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Inter leva 3 a 1 do vitória em casa e é eliminado da Copa do Brasil

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Com um a menos desde o início do segundo tempo, Colorado foi batido pelos baianos em casa e agora foca na Libertadores e no Brasileirão.

O Inter provou, três dias depois, que era possível criar uma situação pior do que ter levado uma goleada histórica do Fortaleza. Após abrir 1 a 0 no jogo de ida, o time colorado ficou com um a menos no início do segundo tempo, tomou 3 a 1 na partida de volta, em casa, e foi eliminado da Copa do Brasil na terceira fase, a primeira em que participou. O Vitória, que está na Série B, eliminou o clube gaúcho pela terceira vez na história da competição.

Martín Anselmi escalou jogadores e sistema tático muitas vezes sugeridos: Daniel no gol, Johnny no meio, Yuri Alberto e Galhardo na frente, em um sistema sem pontas e com dois atacantes centralizados.

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O Inter começou aceso e perdeu uma chance claríssima aos três minutos. Em falta cobrada por Edenilson, Galhardo ajeitou na medida para Yuri Alberto, que, sozinho, desperdiçou, concluindo por cima.

Entre os 34 e os 35 minutos, o jogo teve duas situações de gol. A primeira foi do Vitória, com Catatau avançando pela direita e, meio que chutando, meio que cruzando, acertando a trave de Daniel. No contra-ataque, Taison arrancou pelo meio e passou a Yuri Alberto, que ajeitou e fez Lucas Arcanjo defender pela primeira vez.

O goleiro teria de se esforçar mais duas vezes para salvar o Vitória nos minutos seguintes. Taison tentou de fora da área e ele saltou para colocar para fora. Pouco depois, em cobrança de escanteio, Yuri Alberto antecipou a defesa e cabeceou. Arcanjo, atento, espalmou.

O segundo chute do Vitória saiu aos 43, com Samuel batendo e Daniel espalmando. A resposta do Inter saiu quase imediatamente. Em uma falta da intermediária, Moisés arriscou, a bola passou pela barreira e explodiu na trave.

— Entramos em um esquema diferente, com liberdade para os meias e atacantes. Estamos criando situações, fizemos um bom primeiro tempo — resumiu Patrick no intervalo.

O começo da segunda etapa havia sido idêntico ao da etapa inicial, com o Inter pressionando e criando. Saravia, aos quatro, cruzou e Galhardo quase marcou.

Mas aos sete, Pedro Henrique, que já tinha cartão amarelo, cometeu falta forte, deixou o pé alto (assim como já havia feito no domingo passado) e levou cartão vermelho (assim como já havia levado no domingo passado). Martín Anselmi teve de sacrificar Thiago Galhardo e colocou Lucas Ribeiro para recompor a zaga.

Apesar da inferioridade numérica, foi o Inter quem criou a melhor oportunidade. Yuri Alberto fez papel de pivô e passou a Taison. Na direita, ele entregou a Saravia, que entrava na área e, cara a cara com o goleiro, acertou o peito de Lucas Arcanjo.

O Inter, que tinha o jogo sob controle mesmo com um a menos, viu sua má fase reaparecer. Aos 24, Dinei, que recém havia entrado, acertou um chute de 30 metros, Daniel desviou, a bola explodiu no travessão, quicou em cima da linha e ficou para Samuel apenas encostar para a rede: Vitória 1 a 0.

Nos três minutos seguintes, o Vitória teve duas oportunidades. Na primeira, Samuel ganhou da zaga e bateu nas mãos de Daniel. Na outra, foram duas: primeiro Guilherme ficou cara a cara com o goleiro e Daniel fez grande defesa. No rebote, Dinei chutou por cima.

Anselmi fez duas trocas para dar mais energia ao setor ofensivo. Saíram Yuri Alberto e Taison, entraram Caio Vidal e Mauricio.

Aos 32, o alívio momentâneo. Uma falta na intermediária foi erguida por Edenilson. Patrick desviou, Cuesta ganhou no segundo pau e ajeitou para o meio, Johnny saltou e empatou: 1 a 1. Um gol na marra.

Mal deu tempo para organizar, pensar e se defender. Dois minutos mais tarde, o Vitória cruzou a bola na área, Patrick afastou mal, a bola ainda sobrou para o time baiano e Eduardo, de fora da área, acertou um chute no ângulo, longe de Daniel, Vitória novamente na frente.

Para piorar definitivamente, o improvável reapareceu no Beira-Rio. Aos 39, após cruzamento da direita, Guilherme saltou mais do que Saravia e venceu Daniel. Incrível, Vitória 3 a 1.

No final, Boschilia ainda entrou no lugar de Johnny. Ele levou cartão por reclamação e foi expulso por falta. No chão física e emocionalmente, o Inter não teve forças para buscar um golzinho que levasse aos pênaltis. Não é nem metade do ano e um dos campeonatos principais já terminou.

COPA DO BRASIL — 3ª FASE (VOLTA)

INTER (1)
Daniel; Saravia, Pedro Henrique, Cuesta e Moisés; Johnny, Edenilson, Patrick e Taison (Mauricio, 26’/2ºT); Yuri Alberto (Caio Vidal, 26’/2ºT) e Galhardo (Lucas Ribeiro, 7’/2ºT)
Técnico: Martín Anselmi (auxiliar)

VITÓRIA (3)
Lucas Arcanjo; Raul Prata, Marcelo, Wallace e Roberto; Mateus Moraes (Deivid, int.), Gabriel Bispo, Pablo (Dinei, 18’/2ºT), Soares (Guilherme, 29’/1ºT); Samuel (Eduardo, 30’/2ºT) e Ygor Catatau (Fernando Neto, int.)
Técnico: Ramon Menezes

GOLS: Samuel (V), aos 24 min, Johnny (I) aos 32 min, Eduardo (V) aos 34 min, e Daniel (V) 39 min do segundo tempo
CARTÕES AMARELOS: Pablo, Samuel, Marcelo (V); Pedro Henrique, Boschilia (I)
CARTÃO VERMELHO: Pedro Henrique, Boschilia (I)
LOCAL: Beira-Rio, Porto Alegre
ARBITRAGEM: Felipe Fernandes de Lima, auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Frederico Soares Vilarinho (todos de MG)

PRÓXIMO JOGO
BRASILEIRÃO — 3ª RODADA
13/6/2021 — 20H30MIN
BAHIA X INTER

Fonte: Gaucha ZH

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Esportes

VOLTA DO ESPORTE EM SANTA ROSA ⚽

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– Passeio ciclístico
– Futebol de Várzea
– Nova sede da Secretaria de Esportes

No IMPRENSA LIVRE desta terça-feira, 27, às 14h, o Secretário de Esportes de Santa Rosa, FERNANDO CLASSMANN, fala dos projetos para retomada do esporte em Santa Rosa.

IMPRENSA LIVRE, apresentação, ANDRÉ CHRISTENSEN GARCIA, no Portal Plural (Facebook e Youtube)

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Esportes

Novos esportes em Tóquio: 16 brasileiros competem no surfe e no skate

As outras três novas modalidades olímpicas não têm atletas nacionais

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© Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Vai ter onda, vai ter rampa. E torcida por manobras radicais, em 360 graus, por exemplo. Surfe e skate, que estão entre as cinco modalidades que estreiam na Olimpíada de Tóquio, terão, ao todo, 16 atletas brasileiros – alguns dos favoritos ao pódio. Nas outras três novidades (karatê, escalada e beisebol/softbol), não teremos representantes, mas as provas também vão despertar a curiosidade do público. 

No surfe, as ondas japonesas terão as presenças de quatro brasileiros acostumados a vitórias e títulos: Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb (segunda colocada no ranking mundial entre as mulheres), Gabriel Medina (o primeiro na liga entre os homens) e Ítalo Ferreira. Eles têm chances reais de brilho nos mares e nos pódios para o Brasil. As baterias começam no domingo (25), e estão previstas para ocorrer até o dia 28, podendo se estender até o dia 1º de agosto (no surfe, o calendário prevê janelas para que as provas aconteçam, por conta da necessidade de condições meteorológicas ideais).

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) considera que o Brasil está entre as três potências do surfe, e carrega em suas pranchas três títulos mundiais, com Gabriel Medina (2014 e 2018), que estará em Tóquio, e com Adriano de Souza, o Mineirinho (2015). Um adversário forte para os brasileiros pode ser o norte-americano Kelly Slater (11 títulos mundiais), que é reserva na equipe do seu país.

Mesmo estreando apenas em 2021, em Estocolmo (1912), o surfe ficou conhecido porque o norte-americano Duke Kahanamoku, praticante da modalidade, ganhou duas medalhas na natação. No Brasil, a primeira prancha que se tem notícia foi feita na década de 1930, em Santos.

Saiba mais sobre o surfe no #EBCemTóquio:

“Prancha” com rodinha

No skate, 12 brasileiros vão competir nas rampas na primeira experiência do esporte em Jogos Olímpicos. Os competidores (feminino e masculino) estão em duas categorias: park (com Dora Varella, Isadora Pacheco, Yndiara Asp, Luiz Francisco, Pedro Barros e Pedro Quintas) e street (com Letícia Bufoni, Pâmela Rosa, Rayssa Leal, Felipe Gustavo, Giovanni Vianna e Kelvin Hoefler).

Trata-se de um esporte com DNA norte-americano, e inspirado no surfe. Quando precisavam lidar com a falta de ondas, surfistas na Califórnia passaram a simular em prancha de madeira com rodinhas os movimentos que queriam fazer nos mares. Os primeiros skates brasileiros só chegaram na década de 1960, e a Confederação Brasileira de Skate está estabelecida desde 1999.

O Brasil entra forte para a briga por medalhas no skate: no street feminino Pâmela Rosa (primeira), Rayssa Leal (segunda) e Letícia Bufoni (quarta) estão entre as melhores do mundo. Kelvin Hoefler é o quarto colocado no ranking mundial no street masculino e Luiz Francisco (terceiro) e Pedro Barros (quarto) estão no topo desta lista no park masculino. Dora Varella, em nono, é a brasileira melhor colocada no ranking do park feminino.

Entenda a origem e a disputa do skate no #EBCemTóquio:

Taco e bolinha

Não haverá atletas brasileiros nas outras três modalidades estreantes nos Jogos de Tóquio, mas fazer parte do programa olímpico é algo que pode encorajar futuras participações nacionais. As competições de beisebol/softbol, escalada e karatê colocarão mais medalhas em disputa.

No caso do beisebol/softbol, não é tão inédito assim. A modalidade apareceu na Olimpíada pela primeira vez em 1992 (em Barcelona, com o time de Cuba levando o ouro). Em 1996 (Atlanta, com título para os anfitriões norte-americanos), o softbol estreou. Mas, em Londres 2012, as modalidades deixaram de ser olímpicas – e retornam agora em Tóquio.

Veja também: Japão abre Olimpíada com vitória sobre Austrália no softbol

A diferença entre beisebol e softbol relaciona-se ao espaço, à organização e algumas regras. O softbol permite a prática em ginásios cobertos e campos fechados e menores. A bola é maior e o tempo de jogo menor. Outra diferença é que o arremesso é feito com um movimento com o braço de baixo para cima (com o punho, abaixo, e o cotovelo obrigatoriamente alinhados verticalmente), de acordo com o Comitê Olímpico do Brasil.

No softbol, os Estados Unidos conquistaram três ouros (Atlanta 1996, Sidney 2000 e Atenas 2004). No beisebol, três títulos são de Cuba (Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Atenas 2004). A Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol organiza o esporte por aqui.

Sabia que o beisebol é o esporte mais popular no Japão? Descubra neste episódio do #EBCemTóquio:

Nova luta no tatame

Um esporte que estreia no Japão é uma prática do próprio anfitrião. E no início do século 19 já era praticado como atividade para prática de educação física. No Brasil, chegou com os imigrantes japoneses no início do século 20. Nas telas do cinema, a sabedoria do mestre Miyagi para ensinar o aprendiz Daniel San, em Karatê Kid, comoveram o mundo e chamaram atenção para o esporte.

De acordo com a Confederação Brasileira de Karatê, a palavra japonesa que dá nome ao esporte significa “mãos vazias”, e prevê o “mais eficaz uso de todas as partes do corpo para fins de autodefesa (…).  Nos últimos anos, foram formuladas regras de combate simulado para se evitar ferimentos graves, com o propósito de introduzir o karatê como um esporte competitivo”.

Olhar para cima

A escalada é outra debutante nos jogos de Tóquio. A modalidade tem três categorias: velocidade, dificuldade e bouldering. Todos os competidores olímpicos participarão nas três. A classificação final leva em conta o resultado de todas juntas.

Em relação à velocidade, dois atletas fazem um percurso numa parede de 15 metros. Vence quem chega primeiro. Na dificuldade, os atletas tentam subir o mais alto possível em uma parede com mais de 15 metros de altura em um tempo fixo. No bouldering, os competidores têm outro desafio: seguir uma rota fixa em uma parede de 4 metros de altura em um tempo determinado. A Associação Brasileira de Escalada Esportiva divulga a modalidade no país.

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Esportes

Prefeitura organiza atividades esportivas para Cruzeiro

As inscrições para as ações que serão realizadas no CEU estão abertas para karatê e futebol

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As Secretarias de Esporte e de Assistência Social estão trabalhando em conjunto para o desenvolvimento de ações em Cruzeiro. A ideia é voltar com as atividades físicas. Aulas de Karatê e Futebol estão previstas para serem desenvolvidas nesse semestre. As ações devem ocorrer no espaço CEU das Artes do Bairro Cruzeiro.

Estimular crianças e jovens para a prática de ações esportivas. Esse é o objetivo da Prefeitura com as realizações das aulas de esporte para os moradores de Cruzeiro. Estes, têm um espaço qualificado para a realização das atividades no CEU das Artes. O local possui uma ampla área destinada ao desenvolvimento social, cultural e esportivo para crianças e jovens. Também possui uma biblioteca moderna, um laboratório de informática, pista de Skate, sala de anfiteatro, sala de jogos e quadra de esporte. As inscrições são gratuitas e realizadas diretamente no CEU das Artes pelo fone 3511-5133 a partir desta segunda-feira(19).

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