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Mais de 8.700 cirurgias em 2019 no Vida & Saúde

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O ano de 2019 registrou maior número de cirurgias realizadas no Bloco Cirúrgico do Hospital Vida & Saúde. Foram 8.740 cirurgias em relação a 8.123 em 2018. O setor conta com 7 salas cirúrgicas. Entre cirurgias de alta, média e baixa complexidade, foram realizadas 5.927 eletivas, ou seja, cirurgias que estavam previamente agendadas, as demais 2.813 foram de urgência.

Para o Enfermeiro Paulo Matte, o aumento significativo ocorreu em função da demanda regional e da ampliação de serviços, “Buscamos sempre qualificar nossa equipe, para cada vez mais, atender melhor nosso paciente. Tivemos um ano muito produtivo, com aumento do número e da complexidade dos procedimentos, também qualificamos muito o atendimento com o processo de cirurgia segura e demais processos”. O enfermeiro destaca também que em 2019 foi implementado o processo de rastreabilidade dos produtos para a saúde sendo os mesmos registrados no prontuário eletrônico, possibilitando melhora no controle dos lotes e na segurança do trabalho.

O grande aumento no número de cirurgias, e por consequência a falta de leitos, fez com que a direção e o conselho priorizassem uma ampliação para 2020. Segundo Vanderli de Barros, o bloco é um dos principais focos de trabalho, “Temos o grande objetivo de dar início nas obras de ampliação do bloco cirúrgico que representam o 3º e 4º pavimentos da Nova Unidade, pois assim, vamos poder ampliar ainda mais esse serviço, e também, o número de leitos, já que onde hoje funciona o bloco no hospital, será um espaço para ampliação de leitos e da maternidade”.

Para acompanhar esse significativo crescimento, as equipes foram ampliadas. Os médicos cirurgiões, anestesistas e a equipe técnica, todos foram essenciais para a implementação dos protocolos. Dos procedimentos realizados 65% foram em mulheres, ou seja, um aumento de 5% em relação a 2018. A maioria das cirurgias foi realizada em pacientes entre 30 e 60 anos, sendo 58% de Santa Rosa e demais da região. Para 2020, o foco é ampliar a qualificação dos protocolos e implementar novos equipamentos e tecnologias para o serviço.

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Idoso morre após ser atingido por um trator

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Um idoso acabou morrendo após ser atingido por um trator na localidade de Arroio das Antas, Distrito Alto da União, interior de Ijuí, no final da tarde de ontem. Segundo informações das autoridades da área de segurança pública, Élio Leonir Kiesrich, 79 anos, foi atingido por um trator. A vítima na oportunidade da ocorrência estaria retirando fios de uma cerca quando teria sido atingido pelo pesado veículo. O idoso foi encaminhado ao Hospital de Caridade de Ijui, mas não resistiu aos ferimentos vindo a óbito por volta das 20h30min.

 

Foto meramente ilustrativa

 Grupo Sepé

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Brigada Militar faz surpresa para aniversariante em Três Passos

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Na quarta-feira (12/01), policiais militares do 7º BPM realizaram uma surpresa para o pequeno Lorenzo que completou 8 anos de idade.
A mãe do menino procurou a Brigada Militar, informando que ele sonha em ser Brigadiano!
Os policiais então compareceram na residência dele, durante sua festinha, levando presentes e muito carinho.
O aprendiz de Policial aproveitou para dar uma voltinha na viatura policial.
Lorenzo os Policiais Militares do 7° BPM lhe parabenizam pelo seu aniversário e desejam que todos os teus sonhos se realizem! Esperamos você nas fileiras da Brigada Militar.
    

Fonte: Brigada Militar
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Em Frederico Westphalen, 300 famílias dependem de caminhão-pipa para ter água para beber

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A estiagem retirou Camila Faustino da Silva da rotina no campo. Nascida e criada em Barra do Braga, localidade a 18 quilômetros de Frederico Westphalen, Camila passou a vida inteira lidando no tambo e nas lavouras da família. Agora, aos 32 anos, pela primeira vez vai trabalhar fora, na tentativa de amenizar a queda na renda causada pela falta de chuva.

— Vou ser agente de saúde. Já comecei o treinamento e logo logo estarei atuando aqui na comunidade. Não tem outro jeito. É desesperador, porque a gente investe, tá muito caro para plantar, a gente não sabe se vai colher, se vai ter dinheiro para pagar as contas — desabafa Camila, sob um calor de 37ºC, às 10h.

No inverno, as 52 vacas da agricultora produziam em média 9 mil litros de leite por mês. No verão mais perverso dos últimos três anos, a média caiu para 4 mil litros mensais. Com as pastagens queimadas pelo sol, o gado come menos, perde peso e reduz os índices de prenhez, numa espiral de prejuízos que espalha pelos sete hectares da propriedade da família.

No início de janeiro, o marido de Camila, Jaime Vedovato, aproveitou dois dias seguidos de chuva, uma raridade na região, e plantou milho em 2,5 hectares. Os 50 milímetros que caíram do céu fizeram as plantas germinaram, mas foram insuficientes para o resto.

— Está tudo morrendo. É o terceiro ano seguido de seca e, olha, estamos remando para não quebrar. Eu nem penso muito nisso, senão fico doente — diz Vedovato.

A água que falta no pasto é escassa também na casa. Camila e cinco vizinhos são abastecidos por uma caixa d’água de 10 mil litros. A reposição é feita toda quarta-feira pela prefeitura, mas, desde ano o final do ano passado, a água dura apenas quatro dias. Os outros três dias são de torneira seca na vizinhança.

— Eu busco água na minha mãe aqui perto, encho baldes e garrafas, para poder cozinhar e tomar banho. O gado está bebendo água duma fonte que tem lá pra baixo. Botamos uma bomba e estamos puxando. É o que dá pra fazer — conforma-se.

Emendando uma estiagem na outra há três anos, Frederico Westphalen convive com ameaça de racionamento. A rede de água da cidade e dos municípios vizinhos de Vicente Dutra e Caiçara era mantida pelo Rio Pardo, mas não há mais vazão suficiente.

Para manter o fornecimento, desde o início do segundo semestre do ano passado, a Corsan puxa água do Rio Fortaleza, em Seberi. Ao todo, 300 famílias de 16 localidades precisam de assistência semanal de caminhões-pipa. São 110 cargas por mês, distribuindo um milhão de litros no período. Além disso, três escavadeiras percorrem o Interior limpando bebedouros e cavando açudes.

— O meu telefone não para. Nem na missa estou indo mais de tanto pedido que recebo — diz o secretário municipal de Agricultura, Gildo Busatto.

Fonte: GZH

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