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Política

Lei de autoria de Luiz Marenco denomina a ERS/561 como Rodovia Noel Guarany

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Foi aprovado ontem na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 432/19, de autoria do deputado Luiz Marenco, que denomina como “Rodovia Noel Guarany” a ERS/561, em toda a sua extensão de 28,76 km, compreendendo os trechos desde o entroncamento da BRS-472 até o entroncamento da ERS-168. Protocolado em 1º de outubro de 2019, o PL foi apreciado por mais de um ano e aprovado por unanimidade, hoje, dia 08 de dezembro de 2020, com 48 votos favoráveis.

Noel Guarany foi um dos mais importantes artistas de todos os tempos no sul do Brasil. Cantou a Região Missioneira com garra e galhardia, muito antes das Ruinas de São Miguel terem sido reconhecidas como Patrimônio da Humanidade. Foi exemplo e inspiração para toda uma geração de artistas no Estado, dentre os quais o próprio cantor que hoje é deputado.

Noel Fabricio Borges do Canto da Silva, reconhecido artisticamente como Noel Guarany, nasceu em São Luiz Gonzaga, em 26 de dezembro de 1941 e faleceu em Santa Maria, em 06 de outubro de 1998. Foi sepultado em Bossoroca, terra que adotou como querência, onde há um mausoléu artisticamente ornado e uma estátua de quatro metros de sua imagem, sem contar o pedestal, na entrada da cidade. O “Cantor da Bossoroca” como se autodenominava, lançou 10 discos individualmente, sendo um póstumo e mais quatro, em parceria com Cenair Maicá, Jayme Caetano Braun, Pedro Ortaça, Jorge Guedes e João Máximo.

Com a aprovação desta lei, a região missioneira passa a ter rodovias com nomes de três troncos missioneiros, Jayme Caetano Braun, Cenair Maicá e Noel Guarany. Luiz Marenco acredita que estas perenes homenagens criem na população um sentimento de pertencimento e de fortalecimento da cultura própria e, afirma: “meus colegas deputados entenderam a importância da memória cultural do Estado na representatividade artística de Noel Guarany e que devemos valorizar os mestres da cultura para sabermos de onde viemos e para onde vamos.”

O deputado Marenco tem atuado em diversas áreas, cultura, segurança, alimentação, agronegócio e saúde. Inclusive ontem a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou por unanimidade o PL 180/2020, que inclui os profissionais de saúde no grupo prioritário de testagem de doenças infectocontagiosas.

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Política

De Conti leva pautas ao secretário de Obras

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O vereador Vitor de Conti esteve reunido com o secretário municipal de Obras Rodrigo Burkle, ao qual levou pedidos levantados junto à comunidade, alguns deles já pautados em sessões da Câmara. “Foi um encontro muito produtivo, pois ouvi boas novas. Várias demandas já estão em andamento ou terão abordagens nos próximos dias, conforme garantiu o secretário”, avaliou o vereador.

Burkle explicou que a Prefeitura está concluindo licitações para aquisição de insumos para executar ações de tapa-buracos, fabricação de tubos e outras. Questões emblemáticas, como a conservação envolvendo as ruas 10 de Novembro (Flores) e Ângelo Massaia (Esplanada) estão nessa lista de obras que aguardavam insumos.

Vitor foi obter informações a respeito de reparos na Rua José Maicá (Cruzeiro ao Distrito Multissetorial), passeio para a Avenida Tuparendi, melhoria no piso da Praça da Independência, tapa-buracos na Rua 24 de Outubro (até que se consiga asfaltamento), cascalhamento da Rua Ipê no acesso à recicladora, limpeza para escoar a água da chuva na Rua 10 de Novembro (Vila Flores), bueiro e calçamento na Rua Ângelo Massaia e colocação de assentos de madeira nas paradas onde passam coletivos da Toda Hora.

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Política

Conversão à direita livre mesmo com semáforo vermelho é indicada por Rafael Rufino

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O vereador Rafael Rufino (MDB), encaminhou para o Departamento Municipal de Trânsito, na última sessão da Câmara de Vereadores (7), a Indicação 1484/2021, solicitando estudo e implementação de placas de indicação, do tipo educativas, com a informação “CONVERSÃO LIVRE À DIREITA NO SEMÁFORO VERMELHO” em locais onde tal manobra possa ser realizada, conforme as novas regras estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Desde 12/04/2021 entraram em vigor as novas mudanças do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com medidas que visam deixar a legislação menos burocrática e mais rigorosa. Entre as novas normas está a “conversão livre à direita mesmo quando o sinal está vermelho” – quando o motorista pode “ignorar/furar” o sinal vermelho nos cruzamentos permitidos e indicados através de placas de trânsito.

Foto: Wikimedia/Vitriden

Essa medida já é comum em outros países, como Canadá e alguns estados dos Estados Unidos, e tem como objetivo desafogar o trânsito, mas precisa ser realizada de forma consciente pelos motoristas. Por isso, a indicação sugere a promoção de campanhas de esclarecimento aos motoristas, deixando claro os locais permitidos.

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Política

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral diz que a implementação do voto impresso seria “um retrocesso”

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O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, disse, nesta quarta-feira (09), que a implementação do voto impresso no Brasil seria “um retrocesso”.

 

Segundo ele, isso reduzirá a segurança das eleições, trazendo de volta fraudes e falhas humanas, problemas que teriam ficado no passado com a adoção da urna eletrônica.

“A vida vai ficar bem pior, vai ficar parecido com o que era antes”, disse o ministro na Câmara dos Deputados, onde participou de uma comissão geral sobre assuntos eleitorais. Ele acrescentou, contudo, que, se o Congresso aprovar e o STF (Supremo Tribunal Federal) validar, o TSE implementará o voto impresso. “Eu torço para que ela [aprovação] não venha, mas, se vier, nós cumpriremos”, afirmou.

O ministro iniciou sua fala ressaltando não haver sido documentada nenhuma fraude na urna eletrônica desde sua adoção, em 1996. Ele voltou a defender a segurança do equipamento e lembrou de problemas que existiam antes do sistema informatizado de votação, como a compra de votos, o coronelismo e o clientelismo. O ministro avaliou que tais situações podem retornar com a adoção do voto impresso.

“A verificação manual não é verificação, é um perigo, é um risco que nós vamos criar”, disse Barroso. “Eu acho que o voto impresso vai nos trazer um problema do qual já nos livramos, que é o transporte, a guarda e a contagem manual dos votos”, ressaltou o ministro.

Para Barroso, além de abrir margem para fraudes, um dos principais problemas do voto impresso é a possibilidade de violação do sigilo do voto, uma vez que, por meio do recibo da votação, seria possível saber a composição dos votos individuais – em quem a pessoa votou para diferentes cargos –, o que abriria caminho para identificar o eleitor.

Segundo estimativa do TSE, a adoção do voto impresso custaria R$ 2 bilhões. “Talvez essa não seja a melhor alocação de recursos no momento”, opinou Barroso. Ele lembrou que a realização do Censo do IBGE, por exemplo, foi recentemente adiada por falta de recursos.

 

FONTE: O SUL

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