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País investiga 8 casos de coronavírus; 33 suspeitas foram descartadas

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© Divulgação/Josué Damacena (IOC/Fiocruz)


O Ministério da Saúde informou hoje (11) que investiga oito casos que se enquadram na definição de infecção por coronavírus no país. Os casos estão distribuídos nos seguintes estados: Minas Gerais (um), Paraná (um), Rio de Janeiro (dois), Rio Grande do Sul (um), São Paulo (três).

Em coletiva de imprensa na sede do Ministério, em Brasília, o diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Júlio Croda, informou ainda que deram negativo todos os testes para detectar infecção por coronavírus nos brasileiros e estrangeiros que vieram da China para o Brasil, no domingo (9). Também deram negativo os testes realizados na equipe que acompanhou a operação de repatriação do grupo de Wuhan, epicentro do surto de coronavírus, para a Base Aérea de Anápolis, em Goiás, onde o grupo passa por um período de quarentena de 18 dias.

De acordo com os dados mais recentes do Centro de Operação de Emergência em Saúde Pública, os casos descartados para investigação de possível infecção humana pelo novo coronavírus aumentou de 32, na segunda-feira (10), para 33, nesta terça-feira (11). Todas as notificações foram recebidas, avaliadas e discutidas com especialistas do Ministério da Saúde, caso a caso, junto com as autoridades de saúde dos estados e municípios.

Histórico
Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou a síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers.

A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da Organização Mundial de Saúde (OMS) na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês.

Nesta terça-feira, especialistas do mundo inteiro estão reunidos em Genebra, na Suíça, para tratar do surto da doença que recebeu o nome de Covid-19.

EBC

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ET de Varginha completa 25 anos e ufólogo diz ter novas evidências.

Reporter Regional

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Basta ouvir o nome de Varginha que a pergunta não tarda: “Essa não é a cidade do ET?”. A história do ET de Varginha completa 25 anos nessa quarta-feira (20). O evento que deu visibilidade mundial à cidade de Varginha, ainda desperta curiosidade e espanto anos depois. Atualmente, alguns ufologistas creem em uma versão que ainda não foi contada.

Marco Aurélio Leal é membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU). Ele afirma que o caso de Varginha é muito difícil de ser concluído. Segundo ele, a falta de testemunhos oficiais dificulta a resolução do caso.

“O que se sabe é somente 40% de tudo o que ocorreu. Isto graças às narrativas de testemunhas civis e militares. Enquanto uma autoridade que participou do evento na época não aparecer para falar como os fatos aconteceram, não saberemos o que realmente foi capturado em Varginha. Afinal, podem ser outras questões como até experimento militar”, disse Marco.

O estudioso no assunto e corretor de imóveis João Marcelo Marques Rios acompanha o caso Varginha desde 2014. João e outros três amigos possuem um grupo em que falam com testemunhas sobre o dia 20 de janeiro de 1996. Eles afirmam ter reunido um material bastante esclarecedor e com depoimentos de pessoas que atuaram na cidade durante a suposta aparição.

“Conversamos em duas oportunidades com um militar da reserva do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e ele nos confirmou pela 1ª vez e, de forma histórica, que realmente houve uma ligação para a central por volta de 9h da manhã informando a presença de algo estranho no bairro Jardim Andere”, contou.

João Marcelo também contou que uma testemunha, que na época tinha 14 anos, viu o exército isolando uma área abaixo da Rua Suécia, a 50 metros de distância de uma linha férrea desativada.

“Ele notou que algo foi transportado dentro de um saco. Outra autoridade da época disse também que ficou sabendo da movimentação estranha e resolveu checar. Ao se aproximar do Hospital Humanitas, teria visto tudo isolado pelo exército e algo sendo transportado e colocado na caçamba de um caminhão”, disse.

Essa mesma testemunha tentou saber o que era, mas recebeu a informação de que o assunto era de segurança nacional.

“Essa importante testemunha teria uma foto da criatura capturada. Infelizmente, e como ocorreu muitas vezes durante nossa investigação, o depoente se afastou e não atende mais a nossas ligações”, lamentou Marcelo.

Marcelo contou ao G1 que também ouviu a população de Varginha sobre o aparecimento do extraterrestre. Ainda de acordo com o estudioso no assunto, o funcionário de um hospital também confirmou a presença do exército no local. O médico que teria atendido a criatura também foi localizado pela equipe de pesquisa.

Fonte: G1

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Confiança do empresário do comércio cai 2,2% em janeiro, diz CNC

Reporter Global

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Efeitos da pandemia influenciam desempenho do setor

 

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 2,2% em janeiro de 2021 e passou para 105,8 pontos. Segundo explicou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mede o indicador, ainda que tenha registrado a segunda queda mensal consecutiva, o índice permanece no patamar de otimismo, que é acima de 100 pontos pelo quarto mês consecutivo. Na comparação anual houve variação negativa de 16,4%.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destacou que os efeitos da pandemia ainda influenciam a confiança dos comerciantes. Ele disse que, tradicionalmente, janeiro é um mês mais modesto para o consumo. “Passado o período natalino e diminuído o efeito do aumento da renda com o 13º salário, as famílias estão mais dispostas a realizar gastos nos serviços de lazer, por força das férias escolares”, comentou.

O índice referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais e o que avalia as expectativas no curto prazo registraram quedas e, por serem dois dos principais índices do Icec, impactaram o resultado negativo do indicador principal.

Enquanto o referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais passou para 80,5 pontos com o recuo de 5,8%, o indicador que avalia as expectativas no curto prazo apresentou retração pela segunda vez consecutiva, agora de 2,3% e atingiu 142,1 pontos. Mesmo assim, é o único dos indicadores do Icec acima dos 100 pontos.

O economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton, considerou entre os motivos para a influência que levou ao resultado negativo podem estar o aumento do dólar, o endividamento das empresas, o reajuste dos aluguéis e a cautela do consumidor nas compras.

“A predominância das percepções adversas também pode ter relação com a necessidade de se fazer investimentos em tecnologia e logística para avançar no e-commerce”, acrescentou.

 

 

Investimentos

O único a apresentar resultado positivo (1%) foi o índice que mede as intenções de investimento. Com isso, alcançou 94,9 pontos, voltando a crescer após ligeiro recuo em dezembro. Um outro destaque também foi a intenção de contratação de pessoal. Esse índice teve alta de 2,1% e fechou o mês com 121 pontos.

O economista informou que, nos últimos quatro anos, a intenção de aumentar o quadro de funcionários tem registrado variações positivas em janeiro.

“O planejamento dos empresários pode incluir aumento do número de pessoal para os próximos meses se a recuperação do emprego, consumo e da geração de renda permanecer em um ritmo satisfatório”, finalizou.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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Nova portaria muda regras para PRF atuar em operações conjuntas

Reporter Global

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) publicou hoje (19), no Diário Oficial da União (DOU), uma nova portaria que estabelece diretrizes para a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações conjuntas com outros órgãos federais, estaduais e municipais.

 

 

A portaria (42/2021) substitui outra (739/2019) que chegou a ser suspensa em janeiro do ano passado pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, enquanto ele estava responsável pelo plantão judicial.

À época, Toffoli atendeu pedido da Associação de Delegados da Polícia Federal (ADPF), para quem a norma autorizava a PRF a realizar investigações e atuar na prevenção e repressão a crimes federais, o que seria competência exclusiva da PF, no entender dos delegados.

A suspensão acabou depois derrubada pelo relator do caso, ministro Marco Aurélio, que atendeu pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e restabeleceu a vigência da portaria. Essa decisão foi depois confirmada pelo plenário do Supremo.

Agora, contudo, a nova portaria, que substitui a antiga, passa a não trazer menção à participação da PRF em operações conjuntas caso “os crimes objetos de apuração tenham sido praticados em rodovias federais, estradas federais ou em áreas de interesse da União”.

A norma – publicada nesta terça-feira (19) – tampouco elenca a “investigação de infrações penais” entre as hipóteses que autorizam a PRF a prestar apoio operacional, conforme constava na norma anterior.

 

 

Outras diferenças

A antiga portaria (739/2019) estabelecia diretrizes para a PRF atuar em operações conjuntas com órgãos do Ministério Público, da Receita Federal e do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) – como PF, Força Nacional e polícias Civil e Militar dos estados.

Agora, o novo texto inclui no rol de cooperação, além dos integrantes do Susp, “outros órgãos das esferas federal, estadual, distrital ou municipal”, sem especificar quais.

Outro trecho suprimido foi o que circunscrevia a atuação da PRF a “operações conjuntas nas rodovias federais, estradas federais ou em áreas de interesse da União”, conforme constava na antiga portaria. Agora, a nova norma estabelece diretrizes para a atuação do órgão somente em “operações conjuntas”, sem fazer referência a local.

Outro trecho da antiga norma, agora revogada, autorizava a PRF a atuar, especificamente, “em vias urbanas, rodovias, terminais rodoviários, ferrovias e hidrovias federais, estaduais, distrital ou municipais, portos e aeroportos”.

Novamente, a nova portaria não traz esse tipo de especificação, estabelecendo como condição para a atuação do órgão em operações conjuntas apenas a autorização de seu diretor-geral, que deve considerar “a pertinência, a conveniência e a necessidade da medida”.

Pela nova portaria, a PRF pode: designar efetivo para integrar equipes na operação conjunta; prestar apoio logístico; atuar na segurança das equipes e do material empregado; ingressar nos locais alvos de mandado de busca e apreensão, mediante previsão em decisão judicial; lavrar termos circunstanciados de ocorrência; e praticar outros atos relacionados ao objetivo da operação conjunta.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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