Mulher afirma que engravidou de “rajada de vento” na Indonésia – Portal Plural
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Mulher afirma que engravidou de “rajada de vento” na Indonésia

Reporter Global

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Siti Zainah, de 25 anos, disse que ficou grávida após uma rajada de vento na Indonésia.

 

Ela afirmou que percebeu a gravidez uma hora antes de dar à luz. A criança nasceu na última semana, na cidade de Cianjur, em West Java. O caso é investigado pela polícia local.

A mulher relatou ao jornal Times Now que estava na sala de sua casa quando “sentiu” a rajada de vento. “Depois da oração da tarde, eu estava deitada de bruços e, de repente, senti uma rajada de vento entrar na minha vagina”, contou.

Zainah foi levada as pressas para uma clínica de saúde comunitária, onde o parto foi realizado. “Fui ao local com o chefe da subprefeitura e o chefe do distrito. A mãe e o bebê estão em condições saudáveis ​​e o parto foi normal. O sexo do bebê é feminino e ela pesa 2,9 quilos”, revelou Eman Sulaeman, diretor da clínica. Segundo ele, Siti provavelmente teve uma “gravidez enigmática”, que é quando uma mulher não sabe que está grávida até entrar em trabalho de parto.

De acordo com o Daily Star, após o nascimento da criança, policiais visitaram a casa de Zainah para iniciarem a investigação. “A questão é que queremos esclarecer as notícias confusas sobre a mulher grávida que deu à luz de uma maneira considerada não natural. Não queremos que este assunto crie rumores selvagens entre o público”, explicou um porta-voz da polícia.

 

FONTE: ISTO É

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Mundo

Veja o que a Perseverance registrou durante a primeira semana em Marte

Sons da atmosfera, imagens em 360 graus e enigmas chamaram a atenção

Pável Bauken

Publicado

em

© NASA/JPL-Caltech

Considerada a sonda mais avançada já lançada pelo homem ao infinito, a Perseverance completou sua primeira semana em Marte na quinta-feira (25) com uma vasta coleção de novos registros da superfície pouco conhecida do planeta.

Lançada no dia 30 de julho de 2020 a partir da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, no estado da Flórida (Estados Unidos), a Perseverance alçou voo acoplada ao foguete interplanetário Atlas V – o mesmo que havia transportado outros veículos exploradores, como a InSight e a Curiosity.

A chegada ao planeta vermelho – apelidado assim por ter a superfície coberta por óxido de ferro vermelho, composto conhecido popularmente como ferrugem – foi transmitida ao vivo diretamente do centro de controle da missão na agência aeroespacial norte-americana (Nasa) no dia 18 de fevereiro e também foi acompanhada em tempo real pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, com comentários do ministro Marcos Pontes. A velocidade de cruzeiro até o destino, mais especificamente a cratera de Jezero, foi de 39,6 mil quilômetros por hora (km/h).

Chegada, descida e pouso

A dificuldade de exploração de Marte não é apenas a distância, que varia entre 55 milhões e 400 milhões de quilômetros (dependendo do lugar em que a Terra e Marte estão em suas rotas orbitais em relação ao sol), mas também as diferenças atmosféricas e de gravidade – além, claro, da distância necessária para enviar e receber informações. São 22 minutos de demora para completar um ciclo completo de comunicação.

Essa demora em receber e confirmar comandos fez com que a Perseverance operasse quase todo o procedimento de descida e de pouso por uma sequência controlada por inteligência artificial. A manobra contou com um planador equipado com propulsores e com um sistema de descida gradual, além de um paraquedas para o trecho final.

A primeira imagem em alta resolução da superfície de Marte chegou no mesmo dia.

Perseverance Sol 4

Perseverance Sol 4 – NASA/JPL-Caltech/ASU

Após o reconhecimento inicial e a checagem de funcionamento de todos os sistemas, o robô explorador iniciou os trabalhos. Um registro em 360 graus da superfície da cratera de Jezero foi capturado e mostra o horizonte marciano.

Perseverance Marte Panoramica

Perseverance Marte Panoramica – NASA/JPL-Caltech/MSSS/ASU

Os sons de Marte

Você já se perguntou como seria ouvir os sons da atmosfera gelada de Marte? Como seriam os ventos de dióxido de carbono (95% do volume atmosférico) com nitrogênio e argônio? A Perseverance respondeu a estes questionamentos dos entusiastas da exploração espacial.

Ouça os sons da atmosfera de Marte capturados pelo robô explorador.

Enigma do outro mundo

A tecnologia necessária para colocar uma sonda do tamanho de um carro popular em Marte é extremamente avançada e meticulosa. Prova disso são as pequenas surpresas espalhadas em diversas partes da Perseverance, que só são percebidas pelos olhos mais atentos.

Durante a descida para a superfície marciana, a Perseverance contou com um paraquedas com círculos concêntricos de padrões brancos e vermelhos – algo que, para os incautos, não significava nada. Apenas algumas horas depois, internautas haviam desvendado o mistério da mensagem secreta: “dare mighty things”, ou “ouse coisas poderosas” (em tradução livre).

O engenheiro chefe da missão Perseverance usou as redes sociais para confirmar a solução do enigma e congratulou os detetives da internet. “Oh, internet. Será que não há nada que você não consiga fazer?”, afirmou o cientista.

A frase tem um forte significado para a equipe. Ela está grafada nas paredes do Laboratório de Propulsão a Jato – departamento responsável pelo paraquedas e por parte significativa do sistema de descida e pouso do robô explorador.

Mapa interativo

A Perseverance é um laboratório ambulante. A rota do robô explorador dentro da cratera de Jezero em busca de sinais de vida há bilhões de anos aguça a curiosidade científica de quem torce para achar pistas sobre a origem da vida no universo. Para quem não quer perder a sonda bilionária de vista, a Nasa preparou um mapa interativo que mostra a exata localização do robô atualizada regularmente.

Veja aqui onde está a Perseverance neste momento.

ebc

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Mundo

Antártica: degelo provoca separação de iceberg

Iceberg é 12 vezes maior que a área de Lisboa

Pável Bauken

Publicado

em

© Arquivo/Ana Nascimento/Agência Brasil

Um iceberg, com área 12 vezes maior que a área metropolitana de Lisboa, separou-se de uma plataforma na Antártica.

Há vários anos que a Nasa, a agência espacial norte-americana, vinha acompanhando a situação.

iceberg que se formou na sexta-feira (26) tem área de 1.270 quilômetros quadrados.

A separação ocorre quase uma década depois de os cientistas terem detectado, pela primeira vez, fraturas na plataforma de gelo, que tem 150 metros de espessura.

ebc

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Mundo

Satélite brasileiro Amazonia-1 é lançado com sucesso e já está em órbita

Pável Bauken

Publicado

em



Sucesso! O primeiro satélite brasileiro foi lançado neste domingo (28) a bordo do foguete PSLV-C51, na Índia, às 01h54h pelo horário de Brasília. O lançamento aconteceu no Centro Espacial Satish Dhawan (SHAR), em Sriharikota, e o satélite tem como objetivo observar e monitorar o desmatamento da região amazônica.

O Amazonia-1 pesa 640 quilos, tem 2,5 metros de altura e operará a 750 km de altitude. Foram 13 anos de desenvolvimento para que chegássemos ao lançamento bem-sucedido e, com isso, o Brasil entra para o grupo de apenas 20 países capazes de desenvolver um satélite próprio dessa maneira. É composto por duas partes principais: A Plataforma Multimissão – PMM e o Módulo de carga útil. A PMM é um módulo de serviço que reúne todos os equipamentos necessários a sobrevivência do satélite, ele fornece energia, propulsão, controle térmico e gerenciamento de dados.

O módulo de carga útil é plataforma principal do Amazonia-1 e abriga câmera imageadora (uma câmera WFI, semelhante as usadas em outras missões como nas dos satélites CBERS-4 E A4) e equipamentos de gravações (DDR – Subsistema Gravador de Dados Digital), processamento (SPE – Unidade de processamento) e transmissão de dados (AWDT – Subsistema de transmissão de dados da câmera).

Este é o primeiro satélite de observação da Terra completamente brasileiro, sendo projetado, desenvolvido, testado e operado pelo Brasil. Apenas o lançamento aconteceu em outro país. Mas por que em outro país? O Brasil não tem um foguete grande o suficiente para levar o nosso satélite à órbita, e Alcântara também não tem uma plataforma com dimensões e estruturas adequadas para lançar um foguete do tamanho que seria necessário para transportar o Amazonia-1. Enquanto o foguete indiano PSLV-C51 tem 44,4 metros, o foguete brasileiro VLS (sigla para Veículo Lançador de Satélites) tem apenas 19,7 metros de altura.

A órbita do satélite foi projetada para proporcionar uma alta taxa de revista (5 dias) com capacidade de disponibilizar uma quantidade significativa de dados de um mesmo ponto do planeta. O Amazonia-1 poderá fornecer dados de um ponto específico em dois dias.

Fonte: MCTIC, INPE

 

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