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Ministério Da Saúde lembra: Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita

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O teste rápido de sífilis é gratuito na rede pública de saúde, portanto, não adie esse cuidado - Raiza Milhomem


O 3º sábado do mês de outubro é reconhecido, oficialmente, como o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita. Para reforçar a importância da data, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da área técnica de Infecções Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais (IST/AIDS/HV), incentiva os gestores municipais a realizarem diversas ações de mobilização coletiva para o enfrentamento deste agravo. Atividades como oferta de insumos de prevenção, testes rápidos, medicamentos, entre outras serão realizadas.

 

Este ano, o Ministério da Saúde (MS) definiu como tema da Campanha “Eu sei. Você sabe?“, advindo disso, a Área Técnica das IST/AIDS e Hepatites Virais, vinculada a SES, aderiu com a logomarca “Eu já testei! E você já testou?” com o objetivo de alcançar a população com uma linguagem mais clara e objetiva para darem prioridades aos aspectos de prevenção e diagnóstico precoce, pertinente à Sífilis.

 

Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) apontam que o Estado do Tocantins, contabilizou em 2019, 1.512 casos de sífilis adquirida, 228 casos de Sífilis Congênita e 610 casos de Sífilis em Gestantes. Em 2020, até 21 de setembro, já foram notificados 708 casos de sífilis adquirida, 138 casos de Sífilis Congênita e 433 casos de Sífilis em Gestantes.

 

Segundo a assessora técnica da área das IST/AIDS/HV, Márcia Cristina Alves “estimular a participação dos gestores e profissionais de saúde significa intensificar as ações de prevenção de acordo com sua realidade local. Como exemplo, oferecer tratamento oportuno e adequado às gestantes durante seu pré-natal e consequentemente,  prevenir à sífilis congênita, em seu território de abrangência, utilizando as medidas de prevenção e isolamento, de acordo com as normas sanitárias referentes à pandemia em decorrência da Covid-19.”

 

Ainda segundo a técnica, “diante deste cenário, a gestão Estadual não mede esforços para reduzir os índices desta doença no território tocantinense. Para isso vem fomentando ações de prevenção, controle, monitoramento e vigilância, tais como: distribuição de testes rápidos e preservativos para os municípios, durante todo o ano”, pontuou.

 

O material citado pela assessora é disponibilizado nas Unidades Básicas de Saúde da maioria dos municípios do Estado, em universidades, órgãos parceiros do Estado, estabelecimentos comerciais (postos de combustíveis, bares e restaurantes).

Aliado a isso o Estado implantou fluxos e protocolos com o objetivo de acompanhar, de forma integralizada, pacientes com sífilis, tornando assim o tratamento apropriado; integração com a equipe da Atenção Primária fortalecendo o cuidado integral da pessoa com sífilis e orientações e recomendações aos municípios conforme protocolos preconizados pelo Ministério da Saúde.

 

 

Sobre a Infecção

A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema Pallidum. A doença pode apresentar várias manifestações clínicas e diferentes estágios (ou formas, conhecidas como primária, secundária, latente e terciária), sendo o risco de contágio maior nos dois primeiros níveis. Todavia, a sífilis é curável, desde que seja feito o acompanhamento adequado por um profissional de saúde.

 

 

Prevenção

A prevenção contra a sífilis é semelhante à do vírus HIV, ou seja, através do uso do preservativo, seja o masculino ou o feminino. Fazer o teste constantemente e, em caso de diagnóstico da doença, o tratamento precoce também é importante para se livrar da infecção.

Fonte: Saude/Gov

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Saúde

BH investiga se paciente foi infectado pela Ômicron

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Mulher recém-chegada do Congo testou positivo para o coronavírus e ainda não foi vacinada contra a covid-19

Uma mulher recém-chegada do Congo testou positivo para o coronavírus no último domingo, 28, após ter apresentado sintomas da doença desde o dia 22, em Belo Horizonte, quando procurou atendimento médico. O voo no qual ela estava embarcada saiu da África no dia 17, data em que a paciente alega ter apresentado um teste de resultado negativo para a covid-19 antes de sair do país de origem. Esse é o segundo caso suspeito notificado da variante Ômicron: o primeiro é de um viajante vindo da África do Sul, que chegou em Guarulhos (SP).
Segundo a prefeitura da capital mineira, a paciente ainda não está vacinada contra o novo coronavírus e foi internada em leito de isolamento antes de ser encaminhada para o Hospital Eduardo de Menezes, no bairro de Bonsucesso, na zona oeste da cidade. Não há mais informações sobre seu estado de saúde. O voo no qual ela veio ao Brasil teria feito ainda uma conexão na Tunísia e a mulher teria desembarcado em São Paulo no último dia 20, mesma data em que chegou à capital mineira.

Fonte: terra

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Saúde

Mês da Prematuridade no Vida & Saúde encerra com palestra sobre cuidados com o recém-nascido

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A programação do Novembro Roxo do Hospital Vida & Saúde foi encerrada na última semana, com a palestra “Os cuidados com o Recém-Nascido no Pós-Alta”. Transmitida pelo canal do Hospital no Youtube, a palestra foi conduzida pelos enfermeiros do HVS, Jaine dos Santos, Rosangela Vaghetti, Keli Cornely e Diogo Hubler, que abordaram temas como o banho do recém-nascido, a higiene do coto umbilical e as emergências pediátricas.

 

Em um trabalho de sensibilização sobre a prematuridade, o Vida & Saúde, através da UTI Neonatal e do Banco de Leite, promoveu uma série de palestras sobre o tema. Todas as palestras estão disponíveis no Canal do HVS no Youtube.

 

Com 10 leitos de UTI Neonatal, o Vida & Saúde recebe pacientes de todo o Rio Grande do Sul e conta com uma equipe multiprofissional que realiza uma assistência completa. De janeiro a novembro deste ano, 163 prematuros foram atendidos na Neonatal.

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Saúde

Anvisa aprova novo tratamento para pessoas que vivem com HIV

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De acordo com a agência, combinação de medicamentos em doses únicas simplifica o tratamento e a adesão dos pacientes

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou um novo medicamento para o tratamento de HIV — vírus causador da Aids —, que combina duas substâncias em um único comprimido. O novo medicamento é uma combinação das substâncias lamivudina e dolutegravir sódico.

De acordo com a agência, a aprovação representa um avanço no tratamento das pessoas portadoras do vírus, já que reúne em uma dose diária os dois antirretrovirais, que não estavam disponíveis em um só comprimido. A possibilidade de doses únicas simplifica o tratamento e a adesão dos pacientes.

Segundo a bula do medicamento, ele reduz a carga viral, ou seja, a quantidade de HIV no organismo do paciente, mantendo-a em nível baixo. A medicação promove também aumento na contagem das células CD4, tipo de glóbulo branco do sangue que exerce importante papel na manutenção do sistema de defesa do organismo saudável, ajudando a combater as infecções.

O medicamento poderá ser indicado como um regime completo para o tratamento da infecção pelo vírus HIV tipo 1 em adultos e adolescentes acima de 12 anos que pesem pelo menos 40 kg, sem histórico de tratamento antirretroviral prévio ou em substituição ao regime antirretroviral atual em pessoas com supressão virológica. O registro foi concedido ao laboratório GlaxoSmithKline Brasil, que para isso apresentou estudos de eficácia e segurança com dados que sustentam as indicações autorizadas.

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