Paulinho é Secretário de Agricultura – Portal Plural
Connect with us

Agro

Paulinho é Secretário de Agricultura

Publicado

em



Natural de Santa Rosa, Paulo Roberto dos Santos nasceu em 1959. Teve toda sua infância e início da fase adulta vivendo no interior, mais precisamente, na Linha Faxinal. Paulinho, como é conhecido, é mais um Secretário anunciado pelo Prefeito Anderson Mantei nessa última semana do ano.

O Secretário estudou no interior e fez 2º grau em Cruzeiro, após cursou Direito na Unijuí, “Quero muito trabalhar com a intenção de melhorar e oferecer ainda mais avanços para as comunidades do interior. A busca por um trabalho organizado e planejado que contemple todas da mesma forma será o nosso foco”.

Anderson Mantei, destaca que o secretário está bem alinhado e vai seguir com os projetos que estão definidos pelo novo governo que vai buscar ter entre suas prioridades sempre o interior, “Paulinho se enquadra nesse novo perfil de secretário que estamos propondo, alguém que está alinhado com nossos objetivos de campanha e que vai atuar em uma secretaria que seja próxima das comunidades”, finaliza Mantei.

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Agro

Escritórios da Emater/RS-Ascar elaboram projetos para acesso ao crédito do novo Plano Safra

Publicado

em



Com o Plano Safra 2021/2022, apresentado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, pequenos, médios e grandes produtores poderão acessar a diferentes linhas de crédito rural até o final de junho do próximo ano. O plano prevê R$ 251,2 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, valor 6,3% superior ao disponibilizado no ano passado. Os recursos contemplam custeio e investimento, apoio à comercialização e Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural. Deste total, mais de 39 bilhões de reais são voltados à agricultura familiar, um incremento de 19% no valor em relação ao ano safra anterior. A Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), atua há mais de 60 anos no crédito rural, prestando assessoria aos produtores e suas organizações, facilitando o acesso a tecnologias, que juntamente com o crédito, contribuem com o desenvolvimento rural.

Segundo o extensionista do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, Fernando Berwanger, nos últimos cinco anos, a Instituição elaborou na região 10.791 projetos de crédito rural canalizando aos agricultores da região mais de 340 milhões de reais em crédito.

No novo Plano Safra que passou a vigorar em julho deste ano, além do recurso para o custeio da produção agropecuária de 2021 e 2022, destacam-se linhas de crédito como para armazenagem de produtos agrícolas, Programa Agricultura de Baixo Carbono, Programa de Bioeconomia, além das linhas já tradicionais do Pronaf e Pronamp para investimento.

Os escritórios municipais da Emater/RS-Ascar já estão atendendo a demandas em diferentes áreas, sempre orientando para o acesso responsável e sustentável ao crédito. Projetos de investimento que contemplam silos, estufas, açudes, equipamentos para irrigação e resfriadores de leite, por exemplo, possuem prazo de pagamento de até 10 anos, com taxa de juros de 3% ao ano. Para formação, recuperação e conservação de solos, o prazo é de cinco anos com taxa de 3% ao ano. Os agricultores interessados e aptos para construção e reforma de galpão ou construção de galpão compost barn são beneficiados com prazo de até 10 anos e taxa de 4,5% ao ano. Também é possível financiar camionetes e motocicletas, em até 5 anos, e trator, colheitadeira e implementos com prazo de 7 anos.

A agricultura familiar também foi favorecida com o aumento do limite de crédito para habitação que agora é de R$ 60.000,00 por família. Filho de agricultor que tenha Declaração de Aptidão ao Pronaf (Dap) pode acessar esse crédito. O prazo é de 10 anos, incluindo três anos de carência, e taxa de 4,5% ao ano.

Berwanger avalia que o desenvolvimento da agropecuária no Brasil deve-se muito à disponibilização de crédito rural. “Essa política pública colabora para que as novas tecnologias criadas pela pesquisa agropecuária e viabilizadas pela Extensão Rural possam tornar-se realidade no campo”, enfatiza.

Para saber mais sobre as linhas de crédito disponíveis, procure o escritório da Emater de seu município e acesse a novas oportunidades em sua propriedade. Os projetos de crédito elaborados pela Instituição permitem acesso aos diferentes agentes financeiros e acompanhamento de assistência técnica e social.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Agro

Emater/RS-Ascar orienta sobre manejo e consumo de frutas e verduras na região de Santa Rosa

Publicado

em



Vivemos o Ano Internacional das Frutas e Verduras, instituído pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), diante disso, a Emater/RS-Ascar aderiu à proposta de sensibilizar sobre a importância da produção e do consumo de frutas e verduras para a promoção da segurança alimentar e da saúde. Na região de Santa Rosa são realizadas diversas ações de orientação técnica sobre a produção, manejo, consumo, manipulação e comercialização destes alimentos.

A extensionista do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar Vanessa Gnoatto destaca que a Instituição promove tradicionalmente diversas ações, atuando vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), com vistas a contribuir com a segurança e soberania alimentar, a exemplo do Programa Regional de Segurança Alimentar que visa contribuir para a produção sustentável e diversificada de alimentos, com ênfase nos cultivos, criações e tecnologias, identificadas com a cultura e hábitos locais. O Programa continuado objetiva a autossuficiência, segurança e qualificação alimentar, renda, saúde e qualidade de vida das famílias rurais, enfatizando esse ano, a produção da beterraba, morango, mandioca, produção de leite e criação de suínos.

Durante todo o ano também são apresentadas orientações sobre a época do plantio, variedades, manejo, colheita e processamento das mais diferentes frutas e verduras mais incidentes na região com a intenção de qualificar cada vez mais a produção desse alimento, melhorando a alimentação das famílias e incentivando a plantação em escala comercial.

Hora de semear e colher

Cultivar o próprio alimento pode ser uma fonte de economia, saúde e nutrição. O Guia Prático de Frutas e Legumes da Emater/RS-Ascar lembra que ainda estamos no mês de plantio de acelga, agrião, alface, beterraba, cebola, cenoura, couve, couve-flor, ervilha, espinafre. Também é hora de plantar mostarda, nabo, pimentão, rabanete, radice, repolho, salsa e tomate. Em relação à colheita, estamos na época de acelga, agrião, alface, beterraba, cenoura, chicória, couve, couve-flor, ervilha, espinafre e mostarda. Nabo, rabanete, radice, repolho e salsa. Também estão sendo colhidos abacate, banana, bergamota, laranja, laranja de umbigo, lima, limão e mamão.

Frutas e Verduras na região de Santa Rosa

Segundo o levantamento realizado pela Emater/RS-Ascar na região de Santa Rosa, existem 510 hectares de pomares comerciais e domésticos, sendo a maioria de citros, videiras e áreas menores com pêssegos e morangos. Em municípios costeiros também se destaca o cultivo, em microclimas, de manga, banana e abacaxi.

Estão sendo realizadas demonstrações de métodos de poda em frutíferas, especialmente as de limpeza e frutificação. O extensionista do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar, Gilmar Vione, orienta que nesta época do ano é necessário realizar a poda de frutificação das espécies de clima temperado, a exemplo da videira, pessegueiro, ameixeira, macieira e figueiro, assim como a poda de limpeza nestas espécies e nas de clima subtropical e tropical, como a goiabeira, mangueira e cítricas. A poda é fundamental para equilibrar o desenvolvimento vegetativo com a produção de frutos, evitando assim, que as plantas tenham um desenvolvimento vegetativo excessivo, em detrimento da produção de frutos.

Além disso, muitos Escritórios Municipais da Emater/RS-Ascar estão orientando sobre o uso das caldas bordalesa e sulfocálcica para tratamento de inverno nas frutíferas. Também está em andamento o plantio de mudas, em especial na formação e reposição de pomares domésticos.

Já em relação às hortaliças, a produção comercial da região ocupa 363 hectares. Contudo, a produção está presente em praticamente todas as propriedades, voltada especialmente ao consumo das próprias famílias. Produtores organizam as áreas para cultivo de variedades estivais já na metade de agosto.

O trabalho dos olericultores também tem sido de transplantes das mudas em novos canteiros e adubação nitrogenada em cobertura.

 

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Agro

Vigilância ambiental monitora febre amarela com ajuda de moradores da área rural e de aplicativo

Publicado

em

O objetivo do trabalho de campo é formar uma rede de monitoramento da circulação do vírus - Foto: Divulgação SES

A partir de visitas em residências localizadas em áreas rurais de municípios da região Sudeste do Rio Grande do Sul, considerada prioritária para o enfrentamento à febre amarela, biólogos e veterinários estão empenhados em formar uma rede sentinela com os moradores para monitoramento da morte de macacos bugios, principalmente nos municípios com menores coberturas vacinais contra a doença.

O plano de ação está sendo colocado em prática pelas equipes da Vigilância Ambiental do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs). As atividades começaram pelo município de Amaral Ferrador, que apresenta apenas 17,54% de cobertura vacinal em uma população estimada em 7.085 habitantes.

“Nesta semana estamos fazendo trabalho de campo em Camaquã e na passada a nossa equipe esteve nas cidades de Chuvisca e Cristal, mas começamos por Amaral Ferrador, onde estivemos de 12 a 16 de julho e já temos um relatório consolidado”, informou o biólogo Edmilson dos Santos, do Cevs.

As ações são intensificadas nas áreas apontadas no plano e também pelos boletins epidemiológicos que registram a presença de óbitos em primatas não humanos. O Rio Grande do Sul apresenta 31 municípios considerados como áreas afetadas pela circulação do vírus. Também estão na mira da vigilância ambiental 91 municípios de uma área ampliada e limítrofe.

Os óbitos desses animais podem estar relacionados com a infecção do vírus da doença. Depois de picados por mosquitos silvestres contaminados, os primatas passam a ser sinalizadores da circulação do vírus. A população, quando não imunizada, corre o risco de contaminação pelos mesmos mosquitos transmissores.

• Clique aqui no Informativo Epidemiológico e acesse os mapas com as áreas afetadas e ampliadas limítrofes de febre amarela.

• Acesse aqui o Plano de Ação com a lista de municípios que apresentam baixas coberturas vacinais na região Sudeste.

“A participação da comunidade é muito importante para relatar a ocorrência de animais mortos ou doentes no município, para que possamos detectar precocemente a circulação do vírus causador da febre amarela. Busca-se, também, alertar sobre a necessidade de a população estar vacinada contra esta doença”, destaca Santos.

O biólogo conta que nas 115 propriedades visitadas em Amaral Ferrador, 105 moradores relataram que ouviram sons ou viram bugios próximos de suas moradias. No dia 15 deste mês, foi relatado por uma moradora da localidade de Morro Agudo, em Amaral Ferrador, a morte de um bugio em sua propriedade. “Nossa equipe coletou amostras desse animal para serem encaminhadas para testes de diagnóstico na Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro]”, disse Santos. O resultado poderá ser registrado nos próximos boletins, como confirmado ou descartado para presença do vírus.

Além das visitas domiciliares, as equipes realizam palestras nos municípios afetados com a participação de profissionais das áreas de assistência e de outras instituições da região, orientando sobre o papel da rede local de saúde como porta de entrada na notificação da morte dos primatas.

Aplicativos

Um aplicativo de celular foi desenvolvido por profissionais do Cevs para ser usado pela equipe da vigilância na realização dessas entrevistas em trabalho de campo. Ele marca a posição geográfica e armazena os dados do entrevistado, além da quantidade de pessoas vacinadas na residência contra a febre amarela. O aplicativo também registra a presença de bugios na propriedade ou nas cercanias e é de uso exclusivo para as equipes do Cevs em atividades de campo.

Outra ferramenta utilizada é a plataforma SISS-Geo, aplicativo que monitora a fauna silvestre. Desenvolvido pela Fiocruz, é livre e gratuito. O Ministério da Saúde adotou-o para registrar as epizootias (vários casos de óbitos de animais em uma mesma região). Os registros sobre animais mortos são recebidos automaticamente no e-mail da equipe de referência no Rio Grande do Sul.

Vacinação

A vacina contra a febre amarela é recomendada para todas as pessoas com até 59 anos, e as doses estão disponíveis nas unidades de saúde dos municípios. Pessoas acima de 60 anos devem passar por avaliação médica antes de se vacinar.

Durante as palestras nos municípios, os técnicos das equipes de referência, formadas por biólogos e veterinários, destacam a importância da imunização. Recomendam às secretarias municipais de Saúde que sejam realizadas campanhas locais, com divulgação sobre a disponibilidade da vacina nas unidades de saúde e com atividades de busca ativa, incluindo, se possível, até vacinação de casa em casa.

A doença

A febre amarela é uma doença febril aguda, causada por um arbovírus (vírus transmitido por mosquitos). Os primeiros sintomas são febre, calafrios, cefaleia (dor de cabeça), lombalgia (dor nas costas), mialgias (dores musculares) generalizadas, prostração, náuseas e vômitos. Após esse período inicial, geralmente ocorre declínio da temperatura e diminuição dos sintomas, provocando uma sensação de melhora no paciente. Em poucas horas – no máximo um ou dois dias – reaparece a febre, a diarreia e os vômitos.

Os casos de febre amarela no Brasil são classificados como silvestres ou urbanos, sendo que o vírus transmitido é o mesmo. A diferença entre elas é o mosquito vetor envolvido na transmissão.

Na urbana, o vírus é transmitido aos humanos pelos mosquitos Aedes aegypti, mas esta não é registrada no Brasil desde 1942.

Na silvestre, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus, e os macacos são os principais hospedeiros. Nessa situação, os casos humanos ocorrem quando uma pessoa não vacinada entra em uma área silvestre e é picada por mosquito contaminado.

Desde 1999, realiza-se a vigilância de mortes de macacos, com o objetivo de verificar e antecipar a ocorrência da doença, pois a mortalidade destes animais pode indicar a presença do vírus em uma determinada região. Dessa forma, é possível fazer a intervenção oportuna para evitar casos humanos, por meio da vacinação das pessoas, e também evitar a urbanização da doença, por meio do controle dos mosquitos transmissores nas cidades.

A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

PLURAL AGÊNCIA DE PUBLICIDADE LTDA
ME 33.399.955/0001-12

© 2021 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×

Powered by WhatsApp Chat

×