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Segurança

Operação Luz na Infância é deflagrada em 14 estados e no DF

Pável Bauken

Publicado

em



 

A 5ª fase da Operação Luz na Infância foi deflagrada na manhã de hoje (4) em 14 estados e no Distrito Federal, além de seis países. As ações coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública contam com a participação da Polícia Federal e das Polícias Civis e agentes da lei dos países envolvidos.

Desde as primeiras horas da manhã, os policiais cumprem 105 mandados de busca e apreensão de arquivos com conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes. A operação está sendo acompanhada peço Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), em Brasília.

No Brasil, as ações policiais ocorrem nos seguintes estados: Amazonas, Amapá, Alagoas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e no Distrito Federal. Ao todo, 656 pessoas, entre policiais e agentes da lei, estão envolvidos no trabalho de investigação.

Os resultados das operações anteriores:   

Luz na Infância 1 – 20 de outubro de 2017. Foram cumpridos 157 mandados de busca e apreensão de computadores e arquivos digitais. Foram presas 108 pessoas.
Luz na Infância 2 – 17 de maio de 2018. As Polícias Civis dos Estados cumpriram 579 mandados de busca, resultando na prisão de 251 pessoas.
Luz na Infância 3 – 22 de novembro de 2018. Operação deflagrada no Brasil e na Argentina com o cumprimento de 110 mandados de busca, resultando na prisão de 46 pessoas.
Luz na Infância 4 – 28 de março de 2019. Operação deflagrada em 26 estados e no Distrito Federal resultou no cumprimento de 266 mandados e 141 pessoas presas.

Agência Brasil
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Plantão 24H

Com protocolo aprovado, bailes e eventos festivos devem ser liberados no Rio Grande do Sul

Reporter Cidades

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em



 

A partir de aprovação de protocolos de saúde, que já foi pré-obtida, os bailes e eventos dançantes devem ser liberados no Rio Grande do Sul até a próxima semana. O anúncio deve ser oficializado pelo Governador Eduardo Leite, em decreto que deve ser publicado ainda nesta semana.

O protocolo foi aceito e não será necessária a realização de um evento teste antes da oficialização da retomada dos eventos festivos. Festas infantis também serão liberadas. Os protocolos foram apresentados mediante ideias de entidades ligadas à musica, representantes de bandas, Associações de Bandas de Bailes do Rio Grande do Sul, representantes de casas noturnas e de espetáculos e demais representantes do setor de eventos, com apoio do Deputado Federal Ernani Polo. Ainda no mês de setembro, o governador havia sinalizado a liberação dos eventos em questão, de forma a evitar festas clandestinas e sem nenhuma norma de prevenção.

A capacidade de público deve ser reduzida entre 30 a 50% da disponibilidade total dos estabelecimentos, além do espaçamento de 1,5m e disponibilização de camarotes e mesas para grupos reduzidos, bem como a higienização de calçados, mãos e aferição de temperatura de todos os presentes, dentre outras medidas que ainda serão avaliadas pelo Comitê do Governo Estadual.

Fonte: NO AR

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Segurança

Polícia investiga maus-tratos a criança de 1 ano internada em hospital de Caxias do Sul

Reporter Plural

Publicado

em

Ilustração Google

Médicos suspeitaram da gravidade dos ferimentos. No dia seguinte à internação, padrasto foi preso em flagrante por agredir a mulher.

A Polícia Civil investiga um caso de maus-tratos a uma criança de 1 ano que está internada em estado grave na UTI do Hospital de Caxias do Sul, na serra gaúcha.

De acordo com a polícia, a menina foi levada para atendimento pela mãe na noite da última quinta-feira (15). Pela gravidade dos ferimentos, os médicos orientaram que fosse feito um registro de ocorrência.

No dia seguinte à internação da criança, na sexta-feira (16), o padrasto da menina foi preso em flagrante por agressão à mulher. Segundo o registro policial, a Brigada Militar foi acionada por volta das 16h. De acordo com a delegada Aline Martinelli, eles tiveram um desentendimento por causa da ocorrência do dia anterior, envolvendo a criança.

Segundo o delegado Caio Márcio Fernandes, a polícia ainda busca esclarecer como aconteceram os ferimentos na criança e aguarda o laudo pericial para esclarecer se as lesões são resultado de agressão ou acidente. O caso foi registrado inicialmente como maus-tratos.

Em depoimento, o homem alegou que as lesões contra a mulher foram recíprocas durante a discussão. Ele pagou fiança de R$ 1,5 mil e responderá ao processo em liberdade.

FONTE G1

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Segurança

Casal é condenado por matar três filhos recém-nascidos no interior do Paraná

Reporter Plural

Publicado

em

Casal foi condenado por matar três filhos recém-nascidos — Foto: Reprodução/Pixabay

Mãe foi condenada a 63 anos e 8 meses de reclusão pelo Tribunal do Júri de Salto do Lontra, e o pai a 48 anos e 4 meses de reclusão.

Um casal foi condenado pelo Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no sudoeste do Paraná, por matar três filhos recém-nascidos. Os crimes aconteceram em 2010, 2013 e 2016.

A mãe foi condenada a 63 anos e 8 meses de reclusão, e o pai a 48 anos e 4 meses de reclusão. Ele foi absolvido do 1º homicídio.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), a mulher foi acusada de executar materialmente os crimes; enquanto a acusação do pai foi de instigar, ajustar e determinar a prática criminosa.

Os dois não desejavam ter mais filhos, segundo a denúncia. Antes das três crianças assassinadas, conforme o MP-PR, o casal teve outros cinco filhos

A resultado do Tribunal do Júri foi divulgado pelo MP-PR na sexta-feira (16).

Outro filho depois da denúncia

 

A denúncia apontou que a mulher escondia as gestações, era negligente com o pré-natal e matava as crianças em coautoria com o pai delas.

O MP-PR apresentou a denúncia contra o casal em janeiro de 2017. Depois disso, se mudaram para outra cidade e em dezembro de 2018, de acordo com o MP-PR, eles tiveram outro filho.

Então, o MP-PR interveio a criança para uma família substituta e foi extinto o poder familiar dos pais biológicos.

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