Na Assembleia Legislativa, Eduardo Leite apresenta novas medidas do Plano Rio Grande
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Na Assembleia Legislativa, Eduardo Leite apresenta novas medidas do Plano Rio Grande

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Foto: Jürgen Mayrhofer/Secom

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Na Assembleia Legislativa, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, apresentou nesta segunda-feira (24) o Seminário Plano Rio Grande. O evento teve como objetivo delinear as ações em andamento e abordar o impacto econômico das enchentes recentes, além de anunciar oito novas medidas de apoio a empreendedores afetados.

Segundo as análises, o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro mais afetado por desastres naturais nos últimos 30 anos. As inundações de maio são consideradas potencialmente o maior desastre meteorológico recente no Brasil em termos de impacto econômico, com prejuízos estimados entre 20 e 30 bilhões de dólares. Esse evento pode ser um dos maiores desastres econômicos do século 21 globalmente.

“Os projetos de reconstrução se estenderão além deste governo e desta legislatura. Nosso papel é criar condições institucionais para que o Estado atinja suas metas. Acredito que esse é o espírito predominante no momento”, afirmou Leite aos parlamentares.

Durante o seminário, Leite anunciou oito novas ações para mitigar os impactos das enchentes:

  1. Alterações no Imposto sobre a Transmissão “Causa Mortis” (ITCD)
  2. Ampliação do incentivo do Fundo Operação Empresa do Estado (Fundopem/RS) para novos projetos
  3. Extensão desse incentivo a projetos em andamento
  4. Redução do prazo de apropriação dos créditos do Ativo Permanente
  5. Crédito presumido para aquisição de máquinas e equipamentos
  6. Isenção na aquisição de veículos por locadoras
  7. Flexibilização do Programa de Parcelamento
  8. Transação Tributária

Essas iniciativas, que serão detalhadas pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), fazem parte do Plano Rio Grande. O governador também destacou as ações já lançadas no âmbito do plano, totalizando R$ 911,9 milhões em investimentos pelo governo estadual.

Adicionalmente, foram discutidas as perdas na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e a necessidade de apoio da União para a recuperação do estado.

Fonte: Jornal o Sul

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“Era para eu estar morto”, diz Donald Trump na primeira entrevista após sofrer atentado

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Foto: Reprodução de vídeo
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Em sua primeira entrevista após sofrer um atentado durante um comício em Butler, na Pensilvânia, no sábado (13), Donald Trump declarou que ele deveria “estar morto”.

“Era para eu estar morto. Por sorte ou por Deus, muitas pessoas estão dizendo que é por Deus, que eu ainda estou aqui”, afirmou o republicano ao jornal New York Post.

Na entrevista, Trump exibiu um grande hematoma no antebraço direito, resultado da intervenção dos agentes de segurança que correram para protegê-lo. Com uma bandagem branca cobrindo sua orelha direita, o ex-presidente dos EUA recusou-se a ser fotografado.

Trump comentou sobre as imagens que mostraram ele levantando o punho e dizendo “lute” enquanto estava com sangue no rosto. “Muitas pessoas dizem que é a foto mais icônica que já viram”, declarou. “Eles estão certos e eu não morri. Normalmente, você tem que morrer para ter uma foto icônica”, acrescentou.

Ele revelou ao jornal que desejava continuar seu discurso após o tiroteio, mas o Serviço Secreto insistiu que ele fosse ao hospital. Trump também mencionou que apreciou o telefonema que recebeu de seu rival, o presidente Joe Biden, após o ataque.

“Eu quero unir nosso país, mas não sei se isso é possível. As pessoas estão muito divididas”, finalizou.

“Levei um tiro que atingiu a parte superior da minha orelha direita. Soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e senti a bala rasgando a pele”, declarou Trump após o ataque. O atirador foi morto por agentes de segurança.

Fonte: Jornal o Sul

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Brasil registra quase 190 casos de violência política no primeiro semestre deste ano

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Foto: Reprodução
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O Brasil registrou 187 casos de violência contra políticos no primeiro semestre deste ano, conforme levantamento realizado pela CNN com base em relatórios do Observatório da Violência Política e Eleitoral da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).

De janeiro a junho, maio foi o mês com o maior número de episódios, contabilizando 51 casos de violência contra deputados, prefeitos, vereadores e lideranças políticas.

Os tipos de violência registrados incluem ameaças, agressões, homicídios, atentados e sequestros, sendo as ameaças e agressões os episódios mais frequentes. No total, houve 43 assassinatos com motivação política, destacando-se os estados do Rio de Janeiro (6), Bahia (4) e Ceará (4).

Um dos casos notórios foi o assassinato de Juliana Lira de Souza, conhecida como “Nega Juh”, pré-candidata a vereadora em Nova Iguaçu (RJ). Os partidos mais atingidos por episódios de violência foram o PL (21), o PT (16), o PSB (11) e o PP (11).

Fonte: Jornal o Sul

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Bolsonaro diz que só conservadores sofrem atentados

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Foto: Embaixada EUA no Brasil
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O ex-presidente Jair Bolsonaro declarou neste domingo (14), em um evento em São Paulo, que “somente pessoas conservadoras sofrem atentado”. “Atentados são contra pessoas de bem e conservadoras”, afirmou Bolsonaro, referindo-se ao ataque ao ex-presidente americano Donald Trump, com quem mantém aliança.

Entretanto, essa afirmação ignora atentados contra políticos de outros espectros ideológicos. No Brasil, em 2018, a vereadora Marielle Franco, do PSOL, foi assassinada a tiros enquanto voltava para casa. Além disso, o presidente John F. Kennedy foi baleado durante uma visita a Dallas, nos Estados Unidos, sendo um dos quatro presidentes americanos mortos por atentados durante o exercício do mandato.

Bolsonaro também mencionou o atentado que ele próprio sofreu. “Ele [Trump] foi salvo, como eu fui. Os médicos dizem que foi um milagre eu ter sobrevivido em 2018, considerando a gravidade dos ferimentos. Ele foi salvo por questão de poucos centímetros. Isso, no meu entender, é algo que vem de cima”, completou o ex-presidente. Bolsonaro não quis responder se falou com Trump após o atentado.

O ex-presidente participou do lançamento da pré-candidatura da vereadora Sonaira Fernandes (PL), em um evento que contou com a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O evento ocorreu na sede da Igreja Renascer em Cristo, em São Paulo, reunindo cerca de 2 mil pessoas.

Após o evento, em entrevista ao Estadão, Bolsonaro afirmou que não está “nem um pouco preocupado” com o indiciamento da Polícia Federal no caso das joias. “É só você ler a lei, decretos e portarias. Os presentes que eu recebi são meus”, sustentou o ex-mandatário.

Entretanto, a própria Secretaria-Geral da Presidência da República de Bolsonaro revogou, em novembro de 2021, a portaria da gestão Michel Temer que definia joias, semijoias e bijuterias como itens de caráter personalíssimo. Em 2023, o Tribunal de Contas da União (TCU) notificou a Secretaria-Geral da Presidência sobre a necessidade de ex-ministros de Bolsonaro devolverem relógios de luxo recebidos durante uma viagem oficial a Doha, no Catar, em 2019. O ministro Antonio Anastasia afirmou que o recebimento de presentes caros extrapola os “princípios da razoabilidade e da moralidade” pública, previstos na Constituição.

Ainda na entrevista, Bolsonaro indicou que manterá a pré-candidatura do deputado federal Alexandre Ramagem (PL) à prefeitura do Rio de Janeiro, apesar da PF ter encontrado um áudio de uma reunião em que Bolsonaro, Ramagem e o general Augusto Heleno discutem um plano para proteger o senador Flávio Bolsonaro no inquérito da rachadinha. “Vou estar com ele (Ramagem) quinta, sexta e sábado”, declarou.

Orações por Trump

Michelle Bolsonaro foi a primeira a discursar no evento, afirmando que “nós fomos negligentes, como cristãos, por falar que não podia misturar religião com política e, por conta disso, o mal tomou conta”. Sem citar o presidente Lula, a ex-primeira-dama disse que o “mal está governando” e pediu orações para Trump.

Ao lado de Tarcísio, Bolsonaro voltou a questionar o resultado da última eleição, apesar de dizer que é “página virada” e que não tem “obsessão pelo poder”. O ex-presidente mencionou novamente o atentado que sofreu em 2018. Aliados de Bolsonaro têm atribuído o atentado contra Trump a políticos de esquerda, comparando o episódio à facada que atingiu Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018 e levou à prisão de Adélio Bispo.

Filhos de Bolsonaro

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestou-se nas redes sociais, afirmando que “ainda há quem ache que a diferença entre direita e esquerda é só política. Saiba que se pudessem eles meteriam uma bala na cabeça de cada opositor, só precisam da oportunidade para fazê-lo”.

Jair Renan (PL-SC), também filho de Bolsonaro, publicou uma montagem no Instagram com a foto de Bolsonaro no momento da facada e a de Trump ao ser atingido de raspão durante o comício na Pensilvânia. “E a história se repete. Se não podem vencer, tentam matar. Trump irá voltar”, disse o filho mais novo de Bolsonaro.

Fonte: Jornal o Sul

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