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Número de mortes pelo coronavírus chega a 490 na China

Infectados pelo novo vírus já são mais de 24 mil

Reporter Global

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em

REUTERS / Jason Lee/ Direitos reservados


Autoridades de saúde da China informaram que mais 65 pessoas morreram na província de Hubei nessa terça-feira (4) em decorrência do novo coronavírus. A mais recente atualização eleva o número total de mortes na China para 490.

O número de pacientes infectados aumentou em 3.887, com o total alcançando 24.324 pessoas no país.

Casos da nova variante do coronavírus foram confirmados em 27 países e regiões além da China. O número total de pessoas infectadas fora da China continental já chega a 226.

Os casos confirmados incluem 33 no Japão, 25 na Tailândia, 24 em Singapura, 18 em Hong Kong, 18 na Coreia do Sul, 13 na Austrália, 12 na Alemanha, 11 nos Estados Unidos e 11 em Taiwan.

Malásia, Macau e Vietnã têm 10 casos confirmados cada, enquanto a França confirmou seis, os Emirados Árabes, cinco e a Índia, três casos.

Canadá, Itália, Reino Unido, Rússia e Filipinas têm dois casos cada confirmados. Nepal, Camboja, Sri Lanka, Finlândia, Suécia, Espanha e Bélgica têm um caso confirmado por país.

Até o momento, uma pessoa nas Filipinas e uma em Hong Kong morreram em decorrência do coronavírus.

Sem sintomas

Cientistas no Japão dizem que uma em cada duas pessoas afetadas pelo novo coronavírus pode ter sido infectada por outra pessoa que não apresentava sintomas no momento. O estudo sugere que o vírus tem a habilidade de se espalhar significativamente durante o período de incubação.

Uma equipe de pesquisa da Universidade de Hokkaido, liderada pelo professor Hiroshi Nishiura, analisou dados de 52 pacientes de países que incluem China e Alemanha, onde um estudo já havia sido feito para rastrear o vírus.

O grupo pesquisou o período de tempo entre o surgimento dos sintomas e a manifestação deles em outra pessoa suspeita de ter sido infectada por esse paciente. O grupo descobriu que o período de incubação médio foi de 3,8 dias, mais curto que os 5 dias que haviam sido relatados anteriormente.

Os cientistas realizaram outras análises, utilizando hipóteses de que cada pessoa infectada transmite o vírus para 2,2 pessoas. Eles dizem que a análise revelou que um em dois pacientes pode ter sido infectado por pessoas que não apresentavam sintomas.

A equipe afirma que apesar de o estudo ser pequeno, mostra a necessidade de um mecanismo médico para proteger aqueles que tendem a desenvolver sintomas graves, incluindo idosos e pessoas com condições preexistentes.

EBC

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Mundo

Terra está ‘morrendo’ rápido demais, indicam pesquisadores.

Reporter Regional

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em



Extinções em massa, crises de saúde e constantes rupturas sociais. Apesar de esse já ser um cenário familiar para cerca de 7,5 bilhões de pessoas espalhadas pelo globo, o futuro tende a trazer eventos catastróficos ainda mais acentuados se líderes mundiais não começarem a cuidar do meio ambiente com seriedade. Isso é o que indica um time de 17 cientistas de 3 países (Estados Unidos, México e Austrália) em artigo publicado na Frontiers in Conservation Science em 13 de janeiro. A Terra, ressaltam, está “morrendo” rápido demais.

Os responsáveis pelas projeções descrevem os três pilares que mais ameaçam a vida por aqui: perturbação climática, declínio da biodiversidade e consumo excessivo aliado à superpopulação. De acordo com eles, tais fatores deixarão nosso planeta em uma posição mais precária do que nós podemos imaginar, já que tendem a estar cada vez mais presentes em nosso dia a dia, colocando em risco a raça humana. Para embasar suas perspectivas, reuniram mais de 150 pesquisas a respeito do assunto.

De todo modo, segundo eles, o levantamento não se trata de uma repreensão a cidadãos comuns, mas da descrição detalhada dos perigos com os quais teremos de lidar. Dessa maneira, espera-se que ações capazes de atenuar o que está por vir serão incluídas em projetos de líderes políticos, por exemplo – caso se disponham a tentar reverter o quadro nada promissor.

“Não é um chamado à rendição. Nosso objetivo é dar um ‘banho de água fria’ em líderes quanto ao estado do planeta, algo essencial para o planejamento dedicado à prevenção de um futuro medonho”, eles reforçaram.

 

Riscos mortais

Para dar uma “cara” ao que nos espera, inicialmente, o grupo cita que a natureza será muito mais solitária. Cerca de 50% das plantas terrestres e 20% da biodiversidade animal desapareceram da superfície desde o início da agricultura, há 11 mil anos. Caso tendências atuais se mantenham em seus cursos, cerca de 1 milhão das 7 a 10 milhões de espécies vegetais e animais da Terra podem estar em risco de extinção em breve, perturbando, inclusive, os principais ecossistemas existentes.

O resultado? Menos insetos para polinizar plantas, menos plantas para filtrar ar, água, solo e menos florestas para proteger assentamentos humanos de inundações e outros desastres naturais. Junte a equações secas mais frequentes e à elevação do nível do mar, chegando a 1 bilhão de pessoas se tornando refugiados do clima até o ano 2050.

Pensa que acaba por aí? Calma que tem mais. “Em 2050, a população mundial provavelmente crescerá para 9,9 bilhões de pessoas”, complementam os autores, o que agravaria a insegurança alimentar e habitacional, o desemprego, a superlotação e a desigualdade, aumentando as chances de pandemias, como a da covid-19.

À medida que invadimos espaços selvagens, eleva-se o risco de surgimento de novas doenças zoonóticas mortais.

 

Aquilo que deve ser nomeado

Ainda segundo a equipe, não estamos aprendendo muito com as experiências pelas quais estamos passando. As metas de aquecimento global estabelecidas pelo Acordo de Paris já foram ultrapassadas; além disso, atualmente, estamos no caminho certo para habitar um mundo que é 2,3 graus Celsius mais quente do que a média das temperaturas globais na era pré-industrial. Países também falharam em cumprir objetivos básicos de biodiversidade estabelecidos pela ONU em 2010.

“Se a maioria da população mundial realmente entendeu e apreciou a magnitude das crises que resumimos aqui – e a inevitabilidade da piora das condições –, seria lógico que se esperasse mudanças positivas nas políticas para tratar a gravidade das ameaças existenciais. Entretanto, o oposto está acontecendo”, lamentam.

Felizmente, nada está totalmente perdido, defendem. Além de sugerirem medidas como a abolição de crescimento econômico a qualquer custo e o rápido abandono do uso de combustíveis fósseis, dizem que o primeiro passo é a educação. “É responsabilidade dos especialistas em qualquer disciplina que lida com o futuro da biosfera e do bem-estar humano dizer como as coisas são e não suavizar os enormes desafios à frente”, eles afirmaram. “Qualquer outra ação é enganosa, na melhor das hipóteses. Na pior delas, letal para a humanidade”, finalizaram.

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Mundo

Controlar poluição doa ar pode prevenir 50 mil mortes, diz OMS

Pável Bauken

Publicado

em

(Lukas Schulze/Getty Images)

Limitar a poluição do ar aos níveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) poderia prevenir mais de 50 mil mortes na Europa anualmente, de acordo com uma pesquisa da entidade divulgada nesta quarta-feira, 20.

A OMS estima que a poluição do ar mate mais de 7 milhões de pessoas a cada ano e seria uma das principais causas de afastamento do trabalho em todo o mundo.

O estudo, publicado na revista Lancet Planetary Health, avaliou as mortes ocorridas em pelo menos mil cidades europeias. Cidades da Suécia, Finlândia e Noruega são as mais eficientes para conter a poluição, apontou o levantamento da OMS.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Mundo

Mentiras sobre vacina prejudicam campanha na Índia

Pável Bauken

Publicado

em



A campanha de vacinação contra a covid-19 na Índia vem sendo prejudicada por desinformações sobre a segurança dos imunizantes. Em alguns Estados, a participação da população alvo da primeira etapa foi de 22%.

No sábado, o país lançou o maior programa de vacinação do mundo com o objetivo de imunizar 1,3 bilhão de pessoas. No primeiro dia, mais de 200 mil doses foram aplicadas, longe da meta de 300 mil estimada pelo governo.

Na capital, Nova Délhi, 3.598 profissionais de saúde receberam a vacina na segunda-feira, muito abaixo da meta diária de 8.136.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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