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Intersindical Santa Rosa promove Natal Sem Fome

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De acordo com a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Pessan), em estudo publicado em outubro de 2021, 19,1 milhões de brasileiros passam fome no Brasil. Isso corresponde a quase duas vezes a população inteira do Rio Grande do Sul (11,4 milhões, conforme informação do site Brasil Escola).

Passar fome, de acordo com o critério do estudo citado, significa passar períodos de 24 horas sem ter o que comer (e provavelmente sem saber se vai comer nas próximas 24 horas). Isso é uma verdadeira tragédia humanitária, tão ou mais gravde do que pandemia de coronavírus, porque é plenamente evitável com políticas públicas.

E justamente para contrapor aquele pensamento quase instintivo de que essa crise alimentar é culpa da pandemia, precisamos lembrar que há alguns anos o combate a fome vem sendo enfraquecido no Brasil. Em 2014, quando saímos do Mapa da Fome da ONU, 77% dos brasileiros estavam em situação de segurança alimentar, de acordo com o IBGE. Já entre 2017 e 2018 esse número baixou para 63,3% (IBGE) e ao final de 2020 já estava em apenas 59% (Rede Pessan). Perceberemos que nada disso é por acaso ao considerar que em 2016 foi extindo o Ministério do Desenvolvimento Agrário, desde lá está havendo redução dos investimentos no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Em 2018, ao assumir a presidência, uma das primeiras coisas que Bolsonaro fez foi extinguir o Conselho Nacional de Segurança Alimentar (CONSEA). Tudo isso somado à desvalorização do salário mínimo e aumento do desemprego e/ou da precarização do trabalho, resulta na fome que se faz presente cada vez mais nos lares brasileiros.

A extinção do Bolsa Família, ocorrido recentemente, bem como a insuficiência do programa de renda emergencial durante a pandemia são a “cereja do bolo” da fome e da miséria do nosso povo.

Portanto, afirmamos que ações de solidariedade como a que nos engajamos nesse momento não irão resolver o problema da fome de forma definitiva, mas são extremamente necessárias nesse momento emergencial que vivemos. Pedimos encarecidamente a todos os bancários e bancárias que procurem contribuir da forma que puderem para aliviar a fome daqueles que estão ao nosso redor, garantindo o mínimo de dignidade às pessoas pelo menos durante o período do Natal, tão caro para todos os cristãos e cristãs, que são a maioria do povo brasileiro.

As doações serão recebidas em nossa sede (Av. América, 582, centro de Santa Rosa) das 8 às 11:45 e das 13 às 17. Participem!

E sigamos “esperançando” um futuro em que ações como essas não sejam mais necessárias.

Sim. Esperança pra nós, trabalhadores e trabalhadoras, é verbo indicando uma ação, uma atitude, uma luta!

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O que é bioluminescência, fenômeno registrado em águas gaúchas?

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Recentemente, o mar da praia de Capão da Canoa apresentou cores fluorescentes e gerou dúvidas; entenda (mais…)

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Instagram Remix chega para todos os vídeos da rede

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Instagram lançou nesta quinta-feira (20) uma nova expansão do recurso Remix. A partir de agora, os usuários poderão utilizar o recurso, que antes era usado apenas nos Reels, em qualquer conteúdo de vídeo na plataforma.

Assim como já acontece no Remix para Reels, os usuários poderão escolher entre várias opções criativas, como Collabs, Voiceover, Efeitos e Ferramenta de Áudio. A expectativa é ampliar os recursos de criação para produtores de conteúdo. O Instagram ressalta que os vídeos publicados antes da expansão do Remix não poderão ser remixados.

Veja como usar o recurso:

1. Escolha o vídeo desejado — é preciso estar no modo público;

2. Toque no menu com os três pontinhos no canto superior direito;

3. Escolha a opção “Remixar este vídeo”;

4. Grave sua resposta ou salve na galeria;

5. Pronto, agora o remix poderá ser editado normalmente, como já era possível no Reels.

Fonte:TecMundo

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Coronavírus perde 90% da força de transmissão pelo ar em 20 minutos

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De acordo com um novo estudo realizado na Universidade de Bristol (Reino Unido), em apenas 20 minutos, o coronavírus SARS-CoV-2 perde a capacidade de infectar outros seres vivos em transmissão pelo ar. Inclusive, as novas descobertas sugerem que a maior parte do vírus deixa de ser efetiva já nos primeiros 5 minutos — foram usadas três variantes no estudo.

Assim, a proximidade entre as pessoas, especialmente se uma delas está com sintomas de infecção pelo coronavírus, representa o maior risco para a transmissão. As descobertas do estudo sugerem que o uso de máscaras e o distanciamento físico continuam sendo proteções importantes para prevenir a infecção.

As vacinas disponíveis gratuitamente no Brasil, todas aprovadas por especialistas, também são parte essencial do combate à pandemia por reduzirem as chances de infecção, doença grave e morte.

Os pesquisadores desenvolveram aparelhos que podem gerar partículas minusculas do vírus que levitam por até 20 minutos entre dois anéis elétricos. Nesse ambiente, eles também controlam a temperatura, umidade e até os raios ultravioleta da luminosidade — dessa forma, eles puderam entender como funcionam os aerossóis (partículas menores que gotículas) no processo de exalação.

O estudo foi divulgado pelo jornal britânico The Guardian no dia 11 de janeiro.

Os cientistas descobriram que a temperatura do ar não faz diferença para aumentar ou diminuir a capacidade de transmissão do vírus.

O estudo sugere que as partículas virais enfraquecem assim que deixam as condições úmidas e cheias de carbono dos pulmões e, então, o vírus começa a “secar” e a possibilidade de infectar células humanas pode ser interrompida após alguns minutos. A velocidade desse processo dependerá da umidade relativa do ar no ambiente.

Seco é melhor que úmido

Em lugares mais secos, como em muitos escritórios, o vírus perdeu até metade da sua força em 5 segundos. Já em uma sauna, por exemplo, 52% das partículas infecciosas permaneceram ativas por até 5 minutos. De qualquer forma, enquanto um indivíduo infectado permanecer no ambiente, o vírus continuará reabastecendo as proximidades.

“As pessoas estão focadas em espaços mal ventilados e pensando na transmissão aérea por metros ou em uma sala. Não estou dizendo que isso não aconteça, mas acho que ainda assim o maior risco de exposição é quando você está perto de alguém”, disse o diretor do Aerosol Research Center da Universidade de Bristol e principal autor do estudo, Jonathan Reid.

O estudo ainda não revistado por outros cientistas, requisito para ser publicado em revista científica.

Fonte:TecMundo

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