Pai dopa filha e a estupra por 6 dias até que vizinho escuta grito de socorro e age – Portal Plural
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Pai dopa filha e a estupra por 6 dias até que vizinho escuta grito de socorro e age

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O pai de uma adolescente de 17 anos, de Cuiabá, é suspeito de dopá-la, com medicamento, para depois estuprá-la. O caso veio à tona nesta segunda (27). A vítima começou a gritar por socorro e foi socorrida por um vizinho e pelo vigilante do condomínio Residencial Paiaguás, onde os envolvidos moram.

Quando a testemunha entrou no apartamento, o pai estava abraçando a filha por trás, impedindo que ela fugisse.

A vítima relatou que há uma semana estava sendo abusada sexualmente pelo pai e que os estupros chegavam a acontecer pelo menos cinco vezes ao dia, sem preservativo.

De acordo com relato da garota, na quarta (22), o pai, 43, lhe deu um remédio. Ela não soube explicar que medicamento era esse. Depois disso, perdeu os sentidos por um período e, quando acordou de madrugada, estava sem roupas e o pai fazia sexo oral nela. Percebeu que estava sentindo fortes dores na vagina.

A menina relata que, após esse primeiro abuso, iniciou-se uma série de estupros diários, de quarta até ontem.

Quando foi nesta segunda, o vizinho ouviu os gritos de socorro. A menina estava tentando fugir de mais um estupro do pai. Ela correu para o banheiro e gritou pedindo ajuda.

O suspeito conseguiu entrar no banheiro e agarrar a filha. Foi neste momento que a testemunha entrou e presenciou a cena. A vítima chorava muito. Quando notou que o vizinho estava dentro da casa, vendo toda a situação, o estuprador tentou fugir, mas foi impedido pelo porteiro do condomínio.

Eles chamaram a Polícia Militar, que prendeu o pai e o levou algemado à Central de Flagrantes. Na tarde desta terça, em audiência de custódia, o Judiciário vai definir se ele responderá pelo crime preso ou não.

Fonte e foto RDNews

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Novo estudo sugere que Plutão pode voltar a ser classificado como planeta

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Plutão, tal qual sua designação oficial, é um planeta-anão localizado no Cinturão de Kuiper, uma região distante constituída por milhões de corpos gelados para além da órbita de Netuno. Porém, um novo estudo publicado na revista científica de ciências planetárias Icarus, contesta essa definição e reacende, ao menos parcialmente, o debate sobre sua validade.

Plutão foi designado como o nono planeta do nosso Sistema Solar logo após a sua descoberta em 1930. À época, muitos astrônomos presumiram que ele fosse o responsável pelas perturbações observadas na órbita de Netuno que induziram as buscas de um planeta ainda mais distante.

No entanto, observações posteriores logo determinaram que Plutão era menor do que o planeta hipotético assumido inicialmente. Com a descoberta da maior de suas luas, Caronte, em 1978, foi possível determinar a massa de Plutão, o que resultou na conclusão de que ele não é capaz de exercer a influência gravitacional das perturbações observadas.

Descobriu-se, então, que Plutão é significativamente menor e menos massivo do que todos os outros planetas do Sistema Solar. De fato, ele chega a ser menor que a nossa própria Lua, cujo raio é de aproximadamente 1700 quilômetros. Além disso, sua órbita é muito mais inclinada em relação ao plano da eclíptica (o plano definido pela órbita da Terra ao redor do Sol) que todas as outras órbitas planetárias.

No início deste século, a descoberta de outros corpos de tamanho comparável ao de Plutão, como Eris, Makemake e Sedna, levou à reformulação da classificação dos planeta. Em 2006, a União Astronômica Internacional (IAU, da sigla em inglês) adotou uma nova definição de planeta com base em três características principais: um corpo que estabeleceu uma órbita estável ao redor do Sol; um corpo que desenvolveu uma forma esferoidal e, por fim; o corpo que limpou sua órbita de detritos remanescentes (isto é, é o corpo celeste principal de sua órbita).

Embora Plutão esteja de acordo com as duas primeiras categorias, ele falha na terceira condição, uma vez que sua órbita passa muito próximo ao Cinturão de Kuiper, onde se originam cometas de curto período. Desde 2006, então, Plutão, juntamente com alguns dos outros corpos descobertos estão rebaixados à categoria de planeta-anão.

Contudo, uma equipe de cientistas quer que Plutão seja classificado novamente como um planeta, junto com dezenas de corpos semelhantes no Sistema Solar. O estudo que durou 5 anos foi publicado em dezembro e é liderado por Philip Metzger, do Instituto Espacial da Flórida. Os autores argumentam que a definição da IAU foi baseada em um “conceito popular de planeta que contradiz a visão científica” e que a redefinição desses conceitos taxonômicos é vital para a ciência planetária.

Segundo os autores, a classificação de planetas atual é não-científica e a definição clássica, proveniente do século XVI, de que planetas são quaisquer corpos geologicamente ativos no espaço deveria ser reassumida.

Além de Plutão, essa definição incluiria muitos outros objetos, desde o asteroide Ceres até as luas Europa, Encélado e Titã, e o Sistema Solar chegaria a possuir até mais de 150 planetas.

FONTE:TecMundo

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Brasileira é escolhida na busca de soluções reais para mudanças climáticas

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Bia Carminati e Adrian Grenier querem mudar a narrativa em torno das mudanças climáticas com ‘Earth Speed’

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Exportações de carne suína alcançam 1,13 milhão de toneladas em 2021

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A receita cambial das vendas de 2021 chegou a US$ 2,641 bilhões, resultado 16,4% maior que o alcançado em 2020, com US$ 2,270 bilhões

 

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram 2021 com total de 1,13 milhão de toneladas. É o maior resultado já alcançado pelos exportadores brasileiros em um único ano, e supera em 11% o volume exportado em 2020 (antigo recorde), com 1,02 milhão de toneladas.

A receita cambial das vendas de 2021 chegou a US$ 2,641 bilhões, resultado 16,4% maior que o alcançado em 2020, com US$ 2,270 bilhões.

Em dezembro, as exportações do setor totalizaram 89,7 mil toneladas, volume 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2020, com 83,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 0,9%, com US$ 191,53 milhões no último mês do ano passado, contra US$ 189,88 milhões em 2020.

“As exportações foram um importante instrumento ao longo do ano de 2021 para minimizar os impactos da histórica alta dos custos de produção. A Ásia continua sendo a principal região compradora de nossa carne suína e deverá permanecer em 2022 como nosso principal parceiro. A Rússia também deverá ser novamente um importante parceiro para o Brasil neste ano que se inicia” avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 533,7 mil toneladas nos doze meses do ano, volume 3,9% maior que o realizado em 2020. Outros destaques foram Chile, com 61 mil toneladas (+39,2%). Vietnã, com 44,9 mil toneladas (+11,4%), Argentina, com 37,8 mil toneladas (+97,5%) e Filipinas com 33,4 mil toneladas (+321,5%).

“O status sanitário privilegiado e a confiança dos quase 100 países para os quais exportamos carne suína em 2021 sugerem um 2022 com boas expectativas para as exportações do setor, ainda mais em um cenário em que diversos países concorrentes do Brasil no cenário internacional enfrentam problemas com a peste suína africana e com outros fatores de produção”, analisa Santin.

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