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Nostalgia! Backstreet Boys vai fazer shows no Brasil em 2020

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Os fãs brasileiros de Backstreet Boys já podem começar a ensaiar para cantar “Everybody”, “I Want it That Way” e outros hits ao vivaço. A boy band de maior sucesso dos anos 90 vai trazer a turnê ‘DNA: World Tour’ para o Brasil.

Segundo o site Destak, os shows acontecerão no mês de Março de 2020, mas as datas e os locais ainda não foram definidos, podendo se estender até o início de Abril.

No Twitter, Kevin Richardson, um dos integrantes da banda, já havia dado pistas de que a turnê mundial do grupo poderia passar por terras tupiniquins. A última vinda da banda ao Brasil foi em 2015, com shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife e Belo Horizonte.

A nova turnê dos Backstreet Boys marca a interrupção de um hiato de seis anos, espaço de tempo em que a boy band também ficou fora dos palcos.

Fonte Meia Hora / IG

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Chefe da ONU denuncia promessas não cumpridas do Talibã sobre mulheres e meninas

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O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, criticou nesta segunda-feira (11) as promessas “não cumpridas” do Talibã para mulheres e meninas afegãs, e pediu ao mundo para injetar dinheiro no Afeganistão para evitar seu colapso econômico.

“Estou especialmente preocupado ao ver que as promessas feitas às mulheres e meninas afegãs pelos talibãs não estão sendo cumpridas”, disse à imprensa.

 

“Faço um apelo enérgico aos talibãs para que mantenham suas promessas às mulheres e meninas e cumpram suas obrigações em virtude dos direitos humanos internacionais e o direito humanitário”.

Em Kandahar, meninas são permitidas nas escolas, mas número de estudantes diminuiu significativamente após a tomada de poder pelo Talibã — Foto: BULENT KILIC / AFP

Enquanto isso, os talibãs buscam reconhecimento internacional e ajuda para evitar um desastre humanitário depois de voltarem ao poder em agosto no Afeganistão, após a retirada das tropas americanas e depois de 20 anos de conflito.

Uma delegação do grupo extremista se reunirá nesta terça-feira (12) com representantes da União Europeia (UE) em Doha, informou atual ministro das Relações Exteriores, Amir Khan Muttaqi.

Os afegãos já se reuniram com representantes do governo alemão e com um parlamentar britânico, afirmou Muttaqi em um evento organizado no Centro de Conflitos e Estudos humanitários do Catar.

“Queremos ter uma relação positiva com todo o mundo. Acreditamos em relações internacionais equilibradas. Acreditamos que essas relações equilibradas podem salvar o Afeganistão da instabilidade”, acrescentou Muttaqi.

 

No sábado e domingo, funcionários dos Estados Unidos se reuniram com representantes do Talibã no Catar para falar sobre segurança e direitos humanos no Afeganistão, disse o Departamento de Estado no domingo.

Mudanças para as mulheres

Ao assumir o controle do Afeganistão, em 15 de agosto, o grupo extremista islâmico disse que não impediria as mulheres de estudarem ou trabalharem, como era imposto até 2001, quando os Estados Unidos ocuparam o país.

Mas, desde à tomada do poder, o grupo determinou que todas as mulheres, exceto as do setor público de saúde, se afastassem do trabalho até que a “segurança do país” melhorasse.

Segundo reportagem da BBC, as universidades afegãs passarão a ser segregadas por gênero, e um novo código de vestimenta será adotado para as estudantes.

Até então, as alunas não tinham que obedecer a uma regra de vestimenta e as universidades eram mistas, com homens e mulheres estudando lado a lado.

Para o novo ministro do Ensino Superior, Abdul Baqi Haqqani, não haverá problemas em acabar com o sistema de ensino misto porque “as pessoas são muçulmanas e vão aceitar isso”.

O novo governo substituiu ainda o Ministério dos Assuntos da Mulher pelo Ministério da Virtude.

O temido departamento foi responsável, até o início dos anos 2000, por enviar a polícia religiosa às ruas para fazer cumprir uma interpretação radical da lei Sharia (lei islâmica). Tornou-se conhecido, por exemplo, por bater em mulheres acusadas de se vestir indecentemente ou de sair de casa sem um tutor.

A iminência da retomada do poder pelo Afeganistão levou diversas mulheres proeminentes a fugirem do país antes de meados de agosto. A maior cantora pop do país, Aryana Sayeed, viajou em um avião de carga dos EUA e a famosa diretora de cinema Sahraa Karimi foi levada para a Ucrânia.

Fonte: G1.

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O chileno que escalou vulcão em cadeira de rodas e 10 anos depois tenta repetir feito caminhando

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A promessa foi selada há 10 anos, em um bar da cidade chilena de Concepción, no sul do Chile.

Depois de vários drinques, Gabriel Roa, um jovem que estava em uma cadeira de rodas havia cinco anos, olhou para seus amigos e disse: “Meu sonho é ver o nascer do sol de uma montanha.”

Naquele momento, os amigos sabiam que não tinham alternativa: custasse o que custasse, teriam que conquistar o cume com Gabriel.

Assim começou esta aventura que envolveu uma logística complexa, que incluiu a construção de um trenó especial para transportar Gabriel e se preparar para qualquer eventualidade climática.

Apesar de todos aqueles que os alertaram sobre os perigos, eles se aventuraram em uma jornada sem precedentes e tiveram sucesso. No dia 2 de outubro de 2011, chegaram ao cume do vulcão Antuco, localizado a cerca de 600 km ao sul de Santiago, no Chile.

Entre a empolgação e os abraços dos montanhistas, Gabriel lançou uma frase: “Que se repita”.

Dez anos depois, o chileno decidiu cumprir sua palavra. E assim reuniu o mesmo grupo que na madrugada de 7 de outubro começou a subida ao vulcão Antuco.

Em 2 de outubro de 2011, Gabriel e seus amigos conseguiram chegar ao cume do vulcão Antuco, localizado a cerca de 600 km ao sul da cidade de Santiago — Foto: PROYECTO PANZER/BBC

Desta vez, porém, a viagem será diferente. Graças a vários tratamentos, Gabriel hoje pode caminhar, e embora o faça em distâncias curtas e a uma velocidade mais lenta, ele quer fazer o trajeto a pé.

“Em 2011, um time puxava o Gabriel. Agora é o contrário: é o Gabriel que vai nos transportar; vamos no seu próprio ritmo. Pois na montanha o ritmo é ditado pelo mais lento, não o mais rápido”, diz Claudio Brito, amigo de Gabriel e chefe da expedição chamada “Projeto Panzer”.

“Ele quer passar uma mensagem: nunca desista, porque a luta do dia a dia faz com que as pessoas alcancem o que realmente desejam”, completa.

 

A BBC News Mundo (serviço de notícias em língua espanhola da BBC) conversou com Gabriel sobre a sua doença, as motivações para escalar uma montanha tão complexa como esta, seus sonhos e medos. Este é o seu testemunho em primeira pessoa.

Sou cadeirante por conta de uma doença que fui diagnosticado quando tinha 10 anos.

Nasci sem problemas, sempre fui uma criança saudável, ativa e que gostava muito de futebol. Até que comecei a sentir um desconforto nos tornozelos e joelhos.

No início, pensaram que era um ferimento, mas então minhas mãos e quadris também começaram a doer.

Eles me levaram a um especialista e ele me disse que eu tinha artrite reumatoide juvenil.

Gabriel foi diagnosticado com artrite reumatoide juvenil quando tinha 10 anos de idade — Foto: GABRIEL ROA/Arquivo Pessoal

É uma doença autoimune que afeta principalmente as articulações. Com o passar dos anos, se você não tiver um bom tratamento, fica inválido, por conta da dor e inflamação.

Em 2011, quando já estava em uma cadeira de rodas havia pelo menos cinco anos, trabalhei em uma empresa onde meus colegas eram todos montanhistas.

Todas as segundas-feiras, eles compartilhavam fotos de seus passeios do fim de semana nas montanhas e eu pensava o quanto gostaria de ir também

Até que um dia, entre um drinque e outro, eu disse para eles me levarem.

O que eu mais queria era ver o nascer do sol em uma montanha.

Escalada que Gabriel fez com os amigos em 2011 foi adaptada com cachorros e equipe dos bombeiros — Foto: PROYECTO PANZER/BBC

A ideia foi se tornando cada vez mais real e nos desafiamos a escalar um vulcão, o Antuco.

Tivemos que planejar durante meses como eles poderiam me levar ao cume, porque isso nunca tinha sido feito antes. Não havia experiências semelhantes no mundo.

Tínhamos que ter certeza de tudo, estar atentos a qualquer eventualidade.

“Eu queria que meus pais ficassem orgulhosos”

 

No dia em que saímos, era possível sentir a energia positiva. Todos nós sabíamos que o que estávamos fazendo marcaria nossas vidas.

Lembro-me de pensar principalmente nos meus pais.

Acho que só naquele momento eles perceberam que não se tratava de um passeio na neve, mas de um evento esportivo que implicava um grande desafio. Que eu passaria duas noites na montanha exposto àquelas condições climáticas que, com a minha doença, não era uma boa combinação.

Gabriel tem 42 anos e é o mais novo de quatro irmãos. Na foto, com os pais, Sergio e Gabriela — Foto: GABRIEL ROA/Arquivo Pessoal

E acho que isso os encheu de orgulho. “Nosso filho está fazendo isso apesar de todas as dificuldades que tem”, pensaram.

Queria que meus pais sentissem orgulho de mim.

Tenho pensado muito sobre a questão dos pais com filhos com deficiência. O principal medo que eles têm é o que acontecerá com seus filhos quando eles não estiverem por perto.

E eu queria mostrar a eles que eu poderia cuidar de mim mesmo, que tinha muitos amigos que me ajudariam no que eu precisasse. De alguma forma, essa viagem deu a eles essa tranquilidade.

"Escalar o vulcão foi como o capítulo final daquela fase sombria, de sentir que sou capaz de fazer mais coisas", diz Gabriel — Foto: PROYECTO PANZER/BBC

Passei por uma fase muito difícil anos atrás. Em 2005, entrei em depressão e passei quase dois anos de cama. Não consegui encontrar emprego, não havia ofertas de trabalho.

Mas consegui sair dessa e me pareceu que escalar o vulcão era o capítulo final daquela fase sombria e (o início de uma nova, aquela de) sentir que sou capaz de fazer mais coisas. Que minha vida não seria condicionada pela minha doença, mas pelo que eu queria fazer.

Como foi a expedição em 2011

Para escalar o vulcão havia quatro equipes: os cachorros, que eram os que arrastavam a cadeira para onde eu ia; os transportadores, que levavam a carga; um esquadrão de resgate dos bombeiros; e o acampamento base.

No primeiro dia tentamos avançar o máximo possível. Lembro que chegamos ao primeiro acampamento às cinco da tarde.

A expedição com os amigos em 2011 durou dois dias — Foto: PROYECTO PANZER/BBC

Nunca senti um medo paralisante, mas naquela tarde estava cheio de nuvens, completamente coberto e não dava para ver nada além de cinco metros.

Mais do que minha segurança, eu estava preocupado com a equipe que estava carregando o material, porque eles estavam vindo atrás. Mas então tudo ficou claro e confirmamos que estavam todos bem.

No dia seguinte, um domingo, à uma da tarde, conseguimos chegar ao cume. Aproximadamente 30 pessoas chegaram.

Todos nós comemoramos. Ficamos muito felizes, nos abraçamos.

Me chamou a atenção que eles me agradeceram, quando deveria ter sido o contrário.

O novo desafio (e a pé)

Quando estávamos no cume, eu disse a eles: “Que se repita.”

E este ano, uma década depois, decidi entrar em contato com a mesma equipe para cumprir minha palavra.

Mas eu queria fazer de uma maneira diferente: não mais em uma cadeira de rodas.

Felizmente, apesar de todas as sequelas, consegui financiar um bom tratamento. E, embora nunca mais recupere a mobilidade nas articulações, não sinto mais dores. Essa era a coisa mais incapacitante.

Desta vez, Gabriel escalará o vulcão auxiliado por um dispositivo que imita muletas de reabilitação — Foto: PROYECTO PANZER/BBC

Agora, posso andar dentro de casa e fisicamente estou melhor do que há 10 anos.

Trabalhamos durante cinco meses no desenho do protótipo que me permitirá mover um sistema de muletas.

Isso não deixa de ser simbólico, pois, em um processo de reabilitação, a progressão natural é passar da cadeira de rodas para as muletas.

Serão quatro dias de exercícios intensos e me disseram que pode ser perigoso.

Mas acredito que, na cidade, os riscos são maiores.

No Chile, falta uma cultura de respeito em relação à deficiência. As autoridades devem implementar a infraestrutura e o cidadão deve respeitá-la.

Depois de escalar o cume em 2011, me senti mais forte. Não sei se fisicamente, mas tenho certeza de que emocionalmente.

Agora, espero sentir o mesmo porque com decisão, determinação e persistência, tudo o que você quiser alcançar na vida, você pode fazer.

Fonte: G1.

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‘Perdi meu emprego de professor por recusar vacina’: os americanos que não aceitam se imunizar

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Joe Biden tem estimulado os empregadores dos Estados Unidos a darem um ultimato a seus funcionários: sejam vacinados ou perderão o emprego.

O presidente americano diz que, em breve, colocará em vigor uma regra que exige que todos os profissionais de saúde tenham recebido a vacina, e pediu aos Estados que façam o mesmo com os professores.

Em Concord, capital do Estado de New Hampshire, é impressionante ver alguns dos participantes de um grande protesto contra a obrigação de vacinação vestindo uniformes hospitalares.

Leah Cushman está preparada para perder seu emprego de enfermeira por recusar-se a ser vacinada.

“Minhas crenças são religiosas. Acredito que meu criador me dotou de um sistema imunológico que me protege e, se eu ficar doente, isso é um ato de Deus. Eu não tomaria um remédio que afeta o sistema imunológico”, diz Cushman. Ela nega que haja qualquer conflito entre essas crenças e as responsabilidades de seu trabalho.

A enfermeira argumenta que as vacinas contra Covid-19 ainda seriam “experimentais”, apesar de a vacina da Pfizer ter total aprovação da FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos, equivalente à brasileira Anvisa) — o que significa que o órgão regulador considera que foram coletados dados suficientes para indicar que a droga é segura e eficaz. Mas Cushman diz que não toma mais vacinas em nenhuma circunstância.

Administradores que já decidiram impor a obrigação de vacinação em seus hospitais dizem que o objetivo principal é fazer com que os pacientes se sintam seguros.

Scott Colby, diretor-executivo do Upper Connecticut Valley Hospital, reconhece porém que perdeu vários funcionários por causa da questão da vacina, em um período em que o hospital ficou mais movimentado com a variante Delta e o acúmulo de procedimentos não relacionados à Covid.

O administrador diz que, no geral, ainda é a decisão certa exigir a vacinação, em parte porque a Covid-19 em suas manifestações mais graves entre os funcionários — que é mais provável entre os não vacinados — é um dreno de recursos evitável.

Colby também avalia que parte da oposição não parece ter uma base puramente médica ou religiosa.

“Não é apenas a Covid. Existem outras vacinas que os funcionários devem tomar, como a MMR [chamada no Brasil de tríplice viral, por atuar contra sarampo, caxumba e rubéola] ou a vacina contra hepatite. Então, dizer que isso não é político seria hipócrita”, diz Colby.

De volta ao protesto, Leah Cushman, que além de enfermeira formada também é deputada estadual pelo Partido Republicano, diz que sua postura também é sobre liberdade.

“O governo Biden ataca nossos direitos soberanos. Somos profissionais de saúde, mas ainda precisamos poder escolher o que acontece com nossos corpos”, diz ela.

Algumas das enfermeiras na manifestação sentem que são os hospitais fazendo política e que, se a questão fosse realmente de confiança dos pacientes, a prioridade seriam os testes semanais, e não a vacinação, posto que mesmo aqueles que receberam a vacina podem transmitir o vírus.

No entanto, mesmo a opção pela realização de testes regulares é inaceitável para muitos dos americanos que se recusam a ser vacinados.

Kahseim Outlaw acaba de perder seu emprego em Wallingford, Connecticut, exatamente por esse motivo. Ele foi nomeado Professor do Ano em sua escola no ano passado, mas sentiu que a obrigação de ser vacinado imposta pelas autoridades estaduais era algo que ele não podia cumprir.

“Não utilizo nenhum tipo de ingrediente sintético na minha vida, seja para fins medicinais, suplementação ou alimentação. Portanto a ideia de ser vacinado é algo que vai diretamente contra a forma como vivo minha vida”, afirma.

Kahseim Outlaw perdeu seu emprego por se recusar a ser vacinado — Foto: BBC

Como para todos os professores do Estado, foi dada a Outlaw a possibilidade de realização de testes de Covid semanais, mas ele afirma que viu isso como um “procedimento médico desnecessário”, que era desconfortável.

“A maneira como nossa alma fala conosco, aquela vozinha que nos diz quando algo está alinhado ou não, essa voz está me dizendo que preciso tomar essa decisão específica agora.”

Uma coisa que Outlaw diz que aceitaria fazer é um teste de anticorpos para mostrar que ele contraiu covid no ano passado, como acredita, que revelaria sua “imunidade natural” ao vírus. Ele reconhece, porém, que não há como saber quanto tempo durará uma resposta imunológica natural.

Mas esta não é uma opção oferecida a ele por seu empregador.

Na sala de aula, Kahseim Outlaw estaria, é claro, em contato próximo com os alunos. Mas e os funcionários que trabalham totalmente isolados em casa? Seus empregadores têm o direito de exigir que sejam vacinados?

Rob Segrin mora em uma área remota da zona rural de New Hampshire, mas foi informado que perderá seu emprego de tecnologia da informação (TI) se não receber a primeira dose de vacina contra a Covid-19 até o final deste mês.

“Meu trabalho é 100% remoto. Nunca vou ao escritório, nunca interajo com pessoas. Eu me oponho à vacina porque, na minha opinião, não houve anos suficientes de estudo, mas eu protejo minha família da maneira que posso”, diz Segrin.

“A sensação é de que essa ordem de ‘faça isso ou perca o emprego’ é um ataque pessoal contra mim e minha família. Como se eles estivessem vindo atrás do meu sustento”, acrescenta.

Segrin diz que as discussões com seu empregador têm sido infrutíferas até agora e, do jeito que as coisas estão, ele perderá seu emprego de tempo integral e, como consequência, o plano de saúde de sua família também.

Em todos os Estados Unidos, tem havido grandes inconsistências nas políticas públicas relacionadas à vacina, assim como durante toda a pandemia, e os Estados republicanos continuam a resistir à obrigação de imunização.

Enquanto o país lida com argumentos sobre liberdades individuais e saúde pública, os números mostram que o vírus ainda mata cerca de 1.500 americanos por dia.

Fonte: G1.

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