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Kim Jong Un faz primeira aparição pública em quase três semanas

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O dirigente não aparecia em público desde 11 de abril | Foto: Ed Jones / AFP / CP


O líder norte-coreano, Kim Jong-un, inaugurou nessa sexta-feira uma fábrica de fertilizantes, em sua primeira aparição pública depois de semanas de especulações envolvendo sua saúde – informou a agência de notícias oficial KCNA neste sábado.

A televisão oficial mostrou imagens de Kim andando, sorrindo e fumando um cigarro na inauguração da fábrica em Sunchon, ao norte de Pyongyang.”O líder supremo Kim Jong-un cortou a fita na inauguração da fábrica de fertilizantes de Sunchon”, afirmou a agência, que divulgou fotos do evento.

Nelas, Kim aparece ao lado da irmã e conselheira, Kim Yo-jong. Em uma das imagens, o líder norte-coreano, vestido com seu habitual traje preto, corta uma fita vermelha. Ao fundo, estão sua irmã e outras lideranças norte-coreanas. Não é possível autenticar a aparição pública.

Kim Jong-un “compareceu à cerimônia, e todos os participantes o saudaram quando ele apareceu”, assinalou a agência. Kim também visitou a fábrica e foi “informado sobre o processo de produção”.

O líder norte-coreano não fazia uma aparição em público desde 11 de abril. No dia seguinte, a mídia estatal afirmou que ele estava inspecionando caças em uma base militar.

Os questionamentos sobre a saúde de Kim Jong-un surgiram por sua ausência nas comemorações do 15 de abril, dia mais importante do calendário político da Coreia do Norte, quando todo o país comemora o nascimento do fundador do regime, Kim Il-sung, seu avô.

Na sexta-feira, segundo a KCNA, “o líder supremo disse com profunda emoção que Kim Il-sung e (seu pai) Kim Jong-il, que trabalharam duro para resolver o problema da alimentação para o povo, estariam extremamente satisfeitos, se soubessem que foi construída a fábrica moderna de fertilizantes de fosfato”.

Fontes oficiais x rumores

As especulações sobre o estado de saúde do líder norte-coreano partiram do Daily NK, veículo digital dirigido principalmente por desertores norte-coreanos, em 21 de abril. Citando fontes não identificadas no país, o veículo afirmou que Kim, que teria em torno de 35 anos, teve de se submeter a um tratamento urgente, devido ao cigarro, à obesidade e ao cansaço.

A emissora americana CNN informou que os Estados Unidos estavam “monitorando a Inteligência”, segundo a qual havia risco de morte depois de uma cirurgia. O conselheiro especial de Segurança Nacional do presidente sul-coreano, Moon Jae-in, minimizou os rumores cinco dias depois, afirmando que Kim Jong-un estava “vivo e bem”.

Segundo o assessor, Moon Chung-in, o líder estava em Wonsan, uma localidade costeira do leste da Coreia do Norte, desde 13 de abril. As preocupações com o “desaparecimento” de Kim Jong-un revelam a falta de preparação da comunidade internacional para a instabilidade na Coreia do Norte, avaliou Leif-Eric Easley, professor de Estudos Internacionais na Universidade Ehwa, de Seul.

“Washington, Seul e Tóquio precisam fortalecer sua coordenação sobre planos”, antecipando-se a um eventual desaparecimento, declarou.”Se as fotos da reaparição de Kim forem autênticas, a lição que se tem que aprender é que o mundo terá que ouvir mais o governo sul-coreano e menos fontes anônimas e rumores nas redes sociais”, acrescentou.

O Ministério da Unificação da Coreia do Sul lamentou que “escritos sem fundamento” tenham causado “confusão e custos desnecessários em diversos âmbitos, como a economia, a segurança e a sociedade”.

A saúde do líder norte-coreano é um segredo de Estado, em um país fechado, onde não há liberdade de imprensa. Outro tema especulado diz respeito à pandemia do novo coronavírus, que atingiu duramente os dois vizinhos da Coreia do Norte, China e Coreia do Sul. Segundo Pyongyang, não foram registrados casos no país, que fechou as fronteiras e toma rígidas medidas de precaução contra a doença.

Correio do Povo
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Mundo

Terremoto na Turquia: Imagens flagram queda de prédio a inundação. Veja vídeos

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DESASTRE

Também sentido em Istambul, Atenas e cidades de vários países da Europa e África, o sismo ocorreu no mar Egeu, ao sudoeste de Izmir, terceira maior cidade da Turquia

Forte terremoto atinge Turquia, derruba prédios e deixa mortos - Notícias - R7 Notícias

Forte terremoto atinge Turquia, derruba prédios e deixa mortos

 

O forte terremoto de magnitude 7.0 na escala Richter que atingiu a Turquia, nesta sexta-feira (30/10), provocou queda de ao menos seis prédios e deixou dezenas de feridos, segundo os primeiros relatos da imprensa turca. Imagens feitas logo após o tremor, mostram colapso de edificações e o recuo do mar, seguido pela devastação de uma forte onda em Izmir, terceira maior cidade da Turquia.

Também sentido em Istambul e em Atenas, o sismo ocorreu no mar Egeu, perto da ilha grega de Samos. Ainda não há informações oficiais sobre mortes na Grécia, de acordo com os jornais gregos, que citam autoridades locais, mas ao menos quatro pessoas perderam a vida na Turquia.

O ministro de Interior Turco, Suleyman Soylu, fez declaração pública quanto à situação: “Até o momento, nós recebemos a informação de que seis prédios colapsaram” e acrescentou “Quatro dos nossos concidadãos perderam a vida no terremoto (…) No total, 120 dos nossos concidadãos ficaram feridos”.

  Terremoto atinge costa da Turquia e deixa mortos - Super Rádio Tupi

 

 

 

 

FONTE CORREIO BRAZILIENSE

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Mundo

Venezuela diz ter remédio que ‘inibe 100%’ Covid-19 e busca certificação na OMS

Reporter Global

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Foto: Palácio de Miraflores/via Reuters

 

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou, nesta segunda-feira (27), o início dos procedimentos de certificação e registro na Organização Mundial da Saúde (OMS) de uma molécula que “inibe 100%” o novo coronavírus, que causa a Covid-19.

 

“Queremos informar que formalizamos esse estudo, esse achado, antes que a OMS inicie os procedimentos internacionais para certificação e registro desse achado tão importante e transcendental”, disse Rodríguez.

Um vídeo divulgado nesta segunda-feira pelo governo mostra Rodríguez e o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, se reunindo com o Dr. Pier Paolo Balladelli, representante da OMS na Venezuela.

“Tivemos a possibilidade e a oportunidade de compartilhar com Balladelli, demos a ele informações precisas sobre essa linha de pesquisa que está sendo desenvolvida pela comunidade científica venezuelana”, disse Rodríguez.

Já o presidente do país, Nicolás Maduro, explicou neste domingo que, em “estudos pré-clínicos”, um grupo de pesquisadores venezuelanos identificou e isolou “uma molécula pertencente a uma planta medicinal” que inibe 100% o novo coronavírus.

Segundo nota do Ministério do Poder Popular para a Ciência e Tecnologia, Maduro afirmou que se trata da molécula DR-10 e que é um componente antiviral altamente eficaz contra o novo coronavírus.

No momento, não há evidências científicas que sustentem as afirmações das autoridades venezuelanas.

Até esta terça-feira, segundo dados do governo de Maduro, a Venezuela registra 777 mortes relacionadas à Covid-19 e mais de 90 mil casos. Desses pacientes, as autoridades registram que 84.444 se recuperaram.

 

 

CNN

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Mundo

A uma semana da eleição, Biden tem maior vantagem em 24 anos

Reporter Global

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Setur Bombinhas / Divulgação

 

Em 1996, sete dias antes do dia do pleito, Bill Clinton estava 14,7 pontos percentuais à frente de seu adversário, o republicano Bob Dole

 

O candidato democrata à Presidência dos EUA, Joe Biden, tem na manhã desta terça (27) vantagem de 9,1 pontos percentuais sobre Donald Trump, segundo a média das pesquisas nacionais de intenção de voto.

O levantamento, feito pelo site especializado FiveThirtyEight, mostra ainda que essa é a maior diferença entre candidatos a uma semana da eleição em 24 anos –os americanos vão às urnas em 3 de novembro.

Em 1996, sete dias antes do dia do pleito, Bill Clinton estava 14,7 pontos percentuais à frente de seu adversário, o republicano Bob Dole. O democrata acabou vencendo o pleito por 49,2% a 40,7%, diferença de 8,5 pontos. Desde então, ninguém conseguiu alcançar vantagem de dois dígitos tão próximo da eleição.

Quem chegou mais perto da marca foi Barack Obama – de quem Biden foi vice. Em 2008, neste mesmo momento da corrida, ele tinha 7 pontos percentuais de vantagem sobre John McCain. No fim a margem de vitória democrata foi de 7,2 pontos, semelhante à prevista nos levantamentos.

A diferença atual de Biden para Trump é quase o dobro dos 4,8 pontos percentuais que Hillary Clinton tinha sobre o republicano a uma semana da eleição. Na reta final de 2016, Trump conseguiu diminuir essa margem, e a democrata ganhou no voto popular por apenas 2,1 pontos percentuais.

O atual presidente, por sua vez, venceu em estados-chave do Meio-Oeste, como Pensilvânia, Wisconsin e Michigan, e conquistou o cargo via Colégio Eleitoral –sistema indireto que escolhe o presidente dos EUA.

Nesse modelo, cada estado tem um número de votos proporcional à população. A Califórnia, com 39,51 milhões de habitantes, por exemplo, tem direito a 55 representantes. A Dakota do Sul, com 884,6 mil, a 3.

O candidato que vence a eleição em um estado leva todos os votos dele – as exceções são Nebraska e Maine, que dividem os votos de maneira mais proporcional. No fim do processo, é eleito quem conquistar mais da metade dos votos no Colégio Eleitoral, ou seja, ao menos 270 dos 538 votos possíveis.

Assim, a senha para vencer a eleição é conquistar os estados onde a disputa é mais apertada.

Neste ano, 13 estados apresentam esse cenário – sete do quais com leve inclinação pró-Biden nas pesquisas (Arizona, Michigan, Minnesota, Nevada, New Hampshire, Pensilvânia e Wisconsin), cinco indefinidos (Flórida, Geórgia, Carolina do Norte, Iowa e Ohio) e um com inclinação pró-Trump (Texas).

Nos outros 37, as vantagens dos dois candidatos estão mais consolidadas, e uma supresa é improvável. Assim, o democrata tem 212 votos no Colégio Eleitoral que podem ser considerados seguros ou muito prováveis, enquanto o republicano tem 125 nessa mesma situação.

Caso o quadro se confirme, Biden precisa vencer seis dos sete estados em que tem pequena vantagem para chegar aos 270 votos do Colégio eleitoral e ser eleito presidente.

Já Trump tem situação mais complicada: precisa confirmar o favoritismo no Texas, vencer os cinco estados indefinidos e ainda surpreender em ao menos dois estados com inclinação democrata.

É por isso que sites especializados apontam que a chance de Biden vencer está na casa dos 90%. Há quatro anos, Hillary chegou ao dia da eleição com cerca de 70% de chance de vencer e acabou derrotada.

Isso ocorreu, em parte, porque estados geograficamente próximos ou demograficamente semelhantes costumam votar de maneira semelhante. Ou seja, se Trump conseguir vencer Biden em um estado do Meio-Oeste no qual o democrata está na frente, é grande a chance de ele ganhar em outro.

Segundo modelo do FiveThityEight, uma vitória de Trump na Pensilvânia – onde Biden atualmente lidera com 5,3 pontos percentuais – transformaria o republicano em favorito em Wisconsin e elevaria a chance de ser reeleito para 68%.

Por outro lado, se Biden confirmar a dianteira e de fato vencer o estado, Trump vê suas chances de vitória caírem para 2%. É devido a essas variações que, a sete dias da votação, os dois rivais seguem com chances de chegar a Casa Branca.

 

 

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