Mais chuva para o Sul do Brasil – Portal Plural
Connect with us

Clima/Tempo

Mais chuva para o Sul do Brasil

Publicado

em

ilustrativa google


A semana começou com uma mudança na circulação de ventos sobre o Brasil, o que forçou o aumento de umidade e de calor sobre a Região Sul. No primeiro fim de semana de 2021 fez até um pouco de frio na madrugada, mas as tardes foram quentes. Com o aumento da umidade, nuvens carregadas voltaram a se formar provocando pancadas de chuvas moderadas a fortes nos três estados. O sul do Brasil terá mais chuva até o fim da semana.

Volumes de chuva

No Rio Grande do Sul, durante a noite da terça-feira, 5 de janeiro, o Cemaden – Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais – chegou a registrar cerca de 38 mm em apenas 3 horas na região de Três Coroas e quase 35mm, também em 3 horas, na região de Igrejinha. São Sebastião do Caí acumulou quase 27 mm em 3 horas.

Os volumes de chuva no Paraná foram elevados em algumas localidades no período de 24 horas. Confira alguns volumes registrados pelo Cemaden, entre 22 horas do dia 5 e 22 horas do dia 6 de janeiro de 2021, aproximadamente

Foz do Iguaçu: 97,4 mm
Dois vizinhos: 44,8 mm
Nova Laranjeiras: 42,6 mm
Pato Branco: 40,1 milímetros

Em Santa Catarina, várias localidades também acumularam mais de 40 mm em 24 horas
Jaraguá do Sul: 66,8 mm
Guaramirim: 53,2 mm
Joaçaba: 50,4 mm
Garuva: 43,4 mm
Ponte Serrada: 43,0 mm

Mas chuva para o sul do Brasil

Ao longo desta semana, o fluxo de ar quente úmido vindo do Norte do Brasil vai continuar direcionado para a Região Sul. Isto vai garantir a formação e permanência de mais áreas de chuva sobre a Região. Além disso entre a sexta-feira e o sábado, 9 de janeiro, uma frente fria vai passar pela costa do Sul do Brasil ajudando a formar mais áreas de instabilidade.

Até o próximo domingo, 10 de janeiro, as pancadas de chuvas serão frequentes em quase toda a Região Sul do Brasil, com risco de raios e de chuva moderada a forte nos três estados. Para esta quarta-feira, 6 de janeiro, o alerta especial é para chuva forte e volumosa para o estado de Santa Catarina.

O centro-sul do Rio Grande do Sul, incluindo a região de Uruguaiana, Bagé e de Santa Maria, deve voltar a secar a partir de quinta-feira. Na sexta-feira, 8 de janeiro, e também no próximo fim de semana, esse ar seco avança sobre o Rio Grande do Sul e deixa quase todo estado sem condições de chuva e com temperaturas bastante elevadas.

Capitais

Sol, calor e tempo seco devem ser observados na região da grande Porto Alegre entre a sexta-feira e o próximo domingo. As capitais Florianópolis e Curitiba ficam sujeitas a chuvas de forte intensidade até o próximo domingo

Fonte Clima Tempo

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Clima/Tempo

Onda de frio pode ser uma das mais intensas do século no país

Publicado

em



Uma grande massa de ar polar se aproxima do Rio Grande do Sul na próxima semana. O que irá derrubar as temperaturas a níveis raramente vistos na história.

Existe uma grande probabilidade de neve nas regiões mais altas do RS.

Modelos numéricos analisados, vem indicando que será uma erupção muito intensa de ar gelado, com queda mais bruscas nas temperaturas do que as ocorridas nas últimas semanas. Essa onda de frio intenso, não ficará restrito a região Sul, também irá se espalhar atingindo outras regiões do Brasil.

Segundo a empresa de meteorologia, teremos muitos dias seguidos de temperaturas médias diárias excepcionalmente baixas e no período de quarta até o sábado da próxima semana, prevê que deve ser o período mais gelado, com a possibilidade de temperaturas abaixo de zero durante o dia nas áreas de maior altitude do sul do Brasil. Os dados ainda são preliminares e devem ser confirmado nos próximos dias.

Segundo a MetSul nas áreas de maior altitude do Rio Grande do Sul e do Sul do Brasil a sensação térmica pode atingir marcas tão baixas quanto -10ºC a -20ºC. E no alto do Morro da Igreja, em Santa Catarina, a 1.800 metros de altitude, a sensação térmica pode ficar entre -20ºC e -25ºC.

Em seu comunicado, a empresa também alertou as autoridades, para que reforcem com urgência as medidas de assistência à população vulnerável, que vive em situação de rua, devido ao perigo de hipotermia que pode levar a morte.

Fonte Caso Criminal RS News

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Clima/Tempo

ATENÇÃO> Onda de frio pode ser uma das mais intensas neste século no Brasil

Publicado

em



Massa de ar frio de origem polar de grande intensidade vai invadir o Brasil na próxima semana e tem potencial para ser uma das mais intensas deste século a alcançar o território nacional sob um cenário de clima propício a eventos de frio extremo, Modelos numéricos analisados pela MetSul Meteorologia vem indicando de forma sistemática que será uma erupção de ar gelado muito intensa, mais forte que a de junho e a desta semana, e em alguns momentos chegam a sinalizar uma onda polar de excepcional força com magnitude raramente vista na história recente.

Que será uma onda de frio intensa não se tem dúvida, mas faltando ainda quatro dias para a sua chegada existem pontos em aberto como sua intensidade definitiva, o alcance do ar gelado no território brasileiro, e a possibilidade de neve, sua extensão e eventual acumulação e quantidade. Estes cenários devem ficar mais claros ao longo deste fim de semana e na segunda-feira com a maior proximidade do evento.

O ar polar deve ingressar no Brasil entre a terça e a quarta-feira, trazendo queda enorme da temperatura que será extremamente baixa na segunda metade da próxima senana. Modelos têm indicado que a temperatura no nível de pressão de 850 hPa, equivalente a 1.500 metros de altitude, que é parâmetro usado em Meteorologia para identificar o quão quente ou fria é uma massa de ar, ficaria entre -5ºC e -6ºC no Sul do Brasil.

Para se ter ideia do que isso representa, somente ondas de muito frio intensas atingem valores tão baixos e que raramente são observados. As ondas de frio intensas de julho de 2000 e de julho de 2007, por exemplo, tiveram valores nestes patamares.

Chama, ademais, atenção que os modelos têm indicado valores muito baixos no nível de 850 hPa não apenas no momento inicial do ar frio, por um ou dois dias como via de regra ocorre, mas para o período da quarta-feira até sábado da semana que vem, ou seja, por vários dias seguidos.

Isso representaria um período extremamente frio com mínimas e máximas muito baixas mais prolongado que o habitual. Há dados, inclusive, sinalizando que o ar polar se reforçaria se reforçararia sexta.

Não bastasse, no que também é pouco incomum, a linha de 0ºC no nível de 850 hPa alcança São Paulo e o Sul do Mato Grosso do Sul, ou seja, o ar polar poderia alcançar latitudes do Centro do Brasil com intensidade rara.

SEQUÊNCIA DE DIAS EXTREMAMENTE FRIOS

A massa de ar polar projetada pelos modelos é de tamanha intensidade que serão muitos dias consecutivos com temperatura média diária (calculada pelas mínimas e máximas) excepcionalmente baixas. O período de quarta até o sábado da próxima semana deve ser o mais gelado com máximas bastante baixas no período da tarde.

A presença de nuvens, ademais, em alguns dias pode fazer com que algumas cidades de maior altitude tenham temperatura abaixo de zero o dia todo com máximas em terreno negativo. As mínimas pode ser igualmente atipicamente baixas com registros incomuns de até 10ºC negativos ou até mais frio em áreas de maior altitude do Sul do Brasil.

O modelo canadense é um que, por exemplo, está indicando mínima de -10ºC a -12ºC para o final da próxima semana nos pontos mais altos do Sul do Brasil, mas valores tão baixos quanto -3ºC ou -4ºC que indica para áreas de menor altitude como, por exemplo, próximos a Porto Alegre são improváveis.

Dias com temperatura em 850 hPa de -5ºC a -6ºC, por experiência, costumam ter vento moderado e com rajadas em alguns momentos. Assim, a sensação térmica neste evento de frio será muito relevante. Com vento e temperatura excepcionalmente baixa como se prevê, grande número de cidades do Centro-Sul do Brasil pode experimentar marcas baixíssimas de sensação térmica.

Nas áreas de maior altitude do Rio Grande do Sul e do Sul do Brasil valores de sensação térmica (utilizando-se a fórmula mais moderna do National Weather Service dos Estados Unidos) podem atingir marcas neste evento polar tão baixas quanto -10ºC a -20ºC. No alto do Morro da Igreja, em Santa Catarina, a 1.800 metros de altitude, a sensação térmica pode ficar entre -20ºC e -25ºC. São valores perigosos que podem causar até congelamento da pele e do tecido inferior (frostbite) de partes expostas do corpo como dedos.

Urge-se às autoridades locais que reforcem com urgência as medidas de assistência à população socialmente vulnerável, especialmente diante do crescimento da população sem teto vivendo em situação de rua, uma vez que o frio terá intensidade para causar hipotermia e morte em pessoas desabrigadas.

GEADA

Vento e nuvens, em princípio, devem impedir uma sequência de dias de geada ampla e generalizada no Centro-Sul do Brasil. As projeções de geada em maior número de locais são mais para o final do período de pico da onda de frio, logo no final da próxima semana. A geada atingiria partes do Mato Grosso do Sul e de São Paulo, além dos três estados do Sul. É o que, por exemplo, mostra o modelo canadense para o fim da semana que vem.

Como se trata de um evento que vai se estender para daqui a 7 ou 8 dias, as projeções de geada hoje são preliminares e o cenário não é definitivo. Na seção de modelos do site, o assinante tem acesso a diferentes modelos com prognóstico de geada atualizados até quatro vezes por dia.

Uma preocupação da MetSul neste evento, considerando a perspectiva de vento e de frio abaixo de zero em muitos locais, é o alto risco de que se produza a chamada geada negra. Não é a forma tradicional de geada que branqueia paisagens e cobre de gelo automóveis e telhados. Trata-se de um fenômeno em que se dá a morte de vegetais por congelamento.

NEVE

A probabilidade de nevar nas áreas de maior altitude do Sul do Brasil com base nos dados de hoje é muitíssimo alta. A cinco dias do começo do evento de frio, projeções de neve estão, contudo, sujeitas a enormes mudanças e o que se esboça nesta sexta-feira está longe de ser definitivo.

Hoje, o cenário que se apresenta, a partir da modelagem numérica e análise de eventos passados com características semelhantes, sinaliza a chance de precipitação invernal (neve em flocos, chuva congelada e/ou graupel) por demais alta nos pontos mais elevados do Sul do Brasil (cotas de altitude acima de 800 metros), chance média a alta em locais de média altitude (400 metros a 700 metros) e pequena a média em pontos de menor altitude (nível do mar a 400 metros) de diversas regiões gaúchas e do Sul do Brasil.

Qualquer cogitação de prever eventual acumulação por ora não teria fundamento diante de um cenário ainda muito aberto e sujeito a mudanças grandes nos próximos dias.

Os mapas a seguir, disponíveis na seção de modelos com diversas atualizações diárias, mostram a tendência de neve neste evento de frio polar pelos modelos norte-americano GFS (o que indica a neve mais abrangente), canadense (concentra a neve mais em Santa Catarina e no Paraná) e o alemão Icon (o que menos neve indica para o evento).

O que chama atenção é o indicativo de alguns destes modelos sobre a possibilidade de vir a ocorrer neve por três ou quatro dias seguidos no Sul do Brasil. Seria mais um acontecimento raro porque recentemente na onda de frio de junho tivemos o primeiro evento de neve por três dias seguidos no Sul do país desde a grande onda de frio de julho de 2000. Um novo episódio de três seguidos, um mês após o último que foi o primeiro em duas décadas, seria um fato excepcional do ponto de vista climatológico.

Igualmente chama muito a atenção em diversas projeções, notadamente do modelo GFS, é o indicativo de neve para muitos pontos da província de Buenos Aires com ocorrência do fenômeno em muitas cidades do Centro-Sul da província assim como para diferentes departamentos do Uruguai.

Fonte: MetSul Meteorologia

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Clima/Tempo

Bloqueio atmosférico é rompido e Brasil volta a esfriar

Publicado

em



Bloqueios atmosféricos de inverno são comuns e em geral são rompidos com uma frente fria muito forte ou em parcelas, com várias frentes frias seguidas em poucos dias. É isso que deve ocorrer nos próximos dias na América do Sul. Uma grande mudança na circulação dos ventos, em diversos níveis da atmosfera, vai permitir que várias frentes frias avancem novamente para o Brasil rompendo bloqueio do ar seco e trazendo um pouco de chuva e o ar frio de origem polar para o país.

primeira quinzena de julho de 2021 foi marcada por um bloqueio atmosférico causado por um grande sistema de alta pressão atmosférica. Além de inibir o crescimento de nuvens e de deixar, este sistema manteve as noites frias e deixou o ar muito seco em grande parte do Brasil.

Acompanhe as expectativas sobre efeitos destas frentes frias no Brasil no decorrer da segunda quinzena de julho de 2021. Mas atenção: a passagem destas frentes frias não vai provocar chuva duradoura e generalizada.

Frente fria 1

O sistema foi fraco e passou pelo litoral do Rio Grande do Sul no dia 14 de julho, provocando principalmente o aumento da nebulosidade sobre a Região Sul, mas pouca chuva e apenas no Rio Grande do Sul. Porém, começou a abrir o caminho para o desenvolvimento de áreas de baixa pressões atmosféricas, que originaram a segunda frente friaFrente fria 2

A frente fria 2 se organiza no dia 15 de julho de 2021 entre o Brasil, o Paraguai e a Argentina, associada a um ciclone extratropical que também se forma no litoral gaúcho.

Esta frente fria tem pouco ar polar e consegue avançar até o Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul do Rio De Janeiro principalmente com aumento da nebulosidade, mas pouca chuva nestes estados.

A chuva desta frente fria cai quase toda sobre o Sul do Brasil. O Mato Grosso do Sul tem algumas pancadas de chuva nos dias 15 e 16 de julho, alguma chuva ocorre no oeste e sul de São Paulo e no litoral paulista no dia 16 de julho. A Grande São Paulo sente a queda da temperatura e o aumento da nebulosidade, mas só deve ter chuviscos.

No Rio de Janeiro há chance de alguma chuva na região de Angra dos Reis/Paraty. o Grande Rio tem aumento de nebulosidade e sente a queda da temperatura na sexta-feira, 17, mas de forma suave, e poderá ter chuviscos.

Esta frente fria não causa mudanças no tempo no Espírito Santo e nem em Minas Gerais. No Centro-Oeste, apenas o Mato Grosso sente algum efeito. Calor e ar muito seco predominam em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal.

Não há expectativa de mudanças no tempo no Norte do Brasil por causa da frente fria 2. Frente fria 3 – bloqueio rompido totalmente

A frente fria 3 avança muito rapidamente sobre o Brasil, impulsionada por massa de ar frio de origem polar de forte intensidade, mas menos intensa do que aquela da virada de junho para julho.

O sistema traz pouca chuva, mas muito frio e rompe de vez o bloqueio atmosférico. O ar frio de origem polar vai se espalhar forte por toda a Região Sul do Brasil, avança sobre o Sudeste e o Centro-Oeste e chega a Rondônia e Acre. Esta frente fria consegue alcançar o sul da Bahia.

Pouca chuva está prevista na passagem desta frente fria. No dia 17 de julho, pequenas áreas no leste de Santa Catarina, leste e norte do Paraná, oeste e sul de São Paulo devem ter alguma chuva. No dia 18, chove um pouco no litoral de São Paulo, no Rio de Janeiro, na Zona da Mata Mineira e no sul do Espírito Santo. No dia 19 de julho, tem previsão de chuva para áreas do estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e volta a chover no sul da Bahia, com a chegada da frente fria.

Frente fria 4

Para fechar o mês de julho gorro e cachecol, ainda tem uma frente fria prevista para avançar sobre o Brasil a partir do dia 24 de julho.  É possível que ocorra uma nova frontogênese e ciclogênese entre os dias 26 e 27 de julho, mas de qualquer forma, muito provavelmente teremos a chuva se espalhando novamente em várias áreas do Sudeste e do Centro-Oeste, e não apenas São Paulo e Mato Grosso do Sul, nos últimos dias de julho de 2021.

Outra expectativa muito importante é que a massa de ar polar que chega ao Brasil a partir do dia 24 de julho será muito forte e o vento gelado vai varrer novamente o país, de sul a norte, fazendo julho de 2021 terminar parecido com o fim de junho

Geada

A frente fria que atua entre 17 e 19 de julho e a esperada para o dia 24 de julho em diante (a mais forte), terão massas de ar frio de origem polar e deslocamento sobre o Brasil que vão permitir a ocorrência de geada novamente no país. No dia 19 de julho, por exemplo, já tem previsão de geada para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Mas a frente fria que avança sobre o Brasil a partir de 24 de julho tem grande potencial para provocar geada ampla na Região Sul do Brasil e novamente e nos estados de São Paulo e  Mato Grosso do Sul,  mas sem descartar a chance de geada no Sul de Minas e talvez alguns locais do sul do Rio de Janeiro.

Neve

A chance de neve novamente no Sul do Brasil volta a ser considerada com a frente fria a partir de 24 de julho. Porém, ainda não é possível fazer um prognóstico mais detalhado sobre dias e locais da ocorrência de neve e outras precipitações de inverno

Como será o frio na segunda quinzena de julho?

As imagens abaixo representam a simulação do deslocamento do ar frio de origem polar sobre a América do Sul entre os dias 15 e 29 de julho de 2021, de acordo com o modelo atmosférico WFR. Os tons de azul representam o ar frio. Quando mais escuro for o azul, até se aproximando do roxo, mais intenso é o frio.

Temp 6Z 15 a 29 7-2021

Previsão do deslocamento do ar frio de origem polar sobre a América do Sul entre os dias 15 e 29 de julho de 2021, de acordo com o modelo WRF

Fonte Clima Tempo

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

PLURAL AGÊNCIA DE PUBLICIDADE LTDA
ME 33.399.955/0001-12

© 2021 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×

Powered by WhatsApp Chat

×