheiro, a título de propina, para Cabral e outros operadores políticos ligados a ele, no valor total de R$ 144,7 milhões. Este recurso viria de diversas empresas de ônibus e também da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor).

Jacob Barata Filho, conhecido no estado como “o rei do ônibus”, por ser dono ou sócio de várias empresas, foi condenado por corrupção ativa e participação em organização criminosa. Bretas ressaltou, em sua sentença, sua elevada culpabilidade, “uma vez que o acusado é grande empresário do ramo de transportes há décadas, ocupando os mais altos cargos de direção e sindicato das empresas de ônibus, tendo pleno discernimento quanto à ilicitude das condutas que praticava”.

Cabral foi condenado por corrupção passiva em 203 ocasiões e Bretas não levou em consideração acordo de delação premiada que o ex-governador está fazendo, por considerar que este não surte efeitos em ações penais já em curso.

Segundo Bretas, a culpa do ex-governador é elevada, pois ele foi “o principal idealizador dos esquemas ilícitos perscrutados nestes autos e assim agiu valendo-se da autoridade conquistada pelo apoio de vários milhões de votos que lhe foram confiados. Mercantilizou a função pública obtida por meio da confiança que lhe foi depositada pelos cidadãos do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual a sua conduta deve ser valorada com maior rigor do que a de um corrupto qualquer”.

O advogado Márcio Delambert, que defende Cabral, se manifestou por nota: “A defesa não concorda que o Sr. Sérgio Cabral, na qualidade de colaborador da Polícia Federal, seja condenado à pena máxima”. A assessoria de Barata informou que não vai se manifestar por enquanto.

 

 

Noticias ao Minuto

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Política

‘STF não permitirá desconstrução da Lava Jato’, afirma Fux

Reporter Global

Publicado

em



 

Na abertura de um evento, presidente do STF destacou o que considera ser o papel da instituição

 

 

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, voltou a discursar defendendo que a Corte fortaleça operações como a Lava Jato. Segundo ele, o primeiro passo para que isso aconteça foi a decisão de levar à votação no plenário todos os inquéritos e ações penais que estão no âmbito da Lava Jato e tramitam no STF. A proposta foi sugerida por ele e aprovada por unanimidade pelos ministros do Tribunal. Antes, esses processos eram julgados pela Segunda Turma, composta por 5 dos 11 ministros.

Na abertura do Encontro Nacional do Poder Judiciário, Luiz Fux destacou o que considera ser o papel da instituição. “O Supremo Tribunal Federal, ele não permitirá que haja a desconstrução da Lava Jato porque o STF tem o dever de restaurar a imagem do pais em um patamar de dignidade e cidadania.” Fux alertou para o que seria, na visão dele, uma campanha de descrédito do Poder Judiciário após a Lava Jato, comparando ao que ocorreu na Itália após a Operação Mãos Limpas. Para o presidente do Supremo, outra necessidade do país é endurecer as leis de coerção e reparação dos danos, além de “reforçar a independência dos órgãos de investigação”.

Luiz Fux também defendeu a eficiência de medidas como a condução coercitiva. “A condução coercitiva visava evitar compilação de versões. Isso não é algo violento, é estratégia de investigação. Direito fundamental do Estado.” O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, propôs que sejam criadas novas unidades de combate à corrupção no Ministério Público Federal. Elas seriam instaladas no Rio de Janeiro e no Paraná e a princípio, atuariam em conjunto com as forças-tarefas da Lava Jato nesses dois estados. Mas o plano que que os novos ofícios se tornem permanentes.

 

Jovem Pan

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×