Operações estão de olho na "Maconha Gourmet" que está em alta e é 50 vezes mais cara que a comum
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Operações estão de olho na “Maconha Gourmet” que está em alta e é 50 vezes mais cara que a comum

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Foto: Divulgação/Policia Civil

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O consumo de um tipo de maconha mais potente, cujo custo pode ser até 50 vezes maior que o da maconha comum, chamou a atenção da polícia civil de São Paulo, que iniciou investigações sobre os grupos especializados na fabricação e tráfico desse produto. Nos últimos três meses, equipes da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) de Carapicuíba realizaram pelo menos três operações contra quadrilhas que vendem essa droga em áreas nobres da Grande São Paulo, como Alphaville e Santana de Parnaíba.

Segundo o delegado Estevão Castro, responsável pelas operações, a droga é misturada com compostos químicos que potencializam seus efeitos e conferem um aroma diferente do da maconha comum.

“A droga é vendida em uma espécie de pasta, a granel ou em um formato mais rígido. Eles (os traficantes) misturam compostos químicos, que aumentam o efeito da droga”, explica Castro.

A comercialização dessa maconha, segundo o delegado, é restrita a grupos de trocas de mensagens, com a entrega ocorrendo diretamente na casa do usuário. A “maconha gourmet” dificilmente é encontrada em pontos de venda do tráfico convencional, as chamadas “biqueiras”. “Esse tipo de maconha é vendido a um público específico, com maior poder aquisitivo e acesso aos grupos de comércio ilegal. Geralmente, a entrega é feita pelo traficante, diferente do tráfico convencional, onde o usuário vai até o ponto de venda”, diz o delegado.

Laboratório do Tráfico

A última ação dos policiais da Dise de Carapicuíba contra o tráfico da “maconha gourmet” ocorreu em 4 de junho, resultando na prisão de um suspeito da quadrilha investigada. Com um mandado de prisão autorizado pela Justiça, os policiais conseguiram entrar em um imóvel que funcionava como um laboratório do tráfico.

O alvo do mandado de prisão estava armado, mas não resistiu à abordagem dos policiais, conforme registrado no boletim de ocorrência. No local, foram apreendidos papelotes de derivados de haxixe (com alta concentração de THC), conhecidos como “dry” e “ice”, utilizados como base para a “maconha gourmet”. Além da droga, foram encontrados e apreendidos diversos equipamentos para a fabricação da droga, uma pistola calibre .380 e munições.

Fonte: CNN Brasil

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Técnica de enfermagem do RS é condenada a 51 anos de prisão por tentar matar 11 recém-nascidos

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Foto: Arquivo/RBS TV
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A técnica de enfermagem acusada de tentar matar 11 recém-nascidos, em 2009, foi condenada a 51 anos e 8 meses de prisão em regime inicial fechado. De acordo com a denúncia do Ministério Público (MP), Vanessa Pedroso Cordeiro, hoje com 40 anos, teria administrado medicamento controlado, entre eles morfina, sem ordem médica, assumindo o risco de matar as crianças.

O advogado Flávio de Lia Pires, que representa Vanessa Pedroso Cordeiro, alegou, durante o julgamento, que “não há elementos que indicam substâncias no organismo de todas as crianças com sintomas”. Ele acrescentou que a ré “tem doze transtornos mentais”.

Conforme o Tribunal de Justiça do RS, o júri terminou na madrugada desta sexta-feira (12). Os jurados consideraram a ré culpada por nove tentativas de homicídio qualificadas. Em um dos casos ela foi absolvida e, em outro, o crime foi desqualificado para lesão corporal.

Os fatos teriam ocorrido durante o expediente de trabalho de Vanessa em um hospital em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Os bebês apresentaram problemas respiratórios, convulsões e foram internados na UTI Neonatal. Todos sobreviveram.

A mulher foi presa em flagrante após a polícia encontrar uma seringa e medicamentos no armário dela. A técnica de enfermagem permaneceu em prisão preventiva por quase um ano. O MP alega que entre as substâncias encontradas na bolsa dela havia morfina.

Durante o interrogatório, Vanessa afirmou ter ministrado medicamentos às crianças, sem saber precisar o número de vítimas, nem dizer qual fármaco foi utilizado. Ela relatou que os remédios foram dados na boca dos recém-nascidos com uma seringa e que praticou os crimes por desconhecer, na época, que tinha um transtorno mental.

“Não conseguia parar de fazer [ministrar os remédios], mesmo sabendo que era errado. O que lembro é que nunca virei as costas para nenhuma delas [referindo que auxiliou no socorro]”, disse.

Fonte: G1 RS.
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Apreensões são realizadas com dupla flagrada cortando tela do presídio em Santo Ângelo

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Duas pessoas foram conduzidas presas, pela Brigada Militar, à Polícia Civil, após serem flagradas com sete celulares, 22 cabos de carregadores de celular, 10 fones de ouvido, uma ferramenta torquês e uma serra para cortar ferro. Ainda de acordo com essa força de segurança, foi após denúncia de que dois indivíduos estariam próximo ao Presídio Regional de Santo Ângelo, em atitude suspeita.

No local, a equipe viu dois homens cortando a tela da casa prisional com uma ferramenta. Eles receberam voz de prisão da guarnição e foram conduzidos à polícia judiciária.

 

Redação do Grupo Sepé com informações da BM

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STF doa 4,3 toneladas de itens de tecnologia para o RS

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O Supremo Tribunal Federal (STF) formalizou a doação de 4,3 toneladas de bens de seu patrimônio, a maioria itens de informática, ao governo do Estado do Rio Grande do Sul. O material, embarcado nesta quinta-feira (11) num avião da Força Aérea Brasileira que partiu de Brasília para Porto Alegre (RS), foi inventariado, registrado e legalmente transferido ao governo estadual.

Além da solidariedade, a ação traz benefícios ao meio ambiente, já que, em vez de descartados, os bens serão usados na prestação de serviços públicos do Rio Grande do Sul, que teve parte do seu patrimônio perdido nas enchentes de abril e maio deste ano.

 

Outras doações

Essa doação oficial difere de outras coordenadas pelo Tribunal, como as que foram realizadas pelos quadros da Casa em abril e maio. Naquele momento, roupas, alimentos, garrafas de água e itens domésticos, entre outros, foram doados por pessoas que trabalham no Supremo e enviados ao RS.

 

FONTE: STF

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