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Médicos sem Fronteiras acusam OMS de racionar vacinas

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A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) acusou nesta segunda-feira a Organização Mundial Saúde (OMS) de “racionar” vacinas utilizadas para tentar controlar a epidemia de ebola na República Democrática do Congo. Em uma nota oficial, a MSF aponta que “um dos maiores problemas reside atualmente no fato de que, na prática, a vacina (contra o ebola) é racionada pela OMS e muitas pessoas em risco não estão protegidas”.

A organização criticou a “opacidade” da OMS na distribuição de vacinas e pediu a “criação de um comitê independente de coordenação internacional, para garantir a transparência sobre a gestão dos estoques e a distribuição de dados”.

O comitê poderia ser integrado por entidades como a própria OMS e a MSF, assim como a Cruz Vermelha e o Unicef, para “estimular discussões abertas com os produtores de vacinas”. Declarada no dia 1 de agosto de 2018, a 10ª epidemia de febre hemorrágica ebola na região do Congo já provocou a morte de mais de 2.100 pessoas. Em julho, a OMS elevou o nível de ameaça do ebola para “urgência de saúde pública de alcance internacional”.

No total, 225.000 pessoas receberam uma dose da vacina produzida pelo laboratório Merck desde 8 de agosto de 2018, “mas o número é amplamente insuficiente”, afirma a MSF em seu comunicado. “Entre 2.000 e 2.500 pessoas poderiam ser vacinadas a cada dia, contra um ritmo atual de entre 500 e 1.000 pessoas”, afirma no texto a diretora de operações da MSF, Isabelle Defourny. “As razões por trás das restrições ainda são obscuras”, afirma a organização.

CP
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Empresário morre após esposa militar atirar contra ele e simular assalto

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O empresário Bruno Piva Júnior, de 52 anos, morreu após passar mais de 50 dias internado depois de ser baleado pela esposa, de 41, que é tenente dentista do Exército. O crime ocorreu em Praia Grande, no litoral de São Paulo e, a princípio, a mulher tentou convencer os policiais que foram atender a ocorrência que o disparo havia sido feito por um ladrão em uma tentativa de assalto.

O g1 não localizou a defesa da tenente até a última atualização desta reportagem, mas apurou que ela relatou em depoimento que era agredida pelo marido e que ele desviou dinheiro dela, mas não registrou boletim contra o companheiro. A polícia ainda apura o caso. O Exército informou que, por não se tratar de um crime militar, o caso está tramitando na Justiça Comum.

Tentou simular assalto

Na data do crime, testemunhas disseram aos policiais militares que o disparo foi feito pela esposa da vítima. Ao ser questionada, a mulher disse aos policiais que houve uma tentativa de roubo e que não tinha arma. Segundo ela, o autor do disparo teria fugido da residência.

No entanto, durante buscas na casa dela, a polícia encontrou uma pistola embaixo de um veículo estacionado na garagem. Confrontada, a acusada admitiu o crime e informou que o seu companheiro possuía uma arma longa e munição em casa. Os policiais fizeram novas buscas na residência e conseguiram encontrar espingardas calibre 12 e 32 e munições de calibres diversos.

Em nota, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) informou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil e se manifestou pela continuidade da prisão da suspeita, que foi solta por decisão judicial.

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Hospital de Tuparendi lança alerta sobre Hanseníase

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O CAMS / Hospital de Tuparendi tem utilizado de suas redes sociais, para lançar ou participar de campanhas que vão bem além dos serviços normalmente oferecidos pela entidade. Neste mês de janeiro aderiu a campanha “Janeiro Roxo”, que alerta para os perigos da Hanseniase.  O CAMS publicou texto em sua página do Facebook chamando atenção para a doença, falando do diagnóstico, sintomas e tratamento. Veja a íntegra da publicação abaixo:

Mês de alerta e combate a Hanseníase

A hanseníase é uma doença crônica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que pode afetar qualquer pessoa.  Diagnosticar cedo é o elemento mais importante para evitar transmissão, complicações e deficiências.

SINTOMAS:

Os nervos periféricos vão sendo afetados lentamente, por isso é preciso atenção a si mesmo para notar as alterações desde o início. Pode levar anos para os sintomas se tornarem evidentes:

  • Manchas em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade ao calor, dor ou tato.
  • Sensação de formigamento e/ou fisgadas, principalmente em mãos e pés;
  • Diminuição da força muscular.
  • Nervos engrossados e doloridos, feridas difíceis de curar, principalmente em pés e mãos;
  • Áreas da pele muito ressecadas, que não suam, com queda de pelos, (especialmente nas sobrancelhas).
  • Coceira ou irritação nos olhos;
  • Entupimento, sangramento ou ferida no nariz.
  • Caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

TRATAMENTO 

São comprimidos, distribuídos gratuitamente nas unidades de saúde, que devem ser tomados diariamente. Se a hanseníase não for tratada, pode causar lesões severas e irreversíveis! O tratamento cura a doença, interrompe sua transmissão e previne incapacidades físicas. Quanto mais cedo for iniciado, melhor.

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Vento forte causa danos em diversas propriedades de Santo Cristo

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“Defesa Civil alerta: chuva forte, acompanhada de descargas elétricas, ventos de até 90 km hora e eventual queda de granizo”. Esta mensagem foi transmitida na tarde de terça-feira (25) por celular, pela Defesa Civil do Estado àqueles que estão cadastrados para este fim.

A chuva tão esperada na região veio na tarde de ontem. Em Santo Cristo, os volumes variaram muito no interior do município, entre 9mm e 50mm, segundo relatos veiculados em redes sociais. Na cidade, a precipitação alcançou 25mm na Rua Minas Gerais.

Mas, infelizmente, a chuva veio acompanhada de fortes ventos em várias localidades do interior. “Estava na taipa do Rio Boa Vista com meus filhos e tivemos que levantar acampamento abaixo de pedra e ventania. Vários arbustos e um eucalipto estavam caídos na estrada. Tivemos que retirar ele, junto com várias pessoas, para podermos passar. Foi tenso. Imaginei que onde essa ventania passou faria estragos”, relata Rui Steffen.

Já o agricultor Rodrigo Johann, da Linha Larga, manifestou sua preocupação com a ventania.  “Isso foi aqui nos fundos de casa, foi tenso. Deitei embaixo do trator com medo do galpão cair. Muito feliz pela chuva, mas achei que ficaria sem casa. Pra quem sabe o peso de uma trilhadeira, pode imaginar quanto vento precisa pra tombar uma. A minha tá com as rodas pra cima. Em alguns momentos, parecia que me levaria o galpão por inteiro. Não sou muito assustado, mas deitei de fato embaixo do trator”.

Na localidade de Linha Arnoldo, na propriedade de Éverton Gass, o vento derrubou um chiqueiro de suínos. Os danos materiais foram de grande monta. Não há relatos sobre eventual morte de animais. Dois postes de concreto caíram em uma lavoura na Linha Alma, nas imediações da capela. Na mesma localidade, também houve danos materiais em galpões em diversas propriedades.

Os institutos de meteorologia prevêem mais chuva na região Noroeste nos próximos dias. O alerta da Defesa Civil também é válido para o período. A população espera que venha apenas a tão esperada chuva, sem ventos fortes, raios e granizo.

Fonte: Grande Santa Rosa Notícias

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