Natal no RS deve movimentar R$ 6 bi com crescimento de até 10%
Connect with us

Economia

Natal no RS deve movimentar R$ 6 bi com crescimento de até 10%

Publicado

em

portal plural natal

NuveraFAST AÇAÍtopo humbeto pluralAcademia Persona

As vendas do comércio gaúcho no Natal 2023 devem aumentar entre 9% e 10% na comparação com o mesmo período de 2022.

 

A expectativa da FCDL-RS  (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul) é de que a data deve movimentar algo em torno de R$ 6 bilhões, registrando o maior crescimento desde 2019, portanto antes da pandemia.

Principal data comemorativa do comércio, o Natal representa uma grande oportunidade para os lojistas impulsionarem a comercialização de produtos. Contribuem para essa perspectiva positiva fatores como o pagamento do 13o salário para funcionários públicos e de empresas privadas, a redução da taxa Selic, que viabiliza crédito mais barato, a queda dos índices inflacionários e o crescimento do mercado formal de trabalho.

“Vemos que esses fatores são importantes para o incremento das vendas no Natal. Mais pessoas empregadas viabilizam maior geração de renda e ampliação do poder de consumo. A redução das taxas de juros também favorece muitos segmentos do comércio, bem como o recuo da taxa de câmbio, uma vez que muitos produtos ofertados pelos lojistas na data são dolarizados e a nossa moeda estando mais fortalecida em relação ao dólar ajuda a reduzir preços. Produtos como aparelhos de TV, computadores e smartphones estão com preços bastante competitivos na comparação com o Natal de 2022”, avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente salienta, ainda, que o ticket médio na compra dos presentes neste Natal será significativo, ficando dos R$ 265,00. Os artigos mais procurados devem ser aqueles que tradicionalmente os consumidores buscam, como roupas, calçados, acessórios, produtos de beleza e perfumaria para os adultos e brinquedos para as crianças.

Hiper e supermercados também terão bom movimento, em função das celebrações familiares tanto no Natal quanto no Reveillon. O detalhe é que a maior movimentação nas lojas deve ocorrer na semana que antecede o Natal, especialmente nos dias 21, 22, 23 e 24 de dezembro.

“O cenário econômico atual, que poderia ser ainda melhor, nos permite acreditar em um Natal de vendas muito expressivas. Há uma parcela significativa da população que ampliou seu poder de consumo e está ávida em poder comprar artigos que até pouco tempo atrás eram apenas um sonho”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

A FCDL-RS reforça algumas dicas importantes para os lojistas aproveitarem a data e ampliarem suas vendas. Entre elas, uma decoração impactante e atrativa para os clientes nas lojas físicas. Como é uma data de forte apelo emocional a decoração com adornos natalinos bem chamativos ajuda a despertar o interesse do consumidor. Por exemplo, todos gostam de encontrar o Papai Noel nas lojas. Também nas redes sociais e em sites os lojistas podem utilizar itens que remetam ao período.

Outro aspecto interessante é buscar propiciar ao consumidor a melhor experiência de compra possível. Isso pode acontecer de diversas maneiras, desde o atendimento em horário estendido até o oferecimento de brindes. Hoje, a boa experiência do consumidor é uma das maiores responsáveis pela fidelização de clientes.

Promoções criativas e atraentes, evitar a demora no atendimento presencial, com a loja preparada para receber a alta demanda e a atenção às redes sociais também contribuem para bem atender o consumidor.

Ainda, disponibilizar opções de pagamento que se adaptem ao bolso do consumidor. Atualmente, há possibilidade de fazer pagamentos até pelo WhatsApp. Fundamental, ainda, disponibilizar as máquinas de cartão de crédito e débito e o Pix. Vale lembrar que regularizar o crédito, atualmente, é uma ação que favorece os consumidores na hora de realizarem compras a prazo.

 

Fonte: O Sul

Compartilhe

Destaque

Mais 135 mil famílias do Rio Grande do Sul serão beneficiadas com auxílio de R$ 5,1 mil

Publicado

em

portal plural mais 135 mil famílias do rio grande do sul serão beneficiadas com auxílio de r$ 5,1 mil
Foto: Bruno Peres/ Agência Brasil
Nuveratopo humbeto pluralAcademia PersonaFAST AÇAÍ

Mais 135 mil famílias do Rio Grande do Sul serão beneficiadas com o Auxílio Reconstrução de R$ 5,1 mil do governo federal. A medida provisória, publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial da União, destinou um crédito extraordinário de R$ 689,7 milhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para ampliar esse auxílio.

O estado enfrenta o pior desastre climático de sua história e está focado na recuperação das estruturas afetadas pelas enchentes ocorridas nos meses de abril e maio. Dos 497 municípios gaúchos, 478 foram impactados, afetando uma população de mais de 2,4 milhões de pessoas. Até o momento, foram registradas 177 mortes e 37 pessoas permanecem desaparecidas, de acordo com a Defesa Civil estadual.

O Auxílio Reconstrução, pago em parcela única de R$ 5,1 mil, pode ser utilizado livremente para comprar itens perdidos durante os alagamentos ou para reformar imóveis. Podem requerer o benefício as famílias residentes em municípios que tiveram calamidade pública ou emergência pública reconhecida pela Defesa Civil nacional. O acesso ao recurso depende das informações enviadas pelas prefeituras sobre as famílias desabrigadas ou desalojadas, além de uma autodeclaração do próprio beneficiário com a comprovação do endereço residencial.

Do montante de R$ 689,7 milhões disponibilizados, R$ 688,5 milhões são destinados à concessão do apoio financeiro e R$ 1,18 milhão para despesas operacionais, visando atender as novas famílias identificadas.

O governo federal informou que o total de famílias contempladas com o Auxílio Reconstrução chegará a 375 mil, totalizando um investimento de R$ 1,9 bilhão. Até a última terça-feira (18), 256.734 famílias tiveram seus cadastros aprovados para receber o benefício, sendo que 167 mil delas já foram contempladas com o pagamento.

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Economia

A alta do dólar vai afetar a inflação? Veja o que dizem os economistas

Publicado

em

portal plural a alta do dólar vai afetar a inflação veja o que dizem os economistas
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
NuveraFAST AÇAÍAcademia Personatopo humbeto plural

A recente alta do dólar tem gerado preocupações sobre possíveis impactos na inflação. Na sessão desta quarta-feira, 19, a moeda americana foi cotada a R$ 5,47, acumulando uma alta de 12,82% no ano e avançando 7,32% nos últimos 30 dias. No entanto, economistas preveem que esse patamar de câmbio não se manterá nos próximos meses, conforme indicado pelo Boletim Focus do Banco Central (BC).

Esta semana, o Boletim Focus revelou que o mercado espera um câmbio de R$ 5,13 para este ano, um pouco mais alto do que a previsão da semana anterior (R$ 5,05). Embora haja um avanço, a expectativa é de que a moeda americana recue do patamar atual de R$ 5,40. Mesmo assim, a movimentação do dólar exigirá um acompanhamento minucioso nas próximas semanas. A moeda operou em alta frente ao real durante toda a quarta-feira (19), chegando a se aproximar de R$ 5,50, mas perdeu força no final dos negócios, fechando com uma valorização de apenas 0,15%. Esse movimento ocorreu em meio à cautela dos investidores antes da divulgação da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa de juros, que manteve a Selic em 10,50% ao ano.

Segundo economistas, o principal problema atualmente é o impacto das variações climáticas, como as chuvas no Sul e a seca nas regiões Central e Norte do País, nos preços dos alimentos. Só nos últimos 30 dias, a moeda americana avançou 6,72%.

“A perspectiva não é tão dramática quanto a fotografia que temos agora, de um câmbio cotado a R$ 5,40”, afirma Fabio Romão, economista da LCA Consultores. Ele argumenta que o cenário atual do câmbio está muito influenciado pelas incertezas sobre a condução dos juros nos Estados Unidos e em relação à política fiscal do Brasil. “Isso está poluindo a cotação”, diz o economista, ressaltando que esses dois fatores devem perder força nos próximos meses.

Mesmo assim, Romão revisou a projeção de inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano, de 3,7% para 3,9%. A alta do câmbio médio para este ano, que até maio era prevista em R$ 5,07 e agora está projetada em R$ 5,16, além do vigor do mercado de trabalho, influenciou a revisão para cima do IPCA de 2024. Contudo, o fator mais significativo, segundo o economista, foi o impacto das enchentes no Sul e seus desdobramentos sobre os preços dos alimentos.

Guilherme Moreira, economista e coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe (IPC-Fipe), também expressou maior preocupação com os danos causados pelo clima – chuvas no Sul e seca no Centro e Norte do País – na produção de alimentos e seus preços, do que com o câmbio.

Fonte: Jornal o Sul

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Economia

Reajuste do auxílio para pessoas com transtorno mental eleva valor para R$ 755

Publicado

em

portal plural reajuste do auxílio para pessoas com transtorno mental eleva valor para r$ 755 (1)
Foto: Divulgação
topo humbeto pluralNuveraAcademia PersonaFAST AÇAÍ

O Ministério da Saúde aumentou o valor do auxílio para pessoas com transtorno mental que ficaram internadas por longos períodos em hospitais psiquiátricos e de custódia, de R$ 500 para R$ 755, um incremento de 51%.

“Essa estratégia busca ampliar a rede de relações dessas pessoas e melhorar seu bem-estar, além de incentivar o exercício pleno dos seus direitos civis, políticos e de cidadania fora da unidade hospitalar”, afirma uma nota do ministério.

O benefício tem como objetivo promover a reintegração social e o bem-estar das pessoas que ficaram internadas de forma ininterrupta por dois anos ou mais. Parte do programa De Volta para Casa, esse auxílio já atendeu cerca de 8 mil pessoas em 20 anos, segundo dados de agosto de 2023 do ministério.

No ano passado, o ministério criou um departamento focado em saúde mental, com o objetivo de retomar a habilitação de novos serviços e recompor os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT).

Outra iniciativa para ampliar o acesso à saúde mental é a construção de unidades de atendimento. O novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) prevê a criação de 150 novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) em todas as regiões do país, o que permitirá o atendimento de 13,4 milhões de pessoas.

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×