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Mais duas Agroindústrias autorizadas a comercializar em Santa Rosa

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Na tarde de quinta-feira, 22, a Secretaria de Desenvolvimento de Infraestrutura Rural, através do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), realizou em ato oficial a entrega da Certidão de Liberação de Atividades para duas indústrias do Município de Santa Rosa.

As empresas Agroindústria Noroeste e Supermercado Sanagiotto estão aptas a trabalhar na produção de embutidos de origem animal para a venda em todo o município.

De acordo com o Médico veterinário responsável pelo SIM, Lucas Rodrigo Thomas, a legalização da atividade de produção de alimentos de origem animal traz inúmeros benefícios à empresa, que poderá comercializar com tranquilidade; fornecendo nota fiscal de seu produto ou gerando atividade no bloco de produtor; bem como à saúde pública do consumidor, uma vez que a qualidade do alimento é fiscalizada nas empresas pelo serviço de inspeção. O Médico Veterinário também destacou a importância da atividade de fomento da EMATER, que orienta o produtor, e da administração municipal, que, atendendo à demanda do SIM, realizou a nomeação de mais um servidor para a equipe, o Médico Veterinário Thiago Nicanor de Deus, que iniciou suas atividades no dia 15 deste mês.

Na oportunidade o Prefeito Alcides Vicini, destacou a importância destas agroindústrias para o Município.“Nossa ideia é cada vez mais ter aqui uma rede de produção de alimentos de qualidade que serão comercializados no município”, disse Vicini.

Participaram do ato o Prefeito Alcides Vicini, o Secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura Rural, Valmiro Eisen, o Superintendente Geral de Governança, Fernando Classmann, o Médico Veterinário Lucas Rodrigo Thomas, o Médico Veterinário Thiago Nicanor de Deus, juntamente com os servidores do quadro, o médico veterinário da Emater/RS-Ascar Guilherme Dahmer, e os proprietários das agroindústrias.

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Setor de máquinas agrícolas teve melhor ano da história em 2021

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A combinação de dólar valorizado e alta procura por commodities no mundo fez os fabricantes de máquinas agrícolas comemorarem em 2021 o melhor ano da história do segmento. Houve aumento de 43% nas vendas, segundo dados divulgados nesta semana pela Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

O diretor executivo da Abimaq Pedro Estevão explica que, ao contrário de outros setores da economia, que tiveram queda no faturamento no primeiro ano da pandemia, 2020 também foi bom para a indústria de máquinas agrícolas, que cresceu 17% naquele ano. “A base de comparação já era alta”, justifica.

Segundo Estevão, o dólar alto tornou as exportações ainda mais vantajosas em 2021. Houve no ano passado um aumento de 37,8% nas vendas para o exterior.

Além disso, a busca das commodities, que aumentou durante a pandemia de Covid-19, impulsionou a procura por equipamentos e máquinas no agronegócio no Brasil e no exterior.

Os empregos diretos do segmento cresceram 13% em 2021, saindo de 52 mil postos de trabalho em 2020 para 59 mil.

O setor de máquinas e equipamentos como um todo também apresentou forte elevação em 2021. Em vendas, o aumento foi de 25,3% no ano, enquanto a receita líquida das empresas avançou 21,6%, impulsionada pelas exportações, que registraram alta de 34,2%.

A expectativa da Abimaq é aumentar em 5% as vendas em 2022.

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Volumes de chuva foram um alento nas lavouras de soja, mas não o suficiente

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No Estado houve registro de chuvas em vários municípios nos dias 16 e 17/01, que refletiu na queda das temperaturas, porém o quadro não se manteve por muito tempo, com o retorno do calor forte. Os volumes precipitados foram um alento nas lavouras de soja, mas não o suficiente para melhorar a performance do ciclo que avança na fase de enchimento de grãos para 19%, 37% ainda está em floração e 44% ainda em germinação e desenvolvimento vegetativo. O plantio chega a 98% da área total estimada para a cultura no Estado.

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Colheita do milho avançou para 34% da área cultivada

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De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado nesta quinta-feira (27/01) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), o plantio chega a 97% da área total estimada, sendo 34% já está colhido, 13% está em germinação e desenvolvimento vegetativo, 26% em enchimento de grãos e 20% em maturação.

As altas temperaturas e predomínio de tempo seco induziram à rápida maturação. A massa colhida apresentou espigas e grãos de tamanho reduzido, dificultando a operação de separação do restante da planta, necessitando redução de velocidade de deslocamento e maior atenção na plataforma de colheita mecanizada. As lavouras em enchimento de grãos e maturação, que representam 41% da área plantada, apresentam uma rápida senescência das folhas, podendo comprometer a formação final dos grãos.

As lavouras irrigadas ainda apresentam potencial produtivo satisfatório, porém o fornecimento de água não é capaz de reduzir o estresse causado pelas temperaturas noturnas elevadas, que aumentam a respiração das plantas e causam menor acúmulo dos produtos oriundos da fotossíntese. As temperaturas máximas próximas dos 40°C também podem reduzir a duração do ciclo da cultura e afetar a germinação dos grãos de pólen na floração, fatores que podem condicionar a redução da produtividade.

MILHO SILAGEM

A estiagem provocou retardamento na semeadura do milho silagem, repercutindo em atraso na produção de alimentos para o rebanho bovino. As chuvas ocorridas entre 17 e 22 de janeiro permitiram a retomada da semeadura nas principais regiões produtoras no Estado. Estima-se que 70% da área destina a cultura tenha sido implantada.

A colheita já alcançou 48% da área ocupada e a produtividade obtida é 17,5 toneladas por hectare, representando 52% de redução na quantidade inicialmente estimada. A qualidade do material ensilado também está aquém da expectativa inicial, com plantas com folhas mais fibrosas e com proporção de grãos abaixo do ideal.

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