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Pagamento do novo auxílio emergencial começa nesta terça-feira

Reporter Regional

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Começa nesta terça-feira (6) o pagamento da primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. Nessa etapa, nascidos em janeiro serão os primeiros a terem acesso ao beneficio, que terá repasses escalonados nos próximos dias de acordo com a data de nascimento.

A Caixa Econômica Federal depositará o auxílio nas contas digitais — que todos os beneficiários já possuem. Com isso, o valor poderá ser usado para movimentações financeiras, como pagamento de contas e de compras por meio de cartão de débito virtual.

 

A possibilidade de saque ou transferência ocorrerá em um segundo momento, a partir de 4 de maio, também definido por meio de calendário escalonado.

Veja perguntas e respostas sobre o benefício

Como saber se me encaixo na nova rodada do auxílio emergencial? 
A consulta pode ser feita no site da Dataprev (clique aqui). Os cidadãos também poderão verificar se terão direito ao benefício acessando ao site da Caixa (clique aqui), ou via telefone, no número 111, da central do banco.

 

Quem poderá receber auxílio emergencial?
Os valores serão destinados apenas aos cidadãos que já estavam elegíveis ao programa até dezembro de 2020. O auxílio beneficia trabalhadores informais, microempreendedores individuais e desempregados (que não estejam recebendo o seguro-desemprego) com renda familiar total de até três salários (R$ 3,3 mil),  desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo (R$ 550). Nessa nova rodada, apenas uma pessoa por família poderá receber o auxílio.

 

Como participar da nova rodada? 
Nessa nova etapa do pagamento, não é necessário realizar inscrição para obter o benefício. O pagamento será feito de maneira automática, desde que o beneficiário que tenha recebido o auxílio emergencial ou a extensão no ano passado e se encaixe nos requisitos de elegibilidade do auxílio em dezembro de 2020.

 

Como contestar inelegibilidade ao novo auxílio? 
Pessoas que se enquadram nos requisitos para ter acesso ao novo repasse, mas que foram consideradas inelegíveis tem até 12 de abril para apresentar contestação. O sistema aceitará apenas critérios passíveis de contestação, como atualização de data de nascimento para corrigir idade e de outros dados, como encerramento do repasse do seguro-desemprego. Confira a lista completa dos critérios passiveis de contestação.

 

Após o recebimento da primeira parcela, caso o repasse venha a ser cancelado na reavaliação mensal, o beneficiário também poderá contestar a decisão.

 

Qual o valor do novo benefício e número de parcelas? 
Serão pagas aos trabalhadores quatro parcelas mensais no valor médio de R$ 250. Pessoas que moram sozinhas têm direito a quatro parcelas mensais de R$ 150. Mães solteiras têm direito a quatro parcelas mensais de R$ 375. Quem está com o auxílio emergencial ou a extensão cancelados não tem direito ao novo benefício.

Qual o calendário de pagamentos?
O governo federal anunciou na semana passada que o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial começará nesta terça-feira (6) para pessoas que nasceram em janeiro. Nascidos nos meses seguintes terão acesso ao valor da primeira parcela em outros dias do mesmo mês. Confira o calendário.

 

Qual o intervalo de tempo entre as parcelas?
Os beneficiários do público geral — fora do Bolsa Família — terão de esperar entre 40 e 47 dias para receber a segunda parcela do auxílio, segundo informou o jornal o Estado de S. Paulo. Isso ocorre em razão da diferença de datas para o repasse entre os meses. Por exemplo, nascidos em janeiro receberão o primeiro depósito em 6 de abril, mas a segunda parcela cairá na conta apenas em 16 de maio — intervalo de 40 dias, mesma diferença para os nascidos em fevereiro.

 

Como será o acesso ao valor do benefício? 
Nesse primeiro momento, serão seguidos os mesmos critérios dos benefícios anteriores, com liberação do recurso na poupança social digital para movimentações, como pagamento de contas. A possibilidade de saque e ou transferência ocorrerá em um segundo momento, também com calendário definido conforme a data de nascimento, a partir do dia 4 de maio. A Caixa informou que a medida visa evitar aglomerações nas agências.

 

Como acessar a poupança digital? 
A conta Poupança Social Digital pode ser gerenciada por meio do aplicativo Caixa Tem.

 

Como fica o benefício para quem recebe o Bolsa Família?
Segue valendo o critério de benefício mais vantajoso para a família. Se o valor do auxílio for maior do que o do Bolsa Família, esse benefício substituirá temporariamente o valor do Programa Bolsa Família.

 

Quantas pessoas devem ser beneficiadas com o novo auxílio?
O governo federal estimava que benefício deverá ser pago a 45,6 milhões de famílias.

Fonte: GZH

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Economia

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.147 para 2022, sem aumento acima da inflação

Reporter Regional

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O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.147 para 2022, segundo o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do ano que vem. O texto foi divulgado pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (15), último dia de prazo para o envio da proposta ao Congresso.

O valor é R$ 47 maior que o salário mínimo atual, de R$ 1.100, e representa uma alta de 4,27% — que é a previsão do Ministério da Economia para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano, feita no mês de março.

O número divulgado indica que o governo pretende apenas repor a perda da inflação do período, sem valorização real do salário mínimo.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias estabelece as bases para a aprovação do orçamento do ano seguinte e, por isso, traz previsões dos principais indicadores econômicos. Se a inflação verificada no fim do ano for diferente da previsão, o governo pode rever o valor durante a tramitação do próprio orçamento.

De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 50 milhões de pessoas no Brasil, das quais 24 milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para os anos seguintes, o governo propôs um salário mínimo de R$ 1.188 em 2023 e de R$ 1.229 em 2024. Esses valores são apenas uma referência, e também podem ser alterados posteriormente.

Fonte: G1

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Economia

Impacto da pandemia é maior para trabalhadores jovens, diz Ipea

Desemprego também afetou mais as pessoas com ensino médio incompleto

Pável Bauken

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© Marcello Casal/Agência Brasil

Os trabalhadores com idade entre 18 e 24 anos foram os mais prejudicados pela pandemia de covid-29. A taxa de desocupação subiu de 23,8% no quarto trimestre de 2019 para 29,8% no mesmo período de 2020, o que corresponde a quase 4,1 milhões de jovens à procura de emprego.

No recorte por escolaridade, o desemprego foi maior para os trabalhadores com ensino médio incompleto: alta de 18,5% para 23,7%, na mesma base de comparação. Em contrapartida, a ocupação dos que têm ensino superior continuou crescendo e houve alta de 4,7%, na comparação entre os números de trabalhadores nesta condição, nos respectivos trimestres de 2019 e 2020.

Os dados constam da Carta de Conjuntura divulgada hoje (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

De acordo com a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), embora a ocupação tenha voltado a crescer após ter atingido, em julho do ano passado, o menor valor da série (80,3 milhões), em janeiro deste ano, havia 86,1 milhões de trabalhadores ocupados no país, bem abaixo do observado antes da pandemia (94 milhões em janeiro de 2020).

Para a economista Maria Andréia Lameiras, autora do estudo, a crise sanitária potencializou as diferenças existentes no mercado de trabalho. “À medida que os dados das PNADs contínuas foram disponibilizados, o cenário de forte deterioração, que conjuga desemprego elevado e aumento da subocupação e do desalento, foi se tornando cada vez mais evidente, principalmente nos segmentos mais vulneráveis, os jovens e os menos escolarizados, cuja probabilidade de transitar da desocupação e da inatividade para a ocupação, que já era baixa, se tornou ainda menor”.

Recortes analisados

O documento da Carta de Conjuntura do Ipea mostra que, no quarto trimestre de 2020, a taxa de desemprego para o sexo feminino (16,4%) foi superior à do sexo masculino (11,9%). No recorte regional, ainda no último trimestre do ano, as regiões Nordeste e Sudeste tiverem maior incremento na taxa de desemprego: de 13,6% para 17,2% e 11,4% para 14,8%, respectivamente.

Na análise do emprego setorial, o segmento de serviços foi o maior prejudicado, com queda de 28% da ocupação no quarto trimestre de 2020, fortemente impactado pela paralisação do setor em razão do distanciamento social imposto pela pandemia.

A perspectiva para 2021 é de que, apesar da expectativa de aceleração da atividade econômica, as vagas geradas não devem ser suficientes para suprir o desemprego. Segundo o Ipea, a taxa de desocupação deve continuar elevada.

A análise tem como base o cruzamento de diversos dados da Pnad Contínua e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia.

ebc

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Economia

Vendas nos supermercados têm alta de 5,18% em fevereiro

Setor estima um crescimento de 4,5% este ano

Pável Bauken

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© Tânia Rêgo/Agência Brasil

As vendas em supermercados registraram alta de 5,18% em fevereiro em comparação com o mesmo mês de 2020, segundo o balanço divulgado hoje (14) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em janeiro, o crescimento havia sido de 12% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o vice-presidente Administrativo da Abras, Marcio Milan, o resultado menos favorável em fevereiro do que no primeiro mês do ano foi influenciado por fatores como as próprias características do mês, que tem menos dias, e também a renda das famílias na pandemia da covid-19. “Esse mês de fevereiro foi mais difícil para todos em função do fim do auxílio emergencial”, disse. O cancelamento do Carnaval foi outro elemento que, de acordo com ele, ajudou a desacelerar o setor.

No entanto, Milan disse que essa variação é esperada no planejamento dos varejistas. Para este ano, a Abras estima um crescimento de 4,5% em comparação com as vendas de 2020.

Auxílio emergencial

O retorno do auxílio emergencial na semana passada, será um elemento importante para o desempenho do setor, na avaliação de Milan. “Os próximos meses de março e abril vão dar a gente uma condição melhor para olharmos esse momento e termos a tendência”, disse.

Ele destacou que, em 2020, cerca de 60% do valor do benefício foi destinado a despesas com alimentação. A proposta de emenda à Constituição que determinou a nova rodada do auxílio prevê R$ 44 bilhões para o pagamento de quatro parcelas para famílias com pouca renda ou em situação vulnerável, com valores entre R$ 150 e R$ 375.

“Nós estamos falando de um valor considerável que o consumidor vai dedicar aos supermercados”, ressaltou o vice-presidente da Abras, ao comentar a injeção de recursos que o benefício deve trazer ao mercado.

ebc

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