Jovens são contemplados com Programa Bolsa Juventude Rural no Noroeste gaúcho – Portal Plural
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Jovens são contemplados com Programa Bolsa Juventude Rural no Noroeste gaúcho

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A Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), através do Fundo Estadual de Apoio aos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper), divulgou, na última semana, a lista oficial de jovens habilitados e selecionados para a concessão de Bolsas do Programa Bolsa Juventude Rural. Na região de Santa Rosa são 33 jovens beneficiados em 12 municípios.

O Bolsa Juventude Rural prevê o repasse de recursos no valor total de R$ 2 mil, pagos ainda em 2019, aos candidatos habilitados e classificados. Para acessar essa Política Pública Estadual é preciso estar matriculado e frequentando a 2ª ou 3ª série do Ensino Médio em escolas públicas, possuir Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) familiar e, após a seleção, elaborar um projeto produtivo para ser desenvolvido na propriedade, com acompanhamento técnico realizado pela equipe da Emater/RS-Ascar. A assistente técnica regional social Lisete Primaz destaca que esta política pública é uma importante aliada para ampliar o diálogo entre pais e filhos e oportunizar ao jovem ser protagonista no desenvolvimento de ações na propriedade, junto com a família, tornando mais consciente à decisão sobre a permanência ou não na propriedade.

O município de Porto Vera Cruz, por exemplo, destaca-se na região com a seleção de 11 jovens que integrarão o Programa e receberão Assistência Técnica e Social da Emater/RS-Ascar. A equipe do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar e a direção da Escola Estadual de Ensino Médio Tamandaré mobilizaram os jovens rurais, os quais providenciaram a documentação. Dezessete realizaram a sua inscrição no site do referido programa e, após análise da coordenação estadual do programa, 11 destes jovens serão selecionados acessar os recursos para implantação de um projeto socioprodutivo em suas propriedades.

O próximo passo a ser desenvolvido nos municípios é a visita da Emater/RS-Ascar às propriedades dos jovens beneficiados, onde será realizada caminhada transversal e diálogo com os integrantes da família, com vistas a elaborar um projeto produtivo que venha a agregar renda a curto, médio e longo prazo, além de estimular a permanência do jovem no campo.

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Três municípios da Região Celeiro estão entre os 15 municípios em situação de emergência no RS

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Lavoura prejudicada em Espumoso — Foto: Reprodução/RBS TV

A falta de chuvas no Rio Grande do Sul está provocando grandes prejuízos nas lavouras. A Emater informou que ainda está levantando oficialmente os prejuízos, porém diversas cidades já registraram perdas de mais de 80% nas produções.

Até a noite desta terça-feira (21), 15 municípios haviam decretado situação de emergência em razão da estiagem, conforme a Defesa Civil. Outras cinco cidades registraram perdas significativas mas ainda não decretaram emergência. A maioria delas é do Norte ou Noroeste do estado. Veja lista abaixo.

Das 15, apenas uma teve teve a situação homologada pelo estado e pela União até esta terça. Júlio de Castilhos decretou situação de emergência no dia 6 de dezembro e teve homologação no dia 16. As outras cidades ainda tem prazo de 180 dias para comprovar a situação, apresentando laudos de pessoas afetadas, situação da agricultura, entre outros aspectos.

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Agro

SEAPDR detecta gafanhotos nativos em Coronel Bicaco e outros quatro municípios da região

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Fiscais estaduais agropecuários e engenheiros agrônomos da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) realizaram na sexta-feira (17), fiscalização de áreas agrícolas para monitoramento de gafanhotos.
Nesta fiscalização, realizada através de denúncia, foram feitas vistorias nas áreas agrícolas do município de Ajuricaba. Os gafanhotos, das espécies Zoniopoda iheringi e Chromacris speciosa, são nativos do Rio Grande do Sul, não se tratando de gafanhotos migratórios presentes na Argentina.
“As culturas comerciais de grãos, como milho e soja, atualmente implantadas em condições de estresse hídrico, não apresentam danos significativos causados pelo inseto. No entanto, a incerteza em relação ao clima e o desconhecimento dos hábitos dos gafanhotos podem gerar preocupação entre os agricultores”, destaca Rita Grasselli, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal.
A recomendação para os agricultores é para permanecer em alerta em relação a novos focos e que, em caso de alta infestação associada a danos verificados nas lavouras, entrar em contato com a Inspetoria de Defesa Agropecuária do seu município ou com a Emater. E também através do email: [email protected]
Além de Ajuricaba, foram feitas 19 vistorias nos municípios de Coronel Bicaco, Nova Ramada, Santo Augusto e São Valério do Sul neste ano de 2021.
A SEAPDR é participante do Comitê de Emergência Fitossanitária para Schistocerca cancellata, conforme Portaria de Emergência MAPA nº 201/2020 e Instrução Normativa SEAPDR nº 17/2020 e, por isso, tem realizado vistorias de monitoramento de populações acridianas em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul.
Fonte: SEAPDR
Foto: André Ebone/Divulgação SEAPDR
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Agro

Preço ao produtor de leite teve queda real de 5% neste ano

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A pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida, uma retração de 2,5%, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

É a segunda queda consecutiva dos preços no campo. Com isso, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”.

Os dados mostram que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

CUSTO DE PRODUÇÃO
De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra.

Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Segundo o Cepea, outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

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