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Maior agilidade na concessão do selo Sabor Gaúcho atrai novas agroindústrias

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A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) concedeu em 2020, até o mês de setembro, 417 selos Sabor Gaúcho a 417 agroindústrias do Rio Grande do Sul.

 

Foram 300 agroindústrias que aguardavam as mudanças nas regras de concessão do selo e 117 que fizeram a solicitação após a nova resolução. O selo Sabor Gaúcho indica que a agroindústria é proveniente da agricultura familiar e está legalizada sob o ponto de vista ambiental, tributário e sanitário junto ao Peaf.

“A importância do selo está na procedência da agricultura familiar e no seu particular saber fazer, com uma produção de baixa escala e voltada para a fabricação de produtos que trazem identidade com o tradicional, proporcionando a venda em mercados de cadeia curta, minimizando o uso de aditivos e dando mais segurança ao consumidor final”, explica Maluza Machado, Chefe da Divisão de Organização de Agroindústrias Familiares da Seapdr.

A mudança que simplificou a concessão do selo foi definida por meio da resolução nº 001/2020, publicada em 7/2/2020, que estabelece que os empreendimentos rurais já inclusos no Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) passam a ser automaticamente habilitados a utilizar a marca de certificação nos rótulos de seus produtos. A medida também dispensa a renovação de autorização de uso a cada cinco anos.

O secretário Covatti Filho afirma que com a mudança na resolução simplificou um processo que acabava por penalizar o pequeno produtor. “Neste novo formato, as agroindústrias aceleram o processo, uma vitória tanto para quem dependia de um processo demorado quanto para o Estado, que reduz a quantidade de processos administrativos a serem analisados”, afirma o secretário.

Atualmente, para fazer o selo Sabor Gaúcho basta estar incluso no Peaf. “Até o início de 2020, era necessário assinar um contrato com o Estado, documento que passava por análise jurídica para depois ser liberado. O processo todo demorava cerca de três meses”, diz Maluza.

A resolução 001/2020 também estabelece a prestação de serviços da Seapdr para apoio aos Serviços de Inspeção Municipal (SIM) na estruturação do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf) e participação na operacionalização e na concessão do Selo Arte.

Mais informações sobre o selo Sabor Gaúcho pelo email: [email protected]

 

 

Estado.rs.gov

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Agro

Cultivo de BRS Kurumi é adotado por produtores de Senador Salgado Filho

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Como alternativa para reduzir os custos de produção e ampliar a oferta de forragem aos animais, produtores de leite de Senador Salgado Filho receberam mudas de BRS Kurumi para implantação em suas propriedades. A proposta, resultado de iniciativa conjunta da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), e da Secretaria Municipal de Agricultura, surge para atender a demandas do atual cenário da bovinocultura de leite, em que os custos de produção elevados muitas vezes comprometem a rentabilidade e a permanência na atividade.

Em um primeiro momento, foi feita a divulgação, a encomenda e a aquisição de mudas de pastagem perene BRS Kurumi para todos os produtores interessados do município. A escolha pela BRS Kurumi é por se tratar de uma alternativa interessante de pastagem perene, podendo ser usada na bovinocultura de corte e de leite, uma vez que apresenta uma elevada produção de matéria verde, de ótimo valor nutritivo. “Como apresenta 18 a 20% de proteína bruta e 70% de coeficiente de digestibilidade, é possível alcançarmos uma produção diária de 18 a 19 litros por vaca apenas com uma suplementação energética e um ganho médio diário de peso de 700g a um quilo por animal, dependendo da raça dos bovinos”, explica o extensionista Marcos Marmitt.

A Prefeitura subsidiou, com recursos do Município, mil mudas para cada propriedade, sendo o restante de contrapartida do produtor, conforme seu interesse. Através desta iniciativa, foram beneficiados 27 produtores com 69 mil mudas, no total. Levando em conta que são necessárias aproximadamente 35 mil mudas para implantar um hectare de pastagem, parte das mudas adquiridas será destinada para a replicação para futura ampliação da área e o restante será destinada ao pastoreio dos animais.

A equipe municipal da Emater/RS-Ascar, através dos extensionistas Marcos Marmitt, Luís Miguel Haab e Cleidi Diel, continuará acompanhando as propriedades envolvidas no projeto e prestando as orientações técnicas necessárias para implantação, manejo e ampliação deste cultivo.

Crédito da foto: Elisane Hermann, Prefeitura de Senador Salgado Filho

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Agro

Umidade do solo possibilita retomada do plantio da soja

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Nas localidades em que ocorreram precipitações, a umidade do solo possibilitou a retomada do plantio da soja e do preparo de áreas que haviam sido interrompidas.

De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado nesta quinta-feira (25/11) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a semeadura já atinge 68% no Estado, estando toda essa área em germinação e desenvolvimento vegetativo.

Entre os dias 16 e 21/11 foi de tempo seco, baixa umidade relativa do ar e do solo e presença de vento constante, o que dificultou o desenvolvimento do milho. Em algumas localidades, o retorno das precipitações amenizou a situação, principalmente naquelas em que os cultivos estão florescendo, formando a espiga e enchendo os grãos.

O plantio chega a 86% da área total estimada, sendo que 55% está em germinação e desenvolvimento vegetativo, 27% em floração e 18% em enchimento de grãos.

A semana anterior se caracterizou pela manutenção do tempo seco na maior parte do Estado, o que favoreceu a colheita do trigo que se encaminha para a finalização e já chega a 97%. O restante das lavouras está maduro.

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Agro

Nova cota de exportação pode gerar até US$ 200 milhões para suinocultura

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou o anúncio feito pelo Rosselkhoznadzor (órgão sanitário da Rússia) da habilitação de nove unidades exportadoras de carne suína para a Rússia, aumentando de quatro para treze o número de plantas habilitadas para o mercado.

O anúncio acontece dias após a missão a Moscou, liderada pela ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina, e ao comunicado feito pelo governo russo sobre o estabelecimento de uma cota temporária de 100 mil toneladas de carne suína. Pelas estimativas da ABPA, considerando o atual preço médio de importações para o mercado russo, a cota disponibilizada tem potencial de geração de exportações de mais US$ 200 milhões – considerando, entretanto, que a cota pode ser acessada por todas as nações habilitadas a abastecer o mercado russo.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a reabilitação das plantas é um reconhecimento ao trabalho de excelência em qualidade e sanidade aplicado pela suinocultura do Brasil. “A Rússia vem incrementando a importação de carne suína do Brasil este ano. Enquanto em 2020 as exportações ficaram em apenas 100 toneladas nos 10 primeiros meses, em 2021 os embarques alcançaram até aqui 3,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 10,3 milhões.

Com a expansão do número de plantas e a cota oportunizada pelo governo russo, esperamos um crescimento ainda mais expressivo nos próximos anos.

Esta é mais uma ampliação de mercado que resultou diretamente do trabalho liderado pela ministra Tereza Cristina e sua equipe”, avalia.

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