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Parada Cardiorrespiratória causa morte de caminhoneiro de Horizontina em Catalão-GO

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O caminhoneiro horizontinense Vanderlei Nestor Kuhn, de 48 anos, faleceu na manhã deste domingo (21) no hospital de Catalão em Goiás. Ele estava em viagem de trabalho naquele estado quando passou mal e foi internado na quarta-feira, dia 17 de julho. Nei, como era popularmente conhecido, teve uma parada cardiorrespiratória, alteração abrupta da pressão arterial, quadro agravado por uma infecção pulmonar grave.

Ele será velado e sepultado em Horizontina onde reside sua família. Ele era casado e pai de dois filhos.

Segundo informações da Funerária Desbessel a chegada do corpo do motorista está prevista para o final da tarde desta segunda-feira, dia 22. O local do velório será a capela da igreja católica e o sepultamento em horário a ser definido pela família.

 

Fonte: Portalfc

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Médica é encontrada morta dentro de banheiro de pronto socorro

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Uma médica de 30 anos foi encontrada morta dentro de um banheiro do Pronto Socorro de Cubatão (SP), na madrugada desta segunda-feira (24). O caso é apurado pela Polícia Civil e será acompanhado pelo 3º DP da cidade.

O corpo de Ana Carolina Borges Gorga foi encontrado durante o plantão da profissional no Pronto Socorro Central de Cubatão. Equipes da Polícia Civil foram acionadas para atenderem ao caso, que foi registrado como morte suspeita, devido à falta de informações sobre o que pode ter levado a profissional a perder a vida.

Após a perícia, o caso foi registrado na Delegacia Sede de Cubatão, e depois encaminhado ao 3º DP, onde será investigado. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), outros detalhes serão preservados para garantir autonomia ao trabalho policial.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Cubatão afirma que lamenta profundamente a morte da médica, e que, em respeito à família, não serão divulgadas informações pessoais ligadas ao caso.

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Veja os medicamentos contra Covid já disponíveis e como funcionam

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As vacinas contra covid-19 são cruciais no combate à pandemia, mas a necessidade de medicamentos que possam tratar a doença persiste.

A imunidade obtida por vacinas é muito importante, mas existe um problema sério de desigualdade de acesso aos imunizantes pelo mundo. Além disso, o surgimento de novas variantes reforça a necessidade de medicamentos, principalmente para tratar casos graves de covid-19.

Quais medicamentos estão disponíveis?

Há atualmente alguns medicamentos que ajudam a combater o vírus ou os efeitos dele e que agem sobre o corpo de diferentes maneiras:

  • medicamentos anti-inflamatórios para conter reações exageradas e potencialmente letais do nosso sistema imune
  • drogas antivirais que dificultam a replicação do coronavírus dentro do corpo
  • terapias de anticorpos que imitam nosso próprio sistema imunológico para atacar o vírus

Esses medicamentos são necessários em diferentes estágios da infecção e variam de muito baratos a incrivelmente caros. Alguns são mais resilientes a novas variantes que outros.

É importante destacar que até agora nenhum remédio se mostrou eficaz para prevenir infecção por coronavírus. E vários dos tratamentos disponíveis se referem a medicamentos de uso restrito a hospitais.

Drogas anti-inflamatórias

Quando você pega covid, seu corpo libera uma enxurrada de químicos para alertar que ele está sob ataque. O alerta químico é chamado de inflamação e é vital para mobilizar o sistema imune para combater a covid.

Mas se você não se livrar do vírus rapidamente, a inflamação pode sair do controle e eventualmente danificar órgãos vitais, como os pulmões. E essa inflamação excessiva pode matar. É no controle da inflamação que agem os chamados corticosteroides, recomendados pela OMS para uso em pacientes com quadro grave ou crítico de covid-19.

Um esteroide anti-inflamatório que já existia antes da pandemia, a dexametasona, foi a primeira droga aprovada para ajudar a salvar a vida de pessoas com a doença. Ela é administrada a pacientes em estado grave, com problemas respiratórios. Testes revelam que esse remédio reduz em um quinto o risco de morte para pacientes com suporte de oxigênio e em um terço para pacientes que necessitam de ventilação mecânica.

Mais recentemente, no dia 21 de janeiro, a Organização Mudial da Saúde recomendou o uso do medicamento baricitinibe para o tratamento da covid-19.

O baricitinibe é um anti-inflamatório usado principalmente no tratamento da artrite reumatoide. Na pesquisa publicada pelo grupo de trabalho da OMS, o uso do baricitinibe é recomendado em pacientes graves, pois aumenta a probabilidade de sobrevivência às complicações que o coronavírus pode causar, além de reduzir a necessidade de ventilação mecânica.

Drogas antivirais

Um antiviral ataca a habilidade do coronavírus de fazer cópias de si mesmo dentro do corpo humano. Esse tipo de droga serve para manter o vírus em baixas quantidades, para que haja menos dele para o sistema imune lidar.

Aprovado em janeiro de 2022 para uso no Reino Unido, o paxlovid é uma pílula tomada duas vezes por dia por cinco dias. De acordo com seu fabricante, a Pfizer, ela reduz o risco de hospitalização e morte em 89% em adultos vulneráveis.

Outro antiviral, o remdesivir, é administrado por infusão intravenosa e reduziria o tempo de recuperação da covid. Esse remédio foi aprovado em março de 2021 para utilização no Brasil, para pacientes de covid com idade igual ou superior a 12 anos, peso corporal de pelo menos 40 kg, com pneumonia e necessidade de suplementação de oxigênio de baixo ou alto fluxo ou outra ventilação não invasiva.

Essas drogas vão funcionar contra variantes?

A expectativa é que os anti-inflamatórios funcionem contra todas as variantes porque visam nosso organismo, não o próprio vírus.

Há mais preocupação sobre se os anticorpos monoclonais funcionariam com novas variantes, porque eles foram desenvolvidos para se espelhar no vírus. Se a variante tem muitas mutações, ela terá menos semelhanças com os anticorpos monoclonais sintéticos. No entanto, a GSK diz que testou a terapia com sintrovimabe contra a variante Ômicron e disse que ela continua eficaz em estudos de laboratório.

Espera-se que os antivirais resistam às variantes vistas até agora. Nenhuma das mutações observadas no Ômicron parece afetar a capacidade de ação desses medicamentos.

Que outras drogas estão disponíveis?

O uso de diversas outras drogas chegou a ser defendido para tratamento da covid, embora sem indicativo de serem eficazes contra a doença. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro continua defendendo o uso da cloroquina, sendo que a utilização desse medicamento para a covid-19 é expressamente desaconselhado pela Organização Mundial da Saúde.

A ivermectina também foi promovida por Bolsonaro e outros lideres em diferentes partes do mundo, mas não há evidências científicas de que funcione. A OMS desaconselha o uso da ivermectina para covid-19, com exceção de sua utilização em contexto de ensaio clínico.

A coleta de anticorpos do sangue dos sobreviventes – conhecida como terapia de plasma convalescente – chegou a ser divulgada como possibilidade, mas não reduziu as mortes.

Também houve especulação de que os medicamentos usados ​​para tratar a malária e o HIV poderiam funcionar, mas nenhum teste comprovou eficácia. E até agora nenhum remédio se mostrou eficaz para prevenir infecção por coronavírus.

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Mãe flagra enfermeira injetar seringa sem aplicar vacina no filho

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Ao registrar o filho de 11 anos tomando a vacina contra a Covid-19, uma mãe flagrou a enfermeira injetando a seringa no braço do garoto sem aplicar o imunizante. O caso ocorreu na manhã desta terça-feira (25) em um posto em Taubaté (SP). De acordo com Paola Dino, mãe do garoto, o filho estava ansioso pela vacina. Ao perceber que a profissional da saúde havia retirado a seringa sem apertar o êmbolo para aplicar o imunizante, ela alertou a equipe da unidade de saúde do Jardim Mourisco.

“Eu sou mãe e surda. Ser não fosse esse vídeo, ninguém iria acreditar em mim. Foi minha filha de 9 anos que me pediu para gravar um vídeo. Ainda bem que gravei, na hora de aplicar eu vi o que aconteceu. Mas eu sou mãe igual uma leoa. Os pais têm que ficar alerta”, disse a mãe.

Após ser constatado pela filmagem que o garoto não havia tomado a vacina, ele recebeu a dose de forma correta.

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