Militares se protegem e transferem a responsabilidade pelo planejamento do golpe para o governo Bolsonaro
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Política

Em operação da PF, Militares se protegem e transferem a responsabilidade para o governo Bolsonaro

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No contexto do avanço das investigações, militares buscam proteger e minimizar o envolvimento de colegas na elaboração do plano, expressando preocupação com as conclusões da Polícia Federal na operação Tempus Veritatis, que investiga uma suposta tentativa de golpe liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados.

Segundo oficiais entrevistados, há uma atribuição de “excessivo poder” de influência a militares de baixa patente e sem capacidade de mobilização. Um exemplo seria o caso do general Estevam Theophilo,  do Comando de Operações Especiais Terrestres (Coter), que teria indicado apoio aos planos de Bolsonaro.

Entretanto, o Exército esclarece que o Coter, situado em Brasília (DF), não tem tropas subordinadas a ele e está vinculado ao Comando Militar do Planalto, o que significa que não poderia agir sem a aprovação do comandante do Exército. Oficiais também apontam que se trata de um grupo de planejamento, sem capacidade efetiva de ação, apesar da integração do general ao Alto Comando da Força.

Outra crítica é direcionada aos militares que trocaram mensagens com o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, como o coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, o tenente-coronel Hélio Ferreira Lima e o coronel Bernardo Romão Correa Neto. São vistos como atores secundários, cuja influência se limitaria aos círculos de amizade. Eles aparecem fornecendo informações falsas sobre possíveis fraudes nas urnas.

A estratégia é retratar esses militares como coadjuvantes no roteiro do suposto golpe, uma visão rejeitada pela Polícia Federal com base em suas investigações. Além disso, reitera-se que os militares que compareceram a encontros com Bolsonaro o fizeram em resposta a chamados do chefe do Executivo. No entanto, o problema reside no motivo desses chamados – discutir ações ilegais, o que claramente não está previsto na Constituição.

Fonte: G1

 

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Geral

Quaest: 54% não considerariam votar em Bolsonaro em 2026; 49% demonstram rejeição a votar em Lula

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Foto: REUTERS/Mariana Greif
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A pesquisa Genial/Quaest, divulgada hoje (13), revelou que 54% dos entrevistados não considerariam votar no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026 para o Planalto. No entanto, Bolsonaro está inelegível até 2030 e não poderá participar da próxima disputa pela Presidência da República.

Além disso, o levantamento questionou sobre outros nomes, como o do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No caso dos três, a maioria também indicou que não votaria neles em 2026 — apenas no cenário de Lula há um empate técnico com aqueles que escolheriam o petista para um quarto mandato.

A pesquisa, conduzida presencialmente, ouviu 2045 pessoas com 16 anos de idade ou mais, entre os dias 2 e 6 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiabilidade de 95%. Confira os números da pesquisa:

Nas eleições presidenciais de 2026, você…

  • Jair Bolsonaro (PL): não votaria (54%), votaria (39%), não conhece (5%), não sabe/não respondeu (2%)
  • Fernando Haddad (PT): não votaria (50%), votaria (32%), não conhece (14%), não sabe/não respondeu (3%)
  • Michelle Bolsonaro (PL): não votaria (50%), votaria (33%), não conhece (15%), não sabe/não respondeu (2%)
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): não votaria (49%), votaria (47%), não conhece (2%), não sabe/não respondeu (2%)
  • Ratinho Júnior (PSD): não conhece (50%), não votaria (27%), votaria (21%), não sabe/não respondeu (2%)
  • Gleisi Hoffmann (PT): não conhece (53%), não votaria (34%), votaria (10%), não sabe/não respondeu (2%)
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): não conhece (39%), não votaria (30%), votaria (28%), não sabe/não respondeu (3%)
  • Romeu Zema (Novo): não conhece (57%), não votaria (25%), votaria (16%), não sabe/não respondeu (2%)
  • Ronaldo Caiado (União): não conhece (60%), não votaria (24%), votaria (12%), não sabe/não respondeu (3%)

    Fonte: CNN Brasil

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Política

Justiça Eleitoral multa Lula e campanha em R$ 250 mil em ação movida por Bolsonaro

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Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou em R$ 250 mil o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua coligação nas eleições presidenciais de 2022 por impulsionamento na internet de propaganda eleitoral negativa.

A Justiça Eleitoral analisou uma representação feita pela coligação do ex-presidente Jair Bolsonaro contra a campanha de Lula. O caso foi analisado no plenário virtual do TSE, quando os votos são inseridos no sistema eletrônico da corte.

O TSE proíbe o impulsionamento de conteúdo negativo contra adversários. O tribunal permite essa estratégia para aumentar o alcance de determinado conteúdo apenas para promover ou beneficiar candidatos e suas agremiações.

A campanha de Bolsonaro questionou um vídeo que chamava o ex-presidente de incompetente, mentiroso e desumano e replicava o vídeo no qual ele emita pessoas com falta de ar e diz “estou com Covid. Vai comprar vacina só se for na casa da tua mãe. Falar que se passa fome no Brasil é uma grande mentira”.

Os ministros seguiram o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia, que proibiu o impulsionamento das postagens. A íntegra dos votos dos ministros no julgamento não foi divulgada.

 

Com Informações Radio Cidade SA.

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Destaque

Prefeito cassado em março ganha as eleições suplementares realizadas neste domingo (28) no RS

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Paulo Renato Cortelini-Gambá (MDB) foi eleito como prefeito de São Francisco de Assis, no Rio Grande do Sul, neste domingo, em uma eleição suplementar. Cortelini retorna ao cargo após ter sido cassado no início deste ano, porém, mesmo perdendo o mandato, não foi considerado inelegível, o que lhe permitiu concorrer novamente.

Na disputa contra Ademar Frescura (PP), Cortelini saiu vitorioso e ocupará o cargo até o final do ano, quando novas eleições serão realizadas em outubro. Sua chapa, formada pelo MDB e PDT, contou com Antônio Ebertom Luiz dos Santos, conhecido como Piruca, como candidato a vice-prefeito.

Este ano, Cortelini e o vice-prefeito anterior, Jeremias Izaguirre de Oliveira, foram cassados por abuso de poder político e econômico, além de captação ilícita de sufrágio, em um julgamento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS). Além deles, o vereador Vasco Carvalho (MDB) também foi cassado.

Com 100% dos votos apurados, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cortelini obteve 53,22% dos votos válidos, totalizando 5.490 votos. Seu oponente, Ademar Frescura, recebeu 46,78% dos votos, totalizando 4.825 votos. Além disso, 2,01% dos votos foram anulados e 2,81% foram em branco.

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