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Estrada Iluminada

Os animais tem alma?

Nilton Moreira

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Os animais possuem um princípio inteligente, diferente daquele que anima o homem. Mas não pensam, nem possuem o livre arbítrio, apenas instinto. Quando desencarnam (morrem), o princípio espiritual que os animou é reaproveitado em outro animal que vai nascer quase que imediatamente. Os estudos nos dizem que somos todos filhos do mesmo Pai e os animais são, portanto nossos irmãos de jornada planetária. Estão numa escala evolutiva bem inferior e distante de nós numa proporção equivalente a que estamos para o Criador.

Temos, portanto uma grande obrigação de proporcionar a eles o meio de evoluírem, ajudando-os, já que eles ainda não possuem a inteligência, mas apenas o instinto. Eles não tem a necessidade de permanecerem no plano espiritual por ocasião da morte, podendo retornar até de imediato, pois nada tem a resgatar, mesmo porque não possuem mediunidade.

Todo mal que fizermos aos animais estaremos gerando uma dívida que deverá ser paga em próximas existências, pois é assim a Lei Divina, temos de reparar nossos erros mesmo que seja esse débito contraído em relação aos animais. Infelizmente no homem ainda não despertou um sentimento capaz de atender os animais devidamente, até porque ainda não conseguimos nem dar o devido tratamento ao ser humano.

Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo. Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse. O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas! Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho. Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas.

Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca. A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem, contudo desalinhá-la de sua manta. A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra.

Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo. – Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico. A filhotinha começou então a coçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!” Emocionados, perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu: – Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. É Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis.

Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.

Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.

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Jesus pode até voltar…

Nilton Moreira

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“Se me amais, guardai os meus mandamentos; e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: – O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece. Mas, quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. – Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito. (S. JOÃO, 14:15 a 17 e 26.).

Estas foram umas das últimas mensagens proferidas pelo Mestre. São palavras fortes e de ânimo para todos que passaram pela Terra, desde Sua ida até a presente data.

Certamente não se trata esse Consolador de uma personalidade com corpo carnal, pois que deverá ficar eternamente com a gente, e sabemos que um corpo carnal é perecível!

Deve, portanto, ser algo que contenha um conhecimento capaz de nos ensinar o que falta aprendermos e que ainda nos fará recordar tudo que Ele nos disse.

O que Jesus nos disse encontra-se registrado no Evangelho, que é acessível a quem quiser, e é explicado pelas mais diversas religiões espalhadas pelo mundo.

O Consolador depende também de crenças, pois umas dizem que já está conosco através de conteúdo doutrinário e outras falam tratar-se do espírito santo.

A verdade é que cada um segue a sua religião e procura a felicidade possível. Se uma religião não nos fornece as explicações que desejamos, não temos motivo de ficar atrelado a ela. Procuremos outra, e outra, afinal existem várias e certamente uma delas vai nos satisfazer e atender aos nossos questionamentos.

Mas a questão do momento não é qual religião seguir e nem se de fato o Consolador já está entre nós. O fundamental é saber se realmente Jesus voltará!

Uns dizem que sim, outros dizem que não. Será que Jesus necessita voltar num corpo de carne como aconteceu há pouco mais de 2000 anos? Será que não o matariam de novo? Será que a humanidade com as guerras e competição está preparada?

Cada um pensa da sua maneira. Prefiro dizer que Ele até pode voltar fisicamente, mas não creio, pois mesmo tendo ido para junto do Pai nunca deixou de estar conosco, pois até hoje recorremos a Ele nos momentos de angústia e desespero, e sempre temos provas de que somos atendidos, talvez não na intensidade que almejamos, mas da que é melhor para nós.

Então prefiro acreditar que Ele está conosco. Isto é, nunca deixou de estar.

Paz a todos.

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ANO NOVO e UMA NOVA VIDA

Nilton Moreira

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Chegamos ao final de mais um ano. Parece que pouco significa, mas na realidade muita importância tem, pois estamos atrelados a datas e horários que significam tempo passado e tempo disponível ainda.

O ano é referencial para tudo, pois desde que chegamos ao Planeta já passamos a possuir uma data de nascimento que nos insere no contexto. Podem até escolher o nosso nome, a roupa que vamos vestir, mas a data é aquela que damos o primeiro suspiro, muito embora pessoas ainda existam que se registram com datas diferentes, mas mesmo assim ficarão atreladas a que forem registradas.

No Plano Espiritual temos uma ficha de atividades e acontecimentos que registra exatamente nossa nova trajetória aqui a partir de nosso nascimento e tudo é colocado nesta ficha, que é claro tem uma tecnologia própria inserção.

Mas o adentrar num novo ano, tem muita semelhança com o adentrar em uma nova vida, pois quando estamos no Plano Espiritual planejamos para a próxima vida e escolhemos muitas coisas que vamos vivenciar ou almejar que aconteça, além de compromissos que deveremos cumprir ao longo do tempo.

Também não sabemos se vamos obter êxito, pois na realidade estamos sempre falando de futuro, e este na maioria das situações pode ser modificado ao longo do tempo.

Comprometemo-nos com coisas básicas, pois que ao longo da vida vamos encontrando pessoas que também tem seus objetivos e acabam entrando em confluência com os nossos, e de antemão sabemos que vamos enfrentar dificuldades que se tivermos a ajuda do Criador certamente transpassaremos.

Da mesma forma acontece quando estamos prestes a adentrar num novo ano. Fazemos planos, promessas, e se tivermos a ajuda de Deus e formos merecedores de tudo que idealizarmos, certamente conseguiremos.

Mas não adianta a gente planejar ou pedir coisas difíceis de serem realizadas, pois Deus nos permitirá o que for para que evoluamos, e muitos de nossos pedidos às vezes mesmo que nos parecendo viáveis, não acontecerão.

É importante que nos planejemos a fim de atingirmos metas, pois isso fará com que lutemos o tempo todo para chegar lá, mas tenhamos cuidado com nossas metas, para que não nos tornemos escravos em persegui-las, e para que ao final do próximo ano não fiquemos frustrados por não termos conseguido atingir.

Será que as idealizações para 2019 foram atingidas? Quem sabe se não foram possamos renova-las como metas para 2020?

Certo é que tanto na eminência de um novo ano como numa nova vida, é difícil conseguirmos cumprir os objetivos e promessas, mas tentemos sempre, pois o que vale é o esforço que demonstramos a Deus.

Feliz novo ano a todos, com o amparo do Criador.

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