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Jabá ideológico

Paulo Schultz

Publicado

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Era prática comum emissoras, locutores e apresentadores de programas de rádio receberem o famoso “jabá”, para promoverem uma música, ou algum álbum , de determinado cantor ou grupo.
A prática, sempre camuflada e negada, ainda existe (basta uma pesquisa sobre “jabá musical” no Google, e matérias falando sobre a existência do mesmo aparecem).

Mas, como tudo se aperfeiçoa, baseado na experiência do original jabá musical, temos sua versão política – o jabá ideológico.

Este consiste, por exemplo, em pagamento feito a apresentadores de programa, seja de rádio, TV, ou internet, para defender posições políticas, ações e projetos de governo.

Um espetáculo ❗

Ano passado, por exemplo, tivemos exemplos de jabás fabulosos.
Para ajudar a convencer a população de que a reforma da previdência seria urgente, necessária e benéfica, o governo Bolsonaro fez uma movimentação de milhões de reais focando no merchandising (um nome requintado para o jabá) envolvendo apresentadores de renome e audiência no país.

Entre os apresentadores, receberam o jabá oficial, Eliana (R$ 269 mil), Otávio Mesquita (R$ 218 mil), e Ratinho (R$ 915 mil).

❓Você não reparou, no ano passado, apresentadores de programa defendendo com unhas e dentes a reforma da previdência, mesmo que, por deslize verbal, admitissem que não entendiam nada daquele assunto❓

Ou defesas firmes de outras ações de algum governo local ou estadual ❓

Uma movimentação intensa nas mídias, defesas ardorosas e contundentes, feitas com a veemência necessária, as quais , junto com a credibilidade do apresentador(a), fazem “vender o peixe”.

Esse exemplo da reforma da previdência e dos jabás em sua defesa é um, entre tantos.

Serve para que as pessoas abram o olho, e percebam que, no mundo da comunicação de massa, nem todas as defesas são movidas por convicções.
Muitas são movidas por incentivos que, embora possam ser legais, são questionáveis do ponto de vista de ética, e não tem, via de regra, compromisso com a veracidade.

A verdade que te vendem, pode ser uma mentira.
Bem embalada, com um generoso “jabázinho”.

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Eleitos em 2020 devem entregar prestação de contas final até 15 de dezembro

Reporter Global

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A regra vale para os eleitos no primeiro e no segundo turno | Foto: Reprodução / CP

 

Documentos digitalizados deverão ser entregues pessoalmente, de forma escalonada.

 

Todos os candidatos eleitos nas eleições municipais deste ano – com exceção dos concorrentes para o município de Macapá (AP) – e seus respectivos partidos políticos deverão apresentar à Justiça Eleitoral, até o dia 15 de dezembro, as prestações de contas finais relativas ao pleito. A regra vale para os eleitos no primeiro e no segundo turno, sejam eles prefeitos, vice-prefeitos ou vereadores (até o terceiro suplente).

Diante das mudanças, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu um escalonamento para a entrega presencial da mídia eletrônica que reúne os documentos e notas fiscais digitalizados da prestação de contas. Os metadados das prestações devem ser enviados por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). A data foi definida pela Emenda Constitucional nº 107/2020, que promoveu alterações no calendário eleitoral em razão da pandemia de Covid-19.

É importante esclarecer que, apesar de o recibo de entrega da prestação de contas ser emitido com a apresentação dos metadados, isso não impede que a Justiça Eleitoral julgue as contas como “não prestadas”, caso os documentos presentes na mídia não sejam suficientes para considerá-las devidamente prestadas conforme a lei.

A prestação de contas final dos candidatos que concorreram, mas não foram eleitos, deverá ser entregue de 7 de janeiro a 8 de março de 2021.

A Justiça Eleitoral vai priorizar o exame e o julgamento das prestações de contas dos candidatos eleitos, que deverão ocorrer até 12 de fevereiro de 2021, conforme fixado pela Emenda Constitucional nº 107/2020.

 

Devolução de valores não gastos

 

Dia 15 de dezembro também marca o fim do prazo para os eleitos transferirem as sobras de campanha ao órgão partidário, na circunscrição do pleito, conforme a origem dos recursos e a sua filiação partidária.

A regra está prevista na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), que também determina que sejam transferidos ao Tesouro Nacional os valores do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) eventualmente não utilizados, inclusive os decorrentes da alienação de bens permanentes obtidos com recursos do Fundo.

Os candidatos eleitos serão diplomados até 18 de dezembro, conforme fixado no calendário eleitoral, desde que tenham efetuado o envio dos metadados da sua respectiva prestação de contas à Justiça Eleitoral.

 

Macapá (AP)

 

O cronograma de entrega das prestações de contas não se aplica ao município de Macapá (AP), cujas eleições ainda não ocorreram, em virtude da crise energética na cidade. O primeiro turno da votação na capital amapaense será realizado no dia 6 de dezembro e, o segundo turno, no dia 20.

Assim, os metadados das prestações de contas dos candidatos do município poderão ser enviados até o dia 26 de dezembro. Já a entrega presencial da mídia eletrônica terá de ocorrer até o dia 28 do mesmo mês. A diplomação dos eleitos em Macapá ocorrerá até 30/12.

Os dados das prestações de contas são divulgados pelo TSE na respectiva página de cada candidato dentro do sistema DivulgaCandContas.

 

 

Correio do Povo

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Senado aprova projeto aumentando pena para fraude digital e furto de dados

Pável Bauken

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O Senado aprovou um projeto que aumenta a pena para invasões e furto de dados praticados pelo ambiente digital. A proposta ainda dependerá de votação na Câmara. Atualmente, a lei prevê reclusão de três meses a um ano e multa para quem invadir um dispositivo para adulterar ou destruir dados. Com o projeto, a pena seria elevada para um a quatro anos. Se o invasor obtiver conteúdo privado ou sigiloso, o projeto aumenta a pena para dois a cinco anos.

A proposta, apresentada pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF), também atualiza a lei ao incluir a invasão digital como crime de furto. Nesse caso, se o furto é cometido por meio de dispositivo eletrônico, a pena poderá ser de três a seis anos de reclusão. Se vier fora do território nacional, contra idoso ou pessoa vulnerável, a punição aumentará em um terço. O relator do projeto, Rodrigo Cunha (PSDB-AL), havia proposto uma pena ainda maior, mas recuou após pedido do governo, com base na pena prevista para outros crimes.

Por Daniel Weterman – Estadão

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IATI firma parceria com COAN Inovação + Gestão

Pável Bauken

Publicado

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Preocupada com o fomento da inovação e empreendedorismo na região, a IATI – Incubadora Acadêmica de Tecnologia e Inovação da FEMA, busca firmar parcerias com empresas e pessoas que estão conectadas com ecossistemas de inovação.

A mais nova parceira da incubadora é a COAN Inovação + Gestão. Uma empresa de mentoria e aconselhamento de negócios relacionados com Gestão de Pessoas, Processos de Inovação e soluções para Educação Corporativa e em seu quadro de colaboradores possui professores com certificações internacionais.

A empresa foi fundada por Carlos Coan, executivo com extensa experiência no varejo em Gestão de Pessoas e Inovação, que atuou nos últimos 25 anos na indústria de bens de consumo desenvolvendo pessoas, treinando equipes de vendas e construindo Universidades Corporativas.

“Essa é uma das diretrizes da incubadora que busca construir um ecossistema de inovação visando beneficiar principalmente as empresas incubadas, comunidade local e regional”, destacou o CEO da IATI, professor e administrador Nedisson Luis Gessi.

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