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Número de mortes em razão das chuvas em Minas Gerais sobe para 47

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Nesta segunda-feira, o governo de Minas Gerais editou decreto colocando 101 municípios em estado de emergência - Divulgação/PMMG


O número de mortes por conta das fortes chuvas em Minas Gerais subiu para 47, conforme boletim da Defesa Civil estadual divulgado no início da noite de hoje (27). As mortes ocorreram em 14 municípios, com maior número (13) na capital, Belo Horizonte. Há quatro desaparecidos, nas cidades de Conselheiro Lafaiete e Luisiburgo, além de 65 feridos.

No total, 18.111 pessoas foram atingidas até agora pelos temporais. Destas, 14.609 ficaram desalojadas e 3.386 estão desabrigadas. A maior parte dos desalojados encontra-se no interior (7.530), enquanto outra parcela (7 mil) está na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No tocante aos desabrigados, 2.294 são moradores do interior e 1 mil da região metropolitana.

Os desalojados são as pessoas que tiveram de deixar suas casas, mas que não necessariamente precisam do auxílio do governo. Os desabrigados são os que perderam seus lares e necessitam de auxílio do poder público.

Nesta segunda-feira, o governo estadual editou decreto colocando 101 municípios em estado de emergência, ampliando a listagem do dia anterior, que elencava 47 cidades. Mais 20 municípios anunciaram esta condição por meio de suas administrações municipais. Três cidades entraram em estado de calamidade pública: Orizânia, Ibirité e Catas Latas. Nas duas primeiras houve mortes.

O reconhecimento da situação de emergência permite ao governo estadual engajar os demais órgãos e empresas ligadas ao Poder Executivo para priorizarem o atendimento e a reparação dos estragos causados pelas chuvas, sob a coordenação da Defesa Civil mineira. Além disso, prefeituras e o próprio Poder Executivo estadual podem contratar serviços temporários e efetuar compras consideradas essenciais para o enfrentamento da situação sem a obrigatoriedade de realizar processo licitatório.

EBC

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Nova espécie de morcego laranja e preto é descoberta na Guiné.

Reporter Regional

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Cientistas na Guiné descobriram uma nova espécie de morcego inédita, com coloração laranja e preta. O novo animal, cujo nome científico é Myotis nimbaensis, foi avistado pela primeira vez em uma expedição em 2018. A descoberta foi divulgada pela organização Bat Conservation International (BCI).

A pesquisa realizada inicialmente tinha como objetivo descobrir informações sobre uma outra espécie de morcego, a Hipposideros lamottei, que está “criticamente ameaçada de extinção”. Porém, as peculiaridades do morcego laranja e preto foram o que mais chamou a atenção dos cientistas.

Após dois anos, os pesquisadores confirmaram por meio de uma análise genética que se tratava realmente de uma nova espécie, que vive na região do Monte Nimba. “Assim que olhei para ele [o morcego laranja e preto], concordei que era algo novo”, disse Nancy Simmons, líder do estudo e integrante do Conselho Internacional de Conservação de Morcegos.

“Então começou o longo caminho de documentação e coleta de todos os dados necessários para mostrar que ele é realmente diferente de qualquer outra espécie conhecida”, recordou Nancy.

A nova descoberta faz um alerta para o fato de que a nova espécie também esteja “em perigo crítico”. “Em uma era de extinção, uma descoberta como esta oferece um vislumbre de esperança [para a conservação da mesma]”, afirmou Winifred Frick, cientista-chefe da Bat Conservation International.

De acordo com o UOL, a BCI trabalha em uma parceria com a mineradora local, a SMFG (Société des Mines de Fer de Guinée), para construir túneis para as diferentes espécies de morcego que habitam na área montanhosa de Nimba. Os abrigos reforçados devem durar séculos, separando os animais dos projetos de mineração na intenção de protegê-los da intervenção humana.

 

Fonte: Uol

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Hong Kong: Ativistas pró-democracia pedem asilo nos EUA.

Reporter Regional

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Afuga segue-se à repressão maciça contra figuras da oposição de Hong Kong, detidas ao abrigo da Lei da Segurança Nacional imposta por Pequim ao território, em junho de 2020, após os enormes protestos em 2019.

“Os ativistas, todos com menos de 30 anos, participaram em protestos pró-democracia em Hong Kong, foram detidos e acusados e fugiram da cidade de barco, em julho“, disse à agência de notícias France-Presse (AFP) Samuel Chu, fundador do Hong Kong Democracy Council (HKDC), uma organização que defende a causa dos ativistas de Hong Kong nos EUA.

“Estou aliviado e espero acolhêlos nos Estados Unidos e ajudálos a pedir asilo e a construir uma nova vida”, acrescentou.

“A sua iniciativa desesperada é a prova da rápida deterioração da situação dos direitos humanos e da crescente crise humanitária que se vive em Hong Kong atualmente“, alertou.

A imprensa de Taiwan noticiou em agosto que estes cinco residentes de Hong Kong tinham tentado obter asilo naquele território no final de julho.

Na sexta-feira, os Estados Unidos impuseram sanções a seis autoridades chinesas e de Hong Kong, depois da repressão das autoridades da antiga colónia britânica contra 50 ativistas pró-democracia.

O chefe da diplomacia norte-americana, Mike Pompeo, também pediu a Pequim e Hong Kong que “libertem imediatamente os detidos ao abrigo da lei de segurança nacional ou de outros textos simplesmente porque exerceram os seus direitos e liberdades”.

adoção da lei draconiana, já denunciada pela União Europeia e por organizações de defesa de direitos humanos, tem contribuído para acentuar as tensões entre Estados Unidos e China.

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Mundo

China doará um milhão de doses de vacinas ao Camboja.

Reporter Regional

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A China “ajudará” o Camboja fornecendo um milhão de doses de sua vacina Sinovac contra a covid-19, anunciou na sexta-feira (15) o primeiro-ministro Hun Sen.

“Nossa amiga China nos ajudará com um milhão de doses”, disse o líder em uma mensagem de áudio publicada em sua página do Facebook.

“Para evitar que a nação e o povo se infectem com este vírus mortal, devemos usar as vacinas que já foram administradas nos líderes chineses e em milhões de pessoas (…). Não podemos esperar mais tempo”, acrescentou.

Os primeiros a receber a injeção serão os trabalhadores da saúde de linha de frente, assim como professores, soldados, guarda-costas do primeiro-ministro e os funcionários da comitiva do rei, indicou Hun Sen.

Camboja é há muito tempo um aliado incondicional de Pequim e recebeu bilhões de dólares em empréstimos e investimentos da China.

 

Fonte: Estado de Minas

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