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Nasa publica foto do Sol que parece uma enorme abóbora de Halloween – Portal Plural
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Nasa publica foto do Sol que parece uma enorme abóbora de Halloween

Pável Bauken

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A agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) publicou em suas redes sociais, uma foto curiosa do Sol: ele parece uma enorme abóbora de Halloween. As abóboras são tradicionalmente usadas como lanternas no famoso “Dia das Bruxas” americano, celebrado em 31 de outubro.

A foto é de 2014, mas a agência postou novamente neste domingo (27), dizendo: “Até mesmo a nossa estrela celebra a temporada assustadora – em 2014, regiões ativas do Sol criaram esse rosto de lanterna de abóbora, conforme observado em luz ultravioleta pelo nosso satélite Observatório Solar Dinâmico.”

O termo usado em inglês para as lanternas de abóbora é “jack-o’-lantern”, que poderia ser traduzido como “Jack Lanterna”. Refere-se a uma história de terror do folclore irlandês, sobre um homem chamado Jack. Ele teria bebido demais na véspera de Halloween e teve um encontro inusitado com o demônio.

Por isso, até hoje as abóboras são usadas como decoração de Halloween nas casas dos americanos. Pela conta de Facebook “Nasa Sun Science” é possível baixar a foto em alta resolução.

G1

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Cliente da Caixa pode contratar crédito habitacional por aplicativo

Reporter Global

Publicado

em

Marcelo Camargo/Agencia Brasil

 

Etapas de liberação do empréstimo poderão ser acompanhadas no app

A partir de hoje (19) está disponível a contratação de financiamento habitacional pela Caixa de forma digital. Pelo app Habitação Caixa, o usuário terá acesso a um serviço interativo, que abrange todas as fases do financiamento, desde o cadastro, até a aprovação.

Segundo o banco, o cliente poderá acompanhar todas as etapas do seu processo habitacional e, se necessário, resolver pendências pelo próprio aplicativo. Após todas as etapas concluídas na plataforma digital, o usuário precisará ir até uma agência da Caixa para a assinatura do contrato.

 

Como contratar

Para solicitar um financiamento, o cliente precisa baixar o aplicativo, efetuar a simulação de crédito e escolher a melhor condição apresentada. Nesta etapa, é possível ajustar os valores de entrada, o prazo, o indexador da taxa de juros, o sistema de amortização e a prestação máxima pretendida.

Na sequência, o usuário realiza seu cadastro e dos demais participantes da proposta, informa o município e o valor do imóvel. O envio de todos os documentos necessários à operação é feito pela plataforma, bem como a escolha do canal de atendimento, que poderá ser a Agência Digital ou um Correspondente Caixa Aqui. A agência física onde será assinado o contrato também é escolhida pelo cliente pelo aplicativo.

Em seguida, o cliente envia sua proposta para o banco e acompanha o processo no ambiente virtual.

No aplicativo, o cliente pode verificar se a sua proposta foi recebida, a ocorrência de pendências documentais e o resultado de sua avaliação de crédito. Também é possível acessar o boleto para pagamento da tarifa inicial de avaliação do imóvel pretendido e conferir o resultado do laudo.

O usuário pode ainda acompanhar de forma online a liberação dos recursos da sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em caso de utilização como entrada no financiamento, bem como a data prevista para assinatura do contrato.

O App Habitação Caixa está disponível para os sistemas operacionais Android e IOS, e pode ser baixado gratuitamente nas lojas GooglePlay ou AppStore.

Outros serviços relacionados ao contrato habitacional no app: emissão de boleto; alteração de dados do contrato; amortização do financiamento; inclusão de débito automático; liquidação antecipada; uso do FGTS; declaração de quitação anual de débitos; demonstrativo de valores pagos; extrato para Imposto de Renda.

 

 

Agencia Brasil

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Saúde

Previsão de que não haverá vacinação em massa no Brasil em 2021 é correta, diz especialista

Reporter Plural

Publicado

em

© Sputnik / RFPI e Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya

A vice-diretora-geral da OMS, Mariângela Simão, afirmou que o Brasil não terá vacinação em massa contra a COVID-19 em 2021. A Sputnik Brasil conversou com o professor Guilherme Werneck sobre as previsões em torno da vacina e o futuro da pandemia.

Em entrevista à CNN Brasil, a dirigente da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que não haverá tempo para a produção em massa de vacinas para atender a toda a população brasileira no próximo ano. Em conversa com a Sputnik Brasil nesta quarta-feira (14), o médico epidemiologista Guilherme Werneck, professor do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), assinala que a organização “coloca em seu devido lugar as dificuldades para se obter uma cobertura vacinal universal contra a COVID-19”.

Para Werneck, dificilmente haverá tempo hábil e condições logísticas para a produção e distribuição de vacinas de forma a cobrir grande parcela da população brasileira. Inicialmente, apenas os grupos prioritários serão imunizados.

“É provável que, no primeiro semestre de 2021, estejamos vacinando os grupos prioritários, que são quase 40 milhões de pessoas, cerca de 20% da população brasileira, uma meta imensa da qual teríamos condição operacional de realizar, porque temos um programa nacional de imunizações que possui muita experiência”, diz o especialista.

A OMS também assinala que nenhuma vacina em experimentação neste momento conseguirá concluir toda a fase necessária de testes até o final do ano, podendo inclusive estendê-la até janeiro ou fevereiro de 2021.

Sobre esses prazos, Werneck acredita que a margem para reduzi-los é muito pequena, pois os mesmos já foram excepcionalmente abreviados e é necessário finalizar os estudos da terceira fase, para se avaliar a efetividade das vacinas.

“Para que a vacina seja aprovada, ela deve mostrar uma eficácia mínima, colocada em torno de 50%, que é inclusive uma eficácia baixa. Devido às condições sanitárias emergenciais, talvez tenhamos que aprovar uma vacina que não seja excelente, com uma eficácia de entre 50% e 60%, que ajudará muito, mas não vai resolver o problema”, comenta.

Werneck reforça que não há como tornar esse período mais abreviado sem que isso represente risco para as populações, não só em termos de segurança, mas também de distribuição de uma vacina que pode não ter uma efetividade mínima.

Vacinação em massa apenas em 2022

Para a OMS, a vacinação plena e universal contra a COVID-19 estará disponível apenas em 2022, algo com o qual concorda o professor da UERJ, pois não haverá condições logísticas, técnicas e operacionais antes disso. Werneck também enfatiza que o mais importante é oferecer uma vacina segura e eficaz primeiro, que consiga atingir grandes parcelas da população mundial.

“Seria um grande sucesso se nós conseguíssemos vacinar 20% da população mundial – as pessoas que correm maior risco – para minimizar o impacto da COVID-19 na mortalidade”, opina Werneck.

Segunda onda

Sobre a ocorrência de uma segunda onda da COVID-19, um fato que vem se evidenciando principalmente na Europa, o professor considera que se trata de um posicionamento válido.

“Os países europeus estão realmente experimentando algo que poderia ser chamado de segunda onda. Muitos desses países tiveram uma redução muito drástica do número de casos e óbitos. Porém, estão vendo agora um novo aumento, até mesmo superior em alguns locais ao observado na chamada primeira onda”, comenta.

Contudo, Werneck ressalta que existem algumas diferenças nessa segunda onda, pois a testagem é mais eficiente e a letalidade registrada é menor, possivelmente porque estão se testando casos mais leves, enquanto, no início da pandemia, a prioridade era os mais graves.

Por outro lado, o professor considera que é difícil fazer um paralelo dessa situação com o Brasil, pois trata-se de um país imenso, que experimenta epidemias em níveis diferentes em suas regiões e cidades, e que não são sincronizadas no tempo.

“Apesar de ter ocorrido uma queda a partir de agosto na maior parte das regiões e capitais brasileiras, o país ainda registra números muito altos de transmissão, com uma heterogeneidade muito grande”, afirma.

Na opinião do professor da UERJ, o Brasil terá que conviver com o coronavírus por muito tempo e deverá estar preparado, tanto a população como os sistemas de saúde e de vigilância epidemiológica, para evitar que a doença se espalhe novamente.

Fonte: sputniknews

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Mesmo com tempo seco, implantação de milho chega a 66% da área total cultivada

Pável Bauken

Publicado

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Foto de João Guahyba, em General Câmara

E o predomínio de tempo seco e a baixa umidade no solo e no ar em todo o Estado diminuíram a intensidade do plantio de milho na última semana, chegando a 66% da área total cultivada. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), e divulgado nesta quinta-feira (15/10), na região de Soledade, 40 mil hectares já foram plantados. Em geral, os cultivos se encontram com ótimo crescimento vegetativo. Os tratos culturais seguem sendo realizados de acordo com as condições de umidade dos solos. Há casos pontuais de incidência da lagarta do cartucho para os quais são realizados controles químicos. Produtores têm procurado os escritórios da Emater/RS-Ascar para encomendar a vespinha (Trichogramma pretiosum) para o controle biológico da praga.

O tempo seco ocorrido também fez produtores reduzirem a implantação de áreas de soja no Estado, que já atinge 4% da área total cultivada. Na região de Ijuí, o solo muito seco impediu a continuidade da semeadura. As lavouras implantadas na semana anterior estão com emergência desuniforme. As sementes que não germinaram continuam intactas no solo, sem ataque de pragas ou doenças, necessitando apenas de umidade adequada.

Na maioria das regiões do Estado, a última semana foi caracterizada pela presença de dias com tempo firme, boa radiação solar e temperaturas características de primavera, com amplitudes térmicas diárias significativas que favoreceram o desenvolvimento do trigo. Nas regiões de Santa Rosa, Frederico Westphalen, Bagé, Santa Maria e Lajeado, o tempo seco e as altas temperaturas apressam a maturação do trigo para colheita. Na de Santa Rosa, 19% da área já está colhida.

Na região de Ijuí, o clima quente e seco na semana que passou foi favorável ao desenvolvimento das olerícolas em geral. Foi intensificada a irrigação nas culturas. Houve redução do transplantio de folhosas cultivadas a campo e aumento da instalação de estufas para cultivo protegido de alface e rúcula. Segue o ataque de ácaros e tripes. Abóboras, pepino e vagens em plena produção, com plantas menores e ramos e entrenós mais curtos.

Na região de Santa Rosa tem continuidade a colheita de laranja Valência. Entre as variedades cítricas, a maioria está em emissão de novas brotações e em floração, momento propício para o controle preventivo de pinta preta. Algumas plantas foram atacadas pelos pulgões. Pés de figo apresentam novas brotações, necessitando tratamentos de controle de pragas e doenças. Frutíferas de clima temperado, como pêssego e ameixa, encontram-se em fase de início da formação de frutos, com bom aspecto sanitário até o momento. Pessegueiros precoces como o Premier estão em maturação e colheita, e a variedade Precocinho está em plena frutificação, aparentemente sem queda de frutos devido à geada. Ameixeira e macieira de variedades Eva e Julieta, em frutificação.

O aumento da temperatura e da insolação permitiu que os campos nativos ofertassem pastagem de qualidade aos rebanhos de corte. Com esta situação, os bovinos estão recuperando a condição corporal perdida durante o inverno. O período é caracterizado pela parição dos animais em sistema de cria, com bom desenvolvimento dos terneiros, que demanda cuidados específicos devido ao aumento do calor, evitando assim a infestação por moscas. Nas demais propriedades, animais estão em processo de cobertura das matrizes. Os demais estão em processo de engorda, principalmente os rebanhos retirados de sistemas de integração lavoura-pecuária.

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