Onyx vai assumir Ministério da Cidadania no lugar de Osmar Terra – Portal Plural
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Política

Onyx vai assumir Ministério da Cidadania no lugar de Osmar Terra

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Foto: DCI


O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, vai assumir o Ministério da Cidadania. O presidente Jair Bolsonaro comunicou o atual titular da pasta, Osmar Terra, da decisão durante o horário de almoço. Terra, com isso, deixa o governo.

A decisão ocorre após polêmicas, nas últimas semanas, envolvendo o nome de Onyx Lorenzoni. Bolsonaro demitiu dois dos principais auxiliares do ministro na ausência dele, entre eles Vicente Santini, que utilizou avião da Força Aérea Brasileira (FAB) em voo exclusivo entre a Suíça, onde ocorreu o Fórum Econômico Mundial, e a Índia, onde Bolsonaro cumpria agenda oficial. Além disso, o presidente transferiu para o Ministério da Economia o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), uma das principais vitrines da Casa Civil.

Já Osmar Terra vinha se desentendendo com a equipe econômica do governo. A escalada se deu recentemente com o Bolsa Família, programa que registrado filas de espera de beneficiários.

Mais cedo, nesta quarta, Onyx havia refutado a possibilidade de comandar o Ministério da Cidadania. “Nah… Ninguém falou isso”, disse a jornalistas em Brasília.

Para a Casa Civil, Bolsonaro convidou o general Walter Souza Braga Netto, segundo informações do jornal O Estado de S.Paulo. Netto é ex-chefe da intervenção federal no Rio de Janeiro.

Quem é Braga Netto

Convidado para ser o novo ministro da Casa Civil, o general de Exército Walter Souza Braga Netto é o atual chefe do Estado-Maior do Exército. Ex-chefe da intervenção federal do Rio, é avesso à exposição e prefere ficar longe dos holofotes.

Nascido em Belo Horizonte, Braga Netto cumpre o “perfil mineiro”: prefere o trabalho ao verbo. Ao assumir o comando da intervenção no Rio, que lhe concedeu poderes de governador do estado na área da Segurança Pública, determinou a subordinados e a familiares discrição nas redes sociais, segundo o Estadão.

Rádio Guaíba

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Política

Mandetta permanece no Ministério da Saúde

Pável Bauken

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em cerimônia no Planalto

Após uma segunda-feira (6) de idas e vindas nos bastidores, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), permaneceu no cargo depois de uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro.

Nos últimos dias, Bolsonaro mostrou grande descontentamento com Mandetta devido aos rumos tomados no combate à pandemia. O presidente chegou a declarar que faltava “humildade” ao ministro e, sem citar nomes, afirmou que usaria sua caneta contra ministros que “estão se achando”. Mandetta, por sua vez, disse na sexta-feira (3) que “médico não abandona paciente”.

Antes do encontro com os outros ministros, Bolsonaro se reuniu a sós com Mandetta e garantiu a permanência do ministro da Saúde no cargo. A CNN apurou que a conversa teve um tom grave, mas não foi um bate-boca. Mandetta falou que estava desconfortável, mas estava no governo para ajudar. Por parte de Bolsonaro, houve uma cobrança para que as restrições de circulação tenham uma solução no curto prazo; e para que a hidroxicloroquina seja mais usada no tratamento contra a COVID-19.

Ainda não há estudos científicos suficientes para comprovar a eficácia da hidroxicloroquina contra o novo coronavírus, mas Bolsonaro tem defendido publicamente o uso do medicamento.

Ao longo do dia, o Planalto chegou a avaliar a substituição de Mandetta pelo deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania, defensor do alívio das quarentenas impostas por governadores; ou pela médica Nise Yamaguchi, defensora do uso da hidroxicloroquina no tratamento de pacientes de COVID-19. Nise foi convidada por Bolsonaro a integrar o gabinete de crise de combate ao novo coronavírus.

À tarde, fontes do Ministério da Saúde chegaram a dizer que Mandetta iria deixar o cargo e seria substituído por Terra — que inclusive já estaria ligando para governadores para tratar de novas determinações sobre quarentenas.

No entanto, o presidente recebeu alertas de que a eventual saída de Mandetta seria mal recebida no Congresso Nacional e no STF (Supremo Tribunal Federal). No Executivo, três ministros da ala militar – os generais Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Braga Netto (Casa Civil) e Fernando Azevedo (Defesa) — encabeçaram a ofensiva para dissuadir Bolsonaro da demissão.

No começo da noite, ministros ouvidos pela CNN e que deram informações sob condição de anonimato já asseguravam a permanência de Mandetta. Um deles disse que a reunião foi “melhor do que o esperado”.

Conflito

A situação de Mandetta ficou delicada após semanas de desentendimentos com o presidente sobre a linha a ser adotada no combate ao novo coronavírus. O ministro sempre defendeu a necessidade do isolamento social como forma de contenção do contágio, o que também é defendido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O presidente, por outro lado, critica a medida, afirmando que ela prejudica a economia e que só integrantes dos grupos de risco para a COVID-19 devem ficar isolados – o chamado “isolamento vertical”, que tem respaldo escasso na comunidade científica.

Em aparições quase diárias nas entrevistas coletivas do Ministério da Saúde, Mandetta nunca criticou diretamente Bolsonaro, mas manteve a defesa do isolamento social e recomendava à população que seguissem as orientações dos governadores – quase todos deles partidários de quarentenas e interrupção das atividades não essenciais.

Como pano de fundo do embate, recentes pesquisas do Datafolha mostraram apoio da maioria da população ao isolamento social e uma aprovação a Mandetta maior que o dobro da do presidente.

Toda a crise ocorre no momento em que o Brasil tem 12.056 casos confirmados de COVID-19 e 553 mortes pela doença, segundo números de hoje, e quando o país se encaminha para a fase mais crítica da pandemia – no dia 17 de março, o próprio Mandetta disse que o Brasil viveria entre “60 e 90 dias de muito estresse” por causa do avanço da doença.

CNN Brasil

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Destaque

Henrique Mandetta deverá ser demitido hoje. Osmar Terra entra no lugar

Reporter Cidades

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O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta deverá ser demitido do cargo hoje por Jair Bolsonaro. O deputado federal Osmar Terra é o nome mais cotado para ocupar a pasta.

Osmar Terra já estaria ligando para os governadores para anunciar a decisão do presidente.

A mais recente pesquisa Datafolha havia apontado que entre os brasileiros que declararam ter votado em Jair Bolsonaro no segundo turno da última corrida presidencial, 82% classificaram como ótimo ou bom o trabalho da pasta comandada pelo médico e deputado licenciado Mandetta (DEM).

Veja

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Política

“Com união já é difícil, sem união não tem saída”, desabafa Deputado Federal Sanderson

Reporter Cidades

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O Programa Conexão do Portal Plural entrevistou o Deputado Federal Ubiratan Antunes Sanderson, ele é um Policial Federal e filiado ao PSL. Nas eleições de 2018 foi eleito Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul, com 88.559 votos. Durante o programa, o parlamentar, único da esfera federal até o momento com coragem para encarar os âncoras do programa Conexão, explanou sobre vários temas, entre eles, o Coronavirus, Fundo eleitoral, fundo partidário e liberdade de presos devido a pandemia.  

Liberdade de presos devido ao temor do Covid-19.

Segundo o deputado, o corona causa reflexo em várias áreas principalmente na segurança pública onde 3400 presos já ganharam a liberdade provisória. Ele salientou que é autor do projeto 1331/2020 de autoria dele e do Deputado Eduardo Bolsonaro, proibindo esse tipo de ação com o apoio de centenas de parlamentares. Solicitou que fosse pautado na mesa diretora, sendo que o presidente sinalizou positivamente desde que fosse um consenso de todos os partidos. No Brasil ser preso só se for azarado. Soltar o detento é penalizar a própria sociedade. O momento é de responsabilidade!

O Deputado defende que local de preso é dentro do presidio e se for contaminado que seja tratado na própria casa prisional, mas, jamais na rua. Nesse momento colocar o preso na rua é chamar a população de otária. Se for votado e não for aprovado tudo bem, mas solicita que o projeto seja pautado. O projeto dispõe que a liberdade de detento não poderá ocorrer em razão da pandemia do Coronavirus. Nós estamos em um crise sem precedentes, onde cada dia que passa são centenas, milhares de pessoas que logo ali na frente estarão sem empregos. Cada preso colocado em liberdade representa um perigo gigantesco. Exige-se seriedade nas decisões, pois, não há um inocente dentro do presidio.

Trabalhar com p Presidente Jair Bolsonaro

Quando foi questionado como é trabalhar com o chefe, o deputado destacou que o Presidente Jair Bolsonaro é uma pessoa simples como nós que fala o que pensa se protocolos combinados. As vezes ele tem umas respostas mais toscas (secas) mas alguns minutos depois buscar manter o diálogo. Ele não possui nenhuma animosidade com o Ministro Mandetta da Saúde, muito pelo contrário. Ele fez um relato sobre a amizade de ambos. Eu não gosto de partido e o presidente também não, ele é apartidário e organizou seu ministério sem estar dependendo de uma sigla ou outra. Com relação a segurança, ele acrescentou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não vai determinar como cada cidadão deverá se portar. A liberação de presos também favorece os internados, ou seja, os menores infratores que estão detidos na Fase. Na maioria dos países do mundo o infrator é punido, no Brasil infelizmente não! Aqui para ser preso e cumprir a pena é uma casualidade.

Fundo Eleitoral e Fundo partidário

Apresentamos 649/2020 que destina os R$ 2,034 bilhões do Fundo Eleitoral para prevenção e combate ao Corona vírus.  Só os 34 milhões já seria uma grande ajuda para a população, imagina o montante total que salvaria milhões de pessoas. Cem milhões de brasileiros vivem sem saneamento básico (literalmente fazem xixi e coco no chão). Existem vários meios para se obter recursos para campanha, agora usar direito público para pagar santinhos e usar gráficas de fachada para lavar dinheiro seria um atestado de covardia. Não importa quando a eleição vai ocorrer, mas hoje a urgência é dar suporte para os hospitais.

Com relação a inversão social de valores com a câmara e o senado possuem parlamentares demais com altos gastos, onde muitos ganham demais e a maioria vive de esmolas, o deputado salientou que o Brasil sim tem saída, ele citou que gastou R$ 88 mil reais para uma votação de 88 mil votos. São nas campanhas que político profissional faz sua safra. Disse não confiar em político profissional.  Ele acredita que aos poucos teremos uma renovação que teve início nas redes sociais. De 269 novos deputados, cerca de 150 votaram projetos na contramão da renovação como por exemplo a votação do COAF. Não há justificativa plausível para uma Câmara possuir 513 deputados, uma vez que ao chegar na câmara haviam 396 poltronas. Tenho a liberdade para falar porque não sou da política, sou deputado federal e estou político.

Aqueles que fazem da política carreira, desconfie! Tem deputados que não sabem o que estão fazendo. Limitar o número de mandatos, defende o voto facultativo, distrital onde cara região deveria eleger um deputado federal em cada uma delas.  Ele defendeu as candidaturas independentes cidadãs autônomas, ou seja, sem a obrigatoriedade de uma sigla partidária.   Câmara e Senado possui atualmente 24 mil Assessores enquanto a Policia Federal  possui 11 mil agentes. Ele se mostrou completamente contrário ao benefício de Fundo partidário na ordem de R$ 1 bilhão de reais, e defendeu que uma modernização urgente precisa ser feita para inibir e acabar com essa prática.

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