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Passagens para o Trem das Missões em setembro já estão à venda

Pável Bauken

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A velha Maria Fumaça vai voltar a cruzar pelos trilhos que ligam Ijuí a Santo Ângelo. Os passeios turísticos devem acontecer no mês de setembro. Já iniciaram as vendas dos bilhetes de passagem para o roteiro turístico “Trem das Missões: um reponte pelas etnias”, que acontecerá nos dias 20, 21, 22 e 28 e 29, entre os municípios de Santo Ângelo, Catuípe e Ijuí. O percurso será feito pela Maria Fumaça Mallet 204, locomotiva que esteve em Santo Ângelo durante o Programa Natal nos Trilhos, inserido na Programação do Natal Cidade dos Anjos.

As passagens estão à venda na loja Perfil Moda Feminina (Rua 25 de Julho, 264), na Idealize Design (Rua Marquês do Herval, 1045) e pelo site www.ihtur.com.br ao preço de R$ 70 para adultos e R$ 66,50 para crianças maiores de cinco até dez anos. Crianças menores de cinco anos não pagam passagem, desde que não ocupem assento.

Nos cinco dias de passeio, a Maria Fumaça terá o seguinte itinerário:

8 horas – Saída da Estação do Bairro São Pedro com destino a Catuípe – 32 quilômetros com tempo previsto de 2h30min. Previsão de chegada 10h30min, com retorno de ônibus para Santo Ângelo.

11 horas – De Catuípe a Ijuí – 23 quilômetros com tempo previsto de duas horas – 13 horas, transporte de retorno para Catuípe

14 horas – Ijuí a Catuípe

16h30min – Saída de Catuípe com destino a Santo Ângelo, com chegada às 19 horas, na Estação ferroviária do Bairro São Pedro, onde haverá uma série de atrações culturais.

O roteiro turístico “Trem das Missões: um reponte pelas etnias” é uma parceria do Ministério Público Federal, da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), e das prefeituras de Santo Ângelo – por meio da Secretaria de Cultura -, Ijuí e Catuípe.

Fonte Três Passos News

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Cadelinha prenha? Entenda os cuidados necessários antes e depois do parto

Reporter Plural

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É essencial o acompanhamento do veterinário durante a gestação, mas também após o nascimento dos filhotes

Ter o privilégio de estar em contato com uma linda ninhada de cães é
encantador, mas é preciso ter atenção aos cuidados necessários para garantir
que a mamãe e os filhotes estejam saudáveis. Estes cuidados devem começar
bem antes do parto e continuar após o nascimento.

 

 

Vamos às dicas:

  • Comendo por uma ninhada inteira
Essencial que a mamãe, após o parto, receba uma dieta balanceada com proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e minerais. Se você já mudou a ração dela para a do tipo filhote com a orientação de um veterinário, está certinho!

Agora, as mamães que recebem alimentação natural (AN) devem continuar a comer uma quantidade maior de alimentos nutritivos. Precisam ser evitados alimentos de difícil digestão grãos, biscoitos, pães, bolos – mesmo aqueles que são próprios para cães.

O excesso de peso do animal é um fator de atenção. Isso porque a obesidade dificulta a respiração da cadela, além de baixar a imunidade. Para oferecer a melhor dieta natural para o seu pet, procure um veterinário especializado em nutrição.

  • Cuidados com a mamãe após o parto

É essencial o acompanhamento do veterinário durante a gestação, mas também no pós-parto. É preciso verificar o estado de saúde da mamãe para saber se ela se recuperou bem após o nascimento dos filhotes.

Não deixe de verificar se ela está amamentando a ninhada. Pois nas primeiras horas de vida, o filhote necessita ingerir o colostro (rico em anticorpos) por meio da amamentação. Assim, os pequenos poderão adquirir defesas contra doenças enquanto ainda não são capazes de produzir as suas próprias.

Forneça água e alimento para a mamãe! Quando são muito protetoras, algumas cadelas podem não querer sair de perto da ninhada. Por isso, é importante colocar a vasilha de água e comida perto dela e verificar se ela está consumindo. Se ela se recusar a comer ou beber água é preciso consultar um veterinário.

  • Amamentação dos filhotes

Dos 35 a 45 dias de vida da ninhada é o tempo ideal para manter a amamentação dos filhotes, desde que a mãe tenha condições de amamentar. Até lá, os peludos devem consumir apenas o leite materno que já possui os nutrientes necessários para um crescimento saudável.

O desmame é um processo natural pelo qual os cães passam quando estão com um mês ou pouco mais de vida. Neste período eles podem receber papinhas, ainda intercaladas com o leite. Para ajudar o pet a compreender que o que está sendo servido é para comer e não brincar, é preciso deixar ele cheirar e lamber antes de oferecer.

  • Alimentação dos filhotes

Quando passam a comer alimento sólidos, os filhotes devem receber a mesma ração até os 12 ou 14 meses de idade. Essa é a época em que o pet chega à idade adulta, passando a receber a ração adequada para esta etapa.

Os filhotes precisam que sua alimentação seja cuidada com atenção. O ideal é que o peso do pequeno aumente cerca de 25% nos primeiros seis meses de vida. Isso deve corresponder a quase metade do seu peso quando adulto. Por isso, a quantidade apropriada de ração é essencial para o crescimento de um cão saudável. Para isso, conte com a orientação do veterinário.

  • Cuidados com a mamãe e os filhotes

Reforce o organismo materno para este período tão importante. Aqui vai uma dica especial: ingredientes naturais podem beneficiar a mamãe, reforçando suas defesas naturais, o bom estado nutricional e facilitando a produção do leite para amamentar os pequenos.

 

Quando separar o filhote da mãe - MelhorAmigo.Dog

 

FONTE FOLHA VITORIA

 

 

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Respondemos as 10 dúvidas mais comuns sobre doação de órgãos e tecidos

Reporter Plural

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Ilustração Google

No Brasil, o número de pessoas na fila por um órgão, chegou a 40 mil no ano de 2019, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.

Apesar da maior publicidade nos últimos anos, do aumento do número geral de doadores de órgãos e do grande número de transplantes realizados no país, ainda existe uma deficiência de informações sobre os processos dos transplantes e das doações. Estes fatos podem afetar negativamente a compreensão dos familiares no momento da solicitação da autorização para que o familiar falecido seja declarado doador de órgãos.

Por isso, vamos esclarecer dúvidas comuns sobre esse tópico e mostrar que a doação de órgãos é uma prática que envolve muito altruísmo, além de salvar muitas vidas. As informações são da Dra. Estela Regina Ramos Figueira, médica da equipe de Transplante de Fígado do Hospital 9 de Julho.

Quais órgãos e tecidos podem ser doados?

Potencialmente, um único doador pode fornecer dois rins, um fígado, um coração ou as válvulas cardíacas, um pâncreas, dois pulmões, intestino, duas córneas, ossos, medula e pele.

Doação de órgãos podem ajudar na sobrevivência das pessoas :: Boqnews -  conteúdo de qualidade e credibilidade

Quem pode ser doador de órgãos?

O doador para fins de transplantes de órgãos (rins, fígado, coração, pâncreas e pulmões) pode ser qualquer pessoa, adulto ou criança, com diagnóstico definido de morte cerebral. A morte cerebral, ou encefálica, é irreversível e é confirmada por critérios definidos pelo Conselho Federal de Medicina, envolvendo a identificação de causa de morte irreversível, a realização do teste de apneia – teste que confirma a ausência de movimentos respiratórias – e outros exames, que confirmam a falta de fluxo sanguíneo nos tecidos cerebrais.

Quem não pode ser doador de órgãos?

Pacientes com diagnóstico de tumores malignos, doença infecciosa grave aguda ou doenças infectocontagiosas – destacando-se o HIV, as hepatites B e C e a doença de Chagas. Também não podem ser doadores os diagnosticados com insuficiência de múltiplos órgãos, situação que acomete coração, pulmões, fígado, rins, impossibilitando a doação desses órgãos.

Caso eu decida ser um doador, como minha família saberá sobre a possibilidade da doação após a minha morte?

No momento oportuno, logo após a declaração de óbito, a sua família será informada quanto à possibilidade de realizar a doação dos seus órgãos e/ou tecidos. Caso concordem, os familiares serão convidados a assinar os documentos necessários para a doação (aqui no Brasil, a retirada de órgãos só pode ser realizada após a autorização familiar). A vontade do doador declarada em vida precisa ser confirmada pela família. Caso, após sua morte, a sua família recuse a doação, os seus órgãos não serão retirados para transplante. Entretanto, em geral, quando a família tem conhecimento desse desejo, frequentemente autoriza a doação.

Para declarar a vontade de ser doador após a morte, você pode acessar o site da Aliança Brasileira pela doação de Órgãos e Tecidos (Adote), fazer seu cadastro e download do cartão de doador. Basta acessar o link: http://www.adote.org.br/.

No caso do falecimento de um familiar, o que acontece após eu autorizar a doação dos órgãos?

Após a autorização da doação, serão realizados alguns exames para confirmação da morte. Paralelamente, será realizada coleta de sangue, para análise da presença de anticorpos do HIV, hepatite B e C, HTLV, sífilis, doença de Chagas, citomegalovírus e toxoplasmose, além dos exames gerais de avaliação do fígado e rins principalmente. Depois de realizadas todas as avaliações, o doador é encaminhado para a cirurgia de retirada de órgãos.

Minha família terá custos se eu quiser doar órgãos?

Não há nenhum custo para a família quanto à doação de órgãos e tecidos, como também não há nenhum ganho material. A legislação brasileira exige que a doação seja um ato altruísta familiar sem interferência econômica.

É possível saber para quem foi doado o órgão?

Por questões éticas, não é possível que a família do doador saiba para quem o órgão foi doado. Tanto o paciente transplantado como o doador devem permanecer no anonimato.

Como é a cirurgia para retirada dos órgãos?

A cirurgia para retirada dos órgãos é realizada com processos semelhantes aos das demais cirurgias. O doador é encaminhado à sala de cirurgia, sendo realizada a assepsia e a colocação de campos estéreis. Os médicos cirurgiões também são paramentados com aventais estéreis. Após o preparo inicial, são realizados os procedimentos para a retirada dos órgãos doados. Ao final dos procedimentos, todo o cuidado é aplicado para a realização de adequada reconstituição do corpo, de acordo com a Lei n° 9.434/1997. O corpo fica como antes, sem qualquer deformidade. Não há necessidade de sepultamentos especiais. O doador poderá ser velado e sepultado normalmente.

É possível doar em vida?

Sim, é possível. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, medula óssea e, mais raramente, parte do intestino, parte do pulmão ou parte do pâncreas. Potencialmente, qualquer pessoa saudável maior de 18 anos pode ser uma doadora de órgãos. Entretanto, o doador deve ser parente do receptor em até quarto grau e possuir compatibilidade sanguínea. Caso o doador não seja um parente relacionado é necessária autorização judicial.

Se doar um órgão, terei problemas de saúde no futuro?

A ideia do transplante intervivos, com doação de órgão ou parte do órgão, pressupõe que o doador não tenha nenhum problema futuro. As avaliações pré-operatórias, a avaliação clínica e a técnica cirúrgica são empregadas com esse fim. No entanto, é preciso se ter em mente, que todo o procedimento cirúrgico tem risco de complicações graves, ainda que seja um risco pequeno.

A importância desse gesto

A doação de órgãos é fundamental para a manutenção e crescimento do número de transplantes no Brasil. É maravilhoso ver a recuperação do paciente após o transplante, principalmente em alguns tipos de transplante, como o transplante de fígado, onde o paciente transplantado, literalmente, ganha a vida. Pensamos que as famílias dos doadores sente-se de algum modo confortadas, pois, no meio de tanta dor, possibilita-se o prolongamento da vida de outras pessoas muito doentes, que, sem o transplante, poderiam vir a óbito em curto espaço de tempo. Manifeste seu desejo de fazer parte dessa corrente do bem!

 

 

Setembro Verde - Doação de Orgãos

 

 

 

FONTE H9J

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Estradas devem ter movimento intenso rumo às praias e Interior do RS

Reporter Plural

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Foto: Detran/Divulgação (Arquivo)

O feriadão de Finados deve levar milhares de motoristas às estradas, mesmo com a pandemia da Covid-19. Mas a principal estrada rumo às praias, a FreeWay, não terá operação especial. No Litoral Norte, governo do Estado promete reforço no policiamento.

Conforme a CCR Via Sul, não há um estimativa de quantos veículos vão pegar a estrada. Mas que a empresa está preparada para o aumento da demanda. Caso necessário, os funcionários irão realizar operações papa-fila nos pedágios e a liberação do acostamento como 4ª faixa de rolamento.

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) orienta que os motoristas devem pegar a estrada, se possível, até as 16h. A fiscalização deve ser reforçada nas estradas federais. Veículos de grandes dimensões ou que estejam transportando carga excedente não poderão transitar em trechos de pista simples de rodovias federais. A medida vale entre as 16 horas e as 22 horas de hoje (30), entre as 6 horas as 12 horas de sábado (31), e para a tarde da próxima segunda-feira (2), das 16 horas às 22 horas.

Os policiais rodoviários federais reforçarão o policiamento ostensivo até as 23h59 de segunda-feira. O foco, conforme a PRF, será em locais e horários identificados como de maior incidência de acidentes e de crimes.

Faça a revisão do carro

Tanto a PRF quanto o CRBM orientam que os proprietários levem os veículos para uma revisão preventiva. Devem ser verificadas as condições dos pneus, do sistema de iluminação, o nível do óleo e do radiador, entre outros itens. O pedido vale mesmo se os condutores forem fazer viagens curtas.

Movimentação na Rodoviária

A Rodoviária de Porto Alegre espera repetir a movimentação do feriado de 12 de Outubro. A estimativa é que ao menos 15 mil passageiros devem deixar a Capital. O maior fluxo deve ocorrer entre o fim da tarde e a noite desta sexta-feira e na manhã de sábado.

 

 

 

FONTE AGORA RS

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