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Política

Ministro do Meio Ambiente diz que seca e calor ampliam queimadas

Pável Bauken

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O ministro do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles, sobrevoou hoje (21) à tarde algumas regiões de Mato Grosso para acompanhar o combate a queimadas no estado. Segundo o ministro, a maior parte dos focos de incêndio está localizada na área urbana. Salles destacou que, dos 10 mil hectares de área que foram queimados, cerca de 3 mil estão localizados na Chapada dos Guimarães.

Segundo o ministro, o governo federal apoiar todos os estados que precisarem de reforços federais em função das queimadas. Mais de mil brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio ) estão atuando para conter as chamas em regiões críticas.

Salles destacou que o que ele verificou foi que a maior parte dos focos de incêndio é proposital, em áreas de concentração de lixo, o que é “muito ruim”. “A maior concentração de focos aqui na região está em perímetro urbano, (…) razão pela qual essa concentração de fumaça na cidade.”

Apenas na Chapada dos Guimarães, segundo o ministro, atuam 69 brigadistas do Ibama e mais de 20 membros do Corpo de Bombeiros do Estado de Mato Grosso. O fogo teria se proliferado muito rapidamente, em apenas um dia, em razão do calor, da baixa umidade e do vento forte, de acordo com o ministro.

Em entrevista à imprensa em Cuiabá, Salles destacou que o agronegócio brasileiro é um exemplo de sustentabilidade, utiliza as melhores práticas, mas nem por isso “está imune a riscos”.  De acordo com ele, não houve redução de recursos para a contenção de incêndios florestais. “Não há corte na destinação final de recursos de trabalho de incêndio, tanto que estamos com o mesmo número de brigadistas, trabalhando da mesma forma”, afirmou. “Agora é um clima que está mais seco, mais quente, com mais vento, e isso propicia uma propagação maior dos focos”, acrescentou.

O ministro esteve acompanhado do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes. Ricardo Salles deve visitar outros estados a partir da próxima semana para monitorar as queimadas e o desmatamento ilegal.

Combate ao fogo

Nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro destacou que as equipes ICMBio e Ibama estão atuando na Amazônia contra as queimadas e que as Forças Armadas devem reforçar o combate com as equipes locais, assim como a Força Nacional deve enviar 40 homens para a região. Para o presidente, o aumento de queimadas registrado nos últimos dias na Amazônia pode ser resultado de ação criminosa.

“É um crime, o governo não está insensível para isso. Mas temos uma guerra acontecendo no mundo contra o Brasil, a guerra da informação”, disse, ressaltando que o governo vai investigar os responsáveis por esse crime.

Agência Brasil

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Política

Desafios dos municípios frente à eleição de 2020 são debatidos por prefeitos em Capão da Canoa

Reporter Cidades

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Evento organizado pela Famurs ocorreu na quinta e sexta-feira | Foto: Guilherme Almeida

Prefeitos de grande parte dos 497 municípios gaúchos e membros de suas equipes estiveram reunidos na quinta e sexta-feira, na Praia do Araçá, em Capão da Canoa, no Litoral Norte, para debater os desafios em ano de eleições. Na Assembleia de Verão da Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em vários painéis, prefeitos e especialistas discorreram a respeito das mudanças na legislação eleitoral e no pleito municipal, o que são considerados crimes eleitorais, como enfrentar o mundo digital e as fake news.

Reuniões temáticas se propuseram a não deixar de lado questões importantes, como a pavimentação dos acessos municipais e situação dramática causada pela estiagem prolongada. Em dois dias foram realizados 19 painéis e apresentações, que tiveram plateia praticamente lotada no Centro de Eventos do Hotel Araçá. De acordo com o coordenador-geral da Famurs, José Scorsatto, os cerca de 500 lugares estiveram preenchidos nos dois dias de evento. “É uma participação muito boa. Tivemos nesta edição bons painéis, como o da desembargadora Marilene Bonzanini (presidente do TRE-RS), o de segurança cibernética e a do Zeca Honorato (publicitário e consultor em marketing político)”, destaca. “A assembleia é um dos eventos mais tradicionais da Famurs, que ocorre há 15 anos. A ideia é valorizar o Litoral Norte e prestigiar a Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte) e também aproveitar que alguns dos prefeitos estão de férias pela região”, explica o presidente da Famurs, Dudu Freire, que também é prefeito de Palmeira das Missões. “O eixo principal do evento foi sobre eleições, mas paralelamente tivemos outras reuniões sobre as pautas municipalistas, com diversos assuntos. É muito importante termos estes encontros para trocar experiências de gestão”, avalia Freire. 

A Assembleia de Verão 2020 teve apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e da Amlinorte. O evento foi encerrado no final da tarde de ontem pelo presidente da CNM, Glademir Aroldi, que debateu a pauta municipalista que é tratada na esfera federal. A estiagem que atinge o Rio Grande do Sul também foi avaliada. A secretária de Trabalho e Assistência Social, Regina Becker, se reuniu com gestores da entidade e prefeitos de municípios afetados pela falta de chuva. O encontro serviu para esclarecer as formas de liberação de recursos por parte do governo federal dentro das normativas estabelecidas pelo Ministério da Cidadania.

O boletim mais recente da Defesa Civil aponta que 115 municípios gaúchos foram prejudicados pela estiagem; 107 decretaram situação de emergência, dos quais 13 foram homologados pelo governador Eduardo Leite: Agudo, Cachoeira do Sul, Cerro Branco, Chuvisca, Cristal, Faxinal do Soturno, Herveiras, Lagoão, Montauri, Nova Palma, Pinhal Grande, Ponte Preta e São Gabriel. A secretária destacou a importância do envio dos dados pelas prefeituras, sendo fundamental para a receber ajuda do governo. Dos 13 municípios, somente dois (Chuvisca e Nova Palma) responderam às solicitações da Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Stas) referentes à participação em outros programas do governo federal. 

Correio do Povo

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Destaque

Bolsonaro confirma saída de Osmar Terra

Reporter Cidades

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Conforme noticiado pelo Portal Plural após ouvir fontes ligadas ao Governo, se confirmou a saída de Osmar Terra do Ministério da Cidadania, que volta para a Câmara dos Deputados.

“Informo que o Ministério da Cidadania será comandado pelo Deputado Federal Onyx Lorenzoni. A Chefia da Casa Civil será exercida pelo General de Exército Walter Souza Braga Netto. Agradeço ao Ministro Osmar Terra pelo trabalho e dedicação ao Brasil e que terá continuidade na Câmara dos Deputados. Na próxima terça-feira, dia 18, será realizada às 15:00, a cerimônia de transmissão dos cargos no Palácio do Planalto”, publicou o presidente Jair Bolsonaro.

Onyx Lorenzoni, vai assumir o Ministério da Cidadania. O presidente Jair Bolsonaro comunicou para Osmar Terra, da decisão durante o horário de almoço na quarta-feira. Terra, com isso, deixa o governo.

Já Osmar Terra vinha se desentendendo com a equipe econômica do governo. A escalada se deu recentemente com o Bolsa Família, programa que registrado filas de espera de beneficiários, e recentemente seu ministério contratou uma empresa envolvida em escândalos de corrupção.

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Política

Presidente Jair Bolsonaro lidera em todos os cenários para a eleição presidencial de 2022

Levantamento exclusivo VEJA/FSB avaliou cinco cenários da disputa presidencial de 2022

Reporter Cidades

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Bolsonaro, Huck e Doria PR/Antonio Milena/Agência Brasil/.

Pesquisa realizada pela consultoria Atlas Político e divulgada pelo El País mostra o presidente Jair Bolsonaro líder em todos os cenários para a eleição presidencial de 2022. No cenário sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sem Sergio Moro, Bolsonaro lidera com folga. Com Lula e Moro na disputa, o quadro fica bem mais acirrado. O atual presidente tem 32% e Lula fica com 28%. O número fica no limite máximo da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Sem Lula e Moro, chama atenção o desempenho do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que chega a 13%, encostado em Luciano Huck, que tem 14%.

A pesquisa foi feita via Internet, via convites randomizados para duas mil pessoas de todas as regiões do Brasil, entre 7 e 9 de fevereiro. O nível de confiança é de 95%.

CENÁRIO 1
Bolsonaro – 41%

Luciano Huck – 14%

Flávio Dino (PCdoB) – 13%

João Doria (PSDB) – 2,5%

Brancos, nulos, não sabem – 27%

CENÁRIO 2
Bolsonaro – 32%

Lula (PT) – 28%

Sergio Moro – 20%

Luciano Huck – 6%

Flávio Dino (PCdoB) – 3%

João Doria (PSDB) – 0,6%

Brancos, nulos, não sabem – 9%

SIMULAÇÕES DE SEGUNDO TURNO

CENÁRIO 1
Jair Bolsonaro – 45%

Candidato apoiado por Lula (qualquer um) – 35%

CENÁRIO 2
Sergio Moro – 54%

Candidato apoiado por Lula (qualquer um) – 36%

O nome de Ciro Gomes (PDT) não foi incluído na pesquisa, segundo os pesquisadores, para delimitar o número de cenários.

O Povo

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