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ONU lança livro para ajudar crianças a lidar com covid-19

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© Tomaz Silva/Agência Brasil


Com a ajuda de uma criatura mágica, Ario, Meu herói é você, como as crianças podem combater a covid-19! (My hero is you, na versão em inglês) explica como as crianças podem se proteger e proteger suas famílias e amigos contra o novo coronavírus e como gerenciar emoções difíceis quando confrontadas com uma realidade nova e que muda rapidamente. O livro é voltado principalmente para crianças de 6 a 11 anos de idade.

Para o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Ghebreyesus, emergências humanitárias anteriores mostraram como é vital lidar com os medos e a ansiedade dos jovens quando a vida que eles conhecem é virada de cabeça para baixo.

“Esperamos que este livro lindamente ilustrado leve as crianças a uma jornada através dos fusos horários e continentes, e os ajude a entender o que podem fazer para permanecer positivas e se manter seguras durante o surto de coronavírus”, comentou o diretor-geral da OMS.

A diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Henrietta Fore, lembra que, em todo o mundo, a vida das crianças foi completamente alterada – a maioria delas vive em países com algum tipo de movimento ou bloqueio restrito. “Este livro maravilhoso ajuda as crianças a entender e navegar neste novo cenário e a aprender como podem realizar pequenas ações para se tornarem heróis em suas próprias histórias”, explicou a diretora-geral do Unicef.

O projeto do livro é resultado de uma iniciativa liderada pelo Grupo de Referência do Comitê Interagencial Permanente sobre Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Situações de Emergência em colaboração com agências das Nações Unidas (OMS, Unicef e Acnur). Também fazem parte do projeto mais de 50 organizações não governamentais nacionais e internacionais – como a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e a Save the Children – e agências internacionais que trabalham com saúde mental e apoio psicossocial em situações de emergência.

Durante os estágios iniciais do projeto, mais de 1,7 mil crianças, pais, cuidadores e professores de todo o mundo compartilharam suas histórias e a forma como estavam lidando com a pandemia de covid-19. A contribuição foi repassada para a roteirista e ilustradora Helen Patuck e a equipe do projeto, para garantir que a história e suas mensagens ressoassem entre crianças de diferentes origens e continentes.

“Este é um recurso importante para crianças de todo o mundo com uma forte mensagem de inclusão no coração – que esta pandemia só pode ser derrotada se todos estiverem incluídos em sua prevenção e resposta. As crianças, incluindo as refugiadas, deslocadas e apátridas, também podem ajudar. Ninguém está protegido, a menos que estejamos todos protegidos”, conclui o alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi.

Para atingir o maior número possível de crianças, o livro será traduzido para mais de 30 idiomas – ainda em andamento. O livro está sendo lançado tanto em formato online quanto narrado (audio book). A versão em português já está disponível em PDF

ebc

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Mulher de 102 anos sobreviveu à gripe de 1918 e duas vezes ao coronavírus

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Foto: North Westchester Nursing Home

 

Angelina Friedman é uma sobrevivente, em todos os sentidos da palavra.

 

 

Quando bebê, ela sobreviveu à gripe espanhola de 1918. Ao longo de sua vida, superou um câncer, uma hemorragia interna e sepse. Em abril, ela se curou da infecção pelo coronavírus – um vírus que já matou quase 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo.

Agora, a residente de Nova York de 102 anos conseguiu fazer isso de novo. A senhora Friedman sobreviveu a um segundo diagnóstico de Covid-19, de acordo com sua filha, Joanne Merola, que falou com a rede WPIX, afiliada da CNN.

“Minha mãe invencível testou negativo”, contou Merola.

A CNN entrou em contato com o Centro de Enfermagem e Terapia Restaurativa de North Westchester, a casa de repouso onde Friedman mora, mas ainda não recebeu uma resposta.

O primeiro diagnóstico de Friedman ocorreu em março, depois que ela esteve num hospital para um pequeno procedimento médico, segundo contou a administradora Amy Elba à CNN à época. Ao voltar do hospital, ela teve um teste positivo para coronavírus.

Naquela época, a idosa passou uma semana no hospital antes de voltar para o seu quarto, onde se isolou. Com febre intermitente por várias semanas, Friedman finalmente recebeu um resultado negativo em 20 de abril, como contou Merola.

No final de outubro, a filha recebeu um telefonema da casa de repouso, “contando que ela tinha testado positivo novamente”.

“Ela tinha sintomas, como febre e tosse seca. Eles pensaram que ela poderia estar com gripe”.

Com mais funcionários e residentes adoecendo, Merola disse que os residentes mais velhos foram colocados em isolamento. A mulher recebeu atualizações diárias sobre sua mãe, até 17 de novembro, quando recebeu a notícia de que Friedman havia recebido um teste negativo.

Um segundo teste confirmou os resultados negativos e Friedman foi retirada do isolamento de volta para seu quarto normal.

Embora ela tenha perdido a maior parte de sua audição e sua visão esteja ruim, ela ainda está celebrando a vida. “Ela bota para quebrar”, celebrou Elba, a administradora, no início deste ano.

 

Angelina Friedman

 

O entusiasmo de Friedman certamente não veio sem dificuldades.

Angelina Sciales (agora Friedman) nasceu em 1918 a bordo de um navio que transportava imigrantes da Itália para a cidade de Nova York. A viagem aconteceu no meio da pandemia de gripe espanhola. Não se acredita que a bebê tenha contraído a doença.

Sua mãe morreu no parto, e duas de suas irmãs a ajudaram a sobreviver até que pudessem se reunir com seu pai em Nova York, onde moraram no Brooklyn. A mulher de 102 anos é a última sobrevivente de 11 irmãos.

Angelina Friedman e seu marido, pai de Merola, lutaram contra o câncer ao mesmo tempo, mas o homem morreu.

No entanto, Friedman continua a ser uma fonte de alegria e entretenimento para aqueles ao seu redor. A idosa adora tricotar e faz todos os tipos de lembranças para os visitantes. A mulher deu uma grande festa em seu 101º aniversário e, no ano passado, foi coroada Rainha do Baile na casa de repouso.

“Ela não é a mais velha a sobreviver à Covid-19”, disse a filha, “mas pode ser a mais velha a sobreviver duas vezes.”

 

 

CNN

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Mundo

Alemanha bane grupo que defendia restabelecimento de ‘Estado nazista’

Reporter Global

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A Alemanha decretou o banimento do grupo neonazista Sturmbrigade 44, acusado de promover atentados terroristas e defender o restabelecimento de um Estado nazista no País.

 

Nesta terça-feira, 1º, a polícia alemã cumpriu mandados em três Estados, na casa de 13 integrantes do grupo, também conhecido como Wolfsbrigade 44. A operação tinha como objetivo confiscar os fundos do grupo e material de propaganda de extrema direita.

De acordo com o ministro do Interior alemão, Horst Seehofer, o grupo semeava o ódio e promovia o racismo e uma “ideologia inumana”, além de defender a volta de um regime hitlerista.

“Quem quer que lute contra os valores básicos de nossa sociedade livre sentirá a reação resoluta de nosso governo”, disse o ministro.

O objetivo do grupo é restabelecer a ditadura nazista, segundo autoridades de segurança. O 44 em seu nome representa a quarta letra do alfabeto, DD, e é uma abreviatura de Divisão Dirlewanger. Oskar Dirlewanger era um conhecido criminoso de guerra nazista e comandante de uma unidade especial da SS nazista.

O grupo de extrema direita foi fundado em 2016. É conhecido por possuir armas ilegais e seus membros participaram de protestos de extrema direita.

A Alemanha ainda enfrenta problemas com grupos de extrema direita. Em novembro do ano passado, fiscais federais prenderam 12 pessoas suspeitas de conspirar para cometer ataques terroristas contra políticos, solicitantes de asilo e muçulmanos Em fevereiro, um homem partidário de teorias racistas e antissemitas matou dez pessoas de origem estrangeira.

 

 

Estadão

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Mundo

Arizona e Wisconsin certificam vitória de Joe Biden nas eleições norte-americanas

Reporter Global

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Na Geórgia, governador e secretário rebatem acusações de fraude de Trump

 

Os Estados norte-americanos de Arizona e Wisconsin anunciaram, nesta segunda-feira, a certificação dos resultados finais da eleição presidencial dos EUA, realizada no último dia 3 de novembro. Em ambos, a vitória por uma margem apertada ficou com o presidente eleito do país, Joe Biden.

Com isso, as acusações do presidente Donald Trump de que a eleição teria sido alvo de fraudes em grande escala perdem cada vez mais força. No próximo dia 14 o Colégio Eleitoral dos EUA se reunirá nos Estados e deverá confirmar a vitória de Biden. A posse dele está marcada para 20 de janeiro de 2021.

 

Resultados confirmados

Em Wisconsin, a certificação veio após um processo de recontagem nos dois principais condados do Estado, Milwaukee e Dane. A revisão dos resultados tinha sido pedida pelo comitê eleitoral de Trump e custou US$ 3 milhões (o equivalente a R$ 16 milhões).

Eleições EUA: antes de Trump e Biden, outros presidentes americanos também tiveram transições conturbadas

No fim, foram descobertos 87 votos que não tinham sido computados para Biden, que venceu o Estado por cerca de 30 mil votos e ficou com os 10 delegados de Wisconsin no Colégio Eleitoral.

O Arizona também anunciou a certificação dos resultados, que deram a vitória para Biden por cerca de 10 mil votos. Com isso, o democrata também ficará com os 11 delegados do Estado no colégio.

 

A segunda recontagem na Geórgia

Já na Geórgia, que passa pela segunda recontagem de votos, desta vez pedida pela campanha de Trump, tanto o governador Brian Kemp quanto o secretário de Estado, Brad Raffensperger, ambos do Partido Republicano, rejeitaram pedidos do presidente para suspender os resultados eleitorais.

Por meio de um porta-voz, Kemp afirmou que “pelas leis da Geórgia, o governador é proibido de interferir no processo eleitoral”. Já Raffensperger, responsável pela condução da eleição, rejeitou acusações de fraude e disse que “uma imensa desinformação está sendo espalhada por pessoas desonestas” para afetar a credibilidade da eleição.

Biden, o primeiro democrata a vencer a disputa presidencial na Geórgia desde Bill Clinton em 1992, teve uma vantagem de pouco mais de 12,6 mil votos para conquistar os 16 delegados no Colégio Eleitoral.

 

 

Correio do Povo

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