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Mulher tenta esfaquear amiga por pedaço de pizza

Pável Bauken

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Policiais da Flórida, nos Estados Unidos, prenderam De’Erica Cooks, 22, após a mulher tentar esfaquear uma amiga. A briga, que aconteceu em um restaurante local, foi causada por um pedaço de pizza. Segundo testemunhas, a disputa começou quando Cooks teve seu pedido por um pedaço de pizza recusado pela amiga. A negativa frustrou a mulher, que começou a ameaçar a amiga com uma faca, segundo informações do site Click Orlando. “Eu vou te cortar”, foi uma das ameaças proferidas por Cooks durante o ataque.

Por sorte, uma das testemunhas conseguiu impedir a agressão e tirar a faca da mão da mulher. Cooks foi levada a uma delegacia da região e está presa sob a acusação de agressão armada com intenção de matar. Em depoimento para polícia, a mulher afirmou ter pouca memória sobre a ocorrência.

Segundo um estudo publicado na revista cientifica Psychopharmaphology, a fome (mas precisamente a queda súbita do nível de glicose no sangue), pode afetar o humor.

As pessoas realmente fazem loucuras por pizza. O irlandês Robert Sharkley, por exemplo, não comunicou a morte de sua vizinha idosa, roubou os cartões de débito da senhora e gastou quase R$ 29 mil no alimento. Robert Sharkley, 24, encontrou o corpo de sua vizinha, Marie Conlons, 68, em 2015. Na ocasião, o rapaz não só deixou de comunicar a morte da idosa, como roubou seu cartão de débito e gastou quase R$ 29 mil só em pizzas. As autoridades agora investigam o caso após, finalmente, encontrarem o cadáver da mulher no final do ano passado, reporta o site britânico Belfast Live. O homem se apresentou na corte de Belfast, Irlanda do Norte, para se declarar culpado de quase todas as acusações.

Fonte R7

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Pesquisadores criam um mapa detalhado dos antigos rios de Marte

Pável Bauken

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Após quinze anos de captura de imagens e outros três anos montando um verdadeiro quebra-cabeças, pesquisadores finalizaram a maior imagem já produzida: um mosaico de 8 trilhões de pixels que reproduz a superfície de Marte. Agora, foi concluído o primeiro estudo a utilizar esse gigantesco panorama em sua totalidade. A pesquisa oferece uma visão sem precedentes dos antigos sistemas de rios que cobriam as extensas planícies do hemisfério sul do Planeta Vermelho no passado.

O estudo foi publicado na revista científica Geology. Segundo os especialistas, a pesquisa complementa um trabalho existente sobre a história hidrológica de Marte, que mostra em um mapa as antigas cordilheiras fluviais. Usar o mosaico para estudar os sulcos dos rios permitirá que os pesquisadores resolvam alguns enigmas de escala global.

Em um passado remoto, Marte era abundante em água, como mostram evidências de registros rochosos de lagos, rios e geleiras. Os sulcos fluviais foram formados há cerca de 4 bilhões de anos, quando grandes rios depositaram sedimentos em seus canais. Depois que a água secou, esses sulcos foram tudo o que restou. Sistemas semelhantes podem ser encontrados atualmente na Terra, em lugares como o sul de Utah e o Vale da Morte, nos Estados Unidos, e o Deserto de Atacama, no Chile.

Os sulcos estão presentes apenas no hemisfério sul, onde ficam situadas algumas das porções de terreno mais antigas e acidentadas de Marte. “Esses sulcos provavelmente existiam por todo o planeta, mas processos (geológicos) subsequentes fizeram com que eles fossem soterrados ou erodidos”, disse Jay Dickson, principal autor do estudo.

Além da descoberta de 18 novos sulcos fluviais, a utilização do mosaico permitiu aos especialistas reexaminar as características de outros sulcos que haviam sido identificados previamente. Após um estudo mais detalhado, foi descoberto que alguns deles não foram formados por rios, mas por fluxos de lava ou geleiras.


Fonte: Geological Society of America, via Eurekalert

Imagens: Shutterstock.com e Jim Dickson/Divulgação

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Brasil proíbe entrada de viajantes vindos da África do Sul para impedir variante da Covid-19.

Reporter Regional

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Uma portaria do governo federal publicada nesta terça-feira (26) proíbe a entrada no Brasil de passageiros vindos da África do Sul. Segundo a portaria, a medida foi tomada, entre outras razões, para evitar o impacto da nova variante do coronavírus. Os viajantes vindos do Reino Unido continuam impedidos de entrar no país.

Segundo o texto publicado, ficam proibidos, em caráter temporário, voos internacionais com destino ao Brasil que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido e pela África do Sul. Também fica suspensa a autorização de embarque para o Brasil de viajante estrangeiro, procedente ou com passagem pelo Reino Unido e pela África do Sul nos últimos quatorze dias.

O texto foi assinado pelos ministros Walter Braga Netto (Casa Civil), André Mendonça (Justiça e Segurança Pública) e Eduardo Pazuello (Saúde).

Demais estrangeiros podem entrar no país por via aérea desde que comprovem, por meio de teste RT-PCR, que não estão com Covid-19. O exame precisa ter sido realizado 72 horas antes do embarque.

Quem não cumprir as regras estipuladas pela portaria estará sujeito à:

  • responsabilização civil, administrativa e penal
  • repatriação ou deportação imediata
  • inabilitação de pedido de refúgio

Rodovias

 

A portaria mantém ainda a restrição à entrada de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, por rodovias, outros meios terrestres ou por rios e afins. Os paraguaios poderão continuar entrando no Brasil normalmente pelas rodovias. E também aqueles moradores de cidades cortadas por fronteiras, excluídas as com a Venezuela.

O texto deixa claro que esse impedimento de entrada no Brasil não vale para:

  • brasileiro naturalizado;
  • imigrante com residência “de caráter definitivo” – não é válido para venezuelanos;
  • profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional;
  • funcionário estrangeiro que atue para o governo brasileiro;
  • estrangeiro que tenha as seguintes relações com brasileiro, cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador- não vale para venezuelanos;
  • estrangeiro autorizado pelo governo devido à interesse público ou a questões humanitárias;
  • estrangeiro que tenha o Registro Nacional Migratório – não válido para venezuelanos;
  • quem trabalhar com transporte de cargas, como motoristas, por exemplo.

 

Fonte: G1.

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A inusitada estratégia de uma banda de rock para fazer shows com segurança na pandemia.

Reporter Regional

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Em situações complicadas, soluções espertas e inusitadas.

Para conseguir se apresentar em meio à pandemia de covid-19, a banda de rock americana Flaming Lips colocou os músicos e o público dentro de bolhas infláveis para que pudessem manter o distanciamento social contra o risco do coronavírus.

Os dois shows do grupo, na sexta-feira (22) e no sábado (23), contaram com 100 balões, cada um com capacidade para até três pessoas. As apresentações aconteceram no Estado de Oklahoma, nos Estados Unidos.

A engenhosa ideia partiu do líder da banda, Wayne Coyne, que já usava bolhas antes da pandemia para “rolar” dentro da cápsula pelo público em muitos de seus shows.

Durante a pandemia, a banda fez testes em apresentações mais curtas no ano passado. Em junho e em setembro, por exemplo, se apresentaram em programas de televisão em bolhas.

Antes de se apresentar nos shows do último fim de semana, Coyne disse que assistir ao show da banda dessa forma seria “mais seguro do que ir a um mercado” em tempos de pandemia.

Cada bolha foi equipada com um alto-falante suplementar de alta frequência, para evitar distorção do som, além de uma garrafa d’água, ventilador movido a pilha, toalha e uma bandeira que poderia ser usada para indicar necessidades básicas como “tenho que urinar/está calor aqui”, para chamar um atendente.

Os shows estavam planejados originalmente para dezembro, mas tiveram de ser suspensos devido ao aumento de casos do novo coronavírus em Oklahoma durante o fim de 2020.

Considerado um sucesso pelos organizadores, o evento pode incentivar outras bandas a repetirem a experiência, sempre que houver um local adequado. É fundamental também que o público tome as precauções necessárias durante as apresentações (como permanecer em suas bolhas e sair apenas mediante autorização de um atendente, para evitar contato com as outras pessoas).

Fonte G1

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