Ministério da Saúde aumenta para 27 o número de suspeitas de coronavírus no Rio Grande do Sul – Portal Plural
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Medicina & Saúde

Ministério da Saúde aumenta para 27 o número de suspeitas de coronavírus no Rio Grande do Sul

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Secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, falou nesta sexta-feira | Foto: TV Brasil / Reprodução / CP


Em sua atualização diária, o Ministério da Saúde aumentou para 182 o número de casos suspeitos do novo coronavírus (Covid-19) no País. Ontem, eram 129 pacientes em observação. O Rio Grande do Sul permanece como o segundo estado com mais suspeitas – 27 –, atrás apenas de São Paulo, que tem 66 pessoas à espera de resultados de exames laboratoriais. Ao todo, 15 unidades federativas tem suspeitas, além do Distrito Federal, nenhuma na região Norte.

Dos 182 casos supeitos, 180 têm amostras sendo processadas nos Laboratórios Centrais. As outras duas deram negativo para vírus comum. O número de confirmações para a doença continua um, o paciente de 61 anos infectado após viagem à Itália. Casos excluídos já somam 71.

“Não vamos registrar casos que só tenham febre (nas suspeitas). Nossa definição operacional tem que ter febre e, ou seja, mais, um sinal de sintoma respiratório e ter voltado de um dos países listados nos últimos 14 dias. Ou então ter tido contato com alguém”, afirmou Wanderson de Oliveira, secretário de Vigilância em Saúde.

Ele disse que o Ministério trabalha para aumentar a eficiência nacional para resultados, com provas e contra-provas. Ele estima que na próxima semana, seja ampliada a capacidade.”Na próxima semana, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e Amazonas vão receber o kit para validação e capacitação para que possam ampliar e sistematicamente vamos ampliar para todos os laboratórios centrais. isso foi uma orientação do ministro Mandetta”, afirmou, completando que a Fiocruz já desenvolveu os testes.

Ações de contenção no RS

Nesta sexta, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre apresentou suas demandas às autoridades estaduais e municipais para poder atender a população no caso de um alastramento do novo vírus. A diretora da entidade projeta cerca de R$ 100 milhões necessários para estruturar os blocos B e C do hospital. Lembrou também que os novos prédios já estão prontos, mas ainda não receberam equipamentos e licenças para operar. 

Horas mais tarde, o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, anunciou um grupo de trabalho para a contenção da doença na Capital. Um plano envolverá diversas secretarias e terá foco na atenção primária. 

Correio do Povo

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Medicina & Saúde

GHC confirma primeira morte de profissional de saúde por Covid-19 no RS

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Centro de triagem foi criado para minimizar contaminações no local | Foto: CP Memória

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre, confirmou na noite desta terça-feira a morte da técnica em enfermagem Mara Rúbia Cáceres, de 44 anos, que morava em Alvorada. A servidora havia testado positivo para o novo coronavírus e estava internada na UTI do hospital. É a primeira profissional da saúde que vai a óbito no Rio Grande do Sul em função de complicações da Covid-19.

Em nota, a diretoria do Grupo Hospitalar Conceição informa “o falecimento da colega Mara Rúbia Cáceres, ocorrido na noite desta terça-feira. Nosso sentimentos de pesar à família e aos colegas do Setor de de Emergência do Hospital Conceição, que compartilharam da nobre missão de assistência neste momento crítico”.

Rafael Melo, que trabalha no setor de internação clínica do Conceição, afirma que os colegas ficaram abalados com a notícia de falecimento da profissional. Melo destaca que a notícia deixa todos os servidores da saúde apreensivos.

Com isso, o RS chega a nove vítima fatais do coronavírus desde o começo da pandemia. O último boletim da Secretaria de Saúde do Estado indica 555 casos confirmados de Covid-19.

Correio do Povo

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Medicina & Saúde

Organização Mundial da Saúde publica orientações para uso de máscaras durante pandemia de coronavírus

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Hospitais criam protótipo e produzem as próprias máscaras de proteção contra a Covid-19, em Goiânia — Foto: Divulgação/Crer

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta segunda (6) um documento com orientações sobre o uso de máscaras durante a pandemia do novo coronavírus.

A organização orienta que as máscaras médicas sejam reservadas para profissionais da área da saúde. Segundo a OMS, o uso irrestrito das máscaras profissionais pode “criar uma falsa sensação de segurança, com negligência de outras medidas essenciais”. A organização também cita que o suprimento desses insumos ainda é baixo no mundo.

Pessoas com sintomas também devem usar máscaras médicas, orienta a OMS. Para pessoas que não tenham sintomas, a organização recomenda que mantenham distanciamento social, higiene das mãos, que cubram a boca e o nariz ao tossir ou espirrar e evitem tocas olhos, boca e nariz.

O documento cita as pesquisas crescentes que comprovam a transmissão do vírus por pessoas assintomáticas e pré-sintomáticas e diz que o “potencial beneficio” do uso de máscara por pessoas aparentemente saudáveis é o controle da transmissão.

Mas elenca uma série de riscos a partir desse uso: auto contaminação após tocar no material contaminado, dificuldades respiratórias provocadas por alguns materiais, falta de material para profissionais da saúde, falta de cuidado com outras medidas de proteção, como higienização das mãos.

Máscaras para pessoas saudáveis
A OMS reconhece que, em alguns países, o uso irrestrito tem sido recomendado pelas autoridades locais de saúde e, nesses casos, recomenda os órgãos de saúde sejam claros sobre o propósito do uso (prevenção ou controle).

Os governos que sugerem o uso geral devem orientar a população sobre como usar, higienizar e descartar as máscaras.

A OMS diz que está colaborando com pesquisas que tentam precisar a eficácia de máscaras caseiras para conter o avanço da doença. Mas que ainda não há evidências suficientes para fazer uma recomendação contra ou a favor do uso.

G1

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Destaque

Pesquisa brasileira identifica remédio que pode frear replicação do novo vírus

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Pesquisa da Fiocruz constatou que o medicamento Atazanavir, utilizado no tratamento do HIV, foi capaz de inibir a replicação viral, além de reduzir a produção de proteínas que estão ligadas ao processo inflamatório nos pulmões e, portanto, ao agravamento do quadro clínico da doença. Os especialistas também investigaram o uso combinado do atazanavir com o ritonavir, outro medicamento utilizado para combater o HIV.

O estudo foi publicado nesta segunda-feira (6/4) na plataforma internacional BiorXiv, em formato de pré-print, seguindo a tendência do estudo e do reposicionamento de medicamentos no enfrentamento da emergência sanitária. “A análise de fármacos já aprovados para outros usos é a estratégia mais rápida que a Ciência pode fornecer para ajudar no combate à Covid-19, juntamente com a adoção dos protocolos de distanciamento social já em curso”, aponta Thiago Moreno, pesquisador da Fiocruz, que lidera a iniciativa.

O pesquisador ressalta que os medicamentos propostos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estão mais próximos de se tornarem terapias para os pacientes com Covid-19. Ele observa que,  no entanto, mais alternativas são necessárias, especialmente substâncias já em produção nacional e com perfil de segurança superior a algumas destas moléculas inicialmente propostas pela OMS. Reforça também o alerta sobre os riscos da automedicação, uma vez que cada paciente deve ser assistido por seu médico, que deverá acompanhar o tratamento, especialmente no caso de novas doenças e remédios reposicionados.

A pesquisa, coordenada pelo Centro de Desenvolvimento Tecnológico emSaúde (CDTS/Fiocruz), envolve cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) – incluindo os Laboratórios de Vírus Respiratórios e do Sarampo, de Imunofarmacologia, de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas, e de Pesquisas sobre o Timo – e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), além do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e da Universidade Iguaçu.

MetSul

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