Melhores destinos para lua de mel: Gramado é única cidade brasileira na lista do TripAdvisor de 2024
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Melhores destinos para lua de mel: Gramado é única cidade brasileira na lista do TripAdvisor de 2024

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Foto: Reprodução.

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A cidade de Gramado, localizada na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul, entrou para a lista do site TripAdvisor de lugares mais procurados para curtir a lua de mel em 2024.

O ranking conta com mais 24 locais espalhados pelo mundo, entre cidades, arquipélagos e países.

Gramado ocupa a 12ª posição como um dos destinos mais procurados por casais. O primeiro lugar da lista é Bali, na Indonésia, seguido de Hoi An, no Vietnã, Ilhas Maldivas, República Dominicana e Maurício, na África.

Veja abaixo todas as posições:

Ilha de Bali, na Indonésia, possui população total de 4,5 milhões de habitantes — Foto: Divulgação

Ilha de Bali, na Indonésia, possui população total de 4,5 milhões de habitantes — Foto: Divulgação

Confira a lista completa

  1. Antígua, Caribe
  2. Killarney, Irlanda
  3. Barbados, América Central
  4. Kauai, Havaí
  5. Viti Levu, República das ilhas Fiji
  6. Praga, República Tcheca
  7. Budapeste, Hungria
  8. Niagara-on-the-Lake, Canadá
  9. Bora Bora, Polinésia
  10. Dubrovnik, Croácia
  11. Tulum, México
  12. Cayo Ambergris, Belize
  13. Lisboa, Portugal
  14. Gramado, Brasil
  15. Santa Lúcia, América Central
  16. Veneza, Itália
  17. Ilha de Zanzibar, Tanzânia
  18. Santorini, Grécia
  19. Jamaica, América Central
  20. Khao Lak , Tailândia
  21. Maurício, África
  22. República Dominicana
  23. Ilhas Maldivas
  24. Hoi An , Vietnã
  25. Bali, Indonésia

 

Hoi An, no Vietnã — Foto: Divulgação

Hoi An, no Vietnã — Foto: Divulgação

 

 

Fonte: G1.

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Destaque

Tragédia gera “cidades fantasma” e turismo gaúcho tenta sobreviver às chuvas

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topo humbeto pluralFAST AÇAÍNuveraAcademia Persona

O inverno gaúcho em Gramado, na região das Hortênsias do Rio Grande do Sul, pode não ser aquecido pelo fluxo de visitantes que costuma preencher a cidade nesta época do ano. As chuvas que atingem o estado estavaziaram este e outros polos turísticos gaúchos.

Proprietário de três restaurantes na cidade, Josiano Schmitt ilustra o esvaziamento da cidade ao comparar o cenário à pandemia de Covid-19. “Claro, a consequência é muito menor desta vez, preservamos as vidas, naquela época a dor era maior, mas a aflição com o vazio é muito parecida”.

A história de Schmitt e de Gramado é a história de uma série de empresários e cidades no estado. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 94% destes estabelecimentos registram queda no faturamento. Isso sem contar que metade está sem água, e um terço, sem luz.

Por estar localizada na Serra Gaúcha, em área montanhosa, não houve registro de enchentes e alagamentos em Gramado. As principais consequências das precipitações acima da média na região foram deslizamentos de encostas, que deixaram mortos e desabrigados.

Assim, a maior dificuldade para a recuperação da atividade em Gramado — e em uma porção de cidades do estado — é a logística. Por semanas, em decorrência dos deslizamentos, estradas estiveram destruídas ou interditadas, mas no momento o principal gargalo é a operação do Aeroporto Salgado Filho.

Em normalidade, o terminal internacional de Porto Alegre opera cerca de 130 voos diários, sendo que metade tem como destino a Serra Gaúcha. A malha emergencial criada pelo governo para enfrentar as chuvas, se utilizando de outros aeródromos, viabiliza movimentar este mesmo volume de viagens em uma semana.

O Salgado Filho segue sem previsão de retorno, e isso é o que mais assusta o turismo neste momento, segundo Schmitt. “Hoje se uma pessoa quiser comprar uma viagem para vir ao Rio Grande do Sul em dezembro, no Natal, não consegue”, disse.

Além da logística, outra preocupação externada pelos setores de bares e restaurantes, por meio da Abrasel, e hoteleiro, com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), é a publicidade. Empresários temem que as imagens da catástrofe afastem os viajantes dos destinos gaúchos por período mais longo que o necessário.

 

Ajuda do governo

Os restaurantes do proprietário de Gramado atuam hoje em regime de revezamento. Um acordo dos empresários com o sindicato laboral da região permitiu a antecipação de férias, feriados e folgas e até a suspensão por 60 dias do contrato de trabalho.

Metade dos funcionários saem de férias por 15 dias e, quando retornam, os demais vão a recesso. Com a demanda suprimida, este foi o caminho encontrado para preservar os empregos nos restaurantes.

A flexibilização destas condições é a principal demanda do turismo e de outros setores da economia gaúcha para a manutenção dos empregos. Os empresários pedem uma nova “Lei do Bem”. Utilizada na pandemia, o mecanismo permitia acordos para reduzir jornadas e, proporcionalmente, salários, além de suspensão de contratos.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, desde o início da tragédia no estado, tem apadrinhado a demanda. O Executivo Federal, por outro lado, afirma que vai acelerar debates sobre manutenção de empregos na próxima semana, mas sinaliza ser avesso à medida.

Além disso, em reunião no último dia 22, Leite pediu ao ministro do Turismo, Celso Sabino, recursos na ordem de R$ 1 bilhão do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para socorrer a atividade no estado. Até o momento, foram previstos pelo governo federal R$ 200 milhões em ajuda.

 

Fonte: CNN Brasil.

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Geral

O inverno gaúcho em Gramado é impactado por chuvas intensas; turismo gaúcho tenta sobreviver

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Foto: Divulgação/ Prefeitura de Gramado
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O inverno em Gramado, na região das Hortênsias do Rio Grande do Sul, está longe de ser aquecido pelo fluxo de visitantes que costuma preencher a cidade nesta época do ano. As chuvas intensas que atingem o estado esvaziaram este e outros polos turísticos gaúchos.

De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 94% dos estabelecimentos registram queda no faturamento. Além disso, metade está sem água e um terço sem luz.

Embora localizada na Serra Gaúcha, em área montanhosa, Gramado não sofreu com enchentes e alagamentos. As principais consequências das chuvas acima da média foram deslizamentos de encostas, resultando em mortes e desabrigados.

A maior dificuldade para a recuperação em Gramado e outras cidades do estado é a logística. Por semanas, estradas foram destruídas ou interditadas devido aos deslizamentos. Atualmente, o principal gargalo é a operação do Aeroporto Salgado Filho. Em tempos normais, o terminal internacional de Porto Alegre opera cerca de 130 voos diários, metade com destino à Serra Gaúcha. A malha emergencial criada pelo governo para enfrentar as chuvas viabiliza esse volume de viagens em uma semana.

O Salgado Filho segue sem previsão de retorno, o que preocupa o turismo. “Hoje, se uma pessoa quiser comprar uma viagem para vir ao Rio Grande do Sul em dezembro, no Natal, não consegue”, disse Schmitt.

Além da logística, setores de bares, restaurantes e hotéis, representados pela Abrasel e pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), temem que as imagens da catástrofe afastem os viajantes dos destinos gaúchos por um período mais longo que o necessário.

Ajuda do governo

Os restaurantes de Gramado operam em regime de revezamento. Um acordo com o sindicato laboral permitiu a antecipação de férias, feriados e folgas, e até a suspensão por 60 dias dos contratos de trabalho. Metade dos funcionários sai de férias por 15 dias e, quando retornam, os demais vão a recesso. Com a demanda suprimida, essa foi a solução encontrada para preservar empregos.

A flexibilização dessas condições é a principal demanda do turismo e outros setores da economia gaúcha para a manutenção dos empregos. Os empresários pedem uma nova “Lei do Bem”, similar à utilizada na pandemia, que permitia acordos para reduzir jornadas e salários proporcionalmente, além da suspensão de contratos.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, tem apoiado essa demanda desde o início da tragédia no estado. O Executivo Federal, por outro lado, afirma que vai acelerar debates sobre a manutenção de empregos, mas sinaliza ser avesso à medida.

Em reunião no último dia 22, Leite pediu ao ministro do Turismo, Celso Sabino, recursos na ordem de R$ 1 bilhão do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para socorrer a atividade no estado. Até o momento, o governo federal previu R$ 200 milhões em ajuda. José Justo, diretor da Abih-RS, enfatiza a necessidade de mais recursos: “Muitas empresas ficaram sem caixa e precisam pagar a folha de salários e fornecedores. Isso demanda crédito facilitado e agilidade do setor financeiro, o que não estamos vendo. Mesmo com os anúncios do governo, têm chegado muitas reclamações por causa dessas dificuldades no relacionamento com a rede bancária”.

Fonte: CNN Brasil

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Geral

Roda-Gigante de 52 Metros será inaugurada em Canela nesta sexta-feira

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Foto: Divulgação/ Parque a Vapor
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A Serra gaúcha ganha seu um mais novo ponto turístico, uma roda-gigante de 52 metros de altura com 30 cabines climatizadas, cada uma com capacidade para seis pessoas, suspensas por suportes metálicos fixados no aro da estrutura. Instalada no Parque Mundo a Vapor, na Avenida Don Luiz Guanella (estrada Canela/Gramado), nº 1.247, bairro Carniel, a Roda Canela é a primeira do Rio Grande do Sul em seu estilo.

Parte do projeto de expansão do parque, o investimento totaliza R$ 60 milhões e foi realizado em parceria com a Interparques Holding S.A, empresa reconhecida por operar a roda-gigante FG Big Wheel em Balneário Camboriú. Além de ser uma atração moderna e inovadora, a Roda Canela também contará com um sistema de iluminação para espetáculos de luzes noturnos.

Lenise Urbani, CEO do Mundo a Vapor, destaca que esta nova atração contribui não apenas para o parque, mas para todo o destino turístico da Serra gaúcha.

O período de soft open, de sábado (27) a terça-feira (30), terá horários limitados, com ingressos à venda no site do parque a partir de R$ 40. A abertura para o público em geral está prevista para quarta-feira (1º).

Além da Roda Canela, o Mundo a Vapor, inaugurado em 1991 pelos Irmãos Urbani, oferece aos visitantes uma viagem ao redor do mundo por meio das invenções dos fundadores, cenários instagramáveis, passeio de trem, fotos antigas, espaço kids, café e outras atrações. A fachada do parque, que passará por uma revitalização, retrata um acidente real ocorrido em Paris, em 22 de outubro de 1895, quando uma locomotiva atravessou o saguão da estação ferroviária de Montparnasse, transpôs a sacada e caiu de uma altura de 10 metros.

Caren Urbani, diretora de marketing do empreendimento, enfatiza que a experiência começará na entrada, com um pré-show imersivo contando a história dos irmãos Urbani, criadores do Mundo a Vapor.

Horários de funcionamento de 27 a 30 de abril:

  • 27 de abril, das 14h às 19h
  • De 28 a 30 de abril, das 13h às 19h Serão disponibilizados apenas 500 ingressos por dia neste período.

A partir de 1º de maio, a bilheteria funcionará das 9h às 20h, com o atrativo fechado às quartas-feiras, exceto no dia 1º de maio. Os valores começam em R$ 40, e outras informações podem ser encontradas no site do parque.

Fonte: GZH

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