Mais de 30 comunidades atendidas pela Secretaria de Agricultura em Santa Rosa – Portal Plural
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Mais de 30 comunidades atendidas pela Secretaria de Agricultura em Santa Rosa

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Desde o início do ano, mais de 30 localidades do interior receberam melhorias da Secretaria de Agricultura. Cascalhamento, patrolamento, alargamento de via, manutenção de ponte e de rede de água, limpeza, rolamento entre outras atividades foram priorizadas. A equipe também teve importante atuação na obra do aeroporto nesse período.

A Prefeitura encaminhou um projeto para aquisição de cascalheiras para poder melhorar ainda mais as obras no interior. A intenção é ter uma cascalheira em cada comunidade. Até momento, Tarumã, Linha Mirim, Linha São Salvador e Cerro Grande, Boa vista, Dr. Pedro de Toledo, Campo da Aviação, 15 de Novembro, Pessegueiro, Linha Faxinal, Linha 13, Lajeado Reginaldo, Lajeado Ipê, KM 10, Rincão Santo Cristo, Vila Sete Sul e Lajeado Capim foram algumas das comunidades que receberam melhorias.

Para o Secretário Paulo Roberto dos Santos, a demanda por melhorias no interior é bastante grande, mas a equipe está se organizando para atender todos, “Temos muitas estradas que precisam de manutenção e outras que precisam de reparos urgentes, e para isso, estamos com nossa equipe priorizando esses serviços, e trabalhando todos os dias, para oferecer uma melhor infraestrutura para nossas comunidades”.

Outra atividade realizada foi a instalação de uma caixa de água no Lajeado Bonito para atender as necessidades dos moradores da Barra do Bonito. A equipe da Secretaria tem um planejamento de prioridades e está desenvolvendo as ações diariamente.

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Cotrirosa capacita funcionários da Central de Tratamento de Sementes

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Os funcionários da Cotrirosa participam nesta quarta e quinta-feira, 09 e 10 de junho, na modalidade on-line, do curso de formação de novos operadores da máquina de tratamento de sementes industrial.

O curso de 12 horas ministrado por profissionais da Bayer, tem como objetivo capacitar os participantes para atuar com a máquina de tratamento de sementes que integra a Central de tratamentos de sementes da Cotrirosa, localizada junto ao Centro Administrativo, em Santa Rosa.

Atualmente, são tratadas 450 sacas de semente por hora, com precisão e eficiência no tratamento. Para o engenheiro agrônomo da Cotrirosa, Jairton Dezordi, “a capacitação dos profissionais é parte importante para continuarmos oferecendo aos produtores uma semente de qualidade, que nos dá a tranquilidade e a garantia de termos um bom desempenho da cultura nas lavouras e um ótimo resultado na safra”.

A Cotrirosa atua com a Central de tratamento de sementes desde 2015 com a industrialização de sementes de soja, trigo e milho. No mês de abril, a Cooperativa recebeu o selo de excelência Bayer SeedGrowth no tratamento de sementes. A certificação foi entregue pela Bayer para dez, das 60 empresas que tem a máquina de tratamento de sementes instaladas em todo o Brasil.

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Alta dos grãos leva avicultores e suinocultores a buscar alternativas para reduzir custo de produção. Estratégia requer cuidado

Especialistas da Trouw Nutrition listam cuidados para uso de dietas alternativas para driblar aumento da soja e do milho.

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Foto: Pixabay

“A explosiva alta dos insumos é motivo de preocupação não só para os produtores, mas também para nós como indústria de nutrição animal. O cenário mudou radicalmente no último ano e o mercado está tentando reagir de forma eficiente para lidar com essa adversidade, que compromete o resultado econômico da avicultura, suinocultura e pecuária de leite e de corte”, alerta Mauricio Andrino, diretor de Premix da Trouw Nutrition. Em um ano, o milho dobrou de preço e a soja aumentou 75%, de acordo com o CEPEA. Atualmente, os grãos representam mais de 80% dos custos da alimentação de aves e suínos.

Andrino informa que, há um ano, o custo de produção do kg de suíno estava entre R$ 3,80 a R$ 4,00. Agora chega em torno de R$ 7,00/kg. “Em algumas regiões, como o interior de São Paulo, os suinocultores conseguiram ligeira recuperação, enquanto em outras as granjas estão trabalhando no vermelho. Essa situação se repete na avicultura de corte e de postura“.

O diretor de Premix da Trouw Nutrition explica que, nesse contexto, os produtores devem trabalhar para redução dos custos da alimentação, utilizando ingredientes alternativos, mas precisam se preocupar com a qualidade e o valor nutricional. “Com conhecimento técnico, nosso papel é apoiar avicultores e suinocultores na elaboração de formulações adequadas, que não resultem em queda do desempenho animal. Ao pensar no uso de insumos alternativos, os produtores devem levar em conta a disponibilidade em sua região e avaliar os custos para introdução nas dietas”.

Aleixo Pinheiro, diretor técnico da Trouw Nutrition, complementa que “a utilização de materiais alternativos, com certeza terá impacto no preço da ração, mas o importante é a produtividade: o quanto os animais vão produzir consumindo uma dieta alternativa. Com baixa qualidade e menor valor nutricional, aves e suínos passam a ter desempenho menor, elevando o custo final da produção”.

Entre as alternativas viáveis, está o sorgo, que pode substituir o milho em alta em associação com enzimas e aminoácidos. Aleixo destaca que há disponíveis soluções nutricionais que podem ser usadas em maior quantidade, reduzindo o volume de grãos e com valor energético equivalente.

Segundo o diretor técnico da Trouw Nutrition, o alto preço dos grãos afeta todas as fases de desenvolvimento de aves e suínos. “As fases de crescimento e terminação são as mais afetadas. Tanto para aves quanto suínos, as fases iniciais e pré-iniciais exigem dieta de qualidade superior, pois os primeiros dias de vida vão determinar o desempenho futuro”.

As necessidades nutricionais variam de acordo com a idade de aves e suínos. Por isso, uma alternativa é ajustar a dieta e baratear os custos conforme eles forem superando as primeiras fases de vida. Para poedeiras, a Trouw Nutrition apresenta o conceito Split Feeding, estratégia para alimentação com foco no atendimento das exigências nutricionais ao longo do dia. “Para a produção de ovos, é possível fornecer os nutrientes necessários para diferentes horas do dia, de acordo com as necessidades fisiológicas das aves. Isso reduz os custos com a nutrição e produção e torna o fornecimento de ração mais eficiente, diminuindo a excreção de nutrientes”, destaca Aleixo Pinheiro.

Outra ferramenta ao alcance de avicultores e suinocultores é a análise instantânea de matérias-primas e rações, que podem ser realizadas através do NIR (Espectrômetro de Infravermelho Próximo) ou pelo equipamento portátil NOA (NutriOpt on-Site Adviser). Esses aparelhos determinam a composição e qualidade das matérias-primas e rações com precisão e rapidez, permitindo ajustes nas formulações e otimização dos resultados econômicos e produtivos.

“Na cadeia de proteínas animais, as margens para erros estão cada vez mais estreitas. Ao adotar a nutrição de precisão, os produtores sabem a composição das matérias-primas em detalhes, o que possibilita ajustes assertivos na formulação das rações, maior controle de qualidade, otimização das estratégias nutricionais e, consequentemente, melhor retorno econômico”, acrescenta Mauricio Andrino.

Texto Comunicação Corporativa
Fabio S. Lu Huaqiang (11) 95913-2091

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Agro

Restauração de ecossistemas é tema central do Dia do Meio Ambiente

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Foto em Canguçu, divulgação Emater/RS-Ascar

Plantar árvores e tornar as cidades mais verdes, restaurar jardins e praças, mudar a alimentação, priorizando alimentos orgânicos e produzidos localmente, favorecendo as cadeias curtas, e promover a limpeza de rios e suas margens, assim como de praias e oceanos. Essas são algumas atitudes defendidas na Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas, lançada para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), que neste ano tem como tema a Restauração de Ecossistemas. O objetivo é prevenir, deter e reverter a degradação dos ecossistemas em todo o mundo, contribuindo inclusive para erradicar a pobreza, combater as mudanças climáticas e prevenir a extinção da biodiversidade.

A Década da ONU vai de 2021 a 2030, que é também o prazo final para que o Planeta atinja os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a linha do tempo que os(as) cientistas identificaram como a última chance de evitar mudanças climáticas catastróficas.

Pela importância e urgência de frear a degradação e investir na restauração dos ecossistemas e dos demais ambientes urbanos e rurais, muitas ações de Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) têm visibilidade nesse momento, como os Sistemas Agroflorestais (SAF), em que árvores frutíferas, energéticas e fibrosas são cultivadas no mesmo espaço de outras produções, como abóboras, mandioca, verduras e legumes, e também plantas de cobertura de solo, como gramíneas e leguminosas. Toda essa “mistura” respeita diversos princípios e busca “imitar” a natureza em suas interações e, através da diversidade, possibilita diversas fontes de renda às famílias rurais, pela comercialização de seus produtos.

Aqui no Rio Grande do Sul, a Emater/RS-Ascar incentiva a implantação e manejo de SAF há muitos anos e tem várias experiências em diversos municípios, envolvendo famílias de agricultores, de pecuaristas, de quilombolas e mesmo de indígenas.

Na recomposição florestal, o desenvolvimento da cadeia produtiva da araucária com sustentabilidade pode garantir a recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs), Reserva Legal e ecossistemas naturais, incentivando o desenvolvimento de produtos da sociobiodiversidade, como agroindustrialização e o Turismo Rural.

“Toda essa preservação pretendida com a data acontece no dia a dia dos extensionistas, que estimulam a adequação ambiental das propriedades rurais, consolidando, conservando e preservando os remanescentes das florestas nativas, resgatando e incentivando a utilização do pinhão, por exemplo, na segurança alimentar, na culinária e sua presença na cultura familiar, na preservação de fontes e nascentes, tanto nas propriedades rurais como nas comunidades tradicionais, orientando as famílias para as práticas conservacionistas de solos, tratamento adequado de esgotos e dejetos, na redução do uso de agrotóxicos, na conservação de nascentes, na manutenção de remanescentes de vegetação nativa, entre outras práticas”, ressalta o presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri.

A Emater/RS-Ascar executa projetos na esfera ambiental, como o de Manejo Conservacionista de Campo Nativo por Meio de Pastoreio Rotativo em Estabelecimentos da Pecuária Familiar do RS e o projeto Restauração Ecológica da Área de Preservação Ambiental (APA) do Ibirapuitã (Restaura APA), que visam conciliar a produção sustentável com a manutenção dos campos nativos e seus serviços ecossistêmicos, como o abastecimento dos aquíferos.

Além disso, a Emater/RS-Ascar incentiva a reservação de água, principalmente para os períodos de estiagem, a partir do Programa Estadual de Apoio e Ampliação da Infraestrutura Rural (Peaair), iniciativa vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), orientando os agricultores e pecuaristas familiares na construção de estruturas de reservação de água para usos múltiplos e para a expansão da prática da irrigação.

“ Preservar para conservar. Com ações como essas contribuímos para que o Rio Grande do Sul siga referência na busca contínua pela qualidade de vida de todas as famílias urbanas e rurais”, avalia Sandri.

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