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Medicina & Saúde

Ministério da Saúde lança campanha contra sarampo

Meta é vacinar 3 milhões de crianças e jovens de 5 a 19 anos

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© Valter Campanato/Agência Brasil


O Ministério da Saúde lançou hoje (10) a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. A meta da pasta será vacinar 3 milhões de crianças e jovens de 5 a 19 anos. O período de vacinação começa nesta segunda a vai até 13 março. No dia 15 de fevereiro será realizado o “Dia D” de mobilização para alertar os pais e responsáveis sobre o risco de não vacinar os filhos.

Segundo o ministério, foram encaminhadas neste ano 3,9 milhões de doses da vacina tríplice viral aos estados. O número corresponde a um aumento de 9% no volume de doses que foram solicitadas, segundo a pasta.

O Município de Santa Rosa possui uma população de 15 mil pessoas nesta faixa etária. A direção da FUMSSAR ressalta que serão intensificadas mais ações em escolas levando orientações com pais, alunos e educadores para que todos procurem uma Unidade Básica de Saúde portando a Carteira de Vacinação para ser atualizada, desta forma possam ser verificadas doses de vacinas pendentes.

De acordo com os números de registros da doença, em 2019 foram registrados 18,2 mil casos de sarampo em 526 municípios. Em São Paulo, foram registradas 14 mortes e uma em Pernambuco. O maior número de casos também foi registrado em São Paulo, 16 mil.

A campanha de vacinação faz parte de uma estratégia nacional para interromper a transmissão do sarampo e eliminar a circulação do vírus. As duas primeiras etapas ocorreram no ano passado. Em 2020, estão previstas mais duas. A primeira, entre junho e agosto para o publico de 20 a 29 anos de idade, e outra, também em agosto, para a população de 30 a 59 anos de idade.

EBC

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Medicina & Saúde

Organização Mundial da Saúde publica orientações para uso de máscaras durante pandemia de coronavírus

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Hospitais criam protótipo e produzem as próprias máscaras de proteção contra a Covid-19, em Goiânia — Foto: Divulgação/Crer

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta segunda (6) um documento com orientações sobre o uso de máscaras durante a pandemia do novo coronavírus.

A organização orienta que as máscaras médicas sejam reservadas para profissionais da área da saúde. Segundo a OMS, o uso irrestrito das máscaras profissionais pode “criar uma falsa sensação de segurança, com negligência de outras medidas essenciais”. A organização também cita que o suprimento desses insumos ainda é baixo no mundo.

Pessoas com sintomas também devem usar máscaras médicas, orienta a OMS. Para pessoas que não tenham sintomas, a organização recomenda que mantenham distanciamento social, higiene das mãos, que cubram a boca e o nariz ao tossir ou espirrar e evitem tocas olhos, boca e nariz.

O documento cita as pesquisas crescentes que comprovam a transmissão do vírus por pessoas assintomáticas e pré-sintomáticas e diz que o “potencial beneficio” do uso de máscara por pessoas aparentemente saudáveis é o controle da transmissão.

Mas elenca uma série de riscos a partir desse uso: auto contaminação após tocar no material contaminado, dificuldades respiratórias provocadas por alguns materiais, falta de material para profissionais da saúde, falta de cuidado com outras medidas de proteção, como higienização das mãos.

Máscaras para pessoas saudáveis
A OMS reconhece que, em alguns países, o uso irrestrito tem sido recomendado pelas autoridades locais de saúde e, nesses casos, recomenda os órgãos de saúde sejam claros sobre o propósito do uso (prevenção ou controle).

Os governos que sugerem o uso geral devem orientar a população sobre como usar, higienizar e descartar as máscaras.

A OMS diz que está colaborando com pesquisas que tentam precisar a eficácia de máscaras caseiras para conter o avanço da doença. Mas que ainda não há evidências suficientes para fazer uma recomendação contra ou a favor do uso.

G1

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Destaque

Pesquisa brasileira identifica remédio que pode frear replicação do novo vírus

Reporter Cidades

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Pesquisa da Fiocruz constatou que o medicamento Atazanavir, utilizado no tratamento do HIV, foi capaz de inibir a replicação viral, além de reduzir a produção de proteínas que estão ligadas ao processo inflamatório nos pulmões e, portanto, ao agravamento do quadro clínico da doença. Os especialistas também investigaram o uso combinado do atazanavir com o ritonavir, outro medicamento utilizado para combater o HIV.

O estudo foi publicado nesta segunda-feira (6/4) na plataforma internacional BiorXiv, em formato de pré-print, seguindo a tendência do estudo e do reposicionamento de medicamentos no enfrentamento da emergência sanitária. “A análise de fármacos já aprovados para outros usos é a estratégia mais rápida que a Ciência pode fornecer para ajudar no combate à Covid-19, juntamente com a adoção dos protocolos de distanciamento social já em curso”, aponta Thiago Moreno, pesquisador da Fiocruz, que lidera a iniciativa.

O pesquisador ressalta que os medicamentos propostos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estão mais próximos de se tornarem terapias para os pacientes com Covid-19. Ele observa que,  no entanto, mais alternativas são necessárias, especialmente substâncias já em produção nacional e com perfil de segurança superior a algumas destas moléculas inicialmente propostas pela OMS. Reforça também o alerta sobre os riscos da automedicação, uma vez que cada paciente deve ser assistido por seu médico, que deverá acompanhar o tratamento, especialmente no caso de novas doenças e remédios reposicionados.

A pesquisa, coordenada pelo Centro de Desenvolvimento Tecnológico emSaúde (CDTS/Fiocruz), envolve cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) – incluindo os Laboratórios de Vírus Respiratórios e do Sarampo, de Imunofarmacologia, de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas, e de Pesquisas sobre o Timo – e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), além do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e da Universidade Iguaçu.

MetSul

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Medicina & Saúde

Mude seus hábitos hoje e reforce suas defesas

Gisele Silveira Berardi fala sobre a importância do autocuidado em tempos de COVID-19 e dá receita de suco energético

Pável Bauken

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Muitas são as dicas para reforçar a imunidade, com fórmulas milagrosas e ingredientes especiais, que tem surgido nos últimos tempos em função da pandemia de COVID-19. Mas, por favor, não se engane e nem rasgue seu dinheiro. Nosso organismo precisa de uma série de ações para que possamos reforçar nossas defesas e não uma atitude isolada. Precisamos estar alimentados, descansados (dormir bem é essencial), hidratados, pegar sol, fazer exercício físico e manter os pensamentos positivos.

Não adianta nada acordar pela manhã e tomar 10 vitaminas se você não pensar nas escolhas alimentares durante o dia todo. Apenas um hábito não vai salvá-lo ou defendê-lo. Se eu pudesse ressaltar apenas um ensinamento deste momento, com certeza, falaria sobre a importância do auto-cuidado. A saúde é nosso bem mais precioso e não podemos estar em dívida com ela. Aqueles pensamentos “ah depois eu arrumo…”, “depois do final de semana eu começo a me cuidar” não cabem quando estamos falando da nossa saúde. Precisamos estar bem hoje, pois amanhã pode não dar tempo.

Portanto, se você que está em distanciamento social e está com este pensamento de “quando tudo voltar ao normal eu me organizo”, não perca seu tempo. Aliás, otimize esse tempo que está sobrando para correr atrás do prejuízo. Comece a se cuidar agora, estabeleça metas e vá atrás delas!

E, falando em saúde, quero deixar uma sugestão para você:  que tal começar o dia ofertando uma série de vitaminas e minerais ao seu corpo. Quem topa?

A receita do Suco Misto é bem simples e muito gostosa. No liquidificador, coloque o suco de 2 laranjas e acrescente 1 pedaço médio de cenoura crua, 1 folha de couve , ½ maçã , 1 pedaço generoso de gengibre, suco de meio limão. Bata tudo e beba em seguida.

Essa bebida super prática é uma reunião de vitamina C, vitamina E, Betacaroteno, antioxidantes e substâncias antiinflamotórias, além de magnésio, cálcio, zinco… um brinde a saúde! E não esqueça: comece hoje mesmo!

por Gisele S. Berardi / Bella+ / Correio do Povo

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