O que é solstício de verão? Está chegando o dia mais longo do ano
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O que é solstício de verão? Está chegando o dia mais longo do ano

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Foto: Reprodução.

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No calendário está marcado que o verão 2023/2024 começa no dia 22 de dezembro. Neste dia, às 00h27, o Hemisfério Sul passa pelo solstício de verão.

O solstício é um momento, com dia hora, minuto e segundo muito bem calculados pelos astrônomos e está relacionado exclusivamente com o movimento da Terra ao redor do Sol.

 

Solstício de verão e de inverno

O solstício ocorre duas vezes por ano, em junho e em dezembro. Em junho, ocorre o solstício de verão no Hemisfério Norte e o polo norte tem a maior inclinação para o Sol, fica iluminado por seis meses. Agora, em dezembro, no dia 22, será vez do Hemisfério Sul ter o solstício de verão, quando o polo sul ficará com máxima inclinação para o Sol.

No verão no Hemisfério Sul, o polo sul fica seis meses com sol. Mas o verão no continente Antártico começou lá no início da primavera, em 22 de setembro e prossegue por seis meses, até março. Então, até por volta do dia 20 de março, quando termina o verão no calendário civil e começa o outono, o sol fica acima da linha do horizonte lá na Antártida. São seis meses de dia! Não tem noite! Isso ocorre também no verão no polo norte.

 

O sol parado

Pode parecer estranho, mas astronomicamente o solstício é o ponto máximo do verão.

A palavra solstício, vem do latim,  pode ser  traduzida como “sol parado”. Uns dias antes e uns dias depois do solstício, a posição do sol para quem está vendo na superfície terrestre não muda muito e por isso essa impressão de que está parado.

Mas não está! Com o decorrer do verão, a medida que os dias passam e vamos nos aproximando do outono,  no fim de março, a altura do sol no horizonte vai ficando cada vez menor, o caminho do sol aparente vai ficando mais baixo no horizonte.

No dia do solstício de verão, que em 2023 ocorre no dia 22 de dezembro, às 00h27 (horário de Brasília), o Sol atinge a máxima distância em relação aos pontos cardeais leste e oeste.

É no verão que o Hemisfério Sul recebe a sua maior dose de sol ao longo do ano, especialmente em dezembro e em janeiro, que são as semanas mais próximas do solstício de verão no Hemisfério Sul.

Quem mora nos estados do Sudeste, do Sul e nas áreas mais ao sul do Centro-Oeste percebe que o sol está nascendo mais cedo e se pondo mais tarde. Os dias estão mais longos. São mais horas de sol para esquentar o ar, para a manter as temperaturas elevadas.

Confira o horário do nascer e do por do sol em alguns locais da América do Sul, no dia 22/12/2023, dia do solstício de verão no Hemisfério Sul, no horário de Brasília.

 

Ushuaia (extremo sul da Argentina)

17 horas e 20 minutos de dia claro

nascer do sol: 4h51

pôr do sol: 22h11

 

Porto Alegre (RS)

14 horas e 5 minutos de dia claro

nascer do sol: 5h20

pôr do sol: 19h25

 

Rio de Janeiro (RJ)

13 horas e 33 minutos de dia claro

nascer do sol: 5h04

pôr do sol: 18h37

 

Belém (PA)

12 horas e 12 minutos doe dia claro

nascer do sol: 6h06

pôr do sol: 18h18

 

 

Curiosidades

O solstício é um momento, com dia, mês, hora e segundo muito bem determinados por cálculos astronômicos. Não é um período. Então, não é correto dizer “entramos no solstício”. Você pode dizer passamos (com a ideia de um momento) pelo solstício de verão (de inverno) e entramos (ideia de um período que vai se prolongar) no verão (inverno).

 

Duração do dia

É no solstício de verão que temos o dia mais longo, o maior número de horas de dia claro e  a noite mais curta. No solstício de inverno ocorre o dia mais curto e a noite mais longa.

 

Dia da menor sombra no chão

Faça a experiência: ao meio-dia real, pegue um cabo de vassoura ou qualquer objeto que pareça uma vara. Finque a vara no chão, de forma que fique reta, perpendicular ao chão. No dia do solstício verão veremos a menor sobra da vara no chão. Já no solstício e inverno, que ocorre em junho, obtemos a maior sombra possível.

 

Fonte: G1.

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Estado americano aprova pena de morte para condenados por estupro contra menores de idade

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Foto: AP Photo/George Walker IV, File
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O estado do Tennessee, nos Estados Unidos, aprovou uma nova legislação que permite a imposição da pena de morte para condenados por estupro de crianças. Assinada pelo governador republicano Bill Lee em maio, a lei entrará em vigor em 1º de julho deste ano, embora seja inaplicável atualmente devido a uma decisão da Suprema Corte dos EUA de 2008, que proibiu a pena de morte em casos de estupro infantil.

Anteriormente, o Tennessee permitia a pena de morte para estupradores de crianças, mas essa disposição tornou-se inconstitucional após a decisão da Suprema Corte. A nova legislação, apoiada pela maioria republicana no legislativo estadual, é vista como uma forma de pressionar a corte a reverter sua posição.

Segundo a Associated Press, políticos estaduais esperam que a atual maioria conservadora na Suprema Corte possa levar a uma reversão da decisão histórica de 2008, semelhante ao que ocorreu recentemente com a decisão Roe vs. Wade sobre o aborto.

A senadora republicana Janice Bowling afirmou recentemente que estão desafiando uma decisão anterior e sugeriu que a mudança no clima político da Suprema Corte poderia favorecer essa reversão. O governador Bill Lee, ao assinar a lei, enfatizou a gravidade dos crimes contra crianças como justificativa para essa legislação.

Nos Estados Unidos, a pena de morte geralmente é reservada para crimes que resultam na morte da vítima ou são considerados traição contra o governo. No entanto, a Suprema Corte tem reiterado que a aplicação da pena capital para crimes sexuais, incluindo estupro de crianças, é excessivamente severa, como decidiu em 2008.

Em estados como a Flórida, uma legislação semelhante foi promulgada em 2023, e promotores já buscam aplicar a pena de morte em casos de abuso sexual infantil. Atualmente, todas as execuções no Tennessee estão suspensas devido a problemas identificados no processo de injeção letal após um relatório crítico de 2022.

O caso Kennedy vs. Louisiana, decidido pela Suprema Corte em 2008, estabeleceu um precedente nacional contra a aplicação da pena de morte para crimes sexuais nos Estados Unidos. Desde então, a proibição tem sido mantida em vigor em todo o país.

Fonte: G1

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No Brasil, 62 jovens são assassinados por dia

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Foto: Haeckel Dias/Polícia Civil
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A cada dia, 62 jovens são vítimas de homicídio no Brasil, uma realidade alarmante que desafia as autoridades a evitar a cooptação de novas gerações pelo crime organizado e a proteger grupos mais jovens da vitimização. Em 2022, quase metade (49,2%) dos 46,4 mil homicídios registrados no país foram de pessoas entre 15 e 29 anos.

Esses dados foram revelados na nova edição do Atlas da Violência, um relatório anual produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em colaboração com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o documento, em 2022, a cada cem mortes de jovens no Brasil, 34 foram por homicídio, muitos deles cometidos com armas de fogo.

Ao longo dos últimos onze anos (2012-2022), 321,4 mil jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de violência letal no país, predominantemente homens negros. Esses jovens, muitos dos quais são de áreas periféricas, são frequentemente recrutados pelo crime organizado, abandonam a escola precocemente e veem poucas oportunidades no mercado de trabalho, como destaca Samira Bueno, uma das coordenadoras do Atlas e diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A taxa de homicídios para essa faixa etária foi de 46,6 a cada 100 mil habitantes em 2022, representando uma redução de 4,9% em relação ao ano anterior. Apesar dessa queda, essa taxa ainda é muito superior à média nacional de 21,7 homicídios para cada 100 mil habitantes.

Samira ressalta que, especificamente para homens jovens entre 15 e 29 anos, a taxa de homicídios é quatro vezes maior, alcançando 86,7 por 100 mil habitantes. Além disso, nos últimos anos, essas mortes não estão mais concentradas apenas nas grandes capitais, mas também em cidades menores, onde o crime organizado expandiu suas operações.

O relatório destaca um crescimento significativo da taxa de homicídio juvenil em estados como Piauí (64,6%), Bahia (23,5%) e Amazonas (19,5%) em 2022, enquanto Distrito Federal, São Paulo e Goiás registraram as maiores reduções nessa taxa.

São Paulo teve a menor taxa de homicídios para jovens em 2022 (10,8), seguido por Santa Catarina (13,3) e Distrito Federal (19,3). Em contraste, Bahia (117,7), Amapá (90,2) e Amazonas (86,9) apresentaram os maiores indicadores de letalidade para essa faixa etária.

Em relação à vitimização racial, pessoas negras (pretas e pardas) corresponderam a 76,5% do total de homicídios registrados no país em 2022, com uma taxa de 29,7 homicídios por 100 mil habitantes desse grupo. Em comparação, a taxa para pessoas não negras (brancas, indígenas e amarelas) foi de 10,8 homicídios por 100 mil habitantes.

O Atlas da Violência destaca que, entre 2012 e 2022, os homicídios de jovens resultaram em uma perda de 15,2 milhões de anos potenciais de vida perdidos, com armas de fogo sendo responsáveis pela maior parte dessas mortes prematuras.

Esses números refletem uma tragédia evitável que requer políticas públicas mais eficazes para reduzir a violência e proteger a juventude brasileira.

Fonte: Estadão

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Homem ganha luva com dedos impressos em 3D depois de acidente de trabalho

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Foto: Open Bionics
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Um homem de 52 anos se tornou o primeiro do mundo a experimentar uma luva com dedos impressos em 3D, após um acidente de trabalho onde perdeu quatro dedos.

Desde o incidente há uma década, Michael Altheim finalmente recuperou a capacidade de segurar e manipular objetos, graças à luva chamada Hero Gauntlet, controlada pelo movimento de seu pulso.

“Quando coloquei a Hero Gauntlet e movi meu pulso, meus dedos se moveram junto com ele – pensei: ‘Ah, sim, isso funciona'”, compartilhou Michael. A luva é personalizada para ele e também é à prova d’água.

O acidente aconteceu enquanto Michael trabalhava com uma máquina industrial para lixar um campo esportivo. Um incidente prendeu sua luva na esteira da máquina, resultando na amputação dos dedos.

Agora, após uma década, Michael se destaca como pioneiro ao utilizar essa luva revolucionária, desenvolvida pela empresa britânica Open Bionics, especializada em robótica para reabilitação.

Ele descreveu a experiência com a luva como incomparável com qualquer outra solução anterior que tentou. “As soluções anteriores eram pesadas, com operação limitada e não à prova d’água”, explicou.

Com a nova luva, ele pode realizar tarefas como dobrar uma toalha ou segurar objetos grandes e pesados que anteriormente eram difíceis. “Nunca pude segurar corretamente uma chave de fenda ou um amarelo, mas agora posso usá-los perfeitamente sem problemas”, comentou com bom humor.

O protótipo da luva foi feito sob medida para a amputação de Michael, utilizando digitalização e impressão 3D. Durante os testes, ele continuou a se surpreender com a funcionalidade da luva, que foi ajustada para suas necessidades específicas.

Além de ser à prova d’água, a tecnologia proporciona conforto e funcionalidade para uso diário, melhorando significativamente sua qualidade de vida.

Para Samantha Payne, diretora de operações e cofundadora da Open Bionics, ver o impacto positivo imediato dessa tecnologia nas atividades diárias de Michael é uma grande realização.

“A empresa está colaborando com grupos em toda a Alemanha para oferecer essa tecnologia a pessoas com amputações parciais das mãos”, acrescentou.

Fonte: Só notícia boa

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