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Lupin: série supera audiência de Bridgerton e de O Gambito da Rainha.

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A série Lupin, lançada na Netflix em 8 de janeiro, já foi assistida por 70 milhões de assinantes no mundo todo. Com esse número, a produção francesa supera os dados divulgados recentemente de Bridgerton, vista por 63 milhões, e O Gambito da Rainha, minissérie mais assistida até o momento da plataforma, com 62 milhões de visualizações.

Desde seu lançamento, Lupin figura no famigerado Top 10 de diversos países, incluindo o Brasil. A série, protagonizada por Omar Sy, tem inspiração direta na literatura policial clássica para a criação de sua trama. Na história, conhecemos Assane Diop, um homem com sede de vingança que usa o famoso mestre do disfarce Arsène Lupin como sua principal inspiração para cometer alguns crimes.

A 1ª temporada de Lupin foi dividida em duas partes. Dessa forma, apenas cinco episódios foram lançados até agora. Como todos eles possuem uma atmosfera eletrizante, o sucesso pode ser justificado pela curiosidade aguçada entre o público. Vale destacar que, no site Rotten Tomatoes, que avalia as impressões de seus usuários e críticos, a série Lupin tem 93% de aprovação.

Lupin: Omar Sy agradece o público por assistirem a série

Criada por George Kay com colaboração de François Uzan, os roteiros da produção da Netflix propõem uma adaptação contemporânea da obra de Maurice LeBlanc, que criou o personagem Lupin em 1905. Diversas outras produções foram criadas com base em seus romances, incluindo uma animação feita no Studio Ghibli e dirigida por Hayao Miyazaki.

Após ter os dados da audiência de Lupin divulgados, Omar Sy aproveitou para agradecer o público da série de forma oficial por meio de suas redes sociais. No Twitter, o ator escreveu que 70 milhões de espectadores era muita loucura.

“Tão orgulhoso que Lupin é a primeira série francesa original da Netflix a fazer tanto sucesso internacionalmente! Isso não teria sido possível sem vocês, obrigado a todos”, publicou.

Fonte: Deadline

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Netflix pode reprimir o compartilhamento de senha entre usuários

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Plataforma de streaming está lançando alertas que pedem confirmação de acesso na conta dos usuários

Se você estiver usando a conta do pai do namorado de sua irmã na Netflix, preste atenção.

A gigante do streaming está testando um novo recurso que pode ajudá-la a reprimir o compartilhamento de senhas: o lançamento de alertas pedindo aos usuários que verifiquem se estão autorizados ao acesso na conta.

“Este teste foi desenvolvido para ajudar a garantir que as pessoas que usam contas da Netflix sejam autorizadas a fazê-lo”, disse um porta-voz da Netflix em comunicado. Os termos de serviço da empresa afirmam que as contas “não podem ser compartilhadas com pessoas fora de sua casa”.

Quando um usuário seleciona seu perfil em uma conta compartilhada da Netflix, um pop-up solicita que ele verifique a conta, confirmando com um texto ou e-mail enviado ao titular da conta. Os usuários também podem optar por verificar mais tarde; nesse caso, o pop-up aparecerá novamente em um momento posterior indeterminado. Se eles não puderem confirmar que são um usuário autorizado, os visualizadores serão solicitados a configurar uma nova conta.

Mas, antes que você entre em pânico, o novo recurso é apenas um teste e está sendo lançado para um número limitado de usuários que assistem no aplicativo Netflix.

A atualização ocorre no momento em que a audiência da Netflix disparou durante a pandemia. Ela chegou a 200 milhões de usuários no mês passado, e seu estoque é acima de quase 50% desde março do ano passado. Mas a empresa pode enfrentar desafios futuros, visto que as pessoas passam menos tempo presas em casa durante 2021.

A Netflix e outras plataformas de streaming vêm lutando para saber como lidar com o compartilhamento de senhas – e se deveriam se preocupar em tentar evitá-lo – por anos. Em uma teleconferência de resultados de 2019, o diretor de produtos da Netflix destacou que a empresa estava focada em evitar o compartilhamento de senhas, mas ainda estava procurando maneiras de aplicá-lo.

 

FONTE: CNN

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Colunista culpa desenho animado Pepe Le Gambá de ‘normalizar cultura do estupro’

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Charles M. Blow criticou também Ligeirinho e a mulher negra representada em Tom e Jerry

 

Os defensores da produção repudiam a explicação, dizendo que ela, que apareceu pela primeira vez em 1945, não foi feito para ser interpretada dessa forma

Se você está entre as pessoas que se divertem com as tentativas de Pepe Le Gambá conquistar a gatinha nos desenhos da Warner Bros, vai se interessar pelo artigo publicado na última quarta-feira (3) pelo colunista Charles M. Blow, no “New York Times”. No polêmico texto ele afirma que o gambá francês normalizou e perpetuou a cultura do estupro.

Ele argumentou também que o racismo está profundamente enraizado na cultura americana (especialmente na cultura pop), fazendo parte da vida das crianças desde a primeira infância. Para exemplicar, ele citou desenhos animados como Ligeirinho, também da Warner Bros, que diz representar de maneira preconceituosa os mexicanos.

Outro exemplo citado por Blow é a empregada negra corpulenta que fala com uma voz caricaturizada, que é exibida apenas das pernas para baixo no desenho Tom e Jerry. De acordo com o Page Six, o artigo gerou polêmica no que concerne à crítica a Pepe, com pessoas concordando e discordando do articulista por sugerir que um desenho poderia influenciar o comportamento na vida real.

Blow respondeu aos críticos, inclusive citando páginas na internet que o atacaram. “Os blogs RW estão loucos porque eu disse que Pepe Le Gambá acrescentou à cultura do estupro. Vamos ver. 1. Ele agarra / beija uma garota / estranho, repetidamente, sem consentimento e contra sua vontade. 2 . Ela luta fortemente para se afastar dele, mas ele não a solta. 3. Ele tranca uma porta para impedi-la de escapar”, escreveu no sábado (6) no Twitter.

Os defensores do desenho não aceitaram a explicação dizendo que o desenho animado, que apareceu pela primeira vez em 1945, não foi feito para ser interpretado dessa forma. Eles acrescentam também que foi tudo uma boa diversão e que nenhuma criança iria absorver o comportamento de Pepe como algo a ser imitado. Blow, porém, finalizou a discussão, mostrando porque vê Pepe como um personagem tóxico.

“Isso ajudou a ensinar aos meninos que ‘não’ não significava realmente não, que era parte do ‘jogo’, a linha de partida de uma luta pelo poder. Ensinou que superar as objeções rígidas e até físicas de uma mulher era normal, adorável, engraçado. Eles nem mesmo deram à mulher a habilidade de falar”, concluiu.

 

 

FONTE: O TEMPO

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Nintendo também terá parque temático nos EUA

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O primeiro Super Nintendo World foi construído em Osaka, no Japão

O primeiro Super Nintendo World, o parque temático da Nintendo, foi construído em Osaka, Japão, e tem tido a abertura consecutivamente adiada ao longo dos últimos tempos devido à pandemia de Covid-19.

Ainda assim, a Nintendo quer colocar os olhos no futuro e já tem planos para construir uma nova versão do Super Nintendo World em Orlando, nos EUA. A atração poderá ser encontrada no parque temático Epic Universe da Universal que, além de todas as montanhas-russas e entretenimento que poderá querer, também incluirá hotéis, lojas e restaurantes.

Prevê-se que o Super Nintendo World esteja pronto para visitantes no início de 2025.

 

 

FONTE: Noticias ao Minuto

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