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Oficina Novo Modelo de Financiamento da Atenção Primária

Evento sediado no município ocorreu no Auditório do Grupo de Ensino e Pesquisa da Fundação Municipal de Saúde (Fumssar)

Reporter Cidades

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Na última quinta-feira, 27 de fevereiro, ocorreu uma Oficina Novo Modelo de Financiamento da Atenção Primária promovida promovido pelo Conselho de Secretarias Municipais do Estado do Rio Grande do Sul.

O encontro teve como público alvo, gestores e profissionais de saúde das 11ª e 14ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS)dos municípios das missões e grande Santa Rosa. A Assessora Técnica dos Conselhos de Secretarias Municipais de Saúde ((COSEMS), Ana Paula Capellari falou sobre o novo Modelo de Financiamento da Atenção Primária. Segundo ela, o objetivo da oficina foi apresentar o novo regramento do financiamento federal para a atenção primária em saúde, chamado “Programa Previne Brasil!”.

Ela explicou que esse novo programa foi lançado através da publicação da portaria 2979, no dia 12 de novembro de 2019. Desde então o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde ((COSEMS) do Rio Grande do Sul, tem feito um movimento no sentido de analisar a situação dos municípios de todo o Estado em relação ao novo regramento. Os três componentes apresentados no novo financiamento são: A capitação ponderada que envolve o cadastramento e a vinculação dos usuários nas unidades de saúde do município. O segundo componente é o pagamento dos indicadores pactuados e o último é o incentivo de ações estratégicas em saúde.

Ana Paula Capellari ressaltou ainda que através dqa análise que o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde ((COSEMS) vem realizando, os municípios poderão traçar estratégias e realizar um planejamento nas ações para que os recursos financeiros federais sejam garantidos e utilizados com maior efetividade.

A também palestrante Maria Alessandra Albuquerque destacou enfatizou que para os gestores em relação a questão orçamentária mantém o regramento antigo, pois, não houve mudança, mas para expressar melhor, os repasses financeiros tanto para a capitação ponderada, indicadores por desempenho e ações estratégicas, para que os municípios pudessem identificar os repasses financeiros de acordo com o fundo nacional de saúde para os fundos municipais de saúde. Após o fim do evento, ambas as palestrantes acompanhadas do Presidente da Fundação Municipal de Saúde Délcio Stefan, conheceram parte da rede complementar do sistema público de saúde de Santa Rosa.

Elas destacaram que ficaram encantadas com toda rede municipal e fizeram uma comparação com a capital onde são observados os números e nos municípios os serviços implantados e funcionado. Elas teceram elogios ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Hospital, e destacou que a saúde em Santa Rosa é tratada com seriedade.

Reportagem – Silvio Brasil com o apoio de José Carlos Santos da Silva, Assessor de Comunicação da Fundação Municipal de Saúde

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Energia solar cresce 70% no Brasil apesar da pandemia e espera 2021 positivo

Reporter Global

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A indústria de energia solar está radiante. Ela conseguiu bater recordes em 2020, enquanto alguns setores da economia tiveram dificuldades por causa da pandemia.

 

 

A instalação de painéis solares cresceu 70% no ano passado, gerando 7,5 gigawatts –o que representa quase metade da hidrelétrica de Itaipu.

Tanto o comércio como casas estão optando pela instalação de placas de captação de energia solar para reduzir a conta de luz. Um exemplo: o Cadeg, mercado municipal do Rio de Janeiro, instalou 5.000 placas fotovoltaicas no telhado em 2018, o que permitiu poupar R$ 900 mil na conta de luz.

Por mais que 2020 tenha sido um ano bom para a indústria, vale dizer que foi só a cereja de um bolo que vem crescendo há 10 anos. Isso porque o preço dos equipamentos caiu quase 90% por causa de facilidades dadas pelos governos, deixando essa tecnologia cada vez mais acessível aos consumidores em geral.

A incidência de raios solares no território brasileiro também favorece a produção. Enquanto a Europa conta com uma capacidade limitada a 10% de produção, aqui no Brasil esse número triplica graças à posição geográfica do país. Isso sem contar facilidade econômicas: há 70 linhas de crédito (públicas e privadas) para quem quer investir nesse tipo de energia.

 

 

Perspectiva de crescimento em 2021

Embora tanto especialistas como a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) estejam evitando projeções para 2021, a expectativa é de que o sol há de brilhar mais uma vez neste ano.

Em outubro de 2020, a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) divulgou um comunicado dizendo que muitos países pretendem diminuir a emissão de carbono na próxima década e, por ser uma fonte de energia renovável (ou seja, que é naturalmente abastecida), a geração solar deve se firmar como a “rainha da eletricidade” graças ao crescimento global de 12% ao ano. Aqui no Brasil, a tendência é acompanhar esse crescimento.

Está tramitando em carácter de urgência na Câmara dos Deputados o projeto de lei 5829/19, que beneficia consumidores que geram a própria energia elétrica, sobretudo a partir de fontes renováveis (solar, eólica, biomassa), e injetam o excedente na rede de distribuição local.

Além disso, as casas do programa federal Casa Verde e Amarela (antigo Minha Casa, Minha Vida) também devem contar com o sistema de energia solar.

 

 

FONTE: CNN

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Ensino

Estudante muda de casa e fica sem ver família durante estudos para o Enem na pandemia: ‘Achei que não ia conseguir’.

Reporter Regional

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Quando as aulas presenciais foram substituídas para o ensino remoto durante a pandemia, o estudante João Victor de Lima, de 18 anos, se deparou com as dificuldades em ter acesso à internet, a falta de um computador e recursos para estudar em casa e se preparar para o Enem e vestibulares. Ainda aos 17 anos, a solução foi morar com os padrinhos, em Jundiaí (SP).

Ao G1, João Victor contou que frequentou escolas públicas desde pequeno, em Várzea Paulista (SP). Em março de 2020, ele começou o cursinho preparatório da ONG Professor Chico Poço, em Jundiaí, e precisou conciliar o ensino médio a distância, curso de inglês, academia de dança, onde é bailarino, além das dificuldades de um período pandêmico.

“Eu consegui ter um bom desempenho, fui autodidata nessa parte, mas achei que não ia conseguir. A maior dificuldade foi ter a saúde psicológica”, relata João Victor.

Durante a pandemia, a mãe de João continuou trabalhando como confeiteira e chegou a testar positivo para Covid-19. De acordo com o filho, ela era assintomática e apenas sentiu febre. Nesse período, ele passou a vê-la com menos frequência.

“Os meus padrinhos são idosos. O preço das coisas aumentou, o número de mortes cresceu. Minha mãe e meu irmão não pararam de trabalhar. Meus padrinhos me receberam de braços abertos. Eles também aceitaram mudar os hábitos deles e mudaram tudo por mim”, conta.

Preparação

 

Durante a preparação para os vestibulares e Enem, que ocorre neste domingo (16), o jovem chegou a estudar 12 horas por dia, mas logo percebeu que a prática não era saudável e resolveu seguir um cronograma menos extenso.

“Eu já tinha em mente que poderiam ter complicações emocionais e mentais. Eu percebi que isso começou a me afetar quando eu ia dormir três horas da manhã. Eu começava a estudar 8h30 da manhã e terminava 3h30.”

 

O jovem prestou a primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o curso de dança, como primeira opção. Caso não alcance a nota necessária, ele deseja entrar na Universidade Federal de Pampa, para cursar produção cultural.

‘Usava a internet do terminal’

 

João relata que há dois anos o acesso à internet era muito difícil no local onde ele morava porque as empresas não cobriam a área. Atualmente, a família instalou uma rede com baixa velocidade para ter no celular.

“Na rua não chegava internet. Era bizarro porque na rua de baixo tinha internet e tinha tudo. As empresas falavam que teria que ter uma quantidade de assinante para colocar o cabo na rua. Tiveram momentos que eu usava a internet do terminal.”

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Geral

Manaus registra 213 enterros em 24 horas e bate novo recorde.

Reporter Regional

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Manaus registrou 213 enterros nesta sexta-feira (15), informou a prefeitura. O número bateu recorde de sepultamentos diários desde o começo da pandemia.

Nesta sexta, a capital bateu o recorde de enterros diários pela quinta vez, só no mês de janeiro. A primeira vez que Manaus teve tantos enterros, de causas em geral, foi em 26 de abril, com 140 registros (com dados apenas de espaços públicos).

Na época, o estado enfrentava a primeira onda da doença, e sofreu colapsos no sistema público de saúde e funerário. Neste mês de janeiro, o recorde de sepultamentos diários foi quebrado 5 vezes:

Conforme a prefeitura, do total de 213 sepultamentos, 161 foram nos espaços públicos e 52 em espaços privados. Entre as causas das mortes, 102 foram declaradas como Covid-19, e sete casos suspeitos.

O município informou, ainda, que houve o registro de 30 óbitos em domicílio e que, do total de sepultamentos nos cemitérios públicos neste dia, 29 foram atendidos pelo serviço SOS Funeral, coordenado pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc).

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