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Economia

Ipea: PIB Agropecuário deve crescer 1,9% em 2020, seguido de alta de 2,1% em 2021

Reporter Plural

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Ilustração Google


O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aumentou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) Agropecuário em 2020, de 1,6% para 1,9%. Para o ano de 2021, o Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea reduziu a projeção de crescimento do PIB Agropecuário, de uma elevação de 2,4% para 2,1%.

A melhora no desempenho esperado pelo Ipea em 2020 tem como base as novas estimativas para a produção agrícola divulgadas pelo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do mês de outubro, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e as projeções para a pecuária a partir dos dados das Pesquisas Trimestrais do Abate, Produção de Ovos de Galinha e Leite, também do IBGE.

O Ipea espera uma alta de 3,9% no valor adicionado da lavoura em 2020, mas queda de 1,5% no da pecuária. O componente que inclui silvicultura, pesca e aquicultura deve ter redução de 6,4%.

Para o ano de 2021, a revisão para baixo no PIB Agropecuário foi resultado do aumento da base de comparação, já que houve melhora no resultado esperado para 2020, justificou o Ipea, na Carta de Conjuntura divulgada nesta quinta-feira (22).

A elevação nas expectativas para 2020 é consequência de estimativas mais otimistas do IBGE para as safras de soja e de milho.

“Essas culturas anteciparão parte da safra do início do próximo ano para o fim deste ano. Para 2021, foram utilizadas as projeções do primeiro levantamento do Boletim de Grãos da Safra 2020/2021 da Conab e de lavoura da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). As projeções para os componentes da pecuária foram calculadas a partir de modelos econométricos próprios. É importante ressaltar, no entanto, que essas projeções para 2021 ainda são bem preliminares, com base nas primeiras informações divulgadas pela Conab e pela FAO”, justificou o Ipea, lembrando que o IBGE ainda não divulgou o primeiro prognóstico para a safra agrícola de 2021.

As previsões do Ipea para o ano que vem consideram um crescimento de 1,8% no valor adicionado da lavoura, puxado por novas safras recordes de soja (7,1%) e milho (2,6%).

Para a pecuária, a expectativa é de crescimento de 3,9%, com contribuição positiva de todos os segmentos: bovinos, frango, suínos, leite e ovos. A projeção considera que o avanço será impulsionado pela produção de carne bovina, que deve crescer em 2021, revertendo a queda observada em 2020.

Em relação aos demais componentes (silvicultura, pesca e aquicultura), o Ipea estima uma queda de 2,4% no ano que vem.

 

FONTE CONTEUDO ESTADÃO

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Economia

Brasileiros acreditam em inflação de 4,8% nos próximos 12 meses

Reporter Global

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A inflação oficial, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrava, no mês de outubro, taxa acumulada de 3,92% em 12 meses

 

Os consumidores brasileiros acreditam que a inflação ficará em 4,8% nos próximos 12 meses, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), realizada em novembro deste ano. A taxa é superior à expectativa de 4,7% da pesquisade outubroe o maior valor desde abril (5,1%).

A expectativa mediana de inflação é feita com base em entrevistas com consumidores brasileiros, que respondem à seguinte pergunta: Na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?

“Vale ressaltar que o valor observado em novembro ainda é menor do que janeiro (5%), o que sugere certa ancoragem das expectativas, apesar dos choques de alguns itens importantes observados durante o ano, como os alimentos. Para o final de 2020 e 2021, é possível que a mediana se aproxime cada vez mais dos 5,0%, jáque não há perspectivas de choques favoráveis, principalmente sobre os preços de alguns itens com peso significativo na cesta de consumo das famílias”, disse a economista da FGV Renata de Mello Franco.

A inflação oficial, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrava, no mêsde outubro, taxa acumulada de 3,92% em 12 meses.

 

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Economia

Bolsas da Europa fecham mistas em meio a esperanças por vacina e PMI

Reporter Cidades

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As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta segunda-feira, 23, alternando leves baixas e altas, em dia marcado pela esperança de que uma vacina contra o novo coronavírus seja distribuída em breve. Antes da abertura do pregão, a britânica AstraZeneca divulgou resultados de eficácia de seu imunizante produzido em conjunto com a Universidade de Oxford. A notícia, porém, foi parcialmente ofuscada pelo índice dos gerentes de compras (PMI) composto da zona do euro, que caiu ao menor nível em seis meses diante da segunda onda de covid-19 no continente.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com variação negativa de 0,20%, a 388,84 pontos. O grupo industrial alemão Thyssenkrupp teve o papel de melhor desempenho desta segunda-feira, em alta de 9,51%.

Com a esperança de que uma vacina seja aprovada em breve, o setores de aviação e turismo também deram fôlego ao índice. A Rolls Royce Holdings e a alemã TUI subiram 7,60% e 7,85%, respectivamente.

Otimistas desde a última sexta-feira com as notícias envolvendo vacinas contra a covid-19, os mercados europeus se animaram nesta segunda-feira com a divulgação dos resultados feita pela AstraZeneca. De acordo com a farmacêutica, seu imunizante teve taxa média de eficácia de 70%, chegando a 90% em alguns casos.

Apesar de ter taxas menos eficazes do que as de Pfizer e Moderna, por exemplo, a vacina da AstraZeneca pode ser armazenada em geladeiras – e não em super-refrigeradores, como as concorrentes. Peter Horby, professor de saúde global de Oxford, destacou à Reuters que isso significa que é uma solução mais prática para uso em todo o mundo.

A divulgação, porém, não foi suficiente para impulsionar as ações da AstraZeneca, e o papel da empresa fechou as negociações em baixa de 3,81% na Bolsa de Londres. O índice FTSE 100 teve leve perda de 0,28%, 6.333,84 pontos.

O ânimo dos mercados com a perspectiva de aprovação de uma vacina foi em boa parte minado pelos resultados do PMI da zona do euro de novembro. Segundo o IHS Market, o indicador baixou de 50 pontos em outubro a 45,1 neste mês, em seu menor nível dos últimos seis meses. A projeção de analistas ouvidos pelo Wall Street Journal era de queda menor, a 47,1. Índices abaixo de 50 indicam retração na atividade.

A principal causa da forte queda do indicador foi o setor de serviços, pressionado pela segunda onda de covid-19 na Europa. Assustados com a possibilidade de novas restrições, que significam mais freios à atividade econômica, a maior parte das principais bolsas da Europa terminou o dia em baixa.

O alemão DAX, de Frankfurt, fechou em queda de 0,08%, a 13 126,97, enquanto o CAC 40, da Bolsa de Paris, teve variação negativa de 0,07%, aos 5.492,15 pontos, ambos nas mínimas do dia

No mercado francês, a ação da Danone recuou 3,16%, após a gigante do setor da alimentação anunciar corte 2 mil empregos, o equivalente a 2% de sua força de trabalho.

O FTSE MIB, de Milão, fechou próximo à estabilidade, em queda de 0,02%, a 21.701,79, no menor nível do pregão.

O espanhol IBEX 35 baixou 0,04%, a 7.981,20 pontos.

O índice PSI 20, da Bolsa de Lisboa, foi o único entre os principais índices a fechar em alta substancial, com variação de 0,57%, a 4.449,39 pontos.

Por Gabriel Caldeira – Estadão

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Economia

Guedes: desafio para 2021 é transformar recuperação cíclica em autossustentável

Reporter Cidades

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Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a dizer nesta segunda-feira, 23, que o grande desafio para o próximo ano é “transformar” a recuperação cíclica do Brasil baseada em consumo em retomada “autossustentável” com base em investimentos. “Para a ampliação da capacidade produtiva, aumento da produtividade e dos salários dos trabalhadores, o que esperamos é essa transformação”, disse Guedes, para quem essa transformação se dará por meio das reformas.

Ele citou, por exemplo, a reforma administrativa, com redução de impostos sobre as empresas e simplificação do modelo.

“Vamos para o imposto de valor adicionado. Governo federal já fez o dele, agora vamos unificar com Estados e municípios ali na frente, então estamos no caminho certo. Voltando das medidas emergenciais para reformas estruturantes”, afirmou o ministro, que destacou também o pilar das privatizações. “Vamos acelerar dimensões que ficaram para trás. Uma importante dimensão são as privatizações”, disse ele, que reconheceu mais cedo que o programa de privatização não “andou direito”.

Tarifa de importação

Guedes afirmou ainda que o Brasil precisa reduzir a tarifa de importação média de 14% para 4% para ficar de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas admitiu que o governo vem falhando, porque ainda não conseguiu diminuir nem 1% nesta administração. “Falha nossa.”

Mas o ministro ponderou que, com a reforma tributária, a tarifa vai cair rapidamente. “Assim que fizermos a reforma tributária, já vamos derrubar 3 pontos porcentuais”, disse.

Ele admitiu que o governo não andou nem com a reforma tributária nem com as privatizações, mas sugeriu que a estagnação tem relação com a saída dos secretários das duas áreas, Marcos Cintra e Salim Mattar, respectivamente.

Novamente sobre a parte das privatizações, Guedes repetiu que há um acordo de centro-esquerda no Congresso que impede que avancem Conforme Guedes, ele aprendeu a não fazer promessa em Brasília, porque não controla “fluxo”. “Tem ministro que gosta de empresa que está embaixo do ministério dele. Não compreenderam a importância das privatizações para derrubar a Dívida/PIB, vendendo empresas estatais que estão perdendo capacidade de fazer investimentos. O Congresso é reformista e os ministros estão colaborando muito. Agora todo mundo entendeu a importância das privatizações e agora nós vamos andar.”

Por outro lado, o ministro disse que o governo avançou em acordos e temas parados há anos, como o acordo com a União Europeia, a reforma da Previdência, leilões de petróleo, além de ter entregue a reforma administrativa e o pacto federativo. “Por isso não me preocupa tanto não ter avançado nas tarifas”, avaliou, dizendo que há uma narrativa de que o governo não entrega o que promete. “Acho que ninguém entregou tanto em tão pouco tempo.”

Por Amanda Pupo e Thais Barcellos

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