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Mecânico conserta de graça moto de gari que caminhava 5 h por dia para ir trabalhar

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O mecânico Jair Lenz, de Cruzeiro do Sul (RS), se comoveu com a história do gari Cristiano Silva, que caminhava 5 horas por dia para ir ao trabalho, por não ter dinheiro para pagar o conserto de sua moto.
 
Após ouvir a triste situação do morador pela rádio da região, o mecânico ofereceu ajuda para consertar a moto.
 
Quando o serviço terminou Jair disse que Cristiano demorou para acreditar: “Quando comecei a conversar com ele por telefone a ficha dele não estava caindo, parece que ele não estava acreditando porque me disse que não ia ter como pagar. E eu disse que não teria custo algum, simplesmente queria ajudar”, contou.
 
“Acabei fazendo de bom coração, como se fosse para qualquer outro cliente”, disse Jair.
 
Caminha 5 horas por dia
 
Morador de Forqueta Baixa, interior de Arroio do Meio (RS), Cristiano Costa, de 38 anos, caminha cerca de cinco horas por dia para trabalhar como gari, na cidade de Lajeado.
 
Para chegar na empresa às 7h15, ele sai de casa às 5h, e anda de Forqueta Baixa até a Rua João Abott, no Centro de Lajeado.
 
“Eu tinha uma moto, mas estragou o motor, desde então, ou caminho ou não trabalho”, contou o gari.
 
Trabalhando há doze anos na profissão, Cristiano passa oito horas por dia correndo atrás do caminhão, mais cinco no deslocamento entre sua casa e seu trabalho.
 
“Pela manhã vou mais rápido para Lajeado, mas na volta demoro mais, pois daí já estou bem cansado”, desabafa ele.
 
O mecânico explicou que desde 2013 não trabalha mais com motos de baixa cilindrada, mas isso não foi motivo para não oferecer ao novo amigo o serviço completo, que levou uma semana para ser concluído.
 
Como tem gente boa nesse mundo! A gente agradece por isso todo dia!
 
Obrigado Jair Lenz, você é um exemplo de ser humano! 
Fonte: SóNotíciaBoa
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50 anos da Casa da Amizade Santa Rosa

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Em uma entrevista muito especial nesse mês de junho, o programa D’Life, apresentado pela âncora Marli Zorzan, teve a honra de receber as Sras. Olga Liberali, Claudete Mallmann, Roslaine Smaniotto e Sônia Barili, para falar sobre os 50 anos da Casa da Amizade em Santa Rosa.

Entidade que há 50 anos vem demostrando, através de ações, todo seu amor, luta, garra, voluntariado, projetos sociais em um valioso envolvimento voluntário para o bem de Santa Rosa e seus cidadãos, contribuindo muito para nosso desenvolvimento.

Seguindo a Sra. Claudete Mallmann, 1ª e 2ª presidente da Casa da Amizade, “esta instituição começou em Bauru, São Paulo, e está completando quase 100 anos de existência. Naquela época nós éramos simplesmente as rosas que enfeitavam os jantares, aquelas mulheres que se reuniam de vez em quando para conversa e trocar ideia, quando a Sra. Violeta Loureiro, de Bauru-SP, se rebelou e disse que isto não era o nosso papel, porque nos reunimos para ficar falando de figurinhas, filmes, cinema, roupas, receitas. Então ela chamou as esposas dos rotaryanos da época e expôs a elas que precisava que o coração delas, que era tão grande, mas não para fazer este tipo de trabalho e sim algo mais, olhar para frente, os outros, as pessoas que estão a nossa volta.

Uma coisa muito interessante ela disse, começando até por nós, quantas de nós precisam umas das outras. Se quisermos fazer alguma coisa, em primeiro lugar, temos que ser amigas, olhar o grupo onde estamos, a nossa família, não só a biológica, de casa, mas famílias que irão aprender a serem amigas e se querer bem, então assim poderemos fazer um belo trabalho na nossa comunidade. Os rotaryanos ficaram encantados e o Rotary Internacional sabendo deste trabalho,  deu os parabéns a elas, e disse, para os Rotarys da época, que suas esposas começassem a divulgar estes trabalhos que as mulheres estavam fazendo no Brasil.

E assim foi aqui em Santa Rosa, o Sr. Sérgio Mallmann foi presidente do Rotary Santa Rosa Junior, o Governador do Distrito fazia visita aos clubes, e quando aqui chegou, a esposa dele, encantada com a cidade, perguntou como estava a nossa Casa da Amizade, eu não sabia o que dizer, pois na época não conhecia também,  quando ela me disse, não pode ser, vocês como uma cidade progressista precisam ter uma Casa da Amizade, vou te mandar todos os papéis e tudo que precisa ser feito para vocês possam fundar a Casa da Amizade, Santa Rosa merece. E assim começou nosso trabalho.

A Casa da Amizade começou com 38 afiliadas e possui hoje 50 afiliadas.

Para a Dra. Sônia Barili, “eu estava lendo sobre a Casa da Amizade e uma coisa chamou a minha atenção, dizia assim, que Casas da AmIzade como associação, surgiram do sentimentalismo do povo latino-americano, porque o Brasil é o local onde mais tem Casas da Amizade, Brasília é o centro destas Casas, nós somos um povo solidário e generoso.”

Hoje, 50 anos depois do surgimento da Casa da Amizade Santa Rosa, ela é presidida pela Sra. Roslaine Smaniotto, que disse, “hoje eu sinto a mesma emoção de quando foi fundada a Casa, pois cada mulher que passou ou esteve sempre por lá, mostrou que seu intuito é realmente a solidariedade. Estas mulheres que estão aqui hoje são  algumas das fundadoras da instituição. Quanto entrei para este grupo, em 2007 o que me chamou muito a atenção foi a união de personalidades que cresce sem barreiras, A gente se sente poderosa pela capacidade que a mulher tem de fazer o que quiser, abrirmos os caminhos que sonharmos.

É preciso saliente que antigamente tudo era mais difícil, as ações delas não tinham as estruturas que temos hoje, elas iam até as casas ensinar as pessoas. A realidade de hoje é bem diferente, mas seja no começo ou agora, o que sempre prevaleceu foi a força da mulher”

Conforme Olga Liberqali, “lembro-me que iam até nas casas ensinar a cozinhar, limpar, costurar entre tantas outras atividades. Naquela época a instituição juntou um dinheiro e construiu umas casinhas de madeira na Vila Auxiliadora. Foram construídas duas casas e escolhemos as pessoas que achamos mais necessitadas e ainda com crianças, as colocamos na casa, mas elas não tinham noção de como manter a casa, então foi preciso ensinar tudo para que pudessem ter uma vida melhor e conservando seu patrimônio. Além de cuidar da casa, ensinar plantar, colher”

“Você não imagina e emoção que é para nós, pois parece que não se passaram 50 anos, isso foi ontem. E hoje em dia na Casa, quase 50% das nossas associadas, há 50 anos ou estavam nascendo ou com poucos anos de vida, e isso é uma coisa que nos encanta, é um orgulho saber que trouxemos mulheres competentes, jovens que estão aí e vão continuar fazendo por mais 50 anos este trabelho, isso é extremamente gratificante” disse emocionada a Sra. Claudete Mallmann.

 

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Estado vive vazio sanitário da soja entre julho e outubro

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No período de 13 de julho a 10 de outubro, produtores de soja do Rio Grande do Sul não podem plantar, nem manter vivas plantas de soja em qualquer fase de desenvolvimento.

É o vazio sanitário da cultura no Estado, definido pela Portaria nº 516, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A finalidade é reduzir a quantidade de inóculo na área. Conforme a chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Rita de Cássia Antochevis, o fungo causador da ferrugem asiática se espalha pelo vento, e a doença não é transmitida por semente.

“É um parasita obrigatório ou biotrófico, porque vive apenas em hospedeiros vivos. Portanto, para sobreviver, depende de hospedeiros alternativos ou da própria soja, através das plantas voluntárias, guaxas ou tigueras, que nascem a partir de grãos perdidos na colheita”, explica Rita.

Ela alerta que é importante identificar a ferrugem em sua fase inicial. Portanto, o monitoramento deve ser constante, desde a germinação das sementes até o período próximo à floração. “Para detectar a praga ainda no início da doença, o agricultor deve observar as folhagens utilizando uma lupa, procurando pontos escuros ou pequenas saliências. Também pode ser constatada pela análise laboratorial”.

A ferrugem asiática da soja é uma doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. Foi identificada no Brasil em 2001, em lavouras de soja no estado do Paraná. É uma praga de fácil disseminação, pois se espalha pelo vento. É considerada uma das doenças mais severas que atacam a cultura da soja, com redução da produtividade da lavoura devido à desfolha precoce, impedindo que os grãos se desenvolvam completamente.

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Nerison Paveglio assume a presidência do SIMMME.SR

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Associados do SIMMME.SR – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Santa Rosa elegeram e empossaram na terça-feira (21) o empresário Nerison Antonio Paveglio para presidir o Sindicato Patronal. A gestão será de dois anos.

Nerison é diretor da Metalúrgica Industrial Ltda e já presidiu a entidade na gestão 2006/2008. Atualmente, também ocupa um cargo na FIERGS, como diretor. Ele substituirá o empresário Nestor Neitzke, que estava à frente da entidade que representa as Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico dos municípios de Santa Rosa, Giruá, Horizontina, Santo Cristo, Três de Maio, Tucunduva e Tuparendi.

A diretoria completa ficou assim constituída: Presidente: Nerison Antônio Paveglio; Vice-presidente: Júlio César Weschenfelder; 1º Secretário: Rosnei Silveira; 2º Secretário: Darci de Godoy; 1º Tesoureiro: Moacir Maronez; 2º Tesoureiro: Édio Antônio Papalia. CONSELHO FISCAL – EFETIVOS: Irálcio José Motta Amorim, Moacir Antônio Locatelli e Nerci Linck. CONSELHO FISCAL – SUPLENTES: Nestor Neitzke, José Finkler e Sidnei Aquino Vargas.

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