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Medicina & Saúde

Notas de dinheiro podem espalhar o coronavírus, alerta OMS

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(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)


O dinheiro pode estar contribuindo para a disseminação do COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que afirmou que o vírus pode permanecer nas cédulas mesmo dias após o contato. Ao jornal The Telegraph, a OMS recomendou que as pessoas evitem tocar no rosto depois de manusear dinheiro.

“Sabemos que o dinheiro muda de mãos com frequência e pode pegar todos os tipos de bactérias e vírus”, afirmou um porta-voz da OMS. “Aconselhamos as pessoas a lavar as mãos depois de manusear as notas e evitar tocar no rosto”.

Em fevereiro, a China anunciou que iria destruir e desinfetar cédulas de hospitais, ônibus e mercados em áreas afetadas pelo coronavírus. A iniciativa é do banco central chinês para conter a propagação do vírus. A medida envolve lavar e desinfetar as cédulas com luz ultravioleta e altas temperaturas, além de armazenar por sete a 14 dias antes de liberá-las para os clientes.

Os vírus tendem a durar mais tempo em superfícies duras como plástico e metal do que em superfícies como o tecido. Os dólares americanos, por exemplo, são uma mistura de papel e tecido, mas fatores como temperatura e umidade afetam o tempo de permanência de um vírus.

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Medicina & Saúde

Vacinação reduz ocupação de UTIs nos estados para menos de 90%

Apenas 3 estados e o DF estão na zona de alerta crítico, diz Fiocruz

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© Walterson Rosa/MS

O avanço da vacinação continua a reduzir a internação de pacientes com covid-19 em unidades de terapia intensiva (UTIs) no país e, pela primeira vez desde dezembro de 2020, nenhuma unidade da federação está com mais de 90% desses leitos ocupados. O dado consta do Boletim Observatório Covid-19, divulgado hoje (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo os pesquisadores da Fiocruz, a vacinação tem feito diferença e traz reflexos positivos ao quadro pandêmico à medida que é ampliada.

O boletim mostra que quatro unidades da federação permanecem na zona de alerta crítico, com mais 80% dos leitos ocupados. A pior situação é a de Santa Catarina (82%), seguida por Goiás (81%), Paraná (81%) e Distrito Federal (80%).

A maior parte do país encontra-se na zona de alerta intermediário, em que as taxas de ocupação variam entre 60% e 80%, e sete estados estão na zona de alerta baixo, com menos de 60%: Acre (24%), Amapá (47%), Espírito Santo (55%), Paraíba (39%), Rio de Janeiro (57%), Rio Grande do Norte (55%) e Sergipe (50%).

Taxa de ocupação (%) de leitos de UTI covid-19 para adultos.
Taxa de ocupação (%) de leitos de UTI covid-19 para adultos – Arte/Fiocruz

Entre as capitais, Goiânia é a única com mais de 90% dos leitos ocupados (92%), e a situação também é considerada crítica em Brasília (80%), Rio de Janeiro (81%) e São Luís (81%). De acordo com a Fiocruz, 12 capitais estão fora da zona de alerta: Porto Velho (57%), Rio Branco (24%), Belém (48%), Macapá (52%), Natal (53%), João Pessoa (40%), Recife (50%), Maceió (55%), Aracaju (50%), Salvador (52%), Vitória (54%) e Florianópolis (53%). As demais estão na zona de alerta intermediário.

Os pesquisadores avaliam que a imunização tem feito a diferença para a queda dos percentuais, mas alertam que as vacinas têm capacidade limitada de bloquear a transmissão do vírus, que continua a circular de forma intensa. “As vacinas são especialmente efetivas na prevenção de casos graves”, resume o estudo, que pede a continuidade do distanciamento social, do uso de máscaras e dos cuidados com a higiene, além de reforçar que todos devem buscar a vacinação conforme o calendário de seus municípios.

“A preocupação com a possibilidade de surgimento de variantes com potencial de reduzir a efetividade das vacinas disponíveis é pertinente e não pode ser perdida de vista.”

Taxa de ocupação (%) de leitos de UTI covid-19 para adultos.
Taxa de ocupação (%) de leitos de UTI covid-19 para adultos – Arte/Fiocruz

O relatório destaca ainda que os indicadores de incidência e mortalidade da covid-19 no país estão em queda pela terceira semana seguida. Apesar disso, a pandemia mantêm patamares altos, com média de mais de 46 mil novos casos e 1,3 mil óbitos diários nos últimos sete dias. O boletim da Fiocruz diz ainda que o cenário pode indicar um arrefecimento mais duradouro da pandemia nos próximos meses, mas ressalta que isso dependerá da intensificação da campanha de vacinação, da adequação das práticas de vigilância em saúde, do reforço da atenção primária e da adoção das medidas de proteção individual.

ebc

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Medicina & Saúde

Algumas vacinas demandarão terceira dose, diz presidente da Anvisa

Para Torres, ainda é difícil dizer qual vacina precisará de outra dose

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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse acreditar que algumas das vacinas contra a covid-19 demandarão uma terceira dose. Convidado pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) para uma palestra virtual realizada hoje (13), Barra Torres respondeu a algumas perguntas encaminhadas pelos espectadores.

“Acredito que algumas vacinas terão a necessidade de uma terceira dose. No dia de hoje, ainda é difícil dizer qual”, disse ele, destacando ser uma avaliação pessoal. “É estudado no mundo inteiro. O mundo inteiro está debruçado nisso, e o objetivo é obter a imunização segura e mais duradoura”, acrescentou.

A Anvisa é responsável pela autorização do uso e aprovação das bulas de vacinas no Brasil As bulas contêm as informações sobre o regime de doses. Por enquanto, nenhum imunizante tem esquema com três aplicações. Barra Torres ressaltou que todas as vacinas aprovadas pela Anvisa são eficazes e que a população pode confiar em qualquer uma que estiver disponível no posto de saúde. “A melhor é aquela que está no seu braço”, afirmou.

Até o momento, receberam aval definitivo ou emergencial as vacinas AstraZeneca/Oxford, Pfizer, CoronaVac e Janssen. As três primeiras são com duas doses e a quarta, com dose única. Também com duas aplicações, os imunizantes Sputnik e Covaxin receberam autorização de importação, mas com limitações.

Na semana passada, a farmacêutica Pfizer anunciou que está desenvolvendo uma terceira dose da vacina contra a covid-19. O governo do Chile também informou recentemente que estuda a possibilidade de distribuir uma dose de reforço. O país registrava alta de casos mesmo tendo vacinado 61% do público-alvo com duas doses. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também levantou a hipótese de uma terceira aplicação.

Combinação

O diretor-presidente da Anvisa analisou ainda a possibilidade de combinar vacinas de laboratórios diferentes para o combate à covid-19. “A atividade reguladora não é a locomotiva desse processo. Ela é vagão. Vamos a reboque do desenvolvedor ou do pesquisador que nos apresentar suas conclusões, para que possamos avaliar e referendar. Estamos falando de uma interação de imunobiológicos de origens e plataformas diferentes. Vem muito da comunidade científica. No momento, estamos acompanhando algumas situações que podem no futuro ter um posicionamento nosso”, disse Torres.

Ele lembrou que decisões nesse sentido têm sido tomadas por determinados países em alguns casos. No Brasil, a situação tem ocorrido com as gestantes. A vacina AstraZeneca chegou a ser aplicada em algumas delas e depois foi suspensa pelo Ministério da Saúde devido a um caso suspeito de reação adversa. Aquelas grávidas que tomaram o imunizante, posteriormente, foram autorizadas pela pasta a receber a segunda dose da Pfizer.

Torres afirmou que as medidas para evitar a doença já são conhecidas: máscara, distanciamento social, higiene das mãos e vacina. “Não é pelo fato de tomar as duas doses de vacina que vai poder deixar de usar máscara imediatamente”, acrescentou.

ebc

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Medicina & Saúde

Começa vacinação de forma antecipada da segunda dose da AstraZeneca em Santa Rosa

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A Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa informa que as pessoas que já receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca há, no mínimo, dez semanas, podem realizar a segunda dose a partir desta quarta-feira.

A decisão de antecipar a aplicação da segunda dose de 12 para 10 semanas foi determinada pelo estado e municípios em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). A mudança tem o objetivo de garantir uma melhor resposta imune à variante Delta.

O atendimento é mediante agendamento prévio por telefone ou presencial.

Até o momento, já foram realizadas 50.704 vacinas. Do total, 35.613 foram de D1 (Primeira Dose), essa quantidade corresponde a 48,6% da população vacinada, 12.780 de D2 e 2.311 de Dose única, sendo assim temos 20,6% da população com a imunização completa. Todos que forem se vacinar precisam levar documento com foto, CPF, cartão SUS e se possível caderneta de vacinação. A expectativa para as próximas semanas conforme chegarem novas doses é ir avançando na vacinação por faixa etária.

* Importante: Pessoas que se vacinaram contra a Influenza (GRIPE) precisam aguardar o prazo de 14 dias para poder receber a vacina contra a COVID-19.

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