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Palestra sobre Inteligência Artificial contou com a participação do secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado – Portal Plural
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Ensino

Palestra sobre Inteligência Artificial contou com a participação do secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado

Pável Bauken

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A Inteligência Artificial está presente no dia a dia da sociedade, sendo um tema que atravessa todas as áreas do conhecimento, dada a crescente expansão da tecnologia. Com o objetivo de promover reflexões sobre esta temática, também convergente ao Salão do Conhecimento 2020 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ONU), a Unijuí promoveu, na noite de terça-feira, dia 25, o evento “O futuro é hoje: debates sobre Inteligência Artificial”.

Com uma programação promovida pelas pelas Vice-Reitorias de Graduação e Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, o evento foi transmitido pelo canal da Unijuí no youtube, e contou com  a presença (virtual) de Luís Lamb, secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS. Esta programação foi o primeiro evento do Salão de Conhecimento deste ano, agregando, simultaneamente, milhares de participantes, entre estudantes, professores e técnicos-administrativos da Unijuí e de outras instituições de ensino superior.

Segundo a Vice-Reitora de Graduação, professora Fabiana Fachinetto, na abertura da atividade, a inteligência artificial transpassa por todas as áreas do conhecimento: “qualquer profissional que tenha uma formação superior depende da tecnologia para exercer sua atividade”. Por sua vez, o Vice-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Fernando Jaime González, observou que a temática debatida é muito importante para todo profissional ou futuro profissional, diante de todas as questões tecnológicas em que a sociedade está inserida, precisando ser aprofundado e debatido.

O debate sobre Inteligência Artificial

O professor do Departamento de Ciências Exatas e Engenharias (DCEEng), Edson Luiz Padoin, foi quem apresentou a temática aos participantes: “este é um assunto presente em nosso cotidiano e é importante começarmos a debater. A informática está presente em todas as atividades, e, com o surgimento da internet conseguimos ter acesso a qualquer informação, por isso olhamos para o futuro conhecer a Inteligência Artificial é imprescindível”, ressaltou.

Para o secretário de Inovação, Luís Lamb, palestrante convidado da noite, o conhecimento da Inteligência artificial é imprescindível para que as empresas tenham bons resultados. Ele abordou como a história do desenvolvimento científico e previsões de mercado vão impactar na economia, por exemplo. “Em 2020 já estamos sentindo o impacto da inteligência artificial, sabemos que a inovação, ciência e tecnologia estão entrelaçadas e é necessário fazer uma mudança em nossa forma de pensar”, salientou.

O secretário questionou os alunos e pesquisadores de como será o mundo onde empresas com presença digital tem um valor cada vez maior, também mostrou estudos que projetam, para dez anos, um impacto muito forte na economia pela inteligência artificial, o que também impactará diretamente no trabalho em diferentes áreas do conhecimento. O secretário trouxe explicações sobre a importância de estar atento com estas mudanças tecnológicas para o melhor desenvolvimento de uma empresa e dos profissionais.

“O tema mais debatido em no ano de 2019 no Fórum Mundial de Davos foi o impacto da inteligência artificial sobre as empresas e as relações de trabalhos. Os países já estão desenvolvendo estratégias nacionais para isso. E esta pandemia, por um lado trouxe uma grande crise sobre todos nós, por outro, mostrou que as tecnologias digitais para o trabalho remoto e mediação e análises de dados vieram para ficar. O seu valor será ainda maior nos próximos anos”, finalizou.                 

Mais sobre o Salão do Conhecimento 2020

Neste ano desenvolve a temática  “Inteligência Artificial: a nova fronteira da ciência brasileira”, convergente com a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, com programações entre os dia 20 e 23 de outubro. Serão apresentados 853 trabalhos com 480 resumos expandidos.

Esta edição do evento também vai oportunizar discussões acerca dos “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, que compreendem 17 propostas concretas da Organização das Nações Unidas (ONU) para o planeta. No ato da submissão de trabalhos, o autor precisou informar a qual Objetivo o seu trabalho está associado, permitindo diálogos multidisciplinares durante o evento.

O evento é promovido pela Vice-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí conjuntamente com os Comitês Científico e de Extensão e Cultura.

Desafio de Inovação

No evento desta terça-feira, os participantes também foram convidados a participarem do Desafio de Inovação Social, um evento multidisciplinar que se propõe a buscar soluções de mercado  para os grandes desafios apresentados pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS),  visando a criação e o desenvolvimento de negócios de impacto socioambiental positivo, a partir de problemas que serão apresentado às equipes durante a realização do evento. As inscrições devem ser realizadas até o dia 13 de setembro, de forma individual, no site do evento, clicando neste link, com o preenchimento do formulário de inscrição. O evento é limitado a 80 participantes.

Por Evelin Ramos, bolsista de Popularização da Ciência e estudante de Jornalismo da Unijuí.

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Ensino

Ministério da Saúde dá orientações para retomada das aulas

Na maioria dos estados, as aulas estão suspensas desde março

Pável Bauken

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Neste momento, representantes do Ministério da Saúde participam de entrevista online sobre orientações para retomada segura das aulas nas escolas brasileiras e também atualiza informações sobre o novo coronavírus. 

Acompanhe ao vivo:

Primeira onda da covid-19 deve acabar em outubro, diz estudo da UFF

A transmissão da covid-19 segue a mesma sazonalidade de outras doenças respiratórias, como H1N1 e gripe Influenza. Com isso, o Brasil e o Hemisfério Sul devem passar por uma diminuição de casos a partir de outubro, com a aproximação do verão, enquanto o hemisfério norte vê o aumento nos registros, com a chegada do inverno.

A análise está no estudo Detecção Precoce da Sazonalidade e Predição de Segundas Ondas na Pandemia da Covid-19, coordenado pelo professor Márcio Watanabe, do Departamento de Estatística da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“A sazonalidade de doenças significa que existe um padrão anual onde há um momento do ano em que a doença tem uma transmissão maior. No caso das doenças de transmissão respiratória, geralmente elas apresentam uma sazonalidade típica do período de outono e inverno, ou seja, elas têm uma transmissão maior e, portanto, uma quantidade maior de pessoas infectadas nos meses de outono e inverno”, explica Watanabe. Leia mais

Covid-19 responde por 97,5% dos casos de SRAG reportados no país

De acordo com o InfoGripe, boletim semanal divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 97,5% das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) reportados no país em 2020 e com exame positivo para alguma infecção viral se deram em decorrência da covid-19. Os dados atualizados, divulgados hoje (18), indica manutenção da tendência de queda no número de novos casos semanais.

A SRAG é uma complicação respiratória associada muitas vezes ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas. As ocorrências de SRAG em 2020 aumentaram em decorrência da pandemia de covid-19, causada pelo novo coronavírus Sars-CoV-2. Leia mais

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Ensino

Estudantes brasileiros melhoram desempenho em matemática

Resultados não foram tão bons em língua portuguesa

Pável Bauken

Publicado

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© 07.07.2016/Gabriel Jabur/Agência Brasília

Os estudantes brasileiros melhoraram o desempenho em matemática em todas as etapas de ensino, de acordo com os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica 2019, a maior avaliação educacional do país, divulgados hoje (15) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os resultados, no entanto, não foram tão bons em língua portuguesa. Após avanços desde 2003, o 5º ano do ensino fundamental ficou estagnado entre 2017 e 2019.

Em matemática, o maior avanço foi no ensino médio. As notas médias dos estudantes passaram de 270, em 2017, para 277 no ano passado. O avanço foi suficiente para tirar o ensino médio do Brasil do nível 2 de proficiência e colocá-lo no nível 3, em uma escala que vai até 10. No nível 3, é esperado, por exemplo, que estudantes consigam resolver problemas utilizando operações fundamentais com números naturais, ou seja, subtrair, somar, dividir e multiplicar para resolver problemas.

Nas edições anteriores da avaliação, em 2013 e 2015, o desempenho desses estudantes caiu. Em 2017, começou a subir e, em 2019, teve a maior alta dos últimos anos, igualando-se ao avanço entre 1995 e 1997.

No 5º ano do ensino fundamental, o avanço foi menor. Em média, os estudantes passaram de um desempenho de 224 para 228. O aumento, entretanto, também foi suficiente para que o país avançasse do nível 4 para o nível 5 de proficiência, em uma escala que vai até 10. Isso quer dizer que os estudantes são capazes, por exemplo, de converter mais de uma hora inteira em minutos ou converter uma quantia dada em moedas de 5, 25 e 50 centavos e 1 real em cédulas de real, que são habilidades esperadas no nível 5.

No 9º ano do ensino fundamental, o desempenho médio dos estudantes passou de 258 para 263. A etapa segue no nível 3 de 9 níveis de proficiência.

Apesar dos avanços, o país ainda tem uma baixa porcentagem de estudantes nos níveis mais altos de proficiência em matemática. Ao terminar o ensino médio e deixar a escola, menos de 5% dos estudantes do país atingem proficiências 7 ou maior em matemática.

Entre os estados, a diferença da proficiência média do Amazonas, que é a mais baixa, e a do Espírito Santo, que é a mais alta, é de 51,8 pontos. Isso significa pelo menos uma diferença de quase três anos de aprendizagem entre os estudantes desses dois estados, uma vez que um ano de aprendizagem equivale, segundo pesquisadores, de 12 a 18 pontos no Saeb.

Língua portuguesa estagnada

O Saeb mede também o desempenho dos estudantes em língua portuguesa. Os resultados mostraram que após uma sucessão de altas, desde 2003, em média, os estudantes do 5º ano do ensino fundamental ficaram estagnados, obtiveram a mesma nota 215, em 2017 e 2019. Isso os coloca no nível 4 de 9 de proficiência. No 9º ano do ensino fundamental, o desempenho médio passou de 258 para 260, mantendo os estudantes no nível 4 de 8 níveis.

O ensino médio teve, também em língua portuguesa, o maior avanço, passando de 268 para 278. O aumento no desempenho faz com que, em média, o Brasil passe do nível 2 para o nível 3 de proficiência, de um total de 8 níveis. Ainda assim, isso significa que, no geral, os brasileiros deixam a escola sem saber, por exemplo, identificar ironia em poemas e artigos ou reconhecer a finalidade de reportagens, resenhas e artigos, ambas habilidades esperada no nível 7.

O Saeb é aplicado a cada dois anos, em escolas públicas e privadas. Participaram da edição de 2019 mais de 5,6 milhões de estudantes de mais de 72 mil escolas em todas as unidades da federação.

Os resultados de aprendizagem dos estudantes, apurados no Saeb, juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas por meio do censo escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), o principal indicador de qualidade da educação brasileira.

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Ensino

Ensino médio tem maior salto de qualidade desde 2005

Etapa de ensino foi a que mais avançou no Ideb

Pável Bauken

Publicado

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© 07.07.2016/Gabriel Jabur/Agência Brasília Educação

O ensino médio teve, em 2019, o maior salto no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) desde 2005. O Ideb é o principal indicador de qualidade da educação brasileira. Apesar do avanço, no entanto, a etapa não alcançou a meta prevista para o ano. Os dados do Ideb foram divulgados hoje (15) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O ensino médio é tido historicamente como a fase escolar mais crítica da educação básica, pela alta taxa de abandono e pelo baixo nível de aprendizagem. Desde 2013, o ensino médio não atinge a meta do Ideb.

O avanço de 0,4 ponto obtido entre 2017 e 2019, de acordo com os dados divulgados pelo Inep, foi o maior em toda a série histórica. Em 2005, o Ideb foi 3,4, passando para 3,5 em 2007 e para 3,6 em 2009. Entre 2011 e 2015, o Ideb do ensino médio ficou estagnado em 3,7. Em 2017, avançou para 3,8 e, no ano passado, para 4,2. A meta para o ano, no entanto, era 5.

O Ideb é calculado a cada dois anos para o ensino fundamental e para o ensino médio, com base em dados de aprovação nas escolas e de desempenho dos estudantes no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O Saeb avalia os conhecimentos dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O índice final varia de 0 a 10.

O índice tem metas diferentes para cada ano de divulgação e também metas específicas nacionais, por unidade da federação, por rede de ensino e por escola. A intenção é que cada instância melhore os índices para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Em termos numéricos, segundo o Inep, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada em 2005 na primeira fase do ensino fundamental, para um Ideb igual a 6 em 2022, ano do bicentenário da Independência. Para o ensino médio, a meta final é 5,2. Esta é, portanto, a penúltima divulgação do Ideb antes do fim das metas previstas. A próxima será em 2022, referente a 2021.

Escolas públicas e privadas

A maior parte das matrículas do ensino médio está na rede pública. Entre essas escolas, aquelas que são geridas pelos estados concentram 97% dos estudantes. O Ideb das públicas estaduais aumentou 0,4, passando de 3,5 em 2017 para 3,9 em 2019. Mesmo assim, a rede estadual ficou abaixo da meta, em 4,6. Apenas dois estados alcançaram a meta de 2019 para as escolas estaduais, Pernambuco e Goiás.

Já entre as escolas particulares, que concentram 12,2% das matrículas do ensino médio no país, o Ideb passou de 5,8 em 2017 para 6, em 2019, tendo um desempenho 2,1 pontos superior ao obtido pela rede estadual. A meta do Ideb para essas escolas era 6,8. Nenhum estado alcançou a meta proposta para o ano de 2019. Houve uma queda de desempenho nas escolas do Amapá. Os maiores resultados foram obtidos pelas escolas privadas de Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná.

Considerando as redes de ensino, públicas e particulares, todos os estados apresentaram aumento no valor do Ideb no ensino médio, exceto Sergipe, que se manteve estável. Espírito Santo e Goiás são os estados com melhor desempenho no país, ambos com Ideb 4,8. Apenas Goiás atingiu a meta para o estado.

Mudanças no cálculo

No estudo, o Inep ressalta que desde 2017 houve uma mudança no cálculo do Ideb do ensino médio. Até 2015, os resultados do ensino médio, diferentemente do ensino fundamental, eram obtidos a partir de uma amostra de escolas. A partir de 2017, o Saeb passou a ser aplicado a todas as escolas públicas e assim, pela primeira vez, o Inep passou a calcular Ideb para as escolas de ensino médio.

Até 2017, as chamadas escolas de ensino médio integrado à educação profissional não foram incluídas no cálculo do Ideb. Na última divulgação, governantes contestaram a exclusão. A inclusão dessas escolas poderia aumentar o desempenho dos estados. Na publicação divulgada nesta terça-feira, o Inep não esclarece se essas escolas foram consideradas em 2019.

Em coletiva de imprensa, na manhã desta terça-feira, o Inep esclareceu que os resultados das escolas de ensino médio integrado à educação profissional não entraram no cálculo do Ideb 2019.

Ideb 2019

O Brasil avançou no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em todas etapas de ensino, mas apenas nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, cumpriu a meta de qualidade estabelecida para 2019. O Ideb registrado nos anos iniciais no país foi 5,9, índice que superou a meta nacional de 5,7 considerando tanto as escolas privadas quanto as públicas. Nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, o Ideb alcançado no país foi 4,9, inferior à meta fixada para a etapa, 5,2.

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