“La Casa de Papel” estreia a sua quarta temporada em Janeiro de 2020 – Portal Plural
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Cinema / Séries

“La Casa de Papel” estreia a sua quarta temporada em Janeiro de 2020

Pável Bauken

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O ator argentino Rodrigo de la Serna confirmou que a nova temporada “já está gravada e tem data de lançamento em janeiro”. Considerando que a temporada anterior foi um sucesso retumbante, as expectativas são para os céus!

Porque Porque a quarta temporada de La Casa de Papel já está filmada, e teria até um mês de lançamento muito mais próximo do que pensamos.

Em entrevista à Cadena 3, Rodrigo de la Serna, o ator e músico argentino que representa Palermo na série, comentou que “a quarta temporada já está assinada e tem data de lançamento para janeiro.

Embora essas informações ainda não tenham sido confirmadas ou rejeitadas pela Netflix, podemos saber em alguns meses o que acontecerá com a banda liderada pelo professor.

E, claro, a expectativa está nas nuvens, uma vez que a terceira temporada da série quebrou absolutamente todos os recordes e por ter: mais de 34 milhões de pessoas viram a temporada inteira em sua primeira semana disponível, o que a tornou a Série de língua não inglesa com melhor recepção da história.

Embora ainda não saibamos o que será essa quarta temporada, o diretor da série foi encarregado de nos ratificar que continuará com sua essência latina intacta.

“Temos de reivindicar os espanhóis, os ibéricos ou os latinos. Eu acho que a grande aposta ou identidade da série é latina e é contribuir para o género do assalto perfeito e uma dimensão emocional espanhola, ibérica, latina, mediterrânea, chame como quiser”, diz Álex Pina, criador da série.

Esperamos que a Netflix confirme as informações que Palermo deu e anuncie nesta quarta temporada de janeiro, porque certamente haverá muitas surpresas e reviravoltas narrativas que nos enlouquecerão, como nas temporadas anteriores.

Inspiringlife

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Cinema / Séries

Por que “Todo Mundo Odeia o Chris” é tão amada no Brasil

Reporter Global

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Tyler James Williams interpreta o protagonista da sitcom, uma versão jovem de Chris Rock Divulgação / CBS Photo Archive

 

 

Sitcom de Chris Rock é um dos maiores sucessos da televisão nacional, comparada a hits como “Friends” e “Um Maluco no Pedaço”

 

 

Pelo menos no Brasil, todo mundo ama o Chris. Mais de 15 anos depois da estreia da sitcom do comediante Chris Rock, em setembro de 2005, a produção segue um sucesso no país, como mostraram as comemorações na última semana, quando o título foi anunciado no catálogo da Amazon Prime Video.

É um amor de longa data, que já foi reconhecido pelo próprio elenco de Todo Mundo Odeia o Chris. “Julius ama TODOS vocês!”, escreveu em português o ator Terry Crews, em suas redes sociais, no último aniversário da série. Já Tichina Arnold, que interpreta Rochelle no seriado, publicou que ama o país e recordou o carinho dos fãs durante sua visita em 2013: “Assim que a covid passar, vou voltar ao Brasil”, garantiu.

Qual o segredo para tanta adoração? Para começar, a sitcom é um dos poucos enlatados norte-americanos exportados para a televisão brasileira que retrata uma família verdadeiramente pobre. Como Rochelle repete com orgulho, seu marido tem dois empregos. Julius, enquanto isso, não tem nenhum plano de gastar um centavo a mais que o necessário de seus dois salários. Seus três filhos, Chris, Drew e Tonya, estudam em escolas públicas e o mais velho é constantemente incentivado a encontrar seu próprio emprego.

O cotidiano de todos eles envolve viagens de ônibus, a violência do Brooklyn na Nova York dos anos 1980 e uma constante preocupação com dinheiro, seja para comprar um presente especial, uma peça de roupa na moda ou um apetrecho maneiro. Uma realidade bem conhecida por grande parte dos brasileiros e muito mais próxima do que a vista em Friends ou mesmo Um Maluco no Pedaço.

Eu acho que as pessoas amam tanto o seriado mais pelo fato da identificação com os personagens. Porque a série mostra um humor que tem tudo a ver com nós, brasileiros — declara Reinan Santos da Silva, administrador da página de humor “Chris Sincero”.

Parte da audiência assídua da série, Reinan conta que acompanha a sitcom há anos. No Instagram, em que soma mais de 50 mil seguidores, ele compartilha cenas da produção, notícias sobre o elenco e muitos memes, que refletem essa sincronia entre Todo Mundo Odeia o Chris e a realidade do Brasil.

 

 

Representatividade

A identificação pode explicar por que Todo Mundo Odeia o Chris faz mais sucesso do que outras “black sitcoms” — como são conhecidas as séries de comédia sobre famílias negras, nos Estados Unidos. Produções quase inexistentes antes dos anos 1990 (apenas 6% das sitcoms retrataram famílias negras nos EUA entre 1947 e 1990), desde então essas séries tendem a apresentar um ideal de família suburbana de classe média mais próxima à experiência dos brancos no país do que da comunidade negra.

É uma tradição que teve início com The Cosby Show, no ar entre 1984 e 1992, que ditou o ritmo para tudo que veio em seguida. Exportada para mais de 70 países, a série foi um sucesso de público ao mostrar uma visão mais conciliatória da experiência dos negros no país. Mesmo Um Maluco no Pedaço (1990-1996), que tratava questões como racismo e discriminação, era ambientada no próspero lar de Philip Banks, um juiz negro em Bel-Air.

Assim, a jornada de Chris e sua família é um ponto fora da curva. Mas não é possível descolar o fenômeno da série de questões raciais, ainda mais em um país em que a representação de negros na televisão é escassa, como no caso brasileiro, mesmo com 55% da população se autodeclarando negra (segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE).

Ao comparar dados do YouTube — disponíveis a partir de 2008 —, por exemplo, é possível ver que conteúdos de Todo Mundo Odeia o Chris e Eu, a Patroa e As Crianças são muito mais procurados por brasileiros na plataforma do que outras séries de sucesso mundo afora, como Um Maluco no Pedaço e Friends. The Office quase não aparece no gráfico.

Reprodução / Google Trends

 

 

Os dados mostram quase uma inversão completa quando parte-se para o público dos Estados Unidos. Friends e Um Maluco no Pedaço receberam muito mais do que o dobro da atenção de Todo Mundo Odeia o Chris no país, considerando o mesmo período do gráfico acima.

 

Reprodução / Google Trends

 

Impacto

E todo esse sucesso traz frutos positivos para todo o Brasil. “Um mocinho negro como protagonista na televisão surte mais efeito para o público do que 50 ensaios e romances, considerando o poder de alcance da mídia televisiva”, escreve a pesquisadora Daniele Cristina Benicio dos Santos em sua dissertação sobre a série.

Mestre em Letras pela Universidade Estadual de Maringá, ela analisou o discurso de Todo Mundo Odeia o Chris e concluiu que a produção é capaz de descontruir o racismo para sua audiência.

Chris, como protagonista, tem seu lugar de fala onde aponta as diferenças no discurso do branco que se coloca como norma — ressalta Daniele. — O programa desconstrói o mote de que o preto é diferente e por isso é discriminado, insultado e barbarizado. Por meio de sutilezas presentes nas cenas, aponta que é a discriminação que torna Chris diferente, depreciado.

Daniele, aliás, não vê as audiências se cansando da produção tão cedo. Atualmente disponível no Prime Video e Globoplay, além de suas transmissões no canal por assinatura Comedy Central, Todo Mundo o Chris deve ter uma vida longa pela frente, segundo a pesquisadora:

É provável que a série continue sendo um sucesso retransmitido em vários canais e países por tratar um assunto que é sempre atual: violência, injustiça e pobreza. A discriminação é atualizada diariamente, e Chris mostra como não ser definido pelo olhar do outro que o trata como objeto.

 

Divulgação / CBS Photo Archive

 

 

FONTE: ClicRBS

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Cinema / Séries

Programação Cine Globo de 15/01 à 19/01

PROMOÇÃO MEIO INGRESSO PARA TODOS SOMENTE DIAS 18/01 E 19/01.

Pável Bauken

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MULHER-MARAVILHA 1984 (151 min.)
Mulher-Maravilha 1984 acompanha Diana Prince/Mulher-Maravilha (Gal Gadot) em 1984, durante a Guerra Fria, que entra em conflito com dois grande inimigos – o empresário de mídia Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a amiga que virou inimiga Barbara Minerva/Cheetah (Kristen Wiig) – enquanto se reúne com seu interesse amoroso Steve Trevor (Chris Pine).
Genero: Ação
Classificação: Não recomendado para menores de dez anos
15/01 SEX – 21H00 | 2D | DUB
16/01 SAB – 17H30 | 2D | DUB
17/01 DOM – 21H00 | 2D | DUB
18/01 SEG – 15H00 | 2D | DUB
19/01 TER – 21H00 | 2D | LEG

FREAKY – NO CORPO DE UM ASSASSINO (102 min.)
Em Freaky – No corpo de um Assassino, quando um punhal místico faz com que Millie (Kathryn Newton) e um serial killer (Vince Vaughn) troquem de corpo, a jovem descobre que possui apenas 24 horas para ter seu corpo de volta antes que a troca se torne permanente e ela fique presa na forma de um maníaco de meia-idade para sempre. O grande problema é que, agora, ela parece uma psicopata imponente que é alvo de uma caçada humana por toda a cidade, enquanto o psicopata se parece com ela e planeja libertar seu apetite por carnificina.
Genero: Terror
Classificação: Não recomendado para menores de dez anos
15/01 SEX – 18H30 | 2D | DUB
16/01 SAB – 21H00 | 2D | DUB
18/01 SEG – 21H00 | 2D | DUB

CONVENÇÃO DAS BRUXAS (105 min.)
O remake de Convenção das Bruxas, clássico de fantasia dos anos 1990, acompanha um garoto de sete anos que se depara com uma conferência de bruxas em um hotel. Lá, ele acaba descobrindo que um grupo de bruxas está fazendo uma convenção, pretendendo transformar todas as crianças do mundo em ratos.
Baseado no livro infantil homônimo de Roald Dahl.
Genero: Comédia
Classificação: Não recomendado para menores de dez anos
17/01 DOM – 18H20 | 2D | DUB
18/01 SEG – 18H30 | 2D | DUB
19/01 TER – 18H30 | 2D | DUB

SAPATINHO VERMELHO E OS 7 ANÕES (92 min.)
Nesta releitura do famoso conto da Branca de Neve, o beijo da princesa de sapatos vermelhos (Chloe Grace Moretz) é a única cura para os sete anões que, na verdade, são sete príncipes arrogantes. A disputa pelo beijo da princesa fará com que eles mudem suas visões de mundo e entendam o verdadeiro significado da beleza.
Genero: Animação
Classificação: Livre
15/01 SEX – 16H00 | 2D | DUB
17/01 DOM – 16H00 | 2D | DUB

SCOOBY! O FILME (94 min.)
SCOOBY! O Filme é uma história de origem dos famosos personagens da série animada da Hanna Barbera. Salsicha e Scooby tem uma conexão instantânea envolvendo comida em seu primeiro encontro, e logo se unem aos jovens detetives Fred, Velma e Daphne para formar a Mistério S/A. Só que, após resolver centenas de casos, eles encontram o desafio de impedir o “apocãolipse”, que virá quando o fantasma do cão Cerberus for liberado no mundo.
Genero: Animação
Classificação: Livre
16/01 SAB – 15H00 | 2D | DUB
19/01 TER – 16H00 | 2D | DUB


Ao vir no cinema, pedimos:
USO OBRIGATÓRIO DE MÁSCARA
 
Todas as orientações dos órgãos competentes serão tomadas para garantir a segurança e bem-estar de todos.
Estaremos operando com 25% da capacidade e com marcações no chão para distanciamento das pessoas nas filas. 
 
 
Obs: Dias não anunciados é porque o cinema está fechado.
Obrigatório todas as pessoas portarem documento de identificação.

Compra online de Ingressos no aplicativo do cinema.
Baixe agora gratuitamente para versão Android e IOS:
http://goo.gl/szyMnF

INGRESSOS:
Inteiro: R$ 20,00
Meio: R$ 10,00*
*acesse nosso site www.cineglobocinemas.com.br e confira todas as regras do benefício do meio ingresso.

Obrigatório todas as pessoas portarem documento de identificação.

 Aceitamos Vale-Cultura Banrisul, Vale-Cultura Sodexo, Vale Cultura Ticket, Banri-Compras, Visa, Master, ELO, Hipercard, Hiper, American Express, Cabal, Diner’s.

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HORÁRIO DE ATENDIMENTO DA BOMBONIERE E VENDA ANTECIPADA NA BILHETERIA:
Somente quando for anunciado o dia da semana na programação:

-> Segunda à sexta: 16h00 às 21h00.
-> Sábado, domingo e Feriados: 14h00 às 21h00.
-> Cinema fechado quando não tiver exibições no dia.
 
Para clientes que não moram em Santa Rosa, a compra online deverá ser feita no aplicativo do Cine Globo Cinemas

 
Tendo problemas ou dúvidas por favor ligar no telefone / Whats: (55) 9 8423 3660 ou fale direito pelo link: http://bit.ly/35xKi6d.
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Cinema / Séries

Marion Ramsey, de “Loucademia de Polícia”, morre aos 73 anos

Reporter Global

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Atriz esteve doente, mas a causa do óbito não foi revelada

 

A atriz Marion Ramsey, conhecida por seu trabalho na franquia Loucademia de Polícia, morreu em sua casa nesta quinta-feira (7), aos 73 anos. A informação foi revelada à revista Variety pela agência responsável pela carreira da artista. Recentemente, ela estava doente, mas a causa do óbito não foi revelada. Ela deixa três irmãos.

Nascida em 1947, a carreira artística de Marion começou em 1964, quando apareceu em Alô, Dolly! Logo, ela se estabeleceu como um talento no teatro, atuando no palco como Miss Moffat. Depois, participou do programa Keep On Truckin’ e conseguiu um papel em Cos.

Foi em 1984 que ela conseguiu interpretar a personagem que marcaria sua carreira: Laverne Hooks, da franquia Loucademia de Polícia. Ela continuou a atuar até o sexto filme da série. Além disso, atuou em Barrados no Baile e MacGyver, além de dublar D.I. Holler na animação A Família Addams. Seu último trabalho foi no filme When I Sing (2018).

 

 

FONTE: ClicRBS

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