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EDUCAÇÃO: MEC quer implantar Novo Ensino Médio a partir de 2022

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Com carga horária maior e diferentes possibilidades de formação, o Novo Ensino Médio – nome dado ao projeto pelo governo federal – começa a ser implantado nas escolas públicas e privadas do país a partir de 2022.

 

As ações e o cronograma nacional para a implementação do Novo Ensino Médio foram divulgados pelo Ministério da Educação. De acordo com o MEC, a meta é concluir o processo até 2024. A portaria com as orientações foi no Diário Oficial da União.

O novo modelo contará com carga horária mínima de 1.000 horas/aulas anuais, 200 horas a mais do que atualmente. A organização curricular também passará por mudanças para contemplar as aprendizagens essenciais e comuns a todos os jovens e a oferta de diferentes itinerários formativos. Com isso, os próprios estudantes poderão escolher em qual área aprofundar seus conhecimentos ao longo do Ensino Médio.

As instituições de ensino terão autonomia para definir os itinerários ofertados, que poderão variar de acordo com o contexto no qual a escola está inserida e as necessidades e interesses dos estudantes. No total, o novo modelo prevê cinco itinerários de aprendizagem: linguagens e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas; e formação técnica e profissional.

“Educação é sempre médio e longo prazo, nada curto prazo, então, o que estamos fazendo aqui vai refletir lá na frente”, disse o ministro da Educação, Milton Ribeiro. “Precisamos dar uma resposta aos nossos jovens do presente para o futuro”, afirmou.

 

Fonte: Gazeta do Povo

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Rebeca Andrade é ouro no salto e prata nas barras do Mundial de ginástica

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Campeã olímpica brilha em Kitakyushu e se torna primeira brasileira a conquistar duas medalhas em uma única edição de Mundial

 

 

O sorriso no rosto de Rebeca Andrade ao cravar dos saltos era a certeza da missão cumprida no Mundial de Kitakyushu. Neste sábado, a campeã olímpica se tornou também campeã mundial do salto. O ouro no Japão foi a primeira medalha da ginasta de 22 anos em Mundiais e a primeira grande conquista apenas dois meses e meio depois de brilhar nas Olimpíadas de Tóquio. E poucas horas depois ela voltou ao pódio com uma prata nas barras assimétricas. Foi a primeira vez que um ginasta do Brasil conseguiu duas medalhas em um único Mundial. Um dia histórico para Rebeca.

Parecia um filme repetido daqueles que dá gosto de rever. Do collant rosa indo para o salto ao Japão como cenário, tudo lembrava o grande feito olímpico de Rebeca Andrade. E o final desse enredo novamente foi um ouro e uma prata. Ela entrou para um hall de medalhistas brasileiros em Mundiais, se juntando a Daiane dos Santos, Daniele Hypolito, Jade Barbosa, Diego Hypolito, Arthur Zanetti e Arthur Nory. E a coleção de medalhas de Rebeca pode aumentar no domingo, às 5h (de Brasília), quando ela fecha sua participação em Kitakyushu na decisão da trave.

Estou muito feliz. Foi muito importante, assim como foram as medalhas olímpicas. Sempre quis ser medalhista em um Mundial, sempre quis ser medalhista olímpica. Sempre tive a Dai, a Jade, a Daniele, o Diego, o Zanetti, o Nory, todos eles como ídolos para mim. Estou fazendo parte desse time – disse Rebeca.

No salto, a brasileira praticamente cravou seus dois voos, um Cheng (15,133 pontos) e um Yurchenko com dupla pirueta (14,800) para ficar com uma média de 14,966 pontos. Foram os dois melhores saltos da decisão, o que fez a brasileira ter quase um ponto de vantagem para a segunda colocada, a italiana Asia D’Amato, com 14,083. A russa Angelina Melnikova completou o pódio, com 13,966.

Nas barras assimétricas, Rebeca não conseguiu fazer uma ligação de movimentos que tinha executado na classificatória. Ainda assim a boa execução fez a diferença, inclusive no critério de desempate com a chinesa Luo Rui, ambas com 14,633 pontos. A também chinesa Wei Xiaoyuan ficou com o título, com 14,733 pontos.

Estou muito feliz. Mesmo com algumas falhas, consegui me segurar, controlar bem meu corpo. Isso é muito importante para um atleta. Estou muito grata – disse Rebeca.

A final do salto
Por ser a atual campeã olímpica, Rebeca entrou na final do salto como favorita. Foi a ginasta que apresentou os saltos mais difíceis na classificatória e liderou com quase meio ponto de vantagem. Não bastassem todas essas credenciais, a brasileira foi parâmetro na decisão também por ter sido a segunda a se apresentar. E colocou o sarrafo bem alto.

Rebeca foi a única a saltar um Cheng, salto mais difícil executado em Kitakyushu. Foram 13 passos até o voo praticamente perfeito para conseguir 15,133 pontos. Nem precisou dificultar o segundo salto como fez na final das Olimpíadas e apresentou um Yurchenko com dupla pirueta quase cravado, só um pequeno passinho para receber 14,800 pontos. A média 14,966 pontos foi maior até do que a da classificatória. O ouro era questão de tempo.

Sem sustos, a campeã olímpica esperou outras seis ginastas para conhecer as companheiras de pódio. Nenhuma adversária apresentou saltos tão difíceis ou tão bem executados quanto os de Rebeca. As três últimas ginastas eram as que estavam menos distantes da brasileira. A italiana Asia D’Amato conseguiu média de 14,083. Também finalista olímpica do salto e campeã do individual geral em Kitakyushu, a russa Angelina Melnikova teve dificuldades na aterrissagem do segundo voo e ficou com 13,966. A holandesa Elisabeth Geurts era favorita à prata, mas fechou a prova com uma queda e acabou na oitava posição (13,349).

A final das barras
Em seu aparelho favorito, Rebeca novamente entrou como forte candidata ao ouro por ter liderado a classificatória com 15,100 pontos. Foi a segunda a se apresentar, logo depois da principal adversária. A chinesa Wei Xiaoyuan abriu muito bem a prova com uma série muito difícil e conseguiu 14,733 pontos. Rebeca, na sequência, fez uma série de melhor execução, mas não conseguiu fazer uma ligação de movimentos que apresentou na classificatória, o que a fez ter 0,4 a menos de dificuldade em relação a classificatória. Ainda assim, a brasileira somou 14,633 pontos, se posicionando na briga por medalhas.

O páreo foi bem mais acirrado que no salto. A chinesa Luo Rui empatou com Rebeca, mas ficou atrás da brasileira no critério de desempate, que era a maior nota de execução. A russa Melnikova também fez uma boa série e ficou muito perto do pódio com 14,533. Uma a uma as adversárias ficaram para trás, e Rebeca confirmou a prata. A primeira medalha do Brasil no aparelho em Mundiais ou Olimpíadas.

 

FONTE: GE

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Exportação dos Cafés do Brasil atinge 29,7 milhões de sacas no acumulado de nove meses

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Receita cambial soma US$ 4,17 bilhões com exportações de café no período de janeiro a setembro de 2021

 

O total exportado dos Cafés do Brasil, de janeiro a setembro de 2021, foi de 29,75 milhões de sacas de 60kg, o que representou uma queda de 4,1% se comparado com os nove primeiros meses de 2020. A despeito da redução no volume exportado a receita cambial gerada no período foi de US$ 4,17 bilhões, um incremento de 6% nos mesmos termos comparativos. O preço médio da saca no período foi de US$ 140,18, valor que representa um aumento de 10,5% em relação ao preço médio praticado nesse mesmo período de 2020.

O café arábica teve participação de 80,1% nas exportações do atual ano civil, com 23,8 milhões de sacas. O café conilon foi responsável por 10,1% do volume exportado ao atingir 3 milhões de sacas. Com 2,9 milhões de sacas, o café solúvel correspondeu a 9,7% dos embarques, enquanto o café torrado e moído teve o equivalente a 32,6 mil sacas exportadas, 0,1%.

Conforme os dados divulgados pelo Cecafé, no Relatório mensal – setembro 2021, os cinco principais destinos das exportações dos Cafés do Brasil, nos nove primeiros meses de 2021, um ranking em ordem decrescente, foi o seguinte: em primeiro colocado, figuram os Estados Unidos, que importaram 5,67 milhões de sacas de café, as quais correspondem a 19,1% do total vendido no período; depois vem a Alemanha, com 5 milhões de sacas importadas (16,8%); Bélgica e Itália, juntos em terceiro, com 2 milhões de sacas (6,8%); e Japão, em quarta colocação, com 1,8 milhão de sacas (6,3%).

Vale destacar também o crescente volume de importação dos Cafés do Brasil feito pela Colômbia, segundo maior país produtor de café arábica do mundo, que adquiriu o equivalente a 866,2 mil sacas de 60kg no atual ano civil, valor que representou um expressivo aumento de 82,6% se comparada ao mesmo período do ano passado. Atualmente, a Colômbia ocupa a sétima posição no ranking dos maiores importadores do café brasileiro.

Com relação especificamente aos cafés diferenciados – que são os cafés que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis – o Brasil exportou no corrente ano o equivalente a 5,25 milhões de sacas de 60kg, volume que representou 17,6% do total exportado dos Cafés do Brasil no ano. Com o preço médio da saca a US$ 184,17, os cafés diferenciados geraram uma receita cambial de US$ 966,5 milhões, o equivalente a 23,6% de toda a receita cambial gerada com as exportações brasileiras de café nos primeiros nove meses do ano de 2021 e valor 15,8% maior do que o gerado no mesmo período do ano passado.

Esta análise da performance das exportações dos Cafés do Brasil foi realizada com base nos dados e estatísticas constantes do Relatório mensal – setembro 2021, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, o qual também está disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Ainda de acordo com o referido Relatório, com relação especificamente aos números dos Cafés do Brasil no mês de setembro de 2021, foram exportadas 3,11 milhões de sacas de 60kg, volume que representou uma diminuição de 26,5% em relação a setembro de 2020. Apesar da acentuada redução do volume exportado, a receita gerada com as exportações foi de US$ 518,2 milhões o que representa um ligeiro aumento de 0,5%, nos mesmos termos comparativos. Fato que se justifica pela alta cotação do café no mercado internacional, pois no mesmo sentido o preço médio do café exportado pelo Brasil apresentou um aumento de 36,7% entre setembro de 2020 quando cotado a US$ 121,79 a saca até setembro deste ano, momento em que o valor chegou a US$ 166,52.

 

FONTE: PORTAL DO AGRONEGOCIO

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Como a autoconsciência pode aumentar o índice de produtividade nas empresas

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As emoções organizam e desorganizam os resultados das empresas, das nossas relações pessoais, profissionais, familiares e podem impedir as conquistas dos nossos objetivos, e propósitos de vida

 

Levante a mão quem nunca sentiu uma irritação absurda no meio de uma reunião de revisão de projeto, ou ficou vermelho de raiva em um processo de negociação? Quem algum dia deu uma resposta sem pensar, tomado pela emoção à flor da pele e, se arrependeu em seguida. Ou então, em uma discussão mais acalorada exagerou na contestação, alterou o tom de voz e gerou constrangimento a todos ao redor e para si mesmo?

As emoções organizam e desorganizam os resultados das empresas, das nossas relações pessoais, profissionais, familiares e podem impedir as conquistas dos nossos objetivos, e propósitos de vida. A busca da autoconsciência pode ajudar a mudar o rumo das decisões, transformando as reações emocionais negativas em positivas.

Carlos Aldan, antropólogo, sociólogo e cientista político e CEO do Grupo Kronberg, empresa especializada em desenvolvimento de líderes, tem sido um grande disseminador do processo de autoconsciência, método ao alcance de qualquer pessoa e posição. Segundo Aldan, a autoconsciência é capaz de transformar a vida de uma pessoa para muito melhor.

“É uma consciência racionalizada capaz de alterar uma reação emocional de raiva em uma resposta produtiva, em substituição de uma emoção, antes negativa para uma outra construtiva, de empatia, fazendo com que a pessoa identifique esses gatilhos, comportamentos e o que eles trazem de bom e ruim”, afirma Aldan.

Todos nós temos, de acordo com o especialista, um padrão emocional individual, sofremos estímulos externos, pressão e sentimentos controversos e somos vítimas de nós mesmos. “Muitas vezes não conseguimos segurar a nossa emoção e nos deixamos levar pela primeira reação. Com o autoconhecimento, procuramos identificar os inputs internos e externos, que influenciam no humor, nos pensamentos e nos nossos comportamentos – e assim identificar o que causou e o que poderia ter feito diferente. Com a prática, as decisões emocionais vão se transformando em tomadas de decisões racionais, produtivas, construtivas para a pessoa e para os demais que convivem com ela”, acrescenta.

Com disciplina e prática diária da autoconsciência, os resultados iniciais são alcançados em cinco a sete semanas, com a diminuição de reações pela emoção por gatilhos emocionais e uma maior aplicação de empatia, compreensão e tolerância, gerando comportamentos mais positivos.

O autoconhecimento é uma habilidade importante da inteligência emocional e essencial para que todos os profissionais possam organizar pensamentos e emoções no cenário dos negócios cada vez mais complexo e disruptivo. Essa capacidade também é necessária para preparar as lideranças para que sejam capazes de inspirar, de criar um ambiente que propicie a iniciativa, a criatividade, a paixão das pessoas e que tornem todos parte de um único propósito.

Pesquisas recentes demonstram que a inteligência emocional é um dos principais preditores de sucesso na vida e de desempenho no trabalho. A IE tem correlação com os seguintes fatores de sucesso na vida: eficácia, influência, tomada de decisão, relacionamentos, saúde, equilíbrio, bem-estar, conquista e satisfação com a vida. Estas pesquisas também demonstram que 90% dos profissionais com maior desempenho possuem inteligência emocional mais desenvolvida. De outro lado, somente 20% dos profissionais com pior desempenho possuem inteligência emocional adequada. (Talen Smart Survey, 2019).

 

FONTE: MUNDO RH

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